terça-feira, 3 de setembro de 2024

FRANÇOISE HARDY – LA QUESTION (1971)

 


 R.I.P. Françoise Hardy. Vou começar as homenagens vinílicas à cantora, compositora, atriz e deusa francesa com o álbum homônimo de 1971, também conhecido pelo título de La Question. Este é um dos discos mais cultuados da diva, e tem a colaboração da guitarrista e cantora brasileira Tuca, que além de produzir, tocar guitarra/violão e criar os arranjos, ainda compôs, em parcerias, quase todas as faixas. Na agulha! 

FRANÇOISE HARDY – LA QUESTION (1971)



PIEL DE PUEBLO – ROCK DE LAS HERIDAS (1972)

 


 In memoriam do virtuoso guitarrista Nacho Smilari, ícone do rock argentino que faleceu no último dia 12 de junho, aos 76 anos. Smilari tocou nos grupos La Barra de Chocolate, Piel de Pueblo, Cuero e Vox Dei, além de colaborar em álbuns de Billy Bond y La Pesada del Rock and Roll, Billy Bond and The Jets e Pappo’s Blues. Vou começar a session vinílica de hoje com o único álbum da banda Piel de Pueblo, intitulado Rock de las Heridas e lançado em 1972. Sonzeira da pesada com Pajarito Zaguri (vocal e guitarra), Nacho Smilari (guitarra solo), Willy Pedemonte (baixo e piano) e Carlos Calabró (bateria), além da participação de Héctor López Fürst (violino elétrico) nas faixas “Por Tener Un Poco Más” e “El Rockito de la Bufonada”. Capa de Raúl Martínez. Na agulha! R.I.P. Nacho Smilari. 

PIEL DE PUEBLO – ROCK DE LAS HERIDAS (1972)



MOBY GRAPE – MOBY GRAPE ’69 (1969)

 

R.I.P. Jerry Miller, guitarrista, vocalista, compositor e cofundador da banda Moby Grape. O talentoso músico americano – na lista da Rolling Stone, de 2003, como o 68º maior guitarrista de todos os tempos – faleceu no último dia 20 de julho, aos 81 anos. Rolando um session vinílica com os primeiros discos da subestimada banda de San Francisco. Depois dos fundamentais Moby Grape (1967), Grape Jam (1968) e Wow (1968), é hora de tirar a poeira do álbum Moby Grape ’69 (1969), este sem o vocalista e guitarrista Alexander “Skip” Spence, que só participa da última faixa “Seeing”. Na formação Peter Lewis (guitarra base e vocal), Jerry Miller (guitarra solo e vocal), Bob Mosley (baixo e vocal) e Don Stevenson (bateria e vocal). Rock psicodélico, folk, blues e country rock em gemas como “Ooh Mama Ooh”, “Ain’t That A Shame”, “I Am Not Willing”, “Hoochie”, “Trucking Man”, “If You Can’t Learn From My Mistakes” ou “Going Nowhere”. Na agulha! Castiga! 

MOBY GRAPE – MOBY GRAPE ’69 (1969) 



JOHN MAYALL – TEN YEARS ARE GONE (1973)

 

 R.I.P. John Mayall, lenda do blues britânico. Tristeza total! Hoje só vai rolar os discos do mestre aqui no antro-bolha. Começando a session vinílica com o duplo Ten Years Are Gone, lançado em 1973 pela Polydor. Um timaço nas instrumentações: John Mayall (vocal, harmônica, guitarras e teclados), Freddy Robinson (guitarra solo e vocais), Victor Gaskin (contrabaixo), Blue Mitchell (trompete e flugelhorn), Red Holloway (sax tenor, sax alto e flauta), Sugarcane Harris (violino) e Keef Hartley (bateria). Produção de Don Nix e engenharia de som de Wayne Dailey. Na agulha! John Mayall forever! 

JOHN MAYALL – TEN YEARS ARE GONE (1973) 



PAULINHO DA VIOLA LANÇA DISCO GRAVADO AO VIVO EM SP

 Com 22 faixas, 'Sempre se pode sonhar' reúne clássicos do compositor carioca, além de parceria dele com Marisa Monte e Arnaldo Antunes. Shows foram realizados em 2006, no Teatro Fecap



Paulinho da Viola ainda não aderiu às lives, mas estuda convites para shows on-line
(foto: Gualter Naves/divulgação )

Nos últimos meses, Paulinho da Viola anda mais apegado ao violão e afastado de seu cavaquinho. Compõe, mas também tem recuperado canções do baú, algumas inacabadas, outras esquecidas. E há tempos não pisa na pequena marcenaria que mantém no quintal de sua casa, no Rio de Janeiro, onde gosta de reparar instrumentos e outros objetos de madeira. Como se, neste período de pandemia, o processo de criação – e de literalmente colocar a casa em ordem – se mostrasse mais urgente.

Mesmo sem parar de compor – a seu modo, sem pressa, geralmente estimulado por algum momento ou alguma ideia –, o músico de 77 anos ainda não tem data para lançar seu aguardado disco de inéditas. O último foi o clássico Bebadosamba, de 1996.


Elifas 

Mas, em tempos também de resgates, a gravação ao vivo de shows que ele apresentou durante quase um mês no Teatro Fecap, em São Paulo, em 2006, deu origem ao disco Sempre se pode sonhar, que acaba de chegar às plataformas digitais. A capa leva a assinatura de Elifas Andreato, que ilustrou 14 álbuns ao longo da carreira de Paulinho.

O músico conta que demorou para ouvir as gravações, porque elas estavam em um tipo de arquivo que não era fácil acessar. Assim, só após a conversão para outro suporte é que pôde ouvi-las – e diz ter se surpreendido com a qualidade dessas gravações. Nesse processo, João Rabello, seu filho, o ajudou a selecionar a melhor versão de cada uma delas para o novo álbum.

Foi uma sequência de shows impecáveis, em São Paulo. Logo na estreia, Paulinho mostrou um repertório que pouco mudaria ao longo das demais apresentações, mesclando clássicos, como Nervos de aço, Timoneiro, Coração leviano e Dança da solidão; músicas que não cantava ao vivo havia tempos, como Não quero você assim; e novas canções em sua interpretação, como Para mais ninguém (que já tinha sido gravada por Marisa Monte), Sempre se pode sonhar (parceria com Eduardo Gudin) e Ela sabe quem eu sou, inédita até agora e que, no novo disco ao vivo de Paulinho, ganha a primeira gravação.

Ainda nesta safra de novidades estava o samba Talismã (gravado depois, em 2007, no álbum Acústico MTV de Paulinho), que foi fruto da parceria com Marisa Monte e Arnaldo Antunes.

Em meio à pandemia, Paulinho não cogita fazer shows antes da vacina, mesmo com a recente flexibilização e a reabertura de casas de shows seguindo protocolos de segurança. “Não há a menor possibilidade disso agora”, diz.

O mesmo ele enfatiza ao comentar sobre o adiamento do carnaval em 2021 por conta do novo coronavírus. “Enquanto não tiver uma vacina, uma segurança mesmo, acho que isso não volta. Como você vai fazer carnaval, que é uma coisa que reúne milhares, milhões de pessoas num determinado bloco, como tem hoje no carnaval de rua de São Paulo?”, questiona.

Um dos grandes nomes da música brasileira que ainda não aderiu às lives, ele tem pensado sobre o assunto e recebido convites para fazer apresentação nesse formato.


ROTINA 
Por ora, Paulinho prefere manter sua rotina em casa, dedicando atenção especial à música. E diz que, sim, há canções para fazer um novo álbum de inéditas. “Tenho guardadas muitas letras, tenho até melodias de amigos e parceiros que não consegui ainda colocar letra”, afirma. “Por exemplo, este período agora que estou em casa, peguei mais o violão, mas, em vez de fazer sambas, vinha música de violão, choros, uma valsa para violão. Não sei explicar como isso acontece. Mas tenho muitas letras também de parceiros, e tem até letras minhas que eu não consegui musicar. Se for fuçar mesmo, poderia fazer um disco. Tenho um samba que eu fiz para o Elton (Medeiros) que não gravei”, conta.


Sobre a pandemia e se acha que as pessoas podem sair melhores dela, Paulinho acredita que “não necessariamente”. “Talvez saiamos diferentes. A gente não sabe o que vai acontecer. Você vê agora, por exemplo, na Europa, onde muita coisa estava liberada, foram obrigados a fechar muita coisa de novo. Então, a gente não sabe o que vai acontecer depois. Imagino que, como temos visto no mundo, esperamos que haja consciência em relação a isso, que é uma coisa que depende da gente, da ciência. Como as pessoas vão se comportar em relação a isso, como nossos dirigentes vão se comportar em relação a isso? Ninguém sabe. Não há certeza de nada.”
(Estadão Conteúdo)


SEMPRE SE PODE SONHAR
.De Paulinho da Viola
.Sony Music
.22 faixas




Em 03/09/1991: Rush lança o álbum Roll the Bones

Em 03/09/1991: Rush lança o álbum
Roll the Bones
Roll the Bones é o décimo quarto álbum de estúdio da banda de rock canadense Rush.
Foi lançado em 3 de setembro de 1991 pela gravadora Anthem Records. Rush começou a trabalhar em Roll the Bones após um breve hiato criativo após a turnê promovendo álbum anterior, Presto. Roll the Bones foi o retorno ao sucesso comercial da banda, alcançando o 3º lugar nos EUA, o 10º no Reino Unido e o 11º no Canadá. O álbum ganhou um Juno Award de Melhor Design de Álbum nos prêmios de 1992. Em agosto de 2001, Roll the Bones foi disco de platina pela Recording Industry Association of America (RIAA) por um milhão de cópias nos EUA. Foi remasterizado em 2004 e novamente em 2013 parte do box set The Studio Albums 1989–2007. Em 2015 foi reeditado após ser remasterizado por Sean Magee no Abbey Road Studios seguindo uma abordagem direta do Rush para remasterizar todo o seu catálogo anterior.
Lista de faixas:
Todas as letras são escritas por Neil Pear;
todas as músicas são compostas por
Alex Lifeson e Geddy Lee.
Lado um:
1. "Dreamline" : 4:37 ,
2. "Bravado" : 4:35
3. "Roll the Bones" : 5:30 ,
4. "Face Up" : 3:54
5. "Where's My Thing? (Part IV, "Gangster
of Boats" Trilogy)", (instrumental) : 3:49
Lado dois:
6. "The Big Wheel" : 5:13 ,
7. "Heresy" : 5:27
8. "Ghost of a Chance" : 5:18 ,
9. "Neurotica" : 4:39
10. "You Bet Your Life" : 5:01.
Pessoal Rush:
Alex Lifeson - guitarras elétricas e acústicas, vocais de apoio
Neil Peart - bateria, pratos
Geddy Lee - baixo, voz, sintetizadores
Pessoal adicional:
Joe Berndt - efeitos digitais
Rupert Hine - teclados adicionais,
vocais de fundo.


Em 03/09/1981: Rita Lee grava o álbum Saúde

Em 03/09/1981: Rita Lee grava o álbum Saúde
Saúde é o nono álbum de estúdio da cantora de rock brasileira Rita Lee, lançado em 1981.
Foi gravado em setembro de 1981. No disco, vê-se uma maior influência da New Wave em relação aos álbuns anteriores de Rita Lee, mais influenciados pela música pop. Algumas das canções do álbum ficaram eternizadas e são bem lembradas até os dias de hoje.
Entre elas, estão "Mutante", que foi sucesso absoluto com Rita Lee e também, em 2002,
na voz de Daniela Mercury; "Saúde", um dos maiores hits do ano, com uma levada rock; e "Banho de Espuma", que estourou em 1981 com uma batida pop. Atlântida" entrou na trilha sonora da novela Sétimo Sentido, da Rede Globo, e "Tititi (Galinhagem)" tornou-se famosa com a regravação, em 1985, pela banda Metrô, como tema de abertura da novela de Cassiano Gabus Mendes, Ti Ti Ti. Em 2010, 29 anos depois de seu lançamento em "Saúde", Rita Lee regravou Ti Ti Ti para ser tema de abertura do remake da novela homônima, dessa vez escrita por Maria Adelaide Amaral e exibida pela TV Globo.
Lista de faixas:
Todas as músicas são de autoria de
Rita Lee e Roberto de Carvalho, com exceção de "Mother Nature", composta por Rita Lee.
1. "Saúde": 5:01
2. "Tatibitati": 4:01
3. "Mutante": 3:25
4. "Tititi (Galinhagem)": 4:40
5. "Banho de Espuma": 3:42
6. "Atlântida": 6:20
7. "Favorita": 4:09
8. "Mother Nature (Mamãe Natureza)": 4:11
Duração total: 35:29.
Ficha Técnica:
Ariovaldo: percussão
Gel: bateria
Alfredo Lynn: bateria
Picolé: bateria
Lee Marcucci: baixo
Jamil Joanes: baixo
Lincoln Olivetti: teclados
Wander Taffo: guitarra
Robson Jorge: guitarra
Leo Gandelman: saxofone
Zé Carlos: saxofone
Oberdan: saxofone
Serginho do Trombone: trombone
Márcio Montarroyos: trompete
Bidinho: trompete
Lúcia Turnbull: vocal em 4, 5 e 8 e arranjo de metais em 5.


Em 03/09/2021: Iron Maiden lança o album Senjutsu

Em 03/09/2021: Iron Maiden lança o album Senjutsu
Senjutsu (japonês :戦術, traduzido livremente como "táticas e estratégia") é o décimo sétimo álbum de estúdio da banda britânica de heavy metal Iron Maiden, lançado em 3 de setembro de 2021. Primeiro álbum em quase seis anos, foi um sucesso de crítica e comercial, elogiado por seu escopo épico ambicioso. Dois singles, " The Writing on the Wall " e "Stratego", foram lançados para promover o álbum.
Senjutsu é um dos álbuns de maior sucesso do
Iron Maiden, em termos de paradas, chegando eventualmente ao número um em 24 países, e marcou seu primeiro álbum a não atingir essa posição no paradas do Reino Unido desde A Matter of Life and Death (2006), que chegou ao número dois. No entanto, liderou as paradas de singles álbuns de rock e metal do Reino Unido. Senjutsu também deu à sua posição mais alta nas paradas dos EUA, número três na Billboard Top 200 Albums Chart e número um na parada de álbuns físicos da Billboard.
Lista de faixas:
Disco um:
1. "Senjutsu" : 8:20
2. "Stratego" : 4:59
3. "The Writing on the Wall" : 6:13
4. "Lost in a Lost World" : 9:31
5. "Days of Future Past" : 4:03
6. "The Time Machine" : 7:09
Comprimento total: 40:15
Disco dois:
1. "Darkest Hour" : 7:20
2. "Death of the Celts" : 10:20
3. "The Parchment" : 12:38
4. "Hell on Earth" : 11:19
Comprimento total: 41:37.
Pessoal Iron Maiden:
Bruce Dickinson - vocais
Dave Murray - guitarras
Janick Gers - guitarras
Adrian Smith - guitarras
Steve Harris - baixo, teclados
Nicko McBrain - bateria.



Em 03/09/1973: Uriah Heep lança o álbum Sweet Freedom

Em 03/09/1973: Uriah Heep lança o álbum Sweet Freedom
Sweet Freedom é o sexto álbum de estúdio da banda de rock Inglêsa Uriah Heep, lançado em 3 de setembro de 1973 pela gravadora Bronze Records no Reino Unido e pela Warner Bros Records nos Estados Unidos. O lançamento original em vinil foi um gatefold, reproduzindo as letras dentro. Havia também uma página central com uma fotografia de cada membro da banda. Foi o primeiro álbum do Uriah Heep lançado pela Warner Bros. nos EUA. Alcançou a 33ª posição na parada da Billboard 200 dos EUA.
Foi certificado ouro pela RIAA em 5 de março de 1974. A revisão retrospectiva da AllMusic observou que Uriah Heep começou a explorar novos estilos para aprimorar sua combinação de complexidade prog e força do heavy metal".
O álbum foi remasterizado e relançado pela Castle Communications em 1996 com duas faixas bônus, e novamente em 2004 em uma
edição de luxo expandida.
Lista de faixas:
Todas as faixas são escritas por Ken Hensley.
Lado um:
1. "Dreamer" : 3:41
2. "Stealin'" : 4:49
3. "One Day" : 2:47
4. "Sweet Freedom" : 6:37
Lado dois:
5. "If I Had the Time" : 5:43
6. "Seven Stars" : 3:52
7. "Circus" : 2:44
8. "Pilgrim" : 7:10
Comprimento total: 37:23.
Faixas bônus da edição remasterizada de 1996
9. "Silver White Man" : 3:40
10. "Crystal Ball" : 4:08.
Pessoal Uriah Heep:
David Byron – vocais
Mick Box – guitarras
Ken Hensley – teclados, guitarras,
backing vocals
Lee Kerslake – bateria, percussão,
backing vocals
Gary Thain – baixo.


Em 03/09/1988: Legião Urbana e Os Paralamas do Sucesso grava o álbum Legião Urbana e Paralamas Juntos

Em 03/09/1988: Legião Urbana e Os Paralamas do Sucesso grava o álbum Legião Urbana e Paralamas Juntos
Legião Urbana e Paralamas Juntos é um álbum ao vivo em conjunto das bandas brasileiras de rock Legião Urbana Os Paralamas do Sucesso.
Foi gravado em 3 de setembro de 1988 no Teatro Fênix e que foi exibido pela Rede Globo no mesmo ano. Trata-se do quarto álbum ao vivo da Legião Urbana e oitavo dos Paralamas.
A EMI Music decidiu relançar o show em CD e DVD em 2009, dando um novo tratamento às imagens e ao som, o que foi possível após um trabalho de restauração.
O DVD continha uns conteúdos extras, como os depoimentos de Bussunda, Tony Ramos, Cláudia Abreu, Stepan Nercessian, Carlos Lombardi e Fernando Gabeira, além de falas
de Renato e Herbert.
Lista de faixas:
CD:
1. "Será" : 2:33
2. "Meu Erro" : 3:27
3. "Tédio (Com Um T Bem Grande Pra Você)" : 2:32
4. "Depois Que o Ilê Passar" : 0:52
5. "Tempo Perdido" : 3:57
6. "Alagados" : 6:27
7. "O Beco" : 2:50
8. "Que Pais É Este" : 3:10
9. "Nada Por Mim" : 2:17
10. "Dois Elefantes" : 4:22
11. "Eu Sei" : 3:10
12. "Ainda É Cedo/ Jumpin' Jack Flash" : 3:45
Duração total : 39:22.
DVD:
1. "Purple Haze / Ska / Get Back"
2. "Será": 2:33
3. "Meu Erro": 3:27
4. "Tédio (Com Um T Bem Grande Pra Você)": 2:32
5. "Depois Que o Ilê Passar": 0:52
6. "Tempo Perdido": 3:57
7. "Alagados": 6:27
8. "O Beco": 2:50
9. "Que Pais É Este": 3:10
10. "Nada Por Mim": 2:17
11. "Dois Elefantes": 4:22
12. "Eu Sei": 3:10
13. "Ainda É Cedo / Jumpin' Jack Flash": 3:45.



Destaque

Álbuns Clássicos: Whitesnake - Slide It In (1984)

  Já em plena década de 1980 com cinco álbuns de estúdio e um ao vivo lançados, o Whitesnake fazia sucesso na Inglaterra, na Europa, mas ain...