sexta-feira, 20 de junho de 2025

Helloween - Unarmed: Best of 25th Anniversary [2010]

 



Por acaso me peguei reescutando esse álbum ontem e lembrei a polêmica causada quando o disponibilizamos durante a existência da velha Combe. E o que mais incomodou alguns foi justamente o conteúdo textual do post. Por isso, resolvi resgatá-lo sem alterações. E mantenho tudo que disse. Unarmed é um disco que tem um mérito inquestionável: irritou um monte de tr00s. Só por isso, já tem minha admiração eterna. Portanto, vamos ao texto.

Atenção: se você é do tipo que leva tudo a sério, vai achar isso aqui uma piada de extremo mau gosto. Portanto, passe longe, conselho de amigo com a melhor das intenções de poupar-lhe de momentos de mau humor.

Quando você faz uma festa de aniversário, a última coisa que seus amigos esperam é lhe encontrar azedo e rabugento, certo? Pensando nisso, o Helloween decidiu tirar um sarro da própria cara na comemoração de seus 25 anos. Unarmed traz clássicos de diferentes épocas da banda rearranjados de formas totalmente inusitadas, com instrumentos fora do usual para a carreira de um dos baluartes do Metal Melódico. Portanto, antes de clicar no link para download, tenha noção de que deve estar preparado para tudo. Especialmente para dar risada, pois a surpresa será inevitável.



Dito isso, ouvindo os sons com a mente aberta, podemos encontrar algumas passagens bem legais. “Dr. Stein” abre os trabalhos em um formato que fará o mais puritano dos troo deathbangers from hell espernear, fazer cara feia e puxar os cabelos de raiva, que nem a criança retardada que é e sempre foi. “Future World” vem na seqüência com uma levada acústica que dá até pra imaginar os caras na frente de uma fogueira em um acampamento (argh!). Vale citar também a “Keepers Trilogy”, que reúne “Halloween”, “Keeper of the Seven Keys” e “The King For 1.000 Years” na mesma música e o arranjo ainda mais soft para “Forever and One (Neverland)”, altamente propício para uns amassos na gata.

A única pisada no tomate (ou na abóbora, no caso em questão) feia MESMO foi em “I Want Out”. Mas ainda assim, um trabalho indicado para quem sabe que a vida não deve ser levada tão a sério, e que uma característica louvável do ser humano é ter a capacidade de rir de si mesmo. Coisa que, diga-se de passagem, está cada vez mais em falta nos tempos atuais. Talvez seja por isso que a nova geração tenha tantos emos chorões metidos a besta. Agora dá licença que vou escutar mais uma vez esse novo arranjo que transformou “Where the Rain Grows” em uma balada Hard Rock de primeira. Happy, Happy Helloween!!!

Andi Deris (vocals)
Michael Weikath (guitars)
Sascha Gerstner (guitars)
Markus Grosskopf (bass)
Dani Löble (drums)

Harriett Ohlson (Female vocals on “Eagle Fly Free”)

01. Dr. Stein
02. Future World
03. If I Could Fly
04. Where The Rain Grows
05. Keepers's Trilogy
06. Eagle Fly Free
07. Perfect Gentleman
08. Forever & One
09. I Want Out
10. Fallen To Pieces
11. A Tale That Wasn't Right


Kuni - Lookin' For Action [1988]

 



Kuni era uma espécie de herói para os rockers japoneses da década de 80. O guitarrista era considerado resposta local a Yngwie Malmsteen, que então vivia o auge de sua carreira, sempre nos holofotes bululusísticos globais. Vendo o talento do músico asiático, Wendy Dio – sim, a própria – resolveu dar uma força e lhe empresariar. Com um nome forte administrando, vários músicos de renome trabalharam com Kuni em suas gravações de estúdio. Entre outros, podemos citar Eric Singer, Billy Sheehan e Kevin DuBrow.

Lookin’ for Action é o segundo trabalho da banda que levava o nome do guitarrista. E já que a idéia era se equivaler ao gordo egocêntrico sueco, nada melhor que chamar o vocalista que ajudou o próprio a se consagrar. E assim, lá foi Jeff Scott Soto para mais uma de suas 6576257327856106 gravações. Outro destaque do grupo vai para a participação do então desconhecido Mike Terrana na bateria. Aliás, foi através desse trabalho que ele conheceu JSS, que o indicou para a banda de Yngwie, fazendo com que seu nome decolasse de vez na cena. Juntos, eles mandam ver um Hard pesado e com muita melodia e virtuosismo. E aí notamos que o rapaz tem talento mesmo.



O grande mérito do disco é que, apesar de ter o foco em quem dá nome à empreitada, as músicas priorizam aquilo que realmente interessa. Ou seja, as melodias, não virando uma exibição pura e gratuita. Portanto, até mesmo quem não é adepto de “bululus”, “murilos”, “espancamento de gata no cio” e “fritação de abelhas” – além de quealquer outro nome que as técnicas características possam ter em sua terra – pode conferir sem medo. Destaques para as ótimas “Strangers In The Night”, “Memories Of You”, a faixa-título e a saideira com “Someday”.

Kuni (guitars)
Jeff Scott Soto (vocals)
Douglas Taylor Baker (bass)
Mike Terrana (drums)

01. Strangers in the Night
02. Shine On
03. Acoustic Piece
04. Memories of You
05. Lookin for Action
06. Don't Look Back
07. Say Goodbye
08. All Night Long
09. Reckless
10. Eyes of a Stranger
11. Little Rebel
12. Someday



Review: The Struts - Everybody Wants (2016)

 




A Inglaterra costuma revelar ao mundo grandes fenômenos da música, como os gigantes Beatles, Rolling Stones, Led Zeppelin, The Who e Queen, além de ser a terra do NWOBHM e de bandas como Def Leppard, Iron Maiden, Deep Purple, The Cult, entre tantas outras. Sempre se espera um novo grande nome vindo da terra da rainha.

O novo fenômeno vindo da Inglaterra é o The Struts. Formada em 2010, a banda chega ao mundo da música através do seu primeiro álbum, Everybody Wants, que foi disponibilizado às lojas ainda no primeiro semestre de 2016. O grupo ganhou notoriedade antes mesmos de seu debut, quando o single "Could Have Been Me" atingiu a quinta posição nas paradas americanas de rock alternativo e a décima segunda do mainstream.

Em sua sonoridade, o The Struts busca inspirações em seus conterrâneos veteranos incluindo novas sonoridades, porém sem soar datado. O que impressiona logo no começo do play é a performance do vocalista Luke Spiller. Da mesma escola vocal de Dennis DeYoung e Freddie Mercury, a apresentação do rapaz impressiona e leva o ouvinte a imaginar como seria se o inesquecível vocalista do Queen ainda estivesse nesse mundo nos brindando com novos trabalhos. 

Também há grande inspiração nos Stones e no Def Leppard. A banda junta tudo isso e entrega ao ouvinte um álbum de pop rock de altíssima qualidade, sem soar morno e pouco inspirativo, como normalmente grupos desse segmento são. 

Faixas como "Roll Up", "Put Your Money on Me", "Kiss This", "Dirty Sexy Monday" e a já citada "Could Have Been Me" constroem um clima divertido e animado que certamente conquistará até mesmo pessoas que não são adeptas ao estilo






Review: Blues Funeral - The Search (2016)

 



Pouca coisa soa mais verdadeira e pura do que uma homenagem honesta às pessoas que serviram de inspiração para o seu trabalho. O préstimo de reconhecimento aqueles que motivaram e serviram de base para o seu trabalho é algo admirável e digno de nota. Entretanto, em muitos casos é tênue o limiar que separa a homenagem honesta e orgânica do mero plágio, da cópia mercenária e preguiçosa a que muitos se prestam. Felizmente, a banda Blues Funeral pertence ao primeiro grupo e poucos soarão mais verdadeiros e puros que eles nesse ano.

O quarteto texano composto por três membros egressos da banda de heavy/doom metal Sanctus Bellum (Maurice Eggenschwiller, Jan Kimmel e Cory Cousins) e mais Gabe Katz faz nesse seu álbum de estreia, The Search, uma incursão prazerosa e valorosa pelos caminhos do hard rock e do heavy metal, explorando diversas nuances e características inerentes ao rock dos anos 1960 e 1970, passando pelo rock progressivo, pelo rock psicodélico e pelo proto-metal. 

O trabalho é diversificado e referências honrosas a diversas bandas podem ser encontradas aqui e ali: Thin Lizzy, Iron Maiden, Black Sabbath, Scorpions, Deep Purple, King Crimson e outras podem ser notadas compondo o painel musical construído meticulosamente e de forma orgânica pelo Blues Funeral. Entretanto, é fundamental ressaltar que, acima de tudo, o heavy metal é a alma e a essência permeando e construindo a atmosfera da sonoridade dos caras. Certamente, bandas como Thin Lizzy e Iron Maiden, acima de todas as outras, se sentiriam orgulhosas do que os texanos construíram aqui.

Há algo verdadeiramente épico e clássico em Blues Funeral, característica que pode ser notada em The Search, principalmente na parte vocal e também em diversos momentos nas construções instrumentais. Esse elemento pode ser notado de forma contundente nas duas primeiras faixas, "Autumn Dreams" e "Harbinger". Enquanto "Autumn Dreams" é uma canção climática e com ótima atmosfera introdutória dividida igualmente entre o hard rock blueseiro e o heavy metal clássico e tradicional, a excelente "Harbinger" traz as guitarras gritando e anunciando uma peça mais densa, trovejante, que por vezes parece puxar consigo algo da linha Sanctus Bellum e tem um andamento mais profundo, sem abrir mão, entretanto, do aspecto épico citado anteriormente. Em ambas as faixas, impossível deixar de mencionar os ótimos e enérgicos solos de guitarra.

"Planet Void" é uma verdadeira homenagem à NWOBHM e uma canção que até mesmo o Iron Maiden adoraria ter composto, diria eu. Refrão grudento, ótima linha vocal, daquelas perfeitas para serem entoadas como hino em um show. Se não conhecesse a Blues Funeral e não soubesse que essa canção pertence a eles, certamente diria se tratar de algum clássico de uma banda de metal clássica. Apresenta uma demonstração clara e precisa da habilidade de cada um dos integrantes com suas funções, total domínio sobre suas capacidades, tanto de composição quanto de execução.

"Paragon of Virtue" foi a primeira faixa que ouvi desse álbum, a primeira liberada, e imediatamente ficou no coração. Provavelmente é a música que mais destoa do álbum como um todo, tendo uma cadência mais puxada para o hard rock progressivo e com uma presença "sabbathica" conspirando a seu favor em sua atmosfera, a qual também é carregada de pinceladas de rock progressivo e uma certa dose de psicodelia. Conta com uma presença marcante do teclado contribuindo para compor a teia musical da canção, ajudando a construir a que talvez seja a melhor música do disco. Destaque também para o ótimo solo final.

A faixa-título "The Search" é outra das canções mais marcantes do álbum. Com uma veia hard rock setentista pulsante e toques vibrantes de rock progressivo, traz em sua essência uma verdadeira volta ao passado à medida em que vai sendo desvelada. A presença marcante do teclado novamente é vista e tem sua apoteose com um solo de um minuto e meio após os seis minutos da canção! Sim, um incrível solo de teclado de El Janni com um minuto e meio, é teclado pra ninguém botar defeito e só engrandece a canção 

Para encerrar de forma primorosa, "Palmdale" retoma novamente à veia heavy metal e carrega também uma dose de doom rock em sua alma. Talvez seja a canção mais carregada e densa do álbum, uma verdadeira martelada e direcionada ao headbanging, sem sombra de dúvidas! É a cereja do bolo de The Search.

The Search certamente não te levará de volta ao passado, não literalmente. Mas comprovadamente proporcionará uma viagem afetiva musical através de décadas passadas, relembrando bons momentos do desenvolvimento do hard rock e do heavy metal, reverenciando vários ícones dos gêneros e fazendo com que você tenha cerca de 41 minutos de puro deleite sonoro. De forma natural, orgânica e fluída, o Blues Funeral tem um começo brilhante e nos apresenta um dos grandes albums de estreia de nossa época.





Review: Ghost - Popestar (2016)

 




Popestar, lançado em 16 de setembro de 2016, é o segundo EP do Ghost - o primeiro lançamento neste formato, If You Have Ghost, saiu em 2013. Ambos possuem temática similar: uma música própria e quatro versões para canções de outros artistas, em uma tradição que teve início com o single “Here Comes the Sun”, liberando em 2011 e que trazia os mascarados relendo um dos maiores clássicos dos Beatles. A produção é de Tom Dalgety (Opeth, Pixies, Royal Blood).

Como dito, são cinco faixas: a inédita “Square Hammer” e as releituras para “Nocturnal Me” do Echo & The Bunnymen, “I Believe” do Simian Mobile Disco, “Missionary Man” do Eurythmics e “Bible" do Imperiet.

A banda sueca faz parte daquele grupo de artistas que consegue imprimir sua forte identidade sonora não apenas nas suas próprias criações, mas também ao se aventurar por canções alheias. Como já havia feito em If You Have Ghost, o grupo pega para si as faixas coverizadas e faz as músicas soarem como se fossem suas. O resultado final é superior as gravações originais, ainda que duas das releituras sejam para ícones do pop dos anos 1980. 

Mantendo a atmosfera predominantemente climática e teatral característica, o Ghost brinda os fãs com cinco novas músicas que mantém a alta qualidade que já faz parte da carreira de Papa Emeritus e sua turma (uma dica: apesar de mudar de nome a cada novo disco - Papa Emeritus I, II e III -, o vocalista é o mesmo desde o início e atende pelo nome verdadeiro de Tobias Forge). Muito além de gueto do heavy metal, o Ghost caminha passo a passo na construção de uma carreira interessantíssima, inserindo elementos góticos, progressivos e do pop em sua música, tornando-a cada vez mais rica.

O aspecto cênico, com as maquiagens e figurinos e o mistério em torno da identidade dos integrantes, é a cereja do bolo. Some-se a isso a capacidade de criar canções cativantes, com riffs fortes e lindas passagens repletas de melancolia, e temos algo único no cenário da música.

Entre as faixas de Popestar destaque para a grudenta “Square Hammer”, para o clima e arranjos sombrios de “Nocturnal Me” e a beleza dolorida de “Bible”, que fecha o disquinho entregando um dos momentos mais altos da carreira da banda.

Mesmo não tendo o impacto de um álbum completo, Popestar mostra a força do Ghost e evidencia a história singular que a banda está construindo. Não é metal, não é rock, não é pop: é apenas música, e de ótima qualidade, cada vez mais.




NELSON KING (UK): Bluesongs : 2014


 

Artist       : NELSON KING (UK)

Album     : Bluesongs

Year         : 2014

Genre      : Blues Rock

Tracklist  :

1. Looking for You

2. Affairs of the Heart

3. Dirty Road

4 . If The Blues

5. Judgement Day

6. Blues At Midnight

7. Reconsider Baby

8.The Hardest Thing

9.Tough Love

10.You Shakemme Baby

11.Thunder In The Rain

12.Crawling Out Of The Wreckage

MUSICA&SOM ☝


OBOYOB (Bangladesh) : Abirbhab: 2019


 

Artist       : OBOYOB (Bangladesh)

Album     : Abirbhab

Year         : 2019

Genre      : Psychedelic Rock

Tracklist  :

 01 – Upolobdhi 

 02 – Bishshash

 03 – Ditiyo Shotta

 04 – Oronne… Kolponay… 

 05 – Nogor O Nagorik 

 06 – Otopor Bastobota 

 07 – Shadhinota 

 08 – Shopnaboron 

 09 – Brishtir Opekkhay

 10 – Shada-Kalo (Bonus Track) 

MUSICA&SOM ☝


quinta-feira, 19 de junho de 2025

LOU DONALDSON (USA) : Blue Breakbeats : 1998


 

Artist       : LOU DONALDSON (USA)

Album     : Blue Breakbeats

Year         : 1998

Genre      : Soul-Jazz /Jazz-Funk

Tracklist  :

1. Turtle Walk [7:53] 

2. Brother Soul [8:16]

3. Minor Bash [6:14] 

4. Pot Belly [8:07]

5. One Cylinder [6:43] 

6. Caracas [7:15] 

MUSICA&SOM ☝


MEMPHIS SLIM,CANNED HEAT &THE MEMPHIS HORNS (USA) : Memphıs Heat : 1974


 

Artist       : MEMPHIS SLIM,CANNED HEAT
                  &THE MEMPHIS HORNS (USA)

Album     : Memphıs Heat

Year         : 1974

Genre      : Blues Rock

Tracklist  :

1.Back To Mother Earth

2.Trouble Everywhere I Go

3.Black Cat Cross My Trail

4.Mr. Longfingers

5.Five Long Years

6.When I Was Young

7.You Don't Know My Mind

8.Boogie Duo

9.Down That Big Road

10.Whizzle Wham

11.Paris

MUSICA&SOM ☝


Les Baxter – The Pit And The Pendulum (1961)

 




Composer: Les Baxter

Tracklist
1. Main Titles 04:46
2. Francis Inquires 01:32
3. Elizabeth's Tomb 02:46
4. Nicholas' Trauma 06:22
5. Music In The Night 03:09
6. Incipient Madness 02:41
7. Castle Medina 00:58
8. Nightmare 00:40
9. Dark Corridors 01:26
10. Dead End 02:09
11. Nicholas' Guilt 01:45
12. Late Wife 00:24
13. Suspicions 03:03
14. True, True! 05:19
15. Voices And Spiderwebs 05:10
16. Don Medina's Return 02:18
17. The Pit And The Pendulum 06:29
18. End Titles 02:12


The Pit And The Pendulum é um filme de terror de 1961 dirigido por Roger Corman ,
estrelado por Vincent Price , Barbara Steele , John Kerr e Luana Anders .
O roteiro de Richard Matheson foi vagamente inspirado no conto homônimo de Edgar Allan Poe , de
1842. O filme foi o segundo título da popular série de adaptações de Poe lançada pela American International Pictures .
o primeiro tendo sido House Of Usher, de Corman, lançado no ano anterior. Assim como House , o filme conta com cinematografia widescreen de Floyd Crosby ,
cenários projetados pelo diretor de arte Daniel Haller e uma trilha sonora composta por Les Baxter .
Um sucesso de crítica e bilheteria, o sucesso de Pit convenceu a AIP e Corman a continuar adaptando as histórias  de Poe
por mais seis filmes, cinco deles estrelados por Vincent Price .
A série terminou em 1965 com o lançamento de O Túmulo de Ligeia .
Os críticos de cinema notaram a forte influência do filme em vários thrillers italianos subsequentes,
de O Chicote e o Corpo (1963) de Mario Bava a Vermelho Profundo (1975) de Dario Argento. Stephen King descreveu uma das maiores sequências de choque de Pit
como um dos momentos mais importantes do cinema de terror pós-1960.
Leslie Thompson " Les " Baxter (14 de março de 1922 – 15 de janeiro de 1996) foi uma musicista e compositora americana de sucesso.
Depois de trabalhar como arranjador e compositor para bandas de swing,
Desenvolveu seu próprio estilo de música para ouvir com facilidade, conhecido como Exotica , e compôs trilhas sonoras para mais de 100 filmes.
Baxter estudou piano no Conservatório de Detroit antes de se mudar para Los Angeles, no Pepperdine College .
A partir de 1943, tocou saxofone tenor e barítono na big band de Freddie Slack .
Abandonando a carreira de pianista em concertos, voltou-se para a música popular como cantor.
Em 1950, Baxter começou a fazer arranjos e regência para a Capitol Records. 
 e conduziu a orquestra em dois dos primeiros sucessos de Nat King Cole , " Mona Lisa " e " Too Young ".
Ele também gravou o primeiro álbum de Yma Sumac: " Voice Of The Xtabay ",
que pode ser considerada uma das primeiras gravações do Exotica .
Em 1951, ele fez a gravação original de " Quiet Village ", que anos depois se tornou um sucesso para Martin Denny .
Em 1953, ele compôs sua primeira trilha sonora para o cinema, o livro de viagem sobre vela Tanga Tika .
Com sua própria orquestra, lançou vários sucessos, incluindo " Ruby " (1953), " Unchained Melody " (1955),
The Poor People Of Paris " (1956) e " Sinner Man " (1956).
Unchained Melody " foi o primeiro álbum de Baxter a vender um milhão de cópias e foi premiado com um disco de ouro.
The Poor People Of Paris " também vendeu mais de um milhão de cópias.
Ele também alcançou sucesso com álbuns conceituais de suas próprias suítes orquestrais: Le Sacre Du Sauvage , Festival Of The Gnomes ,
Ports Of Pleasure e Brazil Now , os três primeiros da Capitol e o quarto do selo Crescendo de Gene Norman .
A lista de músicos nessas gravações inclui Plas Johnson e Clare Fischer .
Baxter também compôs o tema " Whistle " da série de TV Lassie .
Na década de 1960, ele formou os Balladeers , um grupo folk conservador de terno que, em certa época, contava com o jovem David Crosby .
Mais tarde, ele usou alguns dos mesmos cantores daquele grupo para um projeto de estúdio chamado The Forum .
Trabalhou no rádio como diretor musical de The Halls Of Ivy e dos programas de Bob Hope e Abbott & Costello .
Assim como seus colegas Henry Mancini e Lalo Schifrin , Baxter trabalhou em filmes nas décadas de 1960 e 1970. 
Ele trabalhou em trilhas sonoras de filmes para o estúdio de filmes B American International Pictures 
onde compôs trilhas sonoras para os filmes de Edgar Allan Poe de Roger Corman e outros filmes de terror e festas na praia
incluindo House Of Usher , The Pit And The Pendulum , The Raven , Muscle Beach Party e Beach Blanket Bingo .
Ele também compôs uma nova trilha sonora para o lançamento teatral do filme de terror de 1970, Cry Of The Banshee. 
depois que o AIP rejeitou o original de Wilfred Josephs .
Howard W. Koch lembrou que Baxter compôs, orquestrou e gravou
a trilha sonora completa de The Yellow Tomahawk (1954), num total de três horas, por US$ 5.000.
Quando o trabalho com trilhas sonoras decaiu na década de 1980, ele compôs músicas para parques temáticos como o SeaWorld .










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