quarta-feira, 8 de novembro de 2023

Anna Nacher & Marek Styczyński - Bałtyckie szepty (2000)

 


O álbum gravado por Anna Nacher & Marek Styczyński (The Magic Carpathians Project) como a primeira parcela da série "Biomusic", contendo música ambiente com sons de ambientes marinhos do Mar Báltico. Todos os processos de venda do álbum na altura do seu lançamento contribuíram para o programa de protecção das focas do Mar Báltico. Os nomes das faixas estão em cassubiano - uma língua eslava ocidental específica da região de Kashuba, na costa do mar Báltico, ao redor de Gdańsk. 



The Ex - 27 passports (2018)

 


"The Ex lançou seu álbum de estúdio regular anterior como um quarteto (Catch My Shoe) em 2010. Embora isso possa parecer um longo período, sua agenda desde então conta outra história. A banda também lançou um segundo álbum com a lenda etíope Getatchew Mekuria, e outro com Brass Unbound, apresentando vários de seus amigos do reino da improvisação livre. Além disso, houve também alguns split-singles de 7", vários festivais de aniversário fenomenais e um luxuoso livro de fotos que foi publicado como uma homenagem ao falecido Getatchew Mekuria em 2016.

Mas agora há música nova. 27 Passaportes contém 10 músicas. Duas delas (“Soon All Cities” e “Four Billion Tulip Bulbs”) fazem parte do set há algum tempo, mas as outras só foram testadas recentemente, pouco antes de as quatro retornarem ao estúdio para capture aquela inconfundível “energia Ex”. A abordagem de guitarra em três frentes ainda é tão emocionante como sempre, com as guitarras de Andy Moor, Terrie Hessels e Arnold de Boer criando teias de conexões tensas e interligadas e a baterista Katherina Bornefeld empurrando a banda com padrões dançantes e hipnóticos.

Existem alguns resquícios de suas aventuras africanas, mas acima de tudo, este é um retorno ao poder do The Ex como uma unidade que concilia sem esforço partes de guitarra barulhentas/desarticuladas, grooves de transe, cantos desafiadores e um impulso implacável e contagiante. Colorido e feroz ao mesmo tempo, 27 Passports mais uma vez expande o seu horizonte e enriquece o seu som, mantendo-se fiel ao núcleo da sua filosofia: Forward In All Directions!” 




Pseudo Code - Next One's Called (2018)

 


Gravações de arquivo da banda belga Pseudo Code, hoje considerada em alguns círculos como pioneira da música experimental e industrial. Os músicos que compõem o grupo também são fundadores dos renomados selos Sub Rosa e Insane.


Pseudocódigo em uma espécie de clima eletrônico mínimo e concreto de forma livre. Há até a estranha sugestão de uma música pop aqui e ali, talvez até algumas batidas dançantes; se você tem uma perna mais curta que a outra. Enquanto Xavier S. contribui com a maior parte das letras e vocais, Guy-Marc Hinant toca frequentemente a melodia principal na guitarra ou piano elétrico, as contribuições de Neffe são particularmente notáveis, à medida que ele une a maior parte do tecido sonoro através de overdubbing e mixagem. algumas de suas partes são remotamente virtuosísticas (daí sua autoidentificação como não-músico), mas são sempre inesperadas e perfeitas em si mesmas, emocional e sonoramente, e nesse sentido são profundamente musicais.



Em Novembro de 1974: Queen lança o álbum "Sheer Heart Attack"


 Em Novembro de 1974: Queen lança o álbum

"Sheer Heart Attack"
Sheer Heart Attack é o terceiro álbum de estúdio da banda de rock britânica Queen, foi lançado em 8 de novembro de 1974 pela EMI Records no Reino Unido e pela Elektra Records nos Estados Unidos.
Divagando dos temas progressivos apresentados em seus dois primeiros álbuns, o álbum apresentava faixas de rock mais pop e convencionais e marcou um passo em direção ao som "clássico" do Queen. Foi produzido pela banda e Roy Thomas Baker, e lançou o Queen
à popularidade mainstream no Reino Unido e em todo o mundo. O primeiro single do álbum,
" Killer Queen ", alcançou o número 2 nas paradas britânicas e proporcionou à banda seu primeiro hit no top 20 nos Estados Unidos, chegando ao número 12 na parada de singles da Billboard. Sheer Heart Attack foi o primeiro álbum do Queen a atingir o top 20 dos EUA, chegando ao 12º lugar em 1975.
Foi reconhecido por conter "uma riqueza de excelentes faixas de guitarra de hard rock ". Retrospectivamente, foi listado por várias publicações como um dos melhores trabalhos da banda e foi considerado um álbum de glam rock essencial
Lista de faixas:
Todos os vocais principais de Freddie Mercury.
Lado um:
1. "Brighton Rock": 5:08
2. "Killer Queen": 3:01
3. "Tenement Funster": 2:48
4. "Flick of the Wrist": 3:19
5. "Lily of the Valley": 1:43
6. "Now I'm Here": 4:10
Lado dois:
7. "In the Lap of the Gods": 3:20
8. "Stone Cold Crazy": 2:12
9. "Dear Friends": 1:07
10. "Misfire": 1:50
11. "Bring Back That Leroy Brown": 2:13
12. "She Makes Me
(Stormtrooper in Stilettos)": 4:08
13. "In the Lap of the Gods... Revisited": 3:42
Comprimento total : 38:41
Pessoal :
Freddie Mercury - vocais principais (1, 2, 4-11, 13) , vocais de apoio (1, 2, 4-11, 13) , piano
(2-5, 7, 11, 13) , órgão Hammond (6) , piano jangle (2, 11)
Brian May - guitarra elétrica (todos menos 9) , vocais de apoio (1, 2, 4, 6, 9, 12, 13) , piano
(6, 9) , vocais principais (12) , violão (12) , banjolele ( 11)
Roger Taylor - bateria (todos menos 9) , vocais de apoio (1-4, 6, 7, 9, 13) , percussão (2, 4) , triângulo (2) , sinos de vento (2) , vocais principais (3) , pandeiro (4) , tímpanos (7)
John Deacon - baixo (todos menos 9) , violão (3, 7, 10, 12) , guitarra elétrica (10) , contrabaixo (11)



Classic Rock - Curiosidades (A letra da música "Flores", que foi lançada em 1989 pelos Titãs no álbum "Õ Blésq Blom")


A letra da música "Flores", que foi lançada em 1989 pelos Titãs no álbum "Õ Blésq Blom" e composta por Tony Bellotto, Sérgio Britto, Charles Gavin e Paulo Miklos, traz a "visão"
que um morto tem dentro de um caixão:
"Olhei até ficar cansado
De ver os meus olhos no espelho
Chorei por ter despedaçado
As flores que estão no canteiro
Os punhos e os pulsos cortados
E o resto do meu corpo inteiro
Há flores cobrindo o telhado
E embaixo do meu travesseiro
Há flores por todos os lados

Há flores em tudo que eu vejo..." 


Classic Rock - Curiosidades (Em 08/11/1933: Nasce Serguei, uma lenda do rock brasileiro )

 


Em 08/11/1933: Nasce Serguei, uma lenda do rock brasileiro
Nome completo: Sérgio Augusto Bustamante
Conhecido como: O Divino do Rock
Nascimento: 08 de novembro de 1933
Origem: Rio de Janeiro, RJ, País: Brasil
Morte: 07 de junho de 2019 (85 anos)
Local de morte Volta Redonda, RJ
Gênero(s): rock, blues-rock, hard rock,
rock psicodélico
Instrumento(s) : Vocal
Período em atividade : 1966–2019
Gravadora(s) : Blues Time Records,
Baratos Afins, RCA BMG Ariola
Afiliação(ões) : The Centaurs, Banda Cerebelo,
Última Banda, The Rose Blues Band,
Banda Pandemonium.
Serguei, foi um cantor e compositor brasileiro. Segundo o Cravo Albin, apesar de nunca ter obtido sucesso comercial, é considerado uma lenda do rock brasileiro e também o precursor brasileiro do visual andrógino em shows.
Segundo o próprio Serguei, sua carreira musical começou em junho de 1951, quando fez seu primeiro show "numa festa de São João, aos 18 anos", quando lembrou numa
entrevista.
Depois retornou aos Estados Unidos onde continuou sua carreira, participando de festivais voltados para estudantes. Em 1969, esteve no famoso Festival de Woodstock, e
no final deste mesmo ano, o cantor, que era
panssexual, afirmou ter mantido um relacionamento afetivo com a cantora americana Janis Joplin, em Long Island.
Essa suposta relação foi um dos motivos pelo qual ficou conhecido, na manhã do dia 7 de junho de 2019 faleceu devido a uma falência de múltiplos órgãos.



65 anos de ”At Newport”: O icônico disco ao vivo de Ray Charles.

Ray Charles era magnífico ao vivo, na verdade sua música era produzida de fato num formato ao vivo. Sentimos sua energia e emoção em cada verso, seja nos disocs de carreira ou nas perfomances gravadas com o público. E não a toa, um dos trabalhos mais conhecidos e aclamados de Ray é o incrível ”At Newport” que carrega tudo isso que comentei. Hoje esse clássico completa 65 anos!

Como o nome sugere, o disco foi gravado de um show no festival de Newport que era extremamente importante na época para revelar ou consolidar artistas, temos diversos grandes nomes da indústria que tiveram ótimas apresentações lá como Muddy Waters, Duke Ellington, Miles Davis etc.

O repertório do show é excelente, dinâmico, quente e vibrante, inclui todas as grandes composições da carreira de Ray Charles até aquele ano como ”I’ve Got A Woman”, com uma perfomance única e muito sincera. E é claro que todas as outras composições são de grande valor em toda a apresentação que não é longa.

A qualidade da gravação é excelente, considerando ser um ambiente aberto, com público e ser dos anos 50, a banda está ótima, Ray está ótimo e a música é ótima. Todos os elementos da receita para você se divertir e se emocionar, tudo o que Ray Charles pode nos proporcionar. Fica de recomendação e homenagem, nos 65 anos desse disco icônico!

 



50 anos de ”Queen”: A importante estreia do Queen.

 Há  50 anos, um das maiores bandas da história do Rock e minha favorita, lançava seu disco de estreia. E meio século depois, a obra de Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon segue como referência de qualidade e importância! Vamos trocar uma ideia sobre esse disco de estreia, o ”Queen”!

No início da década de 70, Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon iniciaram a gravação do disco que seria a estreia do Queen. E entrando na década que acabou se tornando a mais impactante da história do Rock, a banda não seguiu a sonoridade clássica da década anterior, nem se apoiou nas bandas como Deep Purple, Led Zeppelin e Black Sabbath que estavam surgindo.

Logo no seu auto intitulado disco de estreia de 1973, o Queen imprimiu uma sonoridade que não se havia visto ainda entre as bandas mais conhecidas, um Hard Rock muito inteligente, pomposo, uma vibe épica e bem teatral. São essas as sensações que eu tenho do disco de estreia do Queen, e olhando retrospectivamente, vemos uma banda com um talento fora do comum e em todas as faixas sentimos a semente de energia do líder Freddie Mercury e o estilo de todos os outros integrantes.

Falando um pouco sobre as músicas, tenho que destacar logo a faixa de abertura ”Keep Yourself Alive”, um riff muito chamativo, foi o primeiro single da banda, excepcional abertura, fez grande sucesso. Já minha favorita é ”Doing Alright”, na minha opinião é uma das mais subvalorizadas de toda carreira da banda e a melhor faixa do disco, a primeira switch do Queen. ”Liar”, também é das minhas favoritas!

O disco de de estreia do Queen não foi das melhores estreias de todos os tempos, mas foi um verdadeiro marco na história do Rock e de uma banda que ressignificou o gênero, elevou o nível de exigência tanto no estúdio quanto no palco! A banda só foi melhorando daqui em diante e em poucos anos atingiu o stauts de lenda! Fica a homenagem e recomendação!




55 anos de ”Creedence Clearwater Revival”: Uma ótima estréia dos Creedence!

Eu considero o Creedence pelo menos uma das três bandas mais importantes da história do Rock americano! Muitos pontos positivos cercaram toda a trajetória musical deles, e neste mês o seu disco autointitulado de estreia, completou 55 anos!

Em 1968 o Rock ainda era muito centralizado no Reino Unido, os Beatles e Stones estavam muito em alta assim como o The Who. E nos USA muita coisa se desenvolvia, como o Folk. Mas acontece que o Southern Rock seria um dos pilares do Rock americano e uma das bandas que mudaria esse cenário seria o Creedence Clearwater Revival!

Liderados pelo trovão vocal chamado John Fogerty, a banda surgiu em 1968 com o disco autointitulado revelados como uma banda pronta musicalmente, praticamente mantiveram a sonoridade até o fim. E isso ajudou muito nesse início, mesmo nesse trabalho de estreia ser recheado de covers.

Dos destaques do disco, “Suzie Q” é das mais memoráveis, assim como “I Put A Spell On You”, grandes versões. E gostaria de destacar também a excelente produção das faixas. A banda como um todo está ótima.

De considerações finais, o disco de estreia do Creedence está longe de ser um disco perfeito, mas com certeza é dos mais importantes não só da banda mas de toda a história da música americana! Fica a homenagem!

 



POEMAS CANTADOS DE CAETANO VELOSO


 

Diferentemente

Caetano Veloso


Acho que ouvi numa canção de Madonna
"When you look at me, I don't know who I am"
E desentendi
Pois comigo, é você quem me olhando, detona
A explosão de eu saber
Quem eu sou
Eu nunca imaginei que nesse mundo alguma vez alguém soubesse quem é
Mas se você me vê, seus olhos são mais do que meus
Pois amo
E você ama
Então o indizível se divisa
E a luz de tantos céus inunda a mente
E, no entanto, diferentemente de Osama e Condoleezza, eu não acredito em Deus


Dindi
Caetano Veloso

Céu! Tão grande é o céu
E bandos de nuvens que passam ligeiras
Pra onde elas vão? Ah! Eu não sei, não sei...
E o vento que fala nas folhas
Contando as histórias que são de ninguém...
Mas que são mi...nhas e de você também...

Ah! Dindi...

Se soubesses o bem que te quero
O mundo seria Dindi, tudo, Dindi, lindo, Dindi...
Ah! Dindi...
Se um dia você for embora me leva contigo, Dindi
Fica Dindi...Olha, Dindi...

E as águas desse rio onde vão eu não sei
A minha vida inteira esperei,
Esperei por vo....cê, Dindi

Que é a coisa mais linda que existe
Você não existe Dindi
Olha Dindi...Deixa Dindi...Que eu te adore Dindi...

Ah! Dindi...
Se soubesses o bem que te quero
O mundo seria Dindi, tudo, Dindi, lindo, Dindi...
Nosso, Dindi...

Ah! vo...cê, Dindi...
Que é a coisa mais linda que existe
Você não existe Dindi
Olha Dindi...Adivinha Dindi...
Deixa Dindi...Que eu te adore Dindi...



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