quarta-feira, 7 de maio de 2025

Review: Hardline - Human Nature (2016)

 




O quinteto de hard rock Hardline divulgou seu quinto trabalho de estúdio, Human Nature, com uma promessa: entregar “uma versão mais pesada e atualizada do som original do Hardline. Pense no álbum de estreia, o Double Eclipse de 1992, atualizado para o século XXI, com um som mais arenoso e direto”.

O que eles nos dão? A fusão mais honesta que poderiam fazer de seu som antigo com o novo. Não é nem de longe um disco tão pesado quanto a estreia deles, mas é o que mais fez jus àquela época desde então. Ao mesmo tempo, ele não tem aquele quê de AOR (Album-Oriented Rock) que mudou completamente a banda (para pior, se compararmos com o glam metal estupendo que eles mostraram no início da década retrasada, ainda que o tenham feito no início do declínio do gênero).

Human Nature estabelece a tal fusão de duas formas: ora entregando faixas que, por si só, parecem misturas das duas fases; ora entregando faixas contrastantes. Por exemplo, a sequência “Trapped in Muddy Waters”, “Running on Empty” e “The World is Falling Down” é o momento mais matador do álbum. Se você se distrair, pode até achar que está ouvindo alguma coisa do Axel Rudi Pell – guitarrista alemão cuja banda de apoio conta com o vocalista Johnny Gioeli na formação.

Contudo, a tríade desemboca no single “Take You Home”, uma baladinha pianística clichê – infelizmente, uma das duas faixas do álbum a receber um vídeo, mesmo que ela não represente o disco de forma alguma. O single, por sua vez, é sucedido por “Where the North Wind Blows”, uma das faixas “meio a meio”.

Enfim, a sensação que se tem ao concluir uma audição deste lançamento é: o Hardline está de volta! Não tão pesado quanto era, pois é preciso atualizar o som e relembrar o passado recente. Mas estão satisfatoriamente firmes e fortes. Definitivamente o melhor trabalho deles desde a estreia.

Podemos dizer que quase tudo deu certo em Human Nature. As duas fases da banda estão representadas. Houve uma ênfase maior na fase boa, isto é, na fase pesada e antiga. Há uma química franca entre os membros, de modo que toda faixa vê o Hardline “fluindo como óleo”, como diria Mozart. Um discão. Só mudaria a escolha da faixa para segundo single.






Review: Nando Reis - Jardim-Pomar (2016)

 




Se um dia montassem uma lista de artistas brasileiros que se autossabotam, Nando Reis estaria no top 10. Depois que saiu dos Titãs em 2001, sua carreira solo ficou marcada por baladinhas românticas ou, se muito, parcerias com Cássia Eller. Mas, caramba, ele é TÃO mais que isso ... Seria bom se os tr00 666 from hell ouvissem além das rádios antes de desqualificá-lo. E olha que muitas das tais baladinhas românticas são de tirar o chapéu.

A versatilidade do paulistano fica escancarada como nunca em Jardim-Pomar, seu oitavo trabalho de estúdio. As faixas passam por diversas influências e temáticas, sendo que tal variabilidade é resultado da ação de dois produtores diferentes trabalhando no mesmo disco: Jack Endino (que já havia colaborado com Nando em Sei, de 2012) e Barrett Martin, ambos dos Estados Unidos. Embora Nando não tenha ainda especificado exatamente quem produziu quais músicas, ele já deu a dica em entrevista para O Globo: “Sendo Barrett um baterista, muitas vezes a chave está na batida”.

A tríade de abertura, “Infinito Oito”, “Deus Meio” e “Inimitável”, é um dos momentos mais marcantes do álbum, e essa marca tem nome: Jack Endino, que toca guitarra em todas e, podemos deduzir, produziu-as também. Instrumentalmente, são de qualidade acima da média na carreira solo do barbudo e é impossível não querer ouvir o resto do disco depois delas.

As sempre presentes declarações de amor começam a mostrar a cara em “4 de Março”, onde Nando homenageia sua esposa Vânia de maneira íntima e elegante. “Só Posso Dizer”, que recebeu aqui duas versões (uma gravada em São Paulo e outra em Seattle, mais lenta), foi o single escolhido para divulgar Jardim-Pomar. Não chega a ser ruim, mas tinha tanta opção melhor ...

“Concórdia”, a única não inédita, é apenas uma regravação de uma canção que ele mesmo fez e que saiu em Vivo Feliz (2003), de Elza Soares. Sonolenta, ela ganha seu charme nas cordas do Fassbinder String Quartet, que reaparecem na igualmente monótona “Água Viva”.

“Azul de Presunto” traz, de uma vez só, seus ex-colegas de Titãs Arnaldo Antunes, Branco Mello, Sérgio Britto e Paulo Miklos; seus filhos Theo, Sebastião e Zoe; e as consagradas e modernas vozes femininas de Luiza Possi, Pitty e Tulipa Ruiz. Este impressionante time foi chamado apenas para fazer vocais de apoio. A harmonia funcionou legal e ela é uma das melhores, mas chamar tudo isso de gente só pra fazer eco? Que desperdício ...

A peteca levantada pela faixa cheia de vocalistas é mantida no alto por “Lobo Preso em Renda” e “Pra Onde Foi?”, com instrumentações adultas e aquelas letras sem refrão típicas do ruivo. Temos aqui o segundo (e último) grande momento do lançamento.

A reta final perde um pouco o gás e nos entrega a simpática “Como Somos” (parceria com o indefectível Samuel Rosa e única que não é 100% assinada por Nando); a já mencionada “Água Viva”; a surpreendente “Pra Musa”, que se inicia tão leve quanto sua antecessora e acaba com a roupagem rock que marcou o início e o meio do disco; e a segunda versão de “Só Posso Dizer”.

Apesar do sucesso e da vasta experiência, Nando ainda não recebeu todo o reconhecimento que merece. Isto ocorre talvez porque a ênfase em hits radiofônicos ofusca o trabalho musical primoroso que é desenvolvido em seus discos, e que só tem crescido ao longo desses 20 anos solo. Um dia, mais pessoas compreenderão que ele é um mestre na arte de fazer música boa. As grandes canções de Jardim-Pomar fazem você desconsiderar aquelas poucas mais chatas. Nando Reis atinge aqui um ponto alto de sua carreira, com instrumentação admirável e letras direto das profundezas de um ser humano com todas as suas angústias e alegrias.




Alan Parsons Live Project SOUNDBOARD Vol.2 (2000 - 2009)

 





1.  (The system of) Doctor Tarr & Professor Fether - Live in Madrid 2004
2.  Blackbird - (Parsons acoustic solo) A Walk Down Abbey Road: A Tribute To The Beatles           July 11, 2001 FleetBoston Pavilion, Boston
3.  Breakdown  The raven - Live 6-08-2009 Los Angeles
4.  Can't take it with you - Live in Madrid 2004
5.  Don't answer me - Live in Madrid 2004
6.  I Robot - Stefanie H. Weill Center January 17, 2004
7.  I Wouldn't Want to Be Like You - Live at BBKings, New York, NY 11.10.04
8.  La Sagrada Familia - Live Night of The Proms 2009
9.  Limelight (with Bonnie Tyler) - Live in Madrid 2004
10. Return To Tunguska - Live at BBKings, New York, NY 11.10.04 
11. Silence and I - Live 17-12-2009 Hannover
12. Time - Palacio de Congresos, Granada (Spain) 9/04/2005
13. We Play the Game - Live 6-08-2009 Los Angeles





Dive – First Album (1990)

 



Dive é um projeto belga de música industrial/ebm
que foi formada em 1990 por Dirk Ivens ( Absolute Body Control , Motor!k , Sonar , S/HE ). O som do Dive
é caracterizado pelo uso minimalista e experimental
de baterias eletrônicas rítmicas e distorcidas que se sobrepunham aos vocais de Dirk . Dirk Ivens começou em 1978 como cantor e guitarrista na banda punk Slaughterhouse
 
mas deixou o grupo depois de um ano para formar a nova banda The Few .
Em 1980 formou a banda eletrônica Absolute Body Control ,
influenciado por Suicide , DAF e artistas britânicos como Fad Gadget .
Depois de passar por vários membros, o Absolute Body Control logo se estabeleceu como uma dupla com Dirk e Eric Van Wonterghem .
Em 1985, o Absolute Body Control uniu forças com a banda de Marc Verhaeghen , The Klinik. 
Sandy Nys ' The Maniacs para formar o "supergrupo" Absolute Controlled Clinical Maniacs .
O nome logo foi encurtado para The Klinik .
Nys saiu em 1986 e Van Wonterghem em 1987 para trabalhar em suas próprias bandas,
Enquanto Dirk permaneceu como membro até 1991, quando saiu para se concentrar em seu projeto solo, Dive .
Com Dive , Dirk buscou ter controle total sobre seu processo criativo.
como uma mudança em relação aos seus muitos anos anteriores trabalhando com bandas.
Em 1996, Dirk fundou o Sonar junto com Patrick Stevens , que saiu em 1998.
e foi substituído pelo colaborador de longa data (e cunhado) Eric Van Wontergem .
Em 2003-2005, Dirk se juntou a Marc Verhaeghen no The Klinik para alguns shows em festivais, sem lançar nenhum material novo.
First Album " foi lançado originalmente em 1990 em formato de vinil sob o título " Dive "
e mais tarde em 1992 foi relançado em CD com sete faixas bônus.









Primigenium – Art Of War (1997)

 




Country: Spain

Tracklist
1. Ridden Into Battle - Prologue 04:42
2. Embrace Me Darkness 04:45
3. Black Sword Of Vengeance 05:34
4. Shall The Forest Open For Us 05:01
5. Anachronism 01:16
6. ...And Jesus Wept? 07:19
7. Pact Of Solitude 04:35
8. Enemy 04:40
9. Dragon's Tears - Epilogue 03:54


O Primigenium foi formado no outono de 1992 por Smaug e Alhaz .
Após vários ensaios, eles entraram em estúdio e gravaram duas músicas.
que deveriam ser lançados pela Cacophonous Recs como um EP de 7'',
mas devido a alguns problemas e mal-entendidos a banda decidiu lançar a gravação por conta própria
como uma demo sob o título " As Eternal As The Night ".
Esta fita demo foi lançada em janeiro de 1994 e teve uma ótima repercussão na cena black metal.
Posteriormente, a fita demo foi lançada em CD pela Wild Rags Recs, incluindo uma música extra para a edição.
Em 1995, o Primigenium assinou com a gravadora grega Unisound Recs para o lançamento de seu álbum de estreia.
Após a gravação, que ocorreu em dezembro de 1995,
alguns problemas surgiram entre a gravadora e a banda e o acordo foi cancelado.
Depois de receber algumas ofertas de diferentes gravadoras, finalmente a Full Moon Prods lançou o álbum " Art Of War " em 1997,
novamente com ótimas críticas e recepção em todo o mundo.
Em 1999, a End All Life Prods ofereceu à banda o lançamento de um vinil de 7'' limitado,
então Smaug e Alhaz entraram mais uma vez no estúdio de gravação.
O EP foi lançado com o nome de " All Your Tears Will Be Ours " e, posteriormente, relançado como MCD pela Full Moon Prods .
Durante algum tempo, Smaug continuou compondo algumas músicas e se encontrando com Alhaz ocasionalmente.
tocando guitarra e trabalhando em novas músicas juntos, mas sem uma direção adequada,
Como o futuro do Primigenium era incerto,
em fevereiro de 2001 eles finalmente entraram no Attack Studios para a gravação de seu segundo álbum, intitulado " Intolerance ".
lançado em 2002 em CD e LP pela Drakkar Prods .
Após um longo período inativo, Smaug decidiu retornar à ativa e, em 2008, começou a compor novas músicas.
Algumas delas foram gravadas no Moontower Studios em 2010, apenas por Smaug , e posteriormente masterizadas no Necromorbus Studios . O terceiro álbum do Primigenium , " Faith Through Anguish ", foi lançado em 2011 pela BlackSeed Productions.
Durante todos esses anos, o Primigenium permaneceu como uma banda de estúdio, mas no início de 2012...
Smaug contata o ex-integrante Gorbag ​​para tocar bateria e alguns membros de várias bandas de Madrid
para completar a programação para shows ao vivo.
Durante 2014-2015, cinco novas músicas foram gravadas no The Empty Hall Studios e lançadas pela BlackSeed Productions ,
uma dessas músicas como um EP Split 7'' com Aversio Humanitatis ,
e os quatro restantes no formato MCD, intitulados " For The Children Of This World ".
O single " Svmmis Desiderantis Affectibvs " foi lançado em 2019.









Carmen Consoli – Elettra (2009)



Carmen Consoli nasceu em 4 de setembro de 1974 no sul da Itália, perto de Catânia, em San Giovanni La Punta. Desde criança demonstrou que sua paixão era a música e seu pai, guitarrista, a apresentou ao blues e à black music. Aos 14 anos começou a tocar com o grupo de rock Moon Dog's Party.

Aos 15 anos, Carmen saiu de casa para viver em Roma e obedecer à sua vocação. Ela fez sua estreia em 1996 no Festival de Sanremo , mas só alcançou grande sucesso em 1997 com “Confusa e felice ”, o primeiro single de seu segundo álbum, que ganhou disco de platina.

“Elettra” é seu sétimo álbum, lançado em novembro de 2009, liderando as paradas italianas e alcançando certificação de ouro em duas semanas. O primeiro single foi “Not very far from here” , embora eu pessoalmente também recomende “Mandaci una cartolina” e “Marie ti amiamo” , este último um dueto com Franco Battiato .

Carmen Consoli é uma excelente cantora (com um timbre de voz absolutamente único e distinto), uma escritora e intérprete que merecia um lugar na nossa Casa, para quem já a conhecia e para quem quer descobrir uma artista única.




Carly Simon – Never Been Gone (2009)


Carly Simon pode ser mais conhecida pelos sucessos que produziu desde a década de 1970, mas sua carreira abrange 38 anos e mais de 30 álbuns. E essa história musical serviu de inspiração para seu novo trabalho, apresentado aqui, que inclui releituras de dez de seus clássicos e duas canções inéditas.

O álbum foi gravado em sua casa em Martha's Vineyard. Seu filho Benjamin Taylor foi o idealizador da ideia de revisitar essas canções imortais, dando-lhes um tratamento acústico (esse é o formato). E as novidades são as músicas “No Freedom” e “Songbird” .

Ela é acompanhada por, entre outros, Ben Taylor, John Forte, Sally Taylor, David Saw, Margaret Bell, Peter Calo e Teese Gohl.

Lista de faixas:

Tracklist:

01. The Right Thing To Do
02. It Happens Every Day
03. Never Been Gone
04. Boys In The Trees
05. Let The River Run
06. You’re So Vain
07. You Belong To Me
08. No Freedom
09. That’s The Way I’ve Always Heard It Should Be
10. Coming Around Again
11. Anticipation
12. Songbird




Nile Rodgers Presents The Chic Organization (4 CD Box Set) (2010)


Nile Rodgers , nascido em 19 de setembro de 1952, começou sua carreira como músico de estúdio, tocando na banda do famoso Apollo Theater de Nova York para artistas como Aretha Franklin, Ben E. King, Nancy Wilson, Parliament e Funkadelic . Em 1970, ele conheceu o baixista Bernard Edwards , formando a equipe de compositores e produtores mais bem-sucedida da era disco: eles compuseram, arranjaram, tocaram e produziram discos de disco e R&B altamente influentes. Em 1976, eles formaram o grupo musical Chic , com o qual Edwards e Rodgers gravaram álbuns de sucesso e foram uma influência inegável em dezenas de grupos e artistas solo (veja AQUI ).

Este fabuloso box inclui as melhores faixas do Chic , versões raras, outtakes, remixes e músicas inéditas. Há material do Sister Sledge (outra banda criada e produzida por eles), Carly Simon, Diana Ross, Debbie Harry, Sheila e B. Devotion , e até três músicas do álbum nunca lançado de Johnny Mathis , produzido por Rodgers e Edwards em 1980. Uma experiência auditiva essencial não apenas para nós que crescemos ouvindo essa música, mas também para conhecer o trabalho dessa dupla de músicos e produtores, uma das mais influentes das décadas de 1970 e 1980.






Santana – Guitar Heaven: The Greatest Guitar Classics of All Time (2010)


O guitarrista Carlos Alberto Santana Barragán nasceu em Jalisco, México, em 20 de julho de 1947. Ele fundou a Santana Blues Band em 1966, combinando influências latinas com rock da Costa Oeste no estilo da banda.

Desde seu primeiro álbum, lançado em 1969, sua música não para de evoluir e surpreender os mais diversos públicos ao redor do mundo, sendo ele, sem dúvida, um dos melhores guitarristas de rock da história, como atestam as dezenas de prêmios e reconhecimentos recebidos ao longo de seus 40 anos de carreira.

***

Este é o novo álbum de estúdio do guitarrista Carlos Santana que, trabalhando a história do rock com o produtor Clive Davis , reúne quatorze músicas nas quais a guitarra foi o centro e sua essência. Assim, desfilam (cantadas por renomados e talentosos vocalistas) versões incríveis de Whole Lotta Love (Led Zeppelin), Dance the night Away (Van Halen), Riders on the Storm (The Doors), Can't You Hear Me Knockin (Rolling Stones), Fortunate Son (Crreedence),  Smoke on the water (Deep Purple), Back In Black (AC/DC), ou Little Wing , de Jimi Hendrix.

Uma menção especial merece a versão de “While my guitar gentle weeps” , canção composta por George Harrison, com a participação da cantora India.Arie e do mágico violoncelista: Yo Yo Ma .

Lista de faixas:

01. Whole Lotta Love – com Chris Cornell (Led Zeppelin)
02. Can't You Hear Me Knockin – com Scott Weiland (The Rolling Stones)
03. Sunshine Of Your Love – com Rob Thomas (Cream)
04. While My Guitar Gently Weeps – com india.arie e Yo-Yo Ma (The Beatles)
05. Photograph – com Chris Daughtry (Def Leppard) – 4:04
06. Back In Black – com Nas (AC/DC)
07. Riders On the Storm – com Chester Bennington e Ray Manzarek (The Doors)
08. Smoke On the Water – com Jacoby Shaddix (Deep Purple) – 09. Dance the Night Away – com Pat Monahan (Van Halen)
10. Bang A Gong – com Gavin Rossdale (T. Rex)
11. Little Wing – com Joe Cocker (Jimi Hendrix)
12. I Ain't Supersticious – com Jonny Lang (Howlin' Wolf, Jeff Beck Group)
13. Fortunate Son – com Scott Stapp (Credence Clearwater Revival)
14. Under the Bridge – com Andy Vargas (Red Hot Chili Peppers)




Carlos Gardel – Gardel Inédito II (2001)


Após a publicação deste material, alguns colecionadores e especialistas em Carlos Gardel esclareceram certos pontos, especialmente sobre o material do Volume 2, como que não eram inéditas três versões: “Duelo criollo”, “La muchacha del circo” e “El carretero” , mas que eram cópias retiradas dos masters originais franceses e que tinham uma qualidade sonora superior a qualquer outra publicada até então.

“Quiéreme” e “Recuerdo Malevo” não estão na discografia de Gardel , e pertencem ao curta-metragem La Casa es Seria , filmado em Joinville em outubro de 1932. A música do filme pertence a Gardel e Marcel Lattés .

Em suma, são gravações que receberam uma numeração matricial diferente das “padrões” que aparecem nas coletâneas conhecidas. As peças deste volume também foram remasterizadas em Londres.

MUSICA&SOM ☝





Destaque

Wings - Back To The Egg (1979)

  01. Reception 02. Getting Closer 03. We’re Opening Up 04. Spin It On 05. Again and Again and Again 06. Old Siam, Sir 07. Arrow Through Me ...