segunda-feira, 18 de novembro de 2024

VA - Dance Max 26 - (2CD) - (1998)

 




 VA - Dance Max 26 - (2CD) - (1998)


INFORMAÇÕES
Label:Virgin – 2CD 7243 4 96113 6 0 Warner Special Marketing – 2CD 7243 4 96118 2 0 Electrola Media – 2CD 7243 4 96113 2 9 EMI Electrola – 2CD 7243 4 96113 2 2
Series:Dance Max – 26
Format:2 x CD Compilation
Country:Germany
Released:1998
Genre:Electronic
Style:Trance Euro House House


Tracklist:
VA - Dance Max 26 (Disc 1)
01. DJ Sakin & Friends - Protect Your Mind (Vocal Version) 
02. DJ Tonka - She Knows You (Club Version) 
03. Black & White Brothers - Put Your Hands Up (Radio Edit) 
04. Gorgeous - Love Sensation (Olav Basoski Hairhunters Remix) 
05. Beam & Yanou - Paraiso (DJ Beam Radio Mix) 
06. Boys'r'Us - Singin' in My Mind '98 (Klubbheads Radio Mix) 
07. DJ the Crow - Release Yourself (Vocal Radio Version) 
08. Falco - Egoist (Original Version) 
09. Eddie Amador - House Music (Full Intention Radio Edit) 
10. Resistance D. - Human '98 (Talla 2xlc Radio/Video Mix) 
11. Red Light District - Did You Hear Me (Phase II Mix) 
12. Miss Shiva - My Secrets (Extendend Mix) 
13. Headroom - Headrush (Paffendorf Remix) 
14. Bacon Popper - Free (Single Edit) 
15. Jungle Brothers - I'll House You '98 (Radio Edit) 

VA - Dance Max 26 (Disc 2)
01. Three'n One - You Should Be Dancing (Single Version) 
02. Brooklyn Bounce - Contact (Vengaboys Remix) 
03. Beatbox; Rael - Let the Music Play (Brooklyn Bounce '98 Mix) 
04. Paffendorf - Call Me Now (Club Mix) 
05. Moby - Honey (Single Version) 
06. Sash; Tina Cousins - Mysterious Times (Todd Terry's Radio Edit) 
07. Paul Van Dyk - For an Angel (Pvd Angel in Heaven Radio Edit) 
08. Silent Breed - Sync in (DJ Tomcraft Mix) 
09. Yves Deruyter - To the Rhythm (Radio Edit) 
10. Enie - Baby Elephant Walk (Eat That Beat) (DJ Beam Mix) 
11. Three Drives on a Vinyl - Greece 2000 (Radio Edit) 
12. DJ Energy - Set You Free (Original Radio Mix) 
13. Talla & Resistance D. - Hypnotic (Club Mix) 
14. Jason Nevins - Muzik (Radio Edit) 
15. Sequential One - Inspiration Vibes (Airplay Mix) 

SENHA/Password:
DanceMixx






VA - Dance Max - Best of '93 - (2CD) - (1993)

 




 VA - Dance Max - Best of '93 - (2CD) - (1993)


INFORMAÇÕES
Label:EastWest – 9548-32376-2 Electrola – 9548-32376-2 EMI Germany – 9548-32376-2 Virgin – 9548-32376-2 WEA – 9548-32376-2
Series:Dance Max – Best Of '93
Format:2 x CD Compilation
Country:Germany
Released:1993
Genre:Electronic Hip Hop
Style:RnB/Swing Trance Pop Rap Euro House


Tracklist:
VA - Dance Max: Best Of 93 (Disc 1)
01. Culture Beat - Mr. Vain (Mr. Trance Mix) 
02. Cut 'n' Move - Sunshine (Extended Club Mix) 
03. DJ BoBo - Keep on Dancing (Classic Club Mix) 
04. Urban Cookie Collective - The Key, the Secret (Kamoflage Club Mix) 
05. Bitty McLean - It Keeps Rainin' (Radio Edit) 
06. Disney Cast - The Jungle Book Groove (7" Master Upbeat) 
07. Snow - Informer (Clark's Super Radio Mix) 
08. Good Men, The - Give It Up (Radio Edit) 
09. Frankie Goes to Hollywood - Relax (Jam & Spoon Trip-O-Matic Fairy Tale Mix) 
10. 2 Unlimited - No Limit (Rio & le Jean Remix) 
11. Snap - Exterminate (Endzeit 7") 
12. Captain Hollywood Project - Only With You (Fantasy Remix) 
13. Prodigy, The - Wind It Up (The Rewound Edit) 
14. Dance 2 Trance - Power of American Natives 

VA - Dance Max: Best Of 93 (Disc 2)
01. Pet Shop Boys - Go West (Farley & Heller Disco Mix) 
02. Robin S - Luv 4 Luv (Nick Nice Club Mix) 
03. 2 Unlimited - Faces (Trance-Aumatic remix) 
04. Prince Ital. Joe; Marky Mark - Happy People (Long Version) 
05. Jazzy Jeff & the Fresh Prince - Boom! Shake Shake (Shake the Room) (Mr. Lee's Extended Club Mix) 
06. Naughty by Nature - Hip Hop Hooray (LP Version) 
07. Shaggy - Oh Carolina (Radio Version) 
08. Shinehead - Jamaican in New York (Radio Mix Without Rap) 
09. Loft - Summer Summer (3 Nuts Remix)
10. Jade - Don't Walk Away (Mack Daddy Stroll) 
11. Captain Hollywood Project - Impossible (New Extended Version) 
12. Intermission - Pierce of My Heart (T.K. remix) 
13. Bass Bumpers - Runnin' (Matiz/Ac 16 Remix) 
14. Deadly Sins - We Are Going on Down (Ohi Ohi Mix) 

SENHA/Password:
DanceMixx






Beto Guedes, Danilo Caymmi, Novelli, Toninho Horta

 



Um grande disco de música brazuka com elementos de samba e música barroca mineira com Rock Progressivo/Psicodélico, Jazz e Folk.

Músicos do mais alto nível, alguns conhecidos mundialmente como Toninho Horta- guitarrista muito respeitado no Jazz mundial e Robertinho Silva um dos maiores bateristas do Brasil.

Música e Poesia de qualidade.

Músicos Participantes: Beto Guedes, Flavio Venturini, Frederiko, Lô Borges, Mauricio Maestro, Novelli, Toninho Horta, Vermelho, Danilo Caymmi, Fernando Leporace, Lena Horta, Nelson Angelo, Robertinho Silva, Tenorio Jr., Everaldo Ferreira, Paulo Guimaraes and Paulo Jobim.

1973 | BETO GUEDES, DANILO CAYMMI, NOVELLI, TONINHO HORTA

01. Caso Você Queira Saber
02. Meu Canário Vizinho azul
03. Viva Eu
04. Belo Horror
05. Ponta Negra
06. Meio a meio
07. Manuel, o Audaz
08. Luíza
09. Serra do Mar










Beto Guedes

 



Oriundo do Clube da Esquina, nesta página sua, Beto Guedes parece reinventar seu próprio clube, depois de tanto frequentar o clube dos irmãos mais velhos, Milton e Lô Borges. Com produção de Ronaldo Bastos e a participação de diversos músicos do antigo clube (Toninho Horta, Flávio Venturini, Vermelho), Beto Guedes acrescenta uma página elétrica ao som dos clubes mineiros de esquina, como num relâmpago. O disco, o som da banda e, principalmente, a voz de Beto Guedes, tem um pouco daquele ar de Minas Gerais, que, mesmo radicado em Belo Horizonte (Beto é de Montes Claros) faz tudo parecer meio de interior, de além das montanhas, de longe do mar. Seu timbre de voz é único, uma recriação tupiniquim de Bob Dylan ou Neil Young, mas com uma certa melancolia que lembra o mar distante, do outro lado da serra.

De certa forma, o clube da esquina e esta página elétrica seriam quase um... Novos Mineiros... Ao som de minas, agrega-se a guitarra fuzz de Beto sem que isso torne o relâmpago um disco de rock'n'roll, como disse, é uma página. E a página do relâmpago elétrico, faixa título que abre o lado A , é uma linda canção de amor na forma de raio, frases curtas e soltas que nunca caem no mesmo lugar, mas que são prenúncio de chuva forte.

Outra página da página é uma leve influência de rock progressivo em canções tanto quanto em faixas instrumentais (Chapéu de Sol) provavelmente devido a presença de Flávio eVenturini, que já tocava com o Terço e estava por formar o 14 bis. A presença de teclados é extensa, ora com Flávio, ora com Vermelho, oras com ambos. Mas a instrumentação não para aí: no mesmo formato do Clube, as seções de gravação incluíam muitos músicos e outro elemento importante é uma percussão variada que se agrega na receita do trovão. Trovão bem temperado, uma vez que com o excesso de sons, muitas vez a textura da massa se sobrepõe ao sabor, o que não é o caso aqui: esta é uma página de canções.



1977 | A PÁGINA DO RELÂMPAGO ELÉTRICO

01. A Página Do Relâmpago Elétrico
02. Maria Solidária
03. Choveu
04. Chapéu de Sol
05. Tanto
06. Lumiar
07. Bandolim
08. Nascente
09. Salve Rainha
10. Belo Horizonte

MUSICA&SOM




Belchior

 


Um disco indispensável para quem quer conhecer Belchior e entender sua ideologia, sem duvida, é o disco Alucinação de 1976, o segundo disco do cantor...

Nesse disco você vai encontrar musicas como Apenas um rapaz Latino Americano, Como nossos pais, Alucinação, A Palo Seco e varias outras que sem duvida expressam bem o sentimento da juventude de esquerda da época e as que viriam nas gerações seguintes.

Um disco totalmente atual na sua abordagem, com uma visão pessimista de mundo porem realista e pragmática.

Quem não conhece Belchior e quer conhecer o artista esta ai a oportunidade...

1976 | ALUCINAÇÃO

01 | Apenas Um Rapaz Latino-Americano
02 | Velha Roupa Colorida
03 | Como Nossos Pais
04 | Sujeito De Sorte
05 | Como O Diabo Gosta
06 | Alucinação
07 | Não Leve Flores
08 | A Palo Seco
09 | Fotografia 3 X 4
10 | Antes Do Fim







domingo, 17 de novembro de 2024

DISCOS QUE DEVE OUVIR - John Fred And His Playboy Band - Agnes English 1967 (USA, Blue-Eyed Soul, R&B)

 

John Fred And His Playboy Band - Agnes English 1967 (USA, Blue-Eyed Soul, R&B)


Artista: John Fred And His Playboy Band
De: EUA
Álbum: Agnes English
Ano de lançamento: 1967
Gênero: Blue-Eyed Soul, R&B
Duração: 50:20 (com bônus)

Tracks:
01. Up And Down (John Fred, Andrew Bernard) - 2:38
02. Judy In Disguise (John Fred, Andrew Bernard, John Wessler) - 2:54
03. Off The Wall (Andrew Bernard, Jimmy O'Rourke, Tommy DeGeneres) - 2:05
04. Out Of Left Field (Dan Penn, Spooner Oldham) - 3:21
05. She Shot A Hole In My Soul (Mac Gayden, Chuck Neese) - 2:15
06. Most Unlikely To Succeed (Cyril E. Vetter) - 2:29
07. Agnes English (John Fred, Andrew Bernard) - 2:15
08. When The Lights Go Out (John Fred, Andrew Bernard) - 2:03
09. No Good To Cry (Al Anderson) - 2:41
10. Sometimes You Just Can't Win (Robin Hood Brians, Knox Henderson) - 2:59
11. Sad Story (John Fred, Andrew Bernard, John Wessler) - 4:58
12. AcHenall Riot (John Fred, Andrew Bernard) - 2:33
Bonuses:
13. Hey, Hey, Bunny (single A-side, 1968) (John Fred, Andrew Bernard) - 2:20
14. No Letter Today (single B-side, 1968) (John Fred, Andrew Bernard) - 2:53
15. We Played Games (single A-side, 1968) (John Fred, Andrew Bernard) - 3:01
16. Lonely Are The Lonely (single B-side, 1968) (John Fred, Andrew Bernard) - 2:36
17. Little Dum Dum (single A-side, 1968) (John Fred, Andrew Bernard, Ronnie Goodson) - 2:26
18. Tissue Paper (single B-side, 1968) (John Fred, Andrew Bernard) - 3:53

Personnel:
- John Fred (John Fred Gourrier) - vocals, producer
- Andrew Bernard - baritone saxophone, producer
- Jimmy O'Rourke - guitar
- Tommy DeGeneres - organ
- Harold Cowart - bass
- Joe Miceli - drums
- Charlie Spinosa, Ronnie Goodson - trumpet

Другая обложка







DISCOS QUE DEVE OUVIR - Sandy Coast - And Their Name Is... Sandy Coast 1968 (Netherlands, Nederbeat)

 



Sandy Coast - And Their Name Is... Sandy Coast 1968 (Netherlands, Nederbeat)


Artista: Sandy Coast
De: Holanda
Álbum: And Their Name Is... Sandy Coast
Ano de lançamento: 1968
Gênero: Nederbeat
Duração: 28:13

Tracks:
01. Subjects Of My Thoughts (single A-side,1965) (Hans Vermeulen) - 2:47
02. I'm A Fool (single B-side,1965) (Jan Vermeulen) - 2:32
03. Sing Before Breakfast (single B-side,1967) (Hans van Eijck) - 2:02
04. That Girl Was Mine (single A-side,1966) (Hans Vermeulen) - 1:56
05. I Lost A Dream (single B-side,1966) (Hans Vermeulen) - 2:22
06. Sorry She's Mine (single A-side,1966) (Steve Marriott, Ronnie Lane) - 2:43
07. Milk And Tranquiliser (single A-side,1967) (Samson Roamer) - 2:31
08. Make Me Belong To You (single B-side,1966) (Billy Vera, Chip Taylor) - 1:58
09. A Girl Like You (single A-side,1967) (Perry Ford) - 1:54
10. Comin' Home (single B-side,1967) (Hans Vermeulen) - 2:14
11. I'm Working My Way Back To You Babe (single B-side,1967) (Sandy Linzer, Danny Randell) - 2:50
12. We'll Meet Again (single A-side,1967) (Ross Parker, Hughie Charles) - 2:24

Personnel:
- Hans Vermeulen - lead vocals, guitar, keyboards
- Jan Vermeulen - guitar
- Jos de Jager - bass
- Onno Bevoort - drums









Deep Purple - Made in Japan (Alternative Album UK 1972)

 




Made in Japan é um álbum duplo ao vivo da banda de rock inglesa Deep Purple, gravado durante sua primeira turnê pelo Japão em agosto de 1972. Foi lançado originalmente em dezembro de 1972, com um lançamento nos EUA em abril de 1973, e se tornou um sucesso comercial e de crítica. A banda era bem conhecida por sua forte atuação no palco e havia gravado vários shows em particular ou transmitido no rádio, mas não estava entusiasmada em gravar um álbum ao vivo até que sua gravadora japonesa decidiu que seria bom para a publicidade. Eles insistiram em supervisionar a produção ao vivo, incluindo o uso de Martin Birch, que havia colaborado anteriormente com a banda, como engenheiro, e não estavam particularmente interessados ​​no lançamento do álbum, mesmo após a gravação. A turnê foi um sucesso, com forte interesse da mídia e uma resposta positiva dos fãs.



O álbum foi um sucesso comercial imediato, principalmente nos EUA, onde foi acompanhado pelo hit "Smoke on the Water", e se tornou um sucesso de vendas constante ao longo da década de 1970. 

O Deep Purple "Mk II" foi formado em julho de 1969 quando os membros fundadores, o guitarrista Ritchie Blackmore, o organista Jon Lord e o baterista Ian Paice recrutaram o vocalista Ian Gillan e o baixista Roger Glover para progredir de seu som pop e rock psicodélico anterior para o hard rock. Eles começaram a fazer turnês extensivamente, tornando-se uma banda ao vivo bem recebida, e gravaram vários shows para transmitir no rádio ou ouvir em particular. No entanto, eles rejeitaram a ideia de lançar um álbum ao vivo comercialmente, pois acreditavam que seria impossível reproduzir a qualidade e a experiência de seu ato no palco em um LP.



Consequentemente, havia uma demanda por gravações piratas da banda. A mais notória delas foi um LP intitulado H Bomb, gravado em Aachen em 11 de julho de 1970, o que levou a um processo judicial subsequente quando Richard Branson, da Virgin Records, foi processado por vendê-lo. Um artigo na Melody Maker que examinou o fenômeno do bootleg afirmou que o H Bomb foi o mais vendido na época. Esse sucesso, junto com álbuns de outros artistas como Live at Leeds do Who e Get Yer Ya-Ya's Out dos Rolling Stones, convenceu a banda de que um álbum oficial ao vivo seria comercialmente bem-sucedido. Na época, Glover disse à revista Sounds que "há tantos bootlegs nossos circulando, se lançarmos nosso próprio set ao vivo, isso deve acabar com o mercado deles".


Em 1972, o Deep Purple havia alcançado considerável sucesso comercial no Japão, incluindo vários singles de sucesso, então fazia sentido fazer uma turnê lá. Três datas foram reservadas; o Festival Hall, em Osaka, em 11 e 12 de maio, e o Budokan, em Tóquio, em 16 de agosto, embora tenham sido posteriormente alteradas para 15 e 16 de agosto e 17 de agosto, respectivamente, devido a uma turnê anterior nos EUA ter sido remarcada. As datas esgotaram quase imediatamente e, consequentemente, o braço japonês da gravadora da banda, Warner Bros. Records, queria gravar a turnê para um álbum ao vivo a ser lançado no país. A banda finalmente concordou com a ideia, mas insistiu que se fosse ser lançado, eles queriam que fosse feito corretamente. Gillan lembrou: "dissemos que teríamos que aprovar o equipamento, queríamos usar nosso próprio engenheiro e teríamos a última palavra sobre se as fitas seriam lançadas". A banda convocou o produtor Martin Birch, que havia trabalhado em álbuns de estúdio anteriores, para gravar os shows em um gravador de 8 canais para que pudessem ser mixados posteriormente. O setlist ao vivo da banda foi reformulado no início do ano, imediatamente após a gravação do álbum Machine Head, e esse álbum compôs uma proporção substancial de material novo. Embora o setlist tenha permanecido o mesmo durante a maior parte do ano, abrindo com "Highway Star" e fechando com "Lazy" e "Space Truckin'", a habilidade musical e a estrutura da banda significavam que havia improvisação suficiente nas músicas para manter as coisas frescas. A intenção original era que o ato do palco fosse usado por cerca de um ano antes de ser descartado, mas Gillan e Glover se demitiram da banda em junho de 1973. Quando essa formação se reformou em 1984, o setlist de 1972 compôs uma quantidade significativa de material executado em concerto.





A banda chegou ao Japão em 9 de agosto, uma semana antes do início da turnê, com uma recepção calorosa, e foi recebida com presentes e flores. Birch não estava confiante de que a qualidade da gravação seria satisfatória, já que o equipamento fornecido pela Warner Bros. não tinha nenhum controle de balanço e que o tamanho do gravador não parecia grande o suficiente à primeira vista para capturar uma gravação de qualidade comercial. A banda não estava interessada no resultado final, concentrando-se em simplesmente ser capaz de entregar um bom show. Lord mais tarde percebeu, no entanto, que ele sentiu que essa atitude significava que a espontaneidade das performances e a interação entre os membros da banda foram bem capturadas.


O segundo show em Osaka foi considerado o mais forte dos dois, e de fato esse show constituiu a maior parte do LP lançado. Apenas uma música, "Smoke on the Water" do show de 15 de agosto foi usada, e isso pode ter sido simplesmente porque foi o único show em que Blackmore tocou o riff de abertura da música, conforme o álbum de estúdio. A banda considerou o show em Tóquio em 17 de agosto o melhor da turnê. Glover lembrou que "doze ou treze mil crianças japonesas estavam cantando 'Child in Time'" e considerou isso um destaque da carreira, assim como Gillan. No local, uma fileira de guarda-costas guarnecia a frente do palco. Quando Blackmore quebrou sua guitarra durante o final de "Space Truckin'" e a jogou na plateia, vários deles passaram pelos fãs para tentar recuperá-la. Blackmore ficou irritado, mas o resto da banda achou o incidente divertido. O show não foi tão bem gravado quanto os shows de Osaka, embora "The Mule" e "Lazy" tenham sido considerados de qualidade suficiente para fazer o lançamento final. Não houve overdubs no álbum. Lord afirmou uma vez em uma entrevista de revista que uma linha de "Strange Kind of Woman" teve que ser redublada de um show diferente depois que Gillan tropeçou no cabo do microfone, mas nenhuma evidência direta disso foi encontrada quando as fitas multitrack foram examinadas. De acordo com Lord, o orçamento total para a gravação foi de apenas US$ 3.000 (equivalente a £ 35.696 em 2015). "Aquele álbum duplo ... não era para ser lançado fora do Japão. Eles acabaram lançando de qualquer maneira e ele virou platina em cerca de duas semanas."




Jon Lord
A banda não considerou o álbum importante e apenas Glover e Paice apareceram para mixá-lo. De acordo com Birch, Gillan e Blackmore nunca ouviram o álbum finalizado. A banda não queria que o álbum fosse lançado fora do Japão e queria direitos totais sobre as fitas, mas ele foi lançado mundialmente de qualquer maneira. O álbum foi lançado no Reino Unido em dezembro de 1972, com um preço de oferta especial de £ 3,10, o mesmo de um LP single típico daquele período. Ele alcançou a posição 16 nas paradas. A capa foi desenhada por Glover e apresentava uma foto colorida da banda nas capas frontal e traseira, e fotos em preto e branco no gatefold interno. O lançamento nos EUA foi adiado até abril de 1973, porque a Warner Bros. queria lançar Who Do We Think We Are primeiro. Eles foram motivados a lançá-lo devido a um fluxo constante de importações do Reino Unido sendo compradas, e foi um sucesso comercial imediato, alcançando a posição 6 nas paradas. A Warner Brothers também lançou "Smoke on the Water" como single, juntando a gravação ao vivo em Made in Japan com a versão de estúdio em Machine Head, e alcançou a quarta posição nas paradas da Billboard. Uma gravação de "Black Night" do show em Tóquio, um dos encores que não estava no álbum, foi lançada como lado B do single "Woman from Tokyo" na Europa, e como single por direito próprio no Japão.



O lançamento japonês foi intitulado Live in Japan e apresentou um design de capa exclusivo, com uma foto aérea da banda no palco, uma seleção de fotografias de um show no Rainbow Theatre em Londres e um encarte com letras e uma mensagem escrita à mão de cada membro da banda. A primeira prensagem veio com um negativo de filme de 35 mm com fotos da banda que os compradores podiam revelar em suas próprias impressões. As notas da capa alegavam que a gravação continha apenas o show em Tóquio, embora na verdade fosse musicalmente idêntica à versão lançada no resto do mundo. Phil Collen, que mais tarde tocaria no Def Leppard, estava na plateia para o show do Rainbow, conforme capturado na capa. No Uruguai, o álbum foi lançado em 1974 como um LP single (com apenas os dois primeiros lados) pela Odeon Records. Ele usou um design de capa simplista diferente de qualquer outro lançamento, com um sol nascente na capa.



A banda como um todo tinha sentimentos mistos sobre o álbum. Gillan criticou sua própria performance, mas ainda ficou impressionado com a qualidade da gravação ao vivo. Paice deu uma impressão muito positiva, sugerindo que os shows foram alguns dos melhores que o grupo já havia feito, e o álbum capturou bem o espírito deles. [16] Lord listou-o como seu álbum favorito do Deep Purple, dizendo: "A banda estava no auge de seus poderes. Aquele álbum foi o epítome do que defendíamos naquela época." A resposta dos críticos foi favorável. Jon Tiven, da Rolling Stone, escreveu que "Made in Japan é o monstro do metal definitivo do Purple, uma execução cheia de faíscas... O Deep Purple ainda pode cortar a mostarda em um show". Posteriormente, uma pesquisa de leitores na revista declarou o álbum como o sexto melhor álbum ao vivo de todos os tempos, acrescentando que a banda fez "inúmeros shows desde então em inúmeras permutações, mas eles nunca soaram tão perfeitos." Críticas recentes foram igualmente positivas. William Ruhlmann, da Allmusic, considerou o álbum como "um tratamento definitivo do catálogo da banda e seu álbum mais impressionante". O autor de rock Daniel Bukszpan afirmou que o álbum é "amplamente reconhecido como um dos maiores álbuns ao vivo de todos os tempos". A revista Goldmine disse que o álbum "definiu o Deep Purple, assim como redefiniu o conceito de álbum ao vivo". O autor do Deep Purple, Dave Thompson, escreveu que "a posição do primeiro (e melhor) álbum ao vivo do Deep Purple mal diminuiu no quarto de século desde seu lançamento". 


Personnel
♫♪ Ritchie Blackmore - guitar
♫♪ Ian Gillan - vocals, harmonica, percussion
♫♪ Roger Glover - Bass, backing vocals
♫♪ Jon Lord - keyboards backing vocals
♫♪ Ian Paice – drums, percussion

01. Highway Star - 08.01 [Tokyo 17 August 1972]
02. Child in Time - 12.33 [Tokyo 17 August 1972]
03. Smoke on The Water - 07.28 [Osaka 16 August 1972]
04. Strange Kind of Woman - 11.03 [Tokyo 17 August 1972] 
05. Lazy - 10.11 [Osaka 16 August 1972]
06. Space Truckin' - 20.08 [Osaka 16 August 1972]
07. Speed King - 08.28 [Osaka 15 August 1972]
08. Black Night - 08.01 [Tokyo 17 August 1972] 
09. Lucille - 09.03 [Osaka 16 August 1972]






The Next Morning - Selftitled (Psychedelic Soul US 1971)

 



Uma fatia de psicodelia alimentada por phase 'n' fuzz perversamente rara por volta de 1970! - com trabalho de guitarra arrebatador de Bert Bailey - esses caras eram imigrantes caribenhos (quatro de Trinidad, um das Ilhas Virgens) e idolatravam o Who e Jimi Hendrix. Grupos psicodélicos afro-americanos e bandas de rock de Trinidad eram itens incomuns por volta de 1970. The Next Morning se encaixava em ambas as categorias, tornando-os uma curiosidade interessante, independentemente de sua música. A música, no entanto - hard-rock médio de 1970 com influências de soul, hard rock e psicodélicas, particularmente de Jimi Hendrix - não é tão incomum quanto suas origens. Ninguém suspeitaria ao ouvir que o grupo era em grande parte de Trinidad, com a proliferação de riffs pesados ​​de guitarra e órgão blues, e os vocais soul-rock tensos de Lou Phillips. Eles gravaram um álbum, lançado em 1971, que recebeu pouca atenção antes de sua separação. 


O The Next Morning foi formado no final dos anos 1960 em Nova York, quatro dos cinco membros vieram para a cidade de Trinidad; Lou Phillips era das Ilhas Virgens. Jimi Hendrix foi uma grande influência na banda, assim como alguns outros atos de hard rock do período, como o Who, e híbridos de rock-soul como Sly Stone e os Chamber Brothers. O The Next Morning estava ocupado no circuito de clubes de Nova York e atraiu a atenção da Columbia Records, mas acabou assinando com a gravadora menor Roulette, cuja subsidiária Calla lançou seu único LP autointitulado em 1971. Embora os sons irregulares de guitarra de Bert Bailey e algumas mudanças inesperadas de acordes tenham tornado o álbum menos pedestre do que alguns esforços no estilo, as músicas tendiam para o lado longo e sinuoso, e o material não era tão notável quanto suas influências. A carreira do The Next Morning estagnou no início dos anos 1970, com o baixista Scipio Sargeant encontrando algum trabalho fazendo arranjos de metais para Joe Tex e Harry Belafonte.   Serei o primeiro a admitir um fascínio por bandas negras de hard rock/psicodélico dos anos 1960/1970, como Black Merda, Ernie Joseph e Purple Image. Com exceção de Jimi Hendrix, essas bandas foram pegas em uma situação impossível de Catch 22, em que sua música era simplesmente muito branca para o público negro e muito negra para o público branco. Como você sai dessa situação sem saída? Você não sai. Dito isso, aqui está outra banda pouco conhecida para adicionar à lista.  



No final da década de 1960, o guitarrista Scipio Sargeant deixou sua terra natal, Trinidad, para ir para Nova York. Morando no Brooklyn, sua guitarra rápida como um raio começou a atrair atenção, incluindo a do colega guitarrista de Trinidad, Bert Bailey. Descobrindo um interesse compartilhado por hard rock, a dupla decidiu formar uma banda, recrutando rapidamente o tecladista Earl Arthur, o irmão/baterista Herb Bailey e o cantor Lou Phillips. Com Scipio mudando para o baixo, o quinteto começou a atrair atenção no circuito de clubes da cidade.  

Quase assinado pela Columbia, o grupo acabou com um contrato de gravação no selo Calla, afiliado à Roulette Records. Gravado no Electric Lady Studios de Nova York (um dos redutos de Hendrix), sua estreia em 1971, "The Next Morning", foi produzida por Dick Jacobs e claramente se inspirou em Hendrix.   Impulsionado pelos teclados insanos de Arthur e pela guitarra perversa e encharcada de fuzz de Bert Bailey, materiais de autoria própria como "Changes of the Mind", "Life Is Love" e "Back To the Stone Age" ofereceram fatias impressionantes de rock pesado no estilo de Hendrix. A comparação foi ainda mais ressaltada pelo fato de que em números como a faixa-título gutural, os vocais de Lou Phillips tinham pelo menos uma modesta semelhança com Hendrix. É certo que não havia nada particularmente original aqui, mas as performances gerais foram bastante atraentes, criando um conjunto de primeira qualidade que deve agradar a todos os amantes do rock de guitarra.  Pessoal • Earl Arthur - teclados • Bert Bailey - guitarra • Herbert Bailey - bateria • Lou Phillips - vocais • Scipio Sargeant - baixo, guitarra   Lista de faixas de The Next Morning ": (lado 1) 1.) The Next Morning   (Lou Phillips - Scipio Sargeant - Bert Bailey) - 4:53 A faixa-título começou como um número inesperadamente jazzístico (talvez um toque de Allman Brothers), antes de mudar para um rocker estilo Hendrix-meets-Buddy Miles. Derivado, mas ainda bastante agradável com o vocalista Phillips em ótima forma e Bert Bailey exibindo suas habilidades de primeira. Excelente jam e uma ótima maneira de começar o álbum. classificação: **** estrelas 2.) Life   (Lou Phillips - Bert Bailey) - 2:50 Pop pesado? Uma das músicas menores do álbum. classificação: *** estrelas 3.) Changes of the Mind   (Lou Phillips - Scipio Sargeant - Bert Bailey) - 5:54 O rock 'Changes of the Mind' abriu como uma vitrine para a guitarra fuzz brilhante de Bailey. Pena que os vocais de I wannabe-Jim-Morrison de Lou Phillips eram tão estridentes e irritantes nesta. Foi uma das músicas em que seu sotaque caribenho se destacou com efeito ruim. Ainda assim, a música ficou progressivamente melhor quando Phillips parou de cantar e a música se transformou em uma música de jam. classificação: *** estrelas 4.) Life Is Love   (Lou Phillips - Earl Arthur) - 5:22 A abertura jazzística e ligeiramente discordante de B-3 de Earl Arthur não foi muito promissora, mas cerca de um minuto na música decolou em um modo de jam heavy metal. Phillips parecia bem chapado. Na verdade, a banda inteira parecia bem chapada nesta. Bailey contribuiu com muito wah wah e fuzz neste rock. classificação: **** estrelas (lado 2) 1.) De volta à Idade da Pedra   (Lou Phillips - Scipio Sargeant - Bert Bailey) - 5:15

Uau! Mais rock no estilo Hendrix e eu garanto que a guitarra fuzz de Bailey fará seus alto-falantes zumbirem. classificação: **** estrelas
2.) Adelane   (Lou Phillips - Bert Bailey) - 2:51
Se eu tivesse que escolher uma música que tivesse uma aura "pesada" dos anos 70, 'Adelane' certamente estaria na disputa. Melhor maneira de descrever esta? Balada derretida... me bate, embora Bailey tenha feito um de seus solos mais bonitos. Não consigo imaginá-los tocando isso em um clube pequeno. Eles teriam literalmente destruído o lugar. classificação: **** estrelas
3.) Faces Are Smiling!   (Lou Phillips - Bert Bailey) - 4:35
'Faces Are Smiling!' encontrou Sargeant e companhia ficando suaves... bem, os primeiros três minutos foram suaves de uma forma encharcada de ácido e eco. Chutado junto com uma bateria poderosa de Herbert Bailey, esta foi uma das minhas músicas favoritas do álbum. A segunda metade da música encontrou a banda partindo no modo jam patenteado no estilo Hendirix. classificação: **** estrelas
4.) A Jam of Love   (Lou Phillips - Scipio Sargeant - Herbert Bailey - Bert Bailey - Earl Arthur) - 6:18
A colaboração solitária do grupo, 'A Jam of Love' foi aparentemente sua tentativa de uma balada... bem, pelo menos a primeira metade da música. A melodia não era ruim e Bailey conseguiu adicionar um pouco de inflexão jazzística à sua guitarra solo, mas mesmo com um efeito de eco pesado aplicado em seus vocais, Phillips simplesmente não tinha o tipo de voz para fazê-lo. Baladas claramente não eram seu forte. classificação: ** estrelas.





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