terça-feira, 19 de março de 2024

CANTORES FRANCESES (Alizée)

 

Alizée

Alizée, nome artístico de Alizée Jacotey, (Ajaccio21 de agosto de 1984) é uma cantora francesa. Seu nome, Alizée, é a forma feminina de Alizé (ventos alísios).[1] Foi descoberta por Mylène Farmer, ao participar no talento Graines Star em 1999. Com a ajuda de Mylène Farmer e Laurent Boutonnat, Alizée lançou dois álbuns, que foram bem sucedidas dentro e fora da França.

Seu primeiro álbum foi chamado Gourmandises (Candy), e recebeu uma platina apenas três meses após o lançamento. Gourmandises foi um sucesso após o seu lançamento internacional em 2001. Em Gourmandises extraído seu hit mais famoso Moi ... Lolita, que alcançou o número um nas paradas da Europa e Ásia. Alizée desempenhou o papel de Lolita. Depois de Gourmandises foi lançado seu segundo álbum de estúdio intitulado Mes courants électriques em 2003, que não foi tão bem sucedido quanto seu antecessor, mas chegou a um número significativo de vendas também. Após o seu lançamento, Alizée turnê de 43 concertos em França e alguns na Bélgica e na Suíça.



Alizée casou-se com o cantor francês Jérémy Chatelain em 2003[2] e teve uma filha com ele em 2005. No início de 2004, fez uma pausa em sua carreira musical, que retomou no final de novembro de 2007 com o álbum Psychédélices.[3]

Após um grande sucesso na América LatinaÁsia e Europa por Psychédélices, Alizée fez uma mudança radical no estilo musical do pop psicadélico do álbum anterior no Mainstream, ligando-se à gravadora independente chamada "Institubes" e juntar-se aos artistas do gênero como Chateau Marmont Rob, Tahiti Boy e Adanowsky,que colaboraram na produção de Une enfant du siècle, quarto album de carreira, que oficialmente começou a ser vendido em 29 de março de 2010.

No início de 2011 publicou sua participação no novo álbum de Alain Chamfort e logo Alizée anunciou na primavera de 2012 o lançamento do seu novo álbum de estúdio em que retoma as suas raízes musicais e continua o sucesso global.

Suas músicas são conhecidas em todo o mundo para além da fronteiras de língua francesa, no topo das paradas musicais nos cinco continentes.

Biografia

Nascida em 21 de agosto de 1984, em AjaccioCórsega, teve uma infância normal ao lado de seu irmão mais novo Johann, sua mãe Michelle (empresária) e seu pai José (informático). Desde a tenra idade ela sentia um grande amor pela dança, que começou a praticar na L'Ecole du Spectacle.[4] Aos 4 anos, começou a familiarizar-se com o entretenimento, tendo aulas de teatro e de canto, com apoio de Mufraggi Monique, seu professor, e direção de Patrick Fiori.

Em 1995, uma companhia aérea francesa realizou um concurso convidando as crianças a desenhar um plano - o desenho mais original seria reproduzido em escala de um avião real. Alizée,com 11 anos, entrou no concurso, e inspirando-se no livro Le Petit Prince fez o seu desenho. Vencendo o concurso, foi recompensada com uma viagem para as Maldivas, além de ter seu desenho colocado em um avião que foi batizado Alizée.[4]

Em 1999, Alizée realizou uma audição no César Palace de Ajaccio para um programa de jovens talentos chamado Granies Star, cantando a canção La vie ne m'apprend rien de Daniele Balavoine. Sua segunda audição, depois de passar o primeiro turno, foi em 16 de dezembro, em Paris, com o tema Waiting for Tonight de Jennifer Lopez. Em 25 de fevereiro de 2000, apresentou-se no show tocando a música Ma Prière, de Axelle Red, com a qual ficou em segundo lugar.

2000 - 2002: GourmandisesMoi... Lolita e sucesso internacional

Sua performance vencedora foi vista pelos compositores veteranos Mylène Farmer e Laurent Boutonnat, que estavam procurando por uma voz jovem e fresca para participar de seu novo projeto. Eles abordaram Alizée, e ela foi selecionada após audições de estúdio. A dupla organizou sua estreia com um lançamento meticulosamente orquestrado, controlando sua imagem e aparições públicas. Em 2000, eles produziram seu primeiro álbum, Gourmandises, que foi um grande sucesso na França, Bélgica, Alemanha, México e Reino Unido.

O primeiro single, e maior sucesso até hoje, Moi... Lolita, ressuscitou a rica tradição musical francesa iniciada por Serge Gainsbourg em 1964 com a canção Pauvre Lola, inspirada no célebre romance Lolita, criando a imagem que definiu Alizée nos primeiros anos de sua carreira. Ela ganhou um prêmio M6 em 2000 e voltou com um álbum seguinte, Mes Courants Électriques, em 2003. Este segundo álbum também fez muito sucesso, embora menos do que o primeiro. Um álbum de vídeo foi filmado durante sua turnê europeia logo em seguida.

O single obteve sucesso na maior parte da Europa e partes do Leste Asiático, alcançando o número um em vários países. O videoclipe associado retratava Alizée como uma adolescente rústica e pobre visitando uma boate na cidade com sua irmã mais nova, perseguida por um jovem que havia emprestado a passagem de ônibus para chegar lá, mas cujo interesse romântico nela nunca foi correspondido.[5] A música foi posteriormente usada no trailer do filme de 2006, A Good Year, no Reino Unido, e fez parte da trilha sonora do filme.

O single era de seu álbum de estreia, Gourmandises ("Guloseimas"), lançado em 2000.[6] O álbum, escrito por Farmer e composto por Boutonnat, vendeu mais de 788 000 cópias na França - alcançou o status de Platina em apenas três meses. Em 2001, o álbum foi lançado internacionalmente e Alizée se tornou a cantora francesa mais vendida de todos os tempos.[7][8] O álbum vendeu mais de dois milhões de cópias em todo o mundo.[9] Farmer e Boutonnat mantiveram um rígido controle sobre a forma como o álbum foi comercializado e controlaram a imagem na qual Alizée foi retratada. Nesse ínterim, Alizée concedeu pouquíssimas entrevistas e, mesmo quando o fez, elas não ultrapassaram os 20 minutos por jornalista. Ela também não concordou com nenhuma sessão de fotos.[7]

Seu segundo single L'Alizé (2000), também do mesmo álbum, veio em breve. Também atingiu o primeiro lugar na França e obteve algum sucesso internacional. O vídeo da música "sexily alliterative"[7] (compara o título com "Lola", uma variante de "Lolita") mostra uma Alizée milagrosamente acrobática (até no ar) brincando em meio a bolhas estourando em frente a um fundo rosa, cantando eroticamente sobre sua busca cautelosa por um amor verdadeiro. O vídeo foi filmado em um estúdio em Bruxelas, que tinha uma tela pintada de 25 metros por 10 metros para servir de fundo, com bolhas reais.[5] Este single foi seguido por outro single do mesmo álbum - a canção-título, "Gourmandises". O vídeo, que mostra um grupo de meninos e meninas adolescentes em um piquenique, foi filmado em um dia.[5] O último single do álbum foi "Parler tout bas", sobre a maioridade, e foi ilustrado com um videoclipe surreal. Na França, "Parler tout bas" foi o terceiro single, seguido pelo lançamento de Gourmandises.

2003 - 2004: Mes Courants Electriques, En Concert

Em 2003, Alizée voltou com seu segundo álbum Mes Courants Électriques ("Minhas correntes elétricas").[10] Com o lançamento deste álbum, ela mudou sua imagem de "Lolita" para a de uma adolescente mais moderada. Este álbum também foi escrito por Farmer e Boutonnat e vendeu 400 000 cópias na França.

O primeiro single deste álbum, "J'en ai marre!" (também conhecido como "Mon bain de mousse" no Japão) foi lançado em 2003. Seu videoclipe mostra Alizée em uma gaiola de vidro, cantando enquanto recebe água espirrando nela. A gaiola de plexiglass, de 3 por 3 metros de dimensão, foi construída em um estúdio parisiense, e a filmagem do vídeo durou dois dias. Os outros singles deste álbum foram "J'ai pas vingt ans" e "À contre-courant". O vídeo de "J'ai pas vingt ans" lembra o ambiente de um show, com Alizée dançando no meio de vários outros dançarinos. "À contre-courant", o último single deste álbum, foi filmado numa fábrica de carvão abandonada.[5]

Os álbuns apresentam versões em inglês de quatro faixas. As traduções foram artísticas ao invés de literais, tentando capturar o sentimento e conceitos ásperos ao invés de palavras e expressões específicas. Em alguns casos, eles são "emburrecidos", sem os jogos de palavras franceses inteligentes dos originais.

Após o lançamento de Mes Courants Électriques, Alizée fez uma turnê pela França, junto com uma apresentação na Bélgica e na Suíça, durante o segundo semestre de 2003. A turnê começou com uma apresentação em 26 de agosto de 2003 em Paris.[11][12] Concluiu-se com a sua apresentação no prestigioso salão l'Olympia em Paris e na véspera de 17 de janeiro de 2004 no salão de concertos Le Zénith na mesma cidade e cobriu grandes cidades, incluindo LyonRouenLilleGrenoble e Dijon.[11] Um CD e DVD ao vivo, intitulado Alizée En Concert, composto de performances selecionadas de sua turnê, foi lançado um ano depois, no outono de 2004.[13] O CD de áudio continha faixas, retiradas de seus dois álbuns de estúdio. O DVD trazia vídeos das mesmas performances do CD, junto com vídeos bônus de seus ensaios.

2005–2007: O hiato e o lançamento no México

Em 2005, após o sucesso de sua primeira turnê e lançamento do primeiro álbum ao vivo, Alizée primeiro desapareceu dos holofotes, então reapareceu na mídia quando foi revelado que ela estava grávida. Ela deu à luz uma menina, Annily, em 28 de abril de 2005 (a criança que teve com Jérémy Chatelain) e suspendeu sua carreira. No entanto, os tablóides dedicaram vários artigos, pois o nome Alizée apareceu com outros, incluindo as listagens falsas do caso Clearstream. Após vários rumores de um retorno iminente, especialmente em colaboração com a banda Indochine, Alizée deixou a Universal Records para assinar com a RCA (Sony BMG) em agosto de 2007, revelando também que o álbum En Concert e a turnê foram sua última colaboração com seus mentores.

Enquanto isso, uma compilação do álbum ao vivo foi relançada no início de 2007 no México pela Universal Music como um lançamento em CD + DVD,[14] após a apresentação das músicas em estações de rádio locais. Com o relançamento e renovado interesse, as músicas subiram nas paradas musicais do país. O álbum se tornou um sucesso, alcançando a quarta posição na parada internacional em 28 de maio de 2007[15] e a oitava posição na parada de álbuns principal. En concert tem certificação Gold para remessas acima de 50.000 cópias apenas no México.[16]

2007 - 2009: Psychédélices, sucesso na América e um novo sucesso na Ásia

Alizée, cantando, em 2008

Seu terceiro álbum Psychédélices foi lançado em 3 de dezembro de 2007 para ser "Mademoiselle Juliette" o primeiro single. O single foi ao ar na rádio francesa NRJ em 27 de setembro de 2007 para o primeiro tempo e saiu digitalmente no dia 30. O mesmo vídeo foi lançado em novembro.

Alizée decidiu deixar neste álbum a sua arte patrocinadores, Mylène Farmer e Laurent Boutonnat, deixando para trás sua imagem de Lolita e mostrando uma imagem mais madura. Para este novo álbum, ela colaborou com músicos como Bertrand Burgalat, Darc Daniel, Puccino Oxmo Fauque Jean e seu marido, Jérémy Chatelain. Seu segundo single é Fifty - Sixty (Cinquenta e Sessenta), com um vídeo estreou oficialmente em linha no início de maio, e fez sua estreia na televisão francesa durante o mês de junho, este vídeo faz parte da Trilogia Fifty - Sixty, composto por dois vídeos mais baseada na Remixes Fifty-Sixty.

Depois do enorme sucesso de "Fifty - Sixty", o francês lançou o single La Isla Bonita sua versão cover do sucesso de Madonna, e como a referida se tornou um grande sucesso na Europa atingindo o número 2 nas paradas na França e vários em outros países.

Alizée fez uma turnê mundial que a levou a países diferentes, o primeiro show desta turnê foi realizada em Moscou em 19 de maio, seguido de cinco concertos no México durante o mês de junho, esses concertos foram realizados nas principais cidades, incluindo: Cidade do MéxicoGuadalajaraPuebla e Monterrey. Após o grande sucesso naquele país o corso apresentar 3 concertos no Canadá e continuou a fazer turnês juntos. "Ki m'aime eu SUIVE" produtora francesa responsável pela organização da turnê, estima que o público era mais de 60 000 espectadores.

A lista de faixas para este Tour é composto principalmente por Psychédélices músicas, mas também canções de seus dois álbuns anteriores, em que Alizée tiveram que mudar a música de canções como "J'en ai marre" e "Moi lolita ", como rumores vazaram na net dizem Mylene Farmer e Laurent Bottonat não concessão de direitos autorais autorizações para que apenas a letra original, enquanto permaneceu mudou o arranjo musical, que foi negado pelo mesmo argumentando a falta de concordar com os termos de tempo.

2010: Une enfant du siècle, nova imagem e estilo musical novo

Alizée como DJ convidada no Hotel Ritz em Paris em 2010

Seu quarto álbum, Une enfant du siècle, produzido em parte pelo gerador de Chateau Marmont, foi lançado em 29 de março de 2010. Aclamado por críticos e fazer um zumbido bom para a mudança radical de estilo, o álbum, que reúne jovens Institubes produtores etiqueta (Chateau Marmont, Rob ...), embora em formato físico não obter o índice de vendas no formato Digital foi o número 8 por várias semanas nas paradas na França, mas no México há problemas com a distribuição pelas gravadoras no país do México ganhou um número considerável de vendas. Alizée também para a promoção deste CD, posou para a revista origem francês Technikart, que veio com a aparência da cantora Madonna para seu single Like a VirginLes Collines (Never Leave You) a promo único que mostrou o vídeo do mesmo nome foi publicado uma semana após o lançamento, após o sucesso foi pré-indicado para álbum do ano por Les Victoires de la Musique.

2011 - presente: Investimentos, quinto álbum de estúdio e Filantropia

Alizée participou pela sexta vez o show Les Enfoirés "L'oeil de Enfoirés" no L'Arena, em Montpellier. Alizée participou do single Des Ricochets com mais de 44 artistas, o título do laço único pelo grupo de Paris-África fundada pelo UNICEF na luta contra a desnutrição semelhante a We Are the World dos USA for Africa. Também faz parte dos artistas que gravaram um dueto com Alain Chamfort, o melhor do último, cujo lançamento está previsto para o último trimestre de 2011. Durante Alizée participou de vários shows em TF1 como 90 e 2000 gerações, ou Amimicalement anunciou um novo álbum está agendado para a Primavera de 2012, marcando um retorno à música de raiz, que será lançado com o selo da Sony Music. De 1 a 6 de fevereiro de 2012, Alizée participou Enfoirés com o novo show "Le bal de Les Enforiés" no auditório Zenith de Lyon, que vendeu para fora. Após esta semana em Lyon.

Vida pessoal

Embora descrita como uma pessoa muito tímida e reservada, ela gosta de se apresentar em público.[17] Ainda que seja mais famosa como cantora, Alizée prefere dançar,[17] e é bastante proficiente em dança clássica, jazz, balé italiano, sapateado e flamenco.[18]

Alizée se casou com o cantor francês Jérémy Chatelain em Las VegasNevada, em 6 de novembro de 2003. Eles têm uma filha chamada Annily (nascida em 28 de abril de 2005). O público descobriu seu casamento em fevereiro de 2004, quando a revista Voici divulgou uma cópia de sua certidão de casamento em um artigo. Ela não falou nada sobre sua vida privada e familiar e manteve seu bebê fora da imprensa o melhor que pôde, mas desde 2011 tem sido muito mais aberta sobre sua vida privada. Jérémy e Alizée se divorciaram no início de 2012. Durante o programa Danse avec les stars, no outono de 2013, Alizée conheceu e começou a namorar Grégoire Lyonnet, com quem se casou em 18 de junho de 2016.[19][20]

Arte

Música e Voz

Alizée tem uma gama vocal mezzo-soprano. Começou sua carreira musical com músicas que ela descreve como "pop com alma". Em 2000, irrompe no mundo da música e se tornou uma sensação internacional, porque ela era a cantora de maior sucesso francês no mundo, em um tempo muito longo, Alizée é conhecida por misturar sons eletrônicos com pop e pop psicodélico e mais recente o Mainsream com Pop Euro no momento de sua estreia, a crítica referida como A Rainha do Euro Pop é uma Lolita francesa mencionou o NRJ, em seu primeiro álbum Alizée usa o Pop[desambiguação necessária] com Euro Pop misturado com elegante sons suaves, world music e clássico Chanson francês. O segundo disco foi usado a música mais casa, sons instrumentais e eletrônicos misturados com os sons de seu último álbum, o terceiro álbum de alterar a maioria dos sons de seus dois últimos álbuns substituindo-os com os sons psicodélicos e World Music música com muito ritmo. O single Fifty - Sixty é dedicado à memória da modelo Edie Sedgwick. No quarto álbum houve uma mudança radical no estilo de música com um novo gênero para a carreira Mainstream, com esta mudança radical de gênero, surgiu uma Alizée muito elegante, mas menos rítmica comparado aos seus três últimos materiais aclamados pela crítica, deixa claro que a reinvenção é uma grande parte de sua contribuição à música.

Influências

Alizée mencionou várias vezes a Madonna como uma de suas maiores inspirações, Whitney Houston também foi mencionado, seu ex-protetor de Mylène Farmer é uma grande inspiração, ela mencionou que gosta do estilo de Gwen Stefani e que ama seu cabelo. Suas influências musicais são pop em muitas de suas raízes, world music, chanson francesa, house music, o Mainstream Hip-Hop e outros.

Imagem pública

Alizee em sua estreia com um estilo livre e cheio de luz com uma Lolita cheio de inocência e sensualidade que cativou o mundo, Este sucesso a levou a obter um World Music Award em seu segundo estilo e juntou-se uma grande parte de seu estilo de estreia, mas mais poder com o cabelo em camadas, mas sem maquiagem em excesso. Após dois anos de silêncio retorna com um estilo psicodélico doce e chique ao mesmo tempo com esta mudança para um novo público cativo em sua carreira. Para seu quarto álbum, ela fez uma mudança radical, tanto no estilo de música e imagens com uma composição mais madura e com um estilo elegante e chique no vestido e cabelo. Para promover este álbum Alizée posa para uma grande revista francesa usar o Like a Virgin estilo de seu ídolo Madonna se tornar um sucesso.

Discografia

Álbuns de estúdio
Singles
  • 2000 Moi... Lolita
  • 2000 L'Alizé
  • 2001 Parler Tout Bas
  • 2001 Gourmandises
  • 2003 J'en ai marre! / I'm Fed Up!
  • 2003 J'ai pas vingt ans / I'm Not Twenty
  • 2003 À contre-courant
  • 2004 Amelie M'a Dit
  • 2007 Mademoiselle Juliette
  • 2008 Fifty Sixty
  • 2008 Lilly Town
  • 2008 La Isla Bonita
  • 2010 Les Collines (Never Leave You)
  • 2012 À cause de l'automne

Turnês
Álbuns ao vivo e compilações
  • 2004 Alizée En Concert
  • 2007 Tout Alizée
  • 2008 Psychedelices (CD + DVD)


Prêmios

  • M6 Awards

Apocalipse ** francesa (2000)

  • Trophée des Anges (França)
    • Revelação do Ano (2000 e 2001)
  • NRJ Music Awards
    • Revelação francesa (2001)
    • Melhor Site Web Musical (2001)
  • Prêmios DMX (Web)
    • Melhor Canção francófona Moi Lolita (2001)
  • SACEM
    • Preço Vincent Scotto (2001)
  • Prêmio Hit FM (Rússia)
    • Award para "Moi ... Lolita" (2001)
  • World Music Awards
    • Cantora de le ano (2002)
  • Las Lunas del Auditorio (México)
    • Melhor Artista Pop Internacional (2008)

Nomeações






Fotos






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BIOGRAFIA DE Víctor Jara

 

Víctor Jara

Víctor Lidio Jara Martínez (San Ignacio28 de setembro de 1932 — Santiago16 de setembro de 1973[1]) foi um professordiretor de teatropoetacantorcompositormúsico e ativista político chileno.

Nascido numa família de camponeses, Jara se tornou um reconhecido diretor de teatro, dedicando-se ao desenvolvimento da arte no país, dirigindo uma vasta gama de obras locais, assim como clássicos da cena mundial. Simultaneamente, desenvolveu uma carreira no campo da música, desempenhando um papel central entre os artistas neo-folclóricos que estabeleceram o movimento da Nueva Canción Chilena, que gerou uma revolução na música popular de seu país durante o governo de Salvador Allende. Também era professor, tendo lecionado Jornalismo na Universidade do Chile.

Logo após o golpe militar de 11 de setembro de 1973, Jara foi preso, torturado e fuzilado. Seu corpo foi abandonado na rua de uma favela de Santiago.[2]

Em Portugal há uma banda musical chamada Brigada Victor Jara, em homenagem ao ativista chileno.

Biografia

Primeiros anos

Víctor Jara nasceu em 28 de setembro de 1932. O local de seu nascimento é controverso.[3] Segundo algumas fontes, teria nascido em San Ignacio.[carece de fontes] Segundo outras, ele seria originário do povoado de Quiriquina, perto da comuna de Chillán Viejo. De todo modo, teria nascido na atual província de Diguillín, na região de Ñuble e, ainda pequeno, teria mudado, com a família, para Lonquén,[4][5] localidade situada na comuna de TalaganteRegião Metropolitana de Santiago. Era filho dos camponeses pobres Manuel Jara e Amanda Martínez.

Amanda, de origem mapuche, era do sul do Chile e grande conhecedora da cultura popular. Manuel era um trabalhador braçal analfabeto e queria que seus filhos trabalhassem o quanto antes, em vez de irem à escola. Assim sendo, aos seis anos de idade, Víctor já estava trabalhando no campo. Manuel era incapaz de extrair o sustento de sua grande família - além de Víctor tinha outros quatro filhos: María, Georgina, Eduardo e Roberto - como camponês no imóvel da família Ruiz-Tagle. Tampouco foi capaz de encontrar um trabalho estável. Acabou virando um alcoólatra violento. Seu relacionamento com Amanda deteriorou-se, e ele abandonou a família quando Víctor ainda era criança. Amanda criou Víctor e seus irmãos sozinha, insistindo que todos eles fossem à escola. Ao contrário de Manuel, Amanda não era analfabeta. Autodidata, ela tocava violão e piano, além de cantar canções folclóricas em casamentos e funerais de sua cidade natal.[4][6]

Em Santiago

Em consequência de um grave acidente no lar sofrido pela irmã de Víctor, María, a família se muda para a capital do país, Santiago, à procura de melhores condições econômicas. Víctor, juntamente com o irmão Lalo, ingressa no Liceu Ruíz-Table, onde ambos destacam pelos seus bons resultados académicos, até acabarem nele os estudos primários.

O duro trabalho da mãe conseguiu algum progresso econômico para a família, mas obrigou-a a dedicar pouco tempo aos filhos. A viola de Amanda serviu a Víctor para a sua aproximação da música, com ajuda do seu amigo Omar Pulgar.

A mudança para o bairro de Chicago Chico dá ao jovem Víctor a possibilidade de ter relacionamento com outros jovens da mesma origem e condição, agrupando-se na altura em torno do Partido Democrata Cristão. Cantam, escutam música clássica, saem de excursão, jogam futebol e formam um coro. Os estudos religiosos fazem parte da formação dele nesse tempo.

Durante os estudos secundários no chamado "instituto comercial", parece ter existido em Víctor o sonho secreto de chegar a ser padre. Em 1950, a mãe morre repentinamente.

O seminário

Mudaram-se para Población Nogales, onde voltou a encontrar Julio e Humberto Morgado, colega da escola primária. A família Morgado proporcionou a Víctor comida e cama. Víctor deixou os estudos para trabalhar numa fábrica de móveis e ajudava Pedro Morgado, pai dos seus colegas, no trabalho de transportista.

Por conselho do padre Rodríguez, ingressa no seminário e na Congregação dos Redentoristas, em San Bernardo. Víctor, mais tarde, assim lembraria esse momento:

"Para mim foi uma decisão muito importante entrar para o seminário. Quando o penso agora, da perspectiva mais dura, acho que fiz aquilo por razões íntimas e emocionais, pela solidão e o desespero de um mundo que até esse momento tinha sido sólido e perdurável, simbolizado por um lar e o amor da minha mãe. Eu já estava envolvido com a Igreja, e naquela altura procurei refúgio nela. Então pensava que esse refúgio iria guiar-me até outros valores e ajudar-me a encontrar um amor diferente e mais profundo, que porventura compensasse a ausência do amor humano. Julgava que talvez achasse esse amor na religião, dedicando-me ao sacerdócio."

Dois anos mais tarde, em 1952, abandonaria o seminário, ao dar pela sua falta de vocação, mas lembraria positivamente o canto gregoriano e a parte da interpretação litúrgica. A saída do seminário coincide com a ida para a tropa.

A música e o teatro

Aos 21 anos, entra no coro da Universidade do Chile, participando na montagem de Carmina Burana e começando assim o seu trabalho de pesquisa e compilação folclórica. Três anos mais tarde, faz parte da companhia de teatro "Compañía de Mimos de Noisvander", e começa a estudar actuação e direcção na Escola Teatro da Universidade do Chile.

Em 1957, faz parte do grupo de cantos e danças folclóricas Cuncumén, onde conhece Violeta Parra, que o encoraja a continuar na profissão.

Com 27 anos, em 1959 dirige a sua primeira obra de teatro Parecido a la Felicidad de Alejandro Sieveking, encenando-a por vários países latino-americanos. Como solista do grupo folclórico, grava o seu primeiro disco, "Dos Villancicos". No ano a seguir, participa como assistente de direcção na montagem de La Viuda de Apablaza de Germán Luco Cruchaga, cujo director era Pedro de la Barra, e dirige a obra La Mandrágora, de Machiavello.

Em 1961, como director artístico do grupo Cuncumén viaja pela HolandaFrançaUnião SoviéticaChecoslováquiaPolóniaRoménia e Bulgária.

Em 1961, compõe a sua primeira canção, Paloma Quiero Contarte, continuando o seu trabalho como assistente de direcção na montagem de La Madre de los Conejos de Alejandro Sieveking. No ano seguinte, 1962, dirige para Ituch a obra Animas de Día Claro também de Sieveking.

Grava com o grupo Cuncumén o LP Folclore Chileno, onde inclui duas canções próprias, Paloma Quiero Contarte e La Canción del Minero. Começa a trabalhar como director na Academia de Folclore da Casa da Cultura de Ñuñoa, função que desempenharia até 1968. Nessa altura, e até 1970, faz parte da equipa estável de directores do Instituto de Teatro da Universidade do Chile, Ituch e entre 1964 e 1967 é professor de actuação na universidade.

O trabalho de direção teatral ocupa o seu tempo, realizando, quer como assistente de direcção, quer como director, várias montagens, entre elas uma para a TV da Universidade, além de uma tourné pela Argentina, Uruguai e Paraguai com a obra Animas de Día Claro de Alejandro Sieveking. Em 1963, passa a ser assistente de direcção de Atahualpa del Cioppo na montagem de El Círculo de Tiza de Bertolt Brecht, para o Ituch.

Continua a compor música e, em 1965, dirige a obra La Remolienda de Alejandro Sieveking, bem como a montagem de La Maña de Ann Jellicoe, para o Ictus, recebendo por elas o prémio Laurel de Oro como melhor realizador, e o prémio da Crítica do Círculo de Jornalistas à melhor direcção por La Maña.

Cantor de intervenção

É diretor artístico do grupo Quilapayún, de 1966 a 1969 e, até 1970, é solista em La Peña de los Parra.

Em 1966 grava o seu primeiro LP, Víctor Jara, editado por Arena. Pela EMI-Odeon, grava no ano seguinte os LP's Víctor Jara e Canciones Folclóricas de América, com o Quilapayún.

Continua o trabalho como diretor teatral e monta novamente La Remolienda, sendo premiado pela crítica graças à direção de "Entretenimiento a Mr. Sloane" e consegue o Disco de Prata da discográfica EMI-Odeon.

Em 1969 monta Antígona de Sófocles para a Companhia da Escola de Teatro da Universidade Católica. Com a canção Plegaria a un labrador ganha o primeiro prémio do Primeiro Festival da Nova Canção Chilena e viaja a Helsínquia para participar de um Comício Mundial de Jovens pelo Vietname, gravando ainda nessa altura Pongo en Tus Manos Abiertas.

Em 1970, participa em Berlim da Conversação Internacional de Teatro e, em Buenos Aires, do Primeiro Congresso de Teatro Latino-Americano. Envolve-se na campanha eleitoral da Unidade Popular e edita o disco Canto Libre.

Nomeado embaixador cultural do Governo da Unidade Popular, em 1971 compõe , com Celso Garrido Lecca, a música para o ballet Los Siete Estados, de Patricio Bunster, para o Ballet Nacional do Chile. Com Violeta Parra e Inti-Illimani, ingressa no Departamento de Comunicações da Universidade Técnica do Estado. Com a casa Dicap, edita o disco El Derecho de Vivir en Paz, com o qual leva o prémio Laurel de Oro concedido à melhor composição do ano.

Trabalha como compositor de música para continuidade na Televisão Nacional do Chile de 1972 a 1973; investiga e compila testemunhos em Hermida de la Victoria, a partir dos quais gravaria La Población. Viaja à URSS e a Cuba e dirige a Homenagem a Pablo Neruda pela obtenção do Prémio Nobel.

Os camponeses de Ránquil convidam-no à realização de uma obra musical sobre a comuna. Coerente com seu compromisso social, participa de trabalhos voluntários para impedir a paralisação do país mediante a greve de camionistas fomentada pelas forças reacionárias. Esse mesmo compromisso leva-o, em 1973, a realizar diferentes atos, participando na campanha eleitoral em prol dos candidatos da Unidade Popular. Respondendo ao apelo de Pablo Neruda, participa como diretor e cantor num ciclo de programas da TV contra a guerra e contra o fascismo. Trabalha ainda em vários discos que não poderá gravar e realiza a gravação de Canto por Travesura.

Golpe de estado e assassinato

golpe de estado liderado pelo general Augusto Pinochet contra o presidente Salvador Allende, em 11 de setembro de 1973, surpreende Jara na universidade. Ele é então detido, com outros alunos e professores, e conduzido ao Estádio Chile (não confundir com Estádio Nacional de Chile), convertido em campo de concentração e um dos maiores centros de detenção e tortura da ditadura de Pinochet. Lá é mantido durante vários dias. Há alguma controvérsia quanto às torturas que teria sofrido durante os dias de cárcere antes de seu assassinato a tiros, no dia 16 de setembro do mesmo ano. Havia um boato de que teria tido suas mãos cortadas[7] como parte do "castigo" dos militares a seu trabalho de conscientização social dos setores mais desfavorecidos da sociedade chilena. Porém, na exumação do corpo de Jara, realizada em junho de 2009, foi confirmado que, na verdade, suas mãos haviam sido esmagadas por coronhadas dos soldados.[8]

Jara era membro do Partido Comunista do Chile e, antes de ser preso e assassinado, integrava o Comitê Central das Juventudes Comunistas do Chile. Nos dias de cativeiro prévios à sua execução, Jara escreveu um poema que pôde ser conservado.[9]

Dois discos gravados por Víctor Jara pouco antes de morrer não foram editados.

Reconhecimento do assassinato

Túmulo de Víctor Jara no Cemitério Geral de Santiago do Chile. Na lápide se lê: "Até a vitória...".

Somente em 1990 o Estado chileno, por meio da Comissão da Verdade e da Reconciliação, reconheceu que Víctor Jara havia sido assassinado a tiros no dia 16 de setembro de 1973 no Estádio Chile e, depois, teve seu corpo lançado em um matagal perto da Estrada Sul, na parte posterior de um cemitério, juntamente aos corpos de outras três vítimas. Em seguida a esses acontecimentos, o cadáver de Jara foi levado à câmara mortuária, onde foi identificado pela esposa, a bailarina britânica Joan Turner. Víctor Jara tinha, em seu corpo, 44 marcas de bala e numerosos ossos fraturados, de acordo com o informe da autópsia, feita após o encontro de seu cadáver[10].

Em junho de 2016, um tribunal federal de Orlando, nos Estados Unidos, julgou que o ex-militar Pedro Barrientos, chileno naturalizado norte-americano, culpado de torturar e assassinar o artista. Radicado desde a década dos noventa na cidade de Deltona (Flórida), Barrientos dedicava-se ao comércio de carros usados. O júri condenou-o a pagar uma indenização de 28 milhões de dólares à família. O processo civil havia começado com uma ação movida em 2013 pela viúva, Joan Turner Jara, e as duas filhas do casal, Manuela Bunster e Amanda Jara, com apoio do Centro de Justiça e Responsabilidade (CJA), de San Francisco. O julgamento durou duas semanas. Três anos antes, a Justiça chilena já havia identificado Barrientos como autor material do homicídio, mas não conseguira obter a extradição do acusado. As investigações judiciais indicaram que Barrientos, então tenente do Exército, fora o autor dos tiros que mataram Víctor Jara. Na mesma época, outros sete oficiais reformados foram processados pelo assassinato ocorrido no Estádio Chile, em Santiago. O ex-militar sempre se declarou inocente, inclusive durante o julgamento. Disse que na época dos fatos nem conhecia Víctor Jara e que só muito tempo depois ficou sabendo quem era e como tinha morrido.

O depoimento de José Paredes, que aos 18 anos presenciou o assassinato enquanto prestava o serviço militar, foi crucial para a investigação no Chile, relacionando diretamente Barrientos ao crime. "Eles o mantinham sentado. Havia umas camas de campanha, dessas usadas no Exército, e o mantinham ali e batiam, batiam, batiam (...). E Barrientos lhe dá um tiro... quase à queima-roupa”, relatou o Paredes à Justiça chilena. O juiz Vásquez, que investigou o caso no Chile, afirmou, depois de processar Barrientos por homicídio qualificado, disse não haver dúvida de que "ele atirou em Víctor Jara".[11]

Os corpo de Jara foi sepultado no Cemitério Geral de Santiago do Chile.

Em setembro de 2003, trinta anos após o assassinato do artista, o Estádio Chile foi rebatizado como Estádio Víctor Jara.

Em julho de 2018, os tribunais do Chile processaram dez ex-integrantes do exército chileno, por sequestro e homicídio, no caso de Jara;[12] nove deles foram condenados a penas de até 15 anos de prisão. As autoridades chilenas pediram a extradição do décimo militar, o ex-tenente Pedro Pablo Barrientos Nuñez, que vive na Flórida e se tornou cidadão americano. Barrientos nega envolvimento no crime. Até o final de 2018, não havia decisão, por parte das autoridades dos Estados Unidos, quanto ao pedido de extradição.[13][14][15][16]

Durante os 17 anos do regime de Pinochet, estima-se que cerca de 3 200 pessoas tenham sido mortas ou dadas como "desaparecidas", e que 28 000 tenham sido torturadas pelo Estado.[16]

Em agosto de 2023, o Supremo Tribunal do Chile condenou sete militares na reserva pelo sequestro e homicídio de Víctor Jara, rejeitando os argumentos da defesa contra a sentença, proferida pelo Tribunal de Recurso em novembro de 2021, que condenou Raúl Jofré González, Edwin Dimter Bianchi, Nelson Haase Mazzei, Ernesto Bethke Wulf, Juan Jara Quintana e Hernán Chacón Soto a 25 anos de prisão pelo homicídio e sequestro do músico e também do diretor do Serviço Prisional na altura, Littré Quiroga.[17]

Em 10 de outubro do mesmo ano, as autoridades do estado norte-americano da Flórida anunciaram que o ex-militar Pedro Pablo Barrientos foi preso na cidade de Deltona, em 5 do mesmo mês.[18]

Carta de Ángel Parra a Víctor Jara

Em dezembro de 1987Ángel Parra redigiu uma carta póstuma a Jara. Nela, Parra narra a Jara os fatos ocorridos no Chile após o golpe de estado de 1973.[19]

A obra

Teatro

Dentre as principais obras dirigidas por Víctor Jara, acham-se:

  • (1959Parecido a la felicidad, de Alejandro Sieveking.
  • (1960La mandrágora, de Maquiavelo.
  • (1962Animas de día claro, de Alejandro Sieveking.
  • (1963Los Invasores de Egon Wolf; Parecido a la Felicidad, de Alejandro Sieveking; Dúo de Raúl Ruiz.
  • (1964Animas de día claro, de Alejandro Sieveking.
  • (1965La remolienda, de Alejandro Sieveking; La Maña de Ann Jellicoe.
  • (1966La casa vieja, de Abelardo Estorino.

Obras em que assistiu à realização:

  • (1960La viuda de Apablaza, de Germán Luco Cruchaga, dirigida por Pedro de la Barra.
  • (1961La madre de los conejos, de Alejandro Sieveking, dirigida por Agustín Siré.
  • (1963El círculo de tiza de Bertolt Brecht, dirigida por Atahualpa del Cioppo.
  • (1966Marat Sade de Peter Weiss, dirigida por William Oliver.

Discografia

Ver artigo principal: Discografia de Víctor Jara
Discos de estúdio
  • 1967Víctor Jara
  • 1967Víctor Jara
  • 1968Canciones folclóricas de América
  • 1969Pongo en tus manos abiertas…
  • 1970Canto libre
  • 1971El derecho de vivir en paz
  • 1972La Población
  • 1973Canto por travesura
Discos ao vivo
  • 1978El recital
  • 1996Víctor Jara en México
  • 1996Víctor Jara habla y canta
Edições póstumas
  • 1974Víctor Jara / Manifiesto
  • 1975Víctor Jara. Presente
  • 1975Víctor Jara. Últimas Canciones
  • 1979Víctor Jara
  • 1984An Unfinished Song
  • 1992Todo Víctor Jara
  • 1997Víctor Jara presente. colección "Haciendo Historia"
  • 2001Víctor Jara
  • 2001Pongo en tus manos abiertas
  • 2001El derecho de vivir en paz
  • 2001Víctor Jara habla y canta
  • 2001La Población
  • 2001Canto por travesura
  • 2001Manifiesto
  • 2001Antología musical
  • 20011959-1969




Musique et chants du Bresil - 1974 - Teca & Ricardo

 


1 - Senhor Piloto (Extraído da Nau Catarineta) 
Tradicional/Adpt.: Teca Calazans
2 - Ligado 
Ricardo Vilas
3 - Limoeiro 
Teca Calazans - Ricardo Vilas
4 - Nau Catarineta 
Tradicional/Adpt.: Teca Calazans
5 - Circo do Horror 
Ricardo Vilas
6 - Celeniel 
Ricardo Vilas
7 - Cirandas 
Tradicional/Adpt.: Teca Calazans
8 - Coco Verde 
Teca Calazans - Ricardo Vilas
9 - Casamento 
Teca Calazans - Ricardo Vilas
10 - Abre a Porta Pedro (O Destino) 
Teca Calazans - Ricardo Vilas

Músicos
Teca Calazans - Ricardo Vilas - Novelli - Murilo Alencar - Nelson Ângelo - Henry - Georger Augier - Coaty de Oliveira - Fernando Martins

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Esse é o primeiro LP de Teca Calazans, em dupla com Ricardo Vilas, gravado na França. Foi relançado em CD em 1994, com as faixas invertidas, sendo as cinco primeiras do Lado B e as demais do Lado A. Aqui estão as primeiras versões e "Coco Verde" e "Nau Catarineta", que vieram a ser regravadas em discos posteriores. Marcam as faixas as tradições populares da música brasileira, sobretudo nas adaptações, e a sofisticação dos arranjos com pitadas de jazz. 




A Terra e o espaço aberto - 1998 - Benjamim Taubkin

 


1- Quarta-feira
2- Domingo no Sítio dos Nakashima
3- A Terra e o espaço aberto
4- Improviso
5- Maracatu do João
6- Pena que a vovó não está aqui ou O dia em que John Coltrane esteve em Bebedouro
7- 54 West 16th Street
8- O passo dos elefantes
9- Ternura

Músicos
Benjamim Taubkin - Lui Coimbra - Toninho Carrasqueira - Marcos Suzano

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Benjamim Taubkin, pianista, arranjador, compositor e produtor, iniciou o estudo do piano aos 18 anos. Participa como músico e/ou produtor, desde 1997, em mais de 150 projetos, incluindo intercâmbios com músicos da América Latina, da África e da Europa. É responsável pelo projeto Núcleo Contemporâneo – gravadora, produtora e um centro cultural na cidade de São Paulo.

Esse é o disco de estreia de Benjamim Taubkin. É um trabalho totalmente acústico, que traz leituras instrumentais de ritmos brasileiros, como maracatus, choros e maxixes. Além disso, encontramos muitas referências do Jazz nos arranjos inspiradores que permeiam o álbum. Este CD foi indicado ao Prêmio Sharp de 1998 – Categoria Revelação Instrumental e recebeu o Prêmio Movimento de 1998.



Destaque

Elba Ramalho – Encanto 1992

  Colaboração do João Gabriel, de Niterói – RJ Esse disco foi lançado em CD e LP. A faixa 13 só é encontrada na versão CD. Destaque para “Qu...