sexta-feira, 15 de novembro de 2024
Riz Ortolani & Nino Oliviero - Mondo Cane (1962) [OST]
The Bongolian - Bongos For Beatniks (2011)
Anvil Salute - All the Animals of the Forest (2007)
One Inch of Shadow - Birthday of Angels and Mannequins (2002)
Chêne Noir - Chant pour le Delta, la Lune et le Soleil (1976)
Dreamies - Auralgraphic Entertainment (1973)
Thuja - Ghost Plants (2002)
DISCOGRAFIA - AMBER ROUTE Progressive Electronic • United States
AMBER ROUTE
Progressive Electronic • United States
Biografia da Amber RouteA AMBER ROUTE foi fundada em 1973. O espírito movens da banda era Walter Holland, um sintetizador da Califórnia. A banda nasceu quando ele se juntou a Richard Watson - a banda lançou dois álbuns procurados chamados 'Snail Headed Victrolas' e 'Ghost Tracks', de 1980 e 1983, respectivamente. Seu som é uma mistura de space rock no estilo floydiano e paisagens sonoras eletrônicas que lembram sequências do Tangerine Dream.
O lançamento da banda é altamente gratificante - a saber, o 'Asteroid jorioud', a suíte lateral longa de seu álbum de estreia. A banda usou uma ampla gama de instrumentos para expressar sua música: Walter Holland (vocais, guitarra, sintetizador) e Richard Watson (vocais, clarinete, piano, sintetizador).
Walter Holland continuou uma carreira solo no final dos anos 80.
AMBER ROUTE discografia
AMBER ROUTE top albums (CD, LP,)
![]() 1980 | ![]() 1983 |
AMBER ROUTE Live Albums (CD, LP, MC, SACD, DVD-A, )
AMBER ROUTE Boxset & Compilations (CD, LP, MC, SACD, DVD-A, )
AMBER ROUTE Official Singles, EPs, Fan Club & Promo (CD, EP/LP, )
![]() 1984 |
DISCOGRAFIA - THE AMBER LIGHT Prog Related • Germany
THE AMBER LIGHT
Prog Related • Germany
Biografia de Amber LightO AMBER LIGHT é considerado a nova esperança para o prog alemão, é isso que você pode ler em várias revistas alemãs de prog como "Eclipsed" ou "Empire Magazine" ou em diferentes homepages que tratam da nossa paixão comum: Prog.
O estilo deles pode ser descrito como uma mistura entre PORCUPINE TREE, SIGUR ROS, RADIOHEAD, PINK FLOYD e TALK TALK. Mas você também descobrirá algumas semelhanças com VdGG ou o início do GENESIS. O próprio Luis Gabbiani nomeia algumas dessas bandas como grandes impactos. Mas o mais importante é que sua música está aberta a tantas influências diferentes e, portanto, a banda se recusa a se limitar a ficar presa a um gênero específico. Seu estilo é frequentemente chamado de "New Art Rock", mas não acho que esse termo possa retratar todos os seus elementos. A banda é composta por quatro membros: Luis Gabbiani (vocais, teclados e guitarras), Jan Sydow (guitarras), Rabin Dasgupta (baixo) e Peter Ederer (bateria), todos com cerca de 20 anos de idade. Uma coisa que se destaca é, com certeza, a bela voz de Luis Gabbiani, você o ouvirá cantar inglês e italiano, ambos perfeitamente. Além do trabalho de guitarra que é parcialmente acústico, os teclados podem ser vistos como a parte principal da música.
Os quatro caras de Wiesbaden/Alemanha se formaram no verão de 2000. Mas levaram dois anos para lançar seu primeiro EP chamado "As They Came They Slightly Disappeared", que continha 4 ótimas músicas. Seu primeiro álbum oficial foi lançado em fevereiro de 2004, é chamado "Goodbye to Dusk, Farewell to Dawn" e está disponível em todo o mundo ( mais informações em sua homepage ). Eu os vi ao vivo e eles me surpreenderam imediatamente, o álbum deles é incrível e eu realmente o recomendo. Tenho certeza de que ouviremos mais dessa ótima banda. Eles estão no caminho certo para se tornar uma das principais bandas de prog da Alemanha e uma boa alternativa para fãs de PINK FLOYD, PORCUPINE TREE, RADIOHEAD ou SIGUR ROS. Dê uma olhada se você gosta de uma dessas bandas, mas não é totalmente necessário gostar delas.
THE AMBER LIGHT discografia
THE AMBER LIGHT top albums (CD, LP, )
2004 | ![]() 2008 |
THE AMBER LIGHT Live Albums (CD, LP, MC, SACD, DVD-A, Digital Media )
THE AMBER LIGHT Videos (DVD, Blu-ray, VHS )
THE AMBER LIGHT Boxset & Compilations (CD, LP, MC, SACD, DVD-A, )
THE AMBER LIGHT Official Singles, EPs, Fan Club & Promo (CD, EP/LP, MC,)
2002 | 2005 | ![]() 2007 | ![]() 2008 |
Mount Eerie – Now Only (2018)
Depois da tareia sentimental que foi o disco de 2017, Phil Elverum regressa em águas igualmente turvas e salgadas por via do choro profundo que ainda nele habita. A razão mantém-se. É a mesma. No entanto, Mount Eerie mostra agora que depois da tragédia vem o desamparo, embora um ou outro raio de sol vá já espreitando por detrás da neblina da alma.
Now Only é um disco de teor memorialístico, um tratado pós-existencialista, puzzle de sentimentos e imagens de dor, de feridas que ainda sangram e de outras já com crostas visíveis de resignação. Mas tudo está ainda muito fresco, tudo está ainda muito sensível, à flor da pele. Phil Elverum é, por ora, “um novelo enrolado para dentro”, e se ouvirmos com atenção as longas letras dos seis longos temas que compõem o mais recente longa duração do músico norte-americano, o mais provável é que choremos com ele, acabando o disco passando-lhe a mão pelo ombro na tentativa de lhe amparar o tão ainda visível desamparo. Phil Elverum continua perdido, mas a recordação dos caminhos percorridos pode muito bem ser a sua salvação.
Mas que dor é esta que aqui mencionamos? De que falamos, afinal? De duas coisas distintas, mesmo que interligadas. A primeira prende-se com o facto de Geneviève Castrée, mulher de Phil Elverum, ter falecido em 2016 com apenas 35 anos, vítima de cancro no pâncreas. Por outro lado, e como resultado dessa dolorosa perda, temos em conta o processo artístico e confessional desenvolvido por um músico com a vida despedaçada. Vem sendo assim desde A Crow Looked At Me, o disco anterior de Mount Eerie, e o recente Now Only é um segundo momento sonoro resultante dessa perda física, afetiva e sentimental que permanece intensa e viva, embora no álbum se revele também a consciência de que a vida é assim mesmo, e há que seguir em frente, mesmo que mutilado por um passado ainda muito recente.
“Tintin in Tibet”, a faixa de abertura, começa com os versos “I sing to you, Geneviève / You don’t exist / I sing to you though” e continua folheando recordações a dois, lembrando os primeiros momentos vividos por ambos, o livro de Hergé lido a meias, em francês (Geneviève era ilustradora e cartunista, amante da linha clara do criador de Tintin), a forma como a sua mulher descascava laranjas, uma viagem à Colúmbia Britânica, até que o pensamento o leva a imaginar Geneviève desintegrando-se (dançando) no espaço. Tudo de forma muito tranquila, com guitarra acústica a acompanhar o canto e apenas alguma elegante percussão. Segue-se “Distortion”, e com ela Phil Elverum muda um pouco o rumo, desviando-se da ideia da presença feminina tão amada, para evocar tempos muito remotos (o primeiro corpo morto que chegou a ver, por exemplo), anteriores à fulminante e recente tragédia.
Now Only é também um álbum-diário. Um disco valioso, não só pela vertente musical como (sobretudo) pelo que diz, pelo texto das composições. Em “Now Only”, o tema-título, canta-se o post-mortem, o que teve de ser levado em frente, uma criança pequena, fazer música, tocar em concertos, conversas com amigos como Father John Misty e Weyes Blood, a vida como ela tem de ser. Mas depois, e até à última gota de som de Now Only, volta o fantasma de Geneviève Castre. É ela (ou o que sobra dela em memórias quase físicas de tão sensíveis) que volta a ser o centro das atenções artísticas e sentimentais de Phil Elverum. Geneviève está omnipresente em “Earth”, “Two Paintings by Nikolai Astrup” e “Crow, Pt.2”. Por isso, diz-nos o músico, “I don’t want to live with this feeling any longer than I have to / But also I don’t want you to be gone”. Ou ainda, na mesma canção (“Earth”), “I guess I didn’t bury you deep enough”. A vida é uma merda, quando nos arrancam uma boa parte dela…
Embora o tom de Now Only seja o que se depreende do que aqui vai escrito, também parece ser verdade que ele nos diz que a vida prossegue, e todos teremos de continuar nela até um dia saírmos de cena. O mais recente trabalho de Mount Eerie parece mais um livro do que um disco. Ou melhor, um disco-livro (ou disco-diário, como já havíamos dito) e há que perceber isso antes de o ouvirmos. Um disco-de-cabeceira, portanto. Mas atenção: Now Only não nos garante bons sonhos nem boas sensações, antes recolhimento, recato, respeito e um certo brilhozinho nos olhos que nada tem a ver com contentamento ou satisfação.
Destaque
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