sábado, 10 de maio de 2025

Ostraca - Eventualities (2025)

Ostraca representa o que tem sido uma evolução natural do screamo na última década, com influências do pós-metal se tornando cada vez mais prevalentes. O casamento do pós-metal com o screamo é a união de dois gêneros conhecidos por sua ressonância emocional e, por essa razão, é uma das minhas tendências favoritas da música pesada moderna. Este último EP expande essa fórmula que tornou seu último projeto, Disaster , uma declaração artística tão memorável.

As passagens calmas e melódicas em Eventualities estão mais bonitas do que nunca — basta olhar para a faixa de abertura, Song For a Closed Door , para a prova. Quando o Ostraca transita desses momentos calmos para as explosões escaldantes do caos ao estilo Orchid , é muito menos chocante do que parece lógico. Eles tendem a não perder tempo com seus crescendos — eles apenas colocam o pé no acelerador enquanto também trocam de marcha o mais suavemente possível. A outra faixa que demonstra isso melhor é Esau , que tem uma estrutura ABAB bem direta entre as passagens de post-rock e screamo, mas mais uma vez com uma coesão que parece desafiar a lógica. O baterista apenas bate na caixa algumas vezes e o guitarrista liga o feedback e estamos no modo caos antes que eu tenha tempo de piscar. É brilhantemente executado todas as vezes, e a produção pode ser tão grata quanto as performances.

Não há muito o que criticar aqui. Meu maior problema é que é apenas um EP de quatro músicas. A faixa final, So Do I , termina com a passagem vocal mais comovente do álbum, e eu estava apenas esperando que ela explodisse em uma catarse enquanto a música continuava a ganhar força - e então o EP termina abruptamente! Qualquer música que recebemos desse grupo é uma bênção, então estou ansioso para que eles continuem a aperfeiçoar esse som que eles já estão fazendo melhor do que qualquer outro na cena.


Barros de Alencar – Grandes Sucessos (1969-1982)





Barros De Alencar – Grandes Sucessos (1969-1982).
Género: MPB, Compilação.


Grandes Sucessos“ é uma excelente compilação do cantor brasileiro Barros de Alencar, que reúne alguns dos seus maiores êxitos lançados entre 1969 e 1982.
Barros de Alencar (Cristóvão Barros de Alencar) foi cantor, compositor, radialista e apresentador de televisão brasileiro. Alencar nasceu em Uiraúna/ Paraíba no dia 5 de agosto de 1932, tendo iniciado a sua carreira como radialista na cidade de Campina Grande-PB, quando trabalhou na Rádio Borborema. Mais, tarde, deixou o seu Estado e actuou nas cidades de Recife, Fortaleza, Belo Horizonte e São Paulo, onde se estabeleceu nos anos 60. Na capital paulista, trabalhou nas rádios Tupi, Record e América, tocando principalmente sucessos da Jovem Guarda. Em 1966, decidiu apostar também na carreira de cantor, e lançou o seu primeiro single, chamado “Agora Sim”. Ao todo, na sua carreira como cantor, gravou três singles (1966, 1968 e 1971) e quatro LPs (1973, 1975, 1978 e 1979).
Entre os seus projectos musicais, gravou em 1975 uma versão em português de "Emmanuelle", banda/trilha sonora do famoso filme homónimo da época. Ao longo dos anos, intercalou a carreira musical com o seu reconhecido trabalho nas rádios. Cristóvão Barros de Alencar morreu no dia 5 de junho de 2017, aos 84 anos, em São Paulo.


Faixas/Tracklist:

01 - Meu Amor
02 - Noite
03 - Meu Amor É Mais Jovem do Que Eu
04 - Quem É?
05 - Natali
06 - Estou Ficando Louco
07 - O Maior Amor do Mundo
08 - Apenas 3 Minutos
09 - Não Vá Embora
10 - Os Homens Não Devem Chorar (Nova Flor)
11 - Soleado
12 - Ansiedade
13 - Emanuela
14 - Olhos Tristes
15 - Ana Cristina
16 - Quero Beijar-Te as Mãos
17 - A Despedida
18 - Prometemos Não Chorar
19 - Namorados





The Barracudas ‎– A Plane View of The Barracudas (LP 1967)





The Barracudas ‎– A Plane View of The Barracudas (LP Justice Recording Co ‎– JLP 143, 1967). 
LP considerado raro. 
Género: Rock de Garagem. 

O grupo que aqui apresentamos hoje, The Barracudas, não deve ser confundido com um outro grupo britânico também chamado Barracudas (este formado em 1978). O álbum "A Plane View of The Barracudas"contém maioritariamente versões e foi lançado em 1967 pelo selo Justice Records, sediado na Carolina do Norte nos anos 60. 


The Barracudas foi uma banda de garagem dos anos 60, originária de Sandston, Virginia/EUA. Esta banda de garagem tinha um som forte e um canto áspero e expressivo. Para além de 3 singles que gravaram entre 1966 e 1968, em 1967 lançaram um álbum, “A Plane View of The Barracudas”, agora considerado um clássico de rock de garagem. Originalmente o grupo constituiu-se como um sexteto (mais tarde reduzido a um quinteto) em Highland Springs, um subúrbio perto de Richmond, Virginia, no final de 1964. Assim, a banda era formada por "Mike Parker" (voz e guitarra solo), "Chris Layne" (voz e guitarra ritmo), "Sam Shaw" (guitarra baixo), "Butch Earnhardt" (órgão e saxofone) e "Don Thurston" (bateria). As principais influências da banda foram os Rolling Stones e os Yardbirds, e eles tocavam blues, rock n’ roll alto, duro e rápido, mas isso não significava que não interpretassem outros estilos também. A sua estreia no folk-rock com "I Can't Believe" (em 1966), evoca mais os Beau Brummels ou mesmo os Monkees. O grupo tocou em várias competições locais como "Battle of the Bands" em 1965. 
Apesar do seu primeiro lançamento ter sido ao estilo folk-rock, a preferência do grupo foi muito ponderada em relação ao rock n’ roll blues e incluiu "Gloria", "Blue Feeling" e "I'm a Man". Em 1967, a banda juntou-se à gravadora Justice Records, de Calvin Newton, em Winston-Salem, Carolina do Norte, e gravou este LP que consistia praticamente em versões como, "Feel a Whole Lot Better", dos Byrds, além de um par de músicas originais. “A Plane View of the Barracudas”, vendeu bem para um pequeno lançamento regional com pouco mais de 700 cópias. 
O som dos Barracudas evoluiu e, em 1968, a banda já se aproximava mais da música de Jimi Hendrix e dos Cream do que dos Byrds ou dos Rolling Stones. Os Barracudas separaram-se em 1969, depois de terem lançado mais um single, "Days of a Quiet Sun" / "Apple Pie". 


Faixas/Tracklist: 

A1 - I Can't Believe (Chris Layne) 2:58 
A2 - Not Fade Away (Charles Hardin, Norman Petty) 2:13 
A3 - I Call Your Name (Lennon-McCartney) 2:12 
A4 – Gloria (Van Morrison) 2:45 
A5 - Blue Blue Feeling (Jimmy Henshaw) 2:39 
A6 - I'm a Lover Not A Fighter (J.D. Miller) 2:02 
B1 - I'll Never Fall Again 2:20 
B2 - Feel a Whole Lot Better (Gene Clark) 2:20 
B3 - All My Lovin' (Lennon-McCartney) 2:00 
B4 - I'm a Man (Ellas McDaniel) 5:56 
B5 - Shotgun (Autry DeWalt) 2:52 

Formação/Line Up: 

Voz, Guitarra Solo – Mike Parker 
Baixo – Sam Shaw 
Bateria – Don Thurston 
Guitarra Ritmo – Chris Layne 
Teclados e Saxofone – Butch Earnhardt 






Barrabas ‎– Wild Safari (LP 1972)





Barrabas ‎– Wild Safari (LP RCA Victor ‎– LSP 4861, 1972). Edição alemã.
Produtor – Fernando Arbex
Género: Rock, Latin, Funk / Soul

Wild Safari (aka Barrabas) é o álbum de estreia do grupo espanhol Barrabas, gravado em 1971 e lançado fora de Espanha, em janeiro de 1972. As faixas "Woman" e "Wild Safari” foram também editadas em singles em vários países, e o tema "Woman" tornou-se num grande sucesso na Europa, Canadá e EUA.


Barrabas é um grupo musical espanhol de grande sucesso, formado no início dos anos 70.
A banda fazia uma mistura de Rock, Salsa, Funk, Soul e muitas vozes, com uma característica percussão afro-latina. Conseguiram obter dois grandes êxitos, "Wild Safari" e "Woman", ambos do disco "Barrabas - Wild Safari", que aqui apresentamos.
Foi com este disco que a banda começou a aparecer nas listas dos grupos mais tocados nos Estados Unidos, Canadá, Itália, França, Alemanha e na América Latina, incluindo o Brasil.
O grupo foi originalmente criado por Fernando Arbex e Ricky Morales, que enveredaram por um estilo diferente para a época, dando um ar psicadélico à mistura musical já referida, criando uma nova receita para o êxito ao nível mundial, sendo consagrados na época como o grupo espanhol de maior notoriedade internacional. Nota-se claramente, a influência musical de uma outra banda, "Santana".
Em 1977 a banda fez um interregno nas suas actividades, voltando a aparecer somente em 1981, com o sucesso "On The Road Again", levando-os novamente aos tops da Europa, mas não no seu próprio país.
A banda ainda se mantém em actividade.


Faixas/Tracklist:

A1 - Wild Safari (Fernando Arbex) – 5:01
A2 - Try and Try (Arbex) – 6:15
A3 - Only for Men (Arbex, Enrique Morales) – 3:32
A4 - Never in This World (Arbex) – 3:27
B1 - Woman (Arbex) – 5:04
B2 - Cheer Up (E. Morales) – 3:51
B3 - Rock and Roll Everybody (Arbex, E. Morales, Miguel Morales) – 3:40
B4 - Chicco (E. Morales) – 3:42

Músicos / Personnel:

Iñaki Egaña – vocalist e guitarra baixo
Enrique "Ricky" Morales – guitarra solo e voz de apoio
Miguel Morales – guitarra ritmo, guitarra baixo e voz de apoio
Ernesto "Tito" Duarte – saxofone, flauta, percussão
Juan Vidal – teclados
Fernando Arbex – bateria, voz de apoio






Barrabas – ¡Soltad a Barrabas! (LP 1974)





Barrabas – ¡Soltad a Barrabas! (LP Ariola – 87.912-I, 1974).
Produtor: Fernando Arbex.
Género: Funk / Soul, Disco, Pop/Rock.


Barrabas é uma banda espanhola que mistura o rock, funk, soul, disco e uma excelente harmonia vocal. A banda foi formada por Fernando Arbex e Ricky Morales (ex-Los Brincos), e mesclavam os sons psicadélicos com a salsa, o funk, criando uma nova receita para o êxito ao nível mundial.
Em “¡Soltad a Barrabas!”, o terceiro LP da banda que aqui apresentamos, o grupo mostra uma evolução em relação aos outros dois álbuns anteriores. Há um abandono dos ritmos tropicais para abraçar o funky. Coros femininos, um vocalista fantástico, um baixo bem trabalhado, a guitarra rítmica, solos de saxofone tórridos e excelente teclado. O álbum é muito homogéneo no seu conteúdo, comparável ao mais inovador que se fazia em Inglaterra ou nos Estados Unidos nessa época. Do LP destacamos “Suzie Wong”, “Tell Me the Thing”, "Hi-Jack" e “Concert”.
O sexteto espanhol Barrabas foi formado em 1971 em Madrid/Espanha por Fernando Arbex após a dissolução da banda Los Brincos e a separação da sua efêmera banda Alacrán. Arbex só tocou bateria no primeiro álbum do grupo e nunca tocou com eles ao vivo, limitando as suas funções à composição e produção da banda. Concebida para o mercado internacional, Barrabas tem sido a banda espanhola de pop-rock que mais álbuns vendeu no mercado norte-americano, ocupando o primeiro lugar em vendas em países como o Canadá ou Alemanha e alcançando o número 1 nas paradas de música negra dos Estados Unidos. Barrabas fundiu o rock and roll, black music e sons latinos (fazendo lembrar um pouco o estilo de Santana). No álbum "¡Soltad a Barrabas!", de 1974, o tema "Hi-Jack" foi o número 1 em Espanha, ao mesmo tempo que subiu aos lugares mais altos nas listas internacionais, atingindo a posição número 1 nos Estados Unidos em "Disc Music" e alcançando o número 3 nas listas da Billboard. Em 1975, a revista Playboy nomeou Barrabas o melhor grupo do mundo na classificação do estilo funky. O grupo tem estado em actividade desde 1971 a 1977, de 1980 a 1990 e de 1993 até ao presente.


Faixas/Tracklist:

A1 - Hi-Jack (Fernando Arbex) 5:46
A2 - Mad Love (F.Arbex) 4:15
A3 - Funky Baby (M. Morales, E. Morales) 3:56
A4 - Lady Love (E. Morales) 4:14
B1 - Susie Wong (F. Arbex) 4:32
B2 – Humanity (J. Moll, J. M. Moll) 3:24
B3 - Tell Me The Thing (E. Duarte) 3:18
B4 - Fly Away (J. L. Tejada, E. Morales) 4:26
B5 – Concert (D. Waterston, M. Morales, E. Morales) 4:15

Músicos/Musicians:

José Luis Tejada (1945–2014) – Vocalista Principal (1972–77, 1980–83)
Enrique “Ricky” Morales - Guitarra Solo e Guitarra Acústica, Voz Principal e Voz de Apoio (1971–77)
Miguel Morales - Baixo e Guitarra Acústica, Voz Principal e Voz de Apoio (1971–77, 1983–)
Jose Maria Moll - Bateria (1972–74, 1980–)
Ernesto "Tito" Duarte (1946–2003) – saxofone, flauta, bateria, percussão (1971–77, 1980–2003)
Juan Vidal - Teclados, Moog, Sintetizador, voz (1971–77)
The Waters (Maxine, Julia e Patti) - Voz de Apoio
Barrabas e Fernando Arbex – Arranjos.





Joe Walsh – Barnstorm (LP 1972)





Joe Walsh – Barnstorm (LP Dunhill – DSX-50130, Outubro de 1972).
Produtor: Bill Szymczyk.
Género: Blues Rock, Folk Rock, Hard Rock, Country Rock, Rock Progressivo, Rock Psicadélico.

Joe Walsh & Barnstorm.

Barnstorm” é o primeiro álbum de estúdio da banda americana Barnstorm, formada pelo guitarrista Joe Walsh, após a sua saída do grupo James Gang, gravado em Março de 1972 no estúdio Caribou Ranch, Nederland, Colorado/EUA e lançado em Outubro do mesmo ano, através do selo Dunhill Records. Com este álbum, Walsh afastou-se do som hard rock do grupo James Gang. Com a banda “Barnstorm” a explorar um som acústico mais folk, influenciado por artistas como James Taylor e Crosby, Stills e Nash. Walsh utilizou o sintetizador ARP Odyssey em canções como "Mother Says" e "Here We Go". Também experimentou a guitarra acústica, a “slide guitar”, distorções e teclados, além de ligar a sua guitarra directamente a um amplificador Leslie 122 para obter tons de guitarra ondulados, semelhantes aos de um órgão. A única faixa de hard rock deste LP, "Turn To Stone", acabou por se tornar a música mais conhecida do álbum. Na época do seu lançamento, “Barnstorm” teve um sucesso moderado. No entanto, o disco tornou-se um clássico de culto entre os fãs de Walsh. Em 1973, o LP atingiu as tabelas da Billboard americana de Pop Albums na posição nº 79.

Joe Walsh & Barnstorm.

Barnstorm foi um excelente trio criado no Colorado/EUA pelo guitarrista, cantor e compositor americano Joe Walsh (Joseph Fidler Walsh), depois de ter deixado a banda James Gang. Os membros originais do grupo eram, Walsh (voz, guitarra, teclados), Joe Vitale (bateria, flauta, teclados) e Kenny Passarelli (baixo). Todos os elementos contribuíram com as vozes e músicas, embora Walsh fosse o cantor e compositor principal. Mais tarde, o grupo adicionou os tecladistas Rocke Grace e Tommy Stephenson. Nas gravações utilizaram também músicos de sessão como Paul Harris (piano) e Joe Lala (percussão). O grupo Barnstorm gravaria apenas três álbuns ao longo dos seus dois anos de vida (dois como principais, “Barnstorm” que aqui apresentamos, “The Smoker You Drink, The Player You Get” e um com Michael Stanley). Estes três álbuns foram produzidos por Bill Szymczyk. A banda Barnstorm separou-se em 1974, embora Walsh e Vitale tenham continuado a trabalhar juntos em vários projectos nos 20 anos seguintes. A banda esteve em actividade de 1972 a 1974.


Faixas/Tracklist:

A1 - Here We Go (J. Walsh) 4:58
A2 - Midnight Visitor (J. Walsh) 3:13
A3 - One and One (J. Walsh) 1:17
A4 - Giant Bohemoth (J. Vitale) 4:19
A5 - Mother Says (J. Vitale, J. Walsh, K. Passarelli) 6:20
B1 - Birdcall Morning (J. Walsh) 3:43
B2 – Home (J. Walsh) 2:54
B3 - I'll Tell The World About You (A. Gordon, A. Jacobs) 3:56
B4 - Turn To Stone (J. Walsh, T. Trebandt) 5:17
B5 - Comin' Down (J. Walsh) 1:56

Músicos / Musicians:
Banda Barnstorm:

Joe Walsh – Voz Principal, Guitarras, Teclados, Outros (Telegraph Key, Sintetizador Arp)
Joe Vitale - Bateria, Percussão, Voz, Teclados, Flauta
Kenny Passarelli - Baixo, Voz, Guitarone (guitarrón)

Músicos de Sessão / Session Musicians:

Paul Harris - Piano, Voz
Al Perkins – “Steel Guitar”
Chuck Rainey – Guitarra Baixo
Bill Szymczyk – Voz de Apoio.






Barney Kessel – Hair Is Beautiful (LP 1969)





Barney Kessel – Hair Is Beautiful (LP Atlantic – SD 8235, 1969).
Produtor – Alan Bates.
Género: Instrumental, Easy Listening, Jazz Pop.


No álbum “Hair Is Beautiful“ que apresentamos, a combinação do guitarrista Barney Kessel com os temas do musical hippie “Hair” parece um pouco incomum, mas os resultados são surpreendentemente agradáveis. Em parceria com o guitarrista Ike Isaacs, os organistas Kenny Saloman e Steve Gray, o baixista Tony Campo e o baterista Barry Morgan, Kessel percorre todos os temas famosos, "Aquarius", "Frank Mills", "Easy to Be Hard" e "Good Morning Starshine".
Barney Kessel (Muskogee, Oklahoma, 17 de outubro de 1923 — 6 de maio de 2004) foi um guitarrista de jazz norte-americano. Aos dezenove anos mudou-se para Los Angeles onde rapidamente se integrou entre os grandes músicos da cidade. Em 1973 formou, com os guitarristas Herb Ellis e Charlie Byrd, o grupo Great Guitars. Em 1983 fez a sua estreia em Nova Iorque como líder.
Em 1992 sofreu um acidente vascular cerebral que o forçou a dedicar-se somente a dar aulas e, no início de 2001, foi-lhe diagnosticado um cancro no cérebro, que causou a sua morte em 2004, em San Diego, Califórnia. Barney Kessel influenciou diversos músicos da Bossa Nova, entre os quais João Gilberto e Eumir Deodato.


Faixas/Tracklist:

A1 - Aquarius 4:21
A2 - Frank Mills 3:41
A3 - Where Do I Go 4:50
A4 - I Got Life 3:48
A5 - Walking In Space 3:36
B1 - Ain't Got No 3:35
B2 - Easy To Be Hard 4:05
B3 - Be-In (Hare Krishna) 3:26
B4 - Good Morning Starshine 3:50
B5 – Donna 3:15

NOTAS:
Temas compostos por Galt MacDermot, Gerome Ragni, James Rado. O álbum “Hair Is Beautiful” foi gravado nos Polydor Studios, Londres, em 1 e 2 de novembro de 1968 e lançado em 1969.

Músicos/Personnel:

Barney Kessel – guitarra solo
Ike Isaacs - guitarra ritmo
Steve Gray e Kenny Salmon - órgão
Tony Campo - baixo eléctrico
Barry Morgan - bateria






Pi2 ‎– The Endless Journey (2005, CD, Spain)




Songs:
1. L10 (9:01)
2. The gift of life (8:00)
3. 1a tempesta de neu (2:41)
The endless journey (25:25)
4. Cap de Creus (L8)
5. From Canigo to Balaitous
6. Pluja d'Estels a Lliterola
7. Vignemale Mon Amour
8. Remembering Home
9. Coming South
10. I Can See the Sea
11. 2a tempesta de neu (3:04)
12. L9 (9:25)

Musicians:
Pito Costa / keyboards, piano, percussion, chorus, programming
Alex Warner / vocals
Juanjo Verdu / electric guitars
Bubu King / acoustic guitars
Pep Pascual / baritone, tenor saxes
Xavi S. Roemmele / chorus


Pi2 ‎– Silent Running (2009, CD, Espanha)




Songs:
1. Welcome to the circus (07:00)
2. L13 (04:08)
3. Credo (05:14)
4. The Acid Rain (10:26)
5. Bad Guys (07:10)
6. Silent Running (25:30)

Musicians:
Pito Costa : keyboards, guitar, vocals, programming
Alex Warner : vocals
Juanjo Verdu : electric guitars
Ismael "Viru" Valero : guitar
Angel Lloberas : drums
Bubu King : acoustic guitars
Pep Pascual : baritone, tenor saxes
Albert Lleal, Sam Vitoulis : backing vocals


Acustica Medievale ‎– Acustica Medievale (1982, LP, Italy)




Lato A
Half-Moon Night (3:52)
Celle Qui M'A Demandè (1:46)
Lord Franklin (4:39)
Hoboeckentanz (1:52)
Once I Had A Sweetheart (4:30)
Quando Gli Usignoli (4:43)
Lato B
Branie De Bourgoigne (1:55)
Connemara Cradle Song (4:14)
Ballo Milanese (2:00)
Tedesca II° (1:18)
Hush, Hush (3:30)
Medley: Scioglidita-Dispari-Per Le Corde (4:35)
Twenty Second Sonnet (3:08)

Musicisti
Acoustic Guitar, Classic Guitar, Electric Guitar, Percussion, Vocals – Guido Benigni
Acoustic Guitar, Electric Guitar [Synthesized], Percussion – Massimo Santantonio
Bass, Percussion – Fabrizio Cecca
Flutes, Cromorni, Bombarde, Guitar, Vocals – Paolo Benigni
Violin – Enzo Ciotola

Gruppi britannici dediti a ancestrali melodie folk como Amazing Blondel o Magna Charta riuscirono a varcare i confini inglesi e a farsi apprezzare moltissimo anche in Italia. Ne devono esser stati Suggestati i musicisti di "Acustica Medievale" que nasceu em Roma em 1976. Nelle sue diversas encarnações, que comunque vedono a presença costante dei fratelli Paolo (voz, fiati, chitarra) e Guido Benigni (chitarra, tastiere, fiati, percussioni e voci) e di Massimo Santantonio (chitarre, bandolino), desenvolveu o projeto originário de afrontar um repertório que, parte do Medioevo e do Renascimento Europeu, se expande rapidamente para compreender o material da área celtica e composições próprias.
Le esecuzioni spaziano dalla lettura fedele della partitura con strumentazione d'epoca, alla rilettura creativa, anche attraverso l'ausilio dell'elettronica e di strumenti electrici al fianco di quelli acustici, con brani sia cantati che interamente instrumentali. O acostamento de uma chitarra-synth pré-midi, de um vocoder ou de uma bateria eletrônica ai flauti, ai crumorni, alla bombarda rinascimentale e bretone era certamente una mossa piuttosto temeraria e inovadora a fine anni '70 / primi '80. É, no entanto, uma história cifra expressa que aproveita ao grupo uma riqueza de visibilidade comprovada por numerosos concertos no seu solo nacional, como no ambiente “colti” que não, e perfeito de diversas aparições radiotelevisivas, especialmente “ao vivo” (incluindo a transmissão “DOC” de Renzo Arbore). Foi também a época do revival europeu da música celtica, guiado pelos músicos como Alan Stivell e Chieftains. Com esta última Acustica Medievale foi incluída em 1979 no Festival de Música Celta organizado pelo Folkstudio em Villa Pamphili em Roma, pomba para uma semana viene richiamato ogni sera um público que spesso supera le diecimila unità. Para além de uma década de Acustica Medievale e de casa no Folkstudio di Roma, após o reconhecimento da parte do patrono Giancarlo Cesaroni, ele traduziu a oportunidade de incluir um LP (“Acustica Medievale”, 1982) para a etiqueta homônima, produto destinado a receber revisões ottime sulla stampa specializzata e não.


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