Biografia de And So I Watch You From Afar Fundada em Belfast, Irlanda do Norte, em 2005,
AND SO I WATCH YOU FROM AFAR, comumente abreviada para ASIWYFA, é uma banda de math rock de Belfast, Irlanda do Norte. A banda é formada por Rory FRIERS e Tony WRIGHT nas guitarras, Johnny ADGER no baixo e Chris WEE na bateria. Anunciada pela AU Magazine como "uma das propriedades mais badaladas da Irlanda do Norte", esta banda agradará àqueles que buscam uma experiência auditiva mais brutal, à la WE ARE KNIVES ou RUSSIAN CIRCLES. A ASIWYFA se orgulha de sua interação com fãs/público e mantém uma agenda de turnês bastante rigorosa. Em breve, será muito fácil encontrar esses caras em um local perto de você.
AND SO I WATCH YOU FROM AFAR discografia
AND SO I WATCH YOU FROM AFAR top albums (CD, LP, )
The Queen Is Dead é o terceiro álbum de estúdio da banda de rock inglesa The Smiths. Lançado em 16 de junho de 1986 no Reino Unido pela gravadora Rough Trade Records, e em 23 de junho de 1986 nos Estados Unidos pela Sire Records, passou 22 semanas na UK Albums Chart, chegando ao número dois.
Também alcançou a posição 70 na Billboard 200 dos EUA, e foi certificado Ouro pela RIAA no final de 1990. Em 2020, a Rolling Stone classificou The Queen Is Dead em 113º lugar nos 500 melhores álbuns de todos os tempos da Rolling Stone. Em 2013, o NME nomeou The Queen Is Dead como o melhor álbum de todos os tempos. O guitarrista Johnny Marr escreveu a música para várias canções que apareceram no The Queen Is Dead enquanto os Smiths viajavam pela Grã-Bretanha no início de 1985, trabalhando em arranjos com o baixista Andy Rourke e o baterista Mike Joyce durante as passagens de som. O título é do romance de Hubert Selby Jr. de 1964, Last Exit to Brooklyn. A arte da capa apresenta o ator francês Alain Delon no filme de 1964 L'Insoumis.
Foi produzido por Morrissey e Johnny Marr, em trabalho com o engenheiro Stephen Street, que havia criado o álbum de 1985, Meat Is Murder.
The Queen Is Dead passou 22 semanas na UK Albums Chart, alcançando a segunda posição. Alcançou a posição 70 na parada de álbuns pop da Billboard dos EUA e foi certificado Ouro pela (RIAA) Recording Industry Association of America no final de 1990. Foi Aclamado pela crítica, a Rolling Stone classificou o álbum em 113º lugar em sua lista atualizada de 2020 dos "500 melhores álbuns de todos os tempos".
Em junho de 2017, após o 30º aniversário do álbum, The Smiths lançaram versão completa de "The Queen Is Dead" em vinil com outras canções dos The Smiths: "Oscillate Wildly",
"Money Changes Everything" e "The Draize Train" servindo como lados B.
Lista de faixas:
Todas as letras são escritas por Morrissey;
todas as músicas são compostas por
Johnny Marr.
Lado um:
1. "The Queen Is Dead" (includes "Take Me Back to Dear Old Blighty" (medley) : 6:24
2. "Frankly, Mr. Shankly" : 2:17
3. "I Know It's Over" : 5:48
4. "Never Had No One Ever" : 3:37
5. "Cemetry Gates" : 2:39
Lado dois:
1. "Bigmouth Strikes Again" : 3:12
2. "The Boy with the Thorn in His Side" : 3:16
3. "Vicar in a Tutu" : 2:22
4. "There Is a Light That Never Goes Out" : 4:03
5. "Some Girls Are Bigger Than Others" : 3:16
Comprimento total: 36:48.
Pessoal The Smiths:
Morrissey - vocais principais, vocais de
apoio ("Bigmouth Strikes Again";
creditado como Ann Coates)
Johnny Marr - guitarras, orquestração (creditado como The Hated Salford Ensemble), cordas sintetizadas, harmônio, marimba
The Smiths foi uma banda de rock inglesa formada em Manchester, Inglaterra em 1982 e composta por Morrissey (vocal), Johnny Marr.(guitarra), Andy Rourke (baixo) e Mike Joyce (bateria). Morrissey e Johnny Marr formaram a parceria de composição da banda.
Os Smiths são considerados uma das bandas mais importantes que emergiram da música independente britânica dos anos 1980.
Os Smiths assinaram com o selo independente Rough Trade Records em 1983 e lançaram seu primeiro álbum, The Smiths, em 1984.
Seu foco um som de guitarra, baixo e bateria, fundindo rock dos anos 1960 e pós-punk, foi uma rejeição do sintetizador, som pop predominante na época.
Vários singles dos Smiths alcançaram o top 20 do UK Singles Chart, e todos os seus álbuns de estúdio alcançaram o top cinco do UK Albums Chart, incluindo o álbum número um Meat Is Murder (1985). Smiths alcançaram o sucesso mainstream na Europa com The Queen Is Dead (1986) e Strangeways, Here We Come (1987), que entraram no top 20 doTabela de álbuns europeus. No início de 1986, a banda se tornou um quinteto com a adição do guitarrista
Craig Gannon, embora ele tenha saído no final daquele ano, retornando a banda à formação original de quatro integrantes. As tensões internas levaram à separação dos Smiths em 1987, seguida por ações judiciais públicas sobre royalties. Cada um dos membros disse que a banda nunca se reuniria e recusou todas as ofertas para fazê-lo.
Andy Rourke morreu em 2023 de complicações de câncer pancreático. A Rolling Stone incluiu quatro álbuns dos Smiths na lista de 2012 dos " 500 melhores álbuns de todos os tempos ", e incluiu " William, It Was Really Nothing " e
" How Soon Is Now? " na lista de 2004 dos " As 500 melhores canções de todos os tempos ". Morrissey está incluído na lista de 2010 dos maiores cantores da Rolling Stone. Em 2014 e 2015, os Smiths foram nomeados para o Hall da Fama do Rock and Roll.
Origem: Manchester, Inglaterra
Gêneros: Indie pop, indie rock, jangle pop, post-punk, rock alternativo.
Em 23/06/1998: Billy Bragg and Wilco lança o álbum Mermaid Avenue
Mermaid Avenue é um álbum de 1998 com letras inéditas escritas pelo cantor folk americano Woody Guthrie, musicadas e interpretadas pelo cantor britânico Billy Bragg e pela banda americana Wilco. O projeto foi o primeiro de vários projetos organizados pela filha de Guthrie, Nora Guthrie, diretora original da Fundação Woody Guthrie e dos arquivos. Mermaid Avenue foi lançado pelo selo Elektra Records em 23 de junho de 1998. Um segundo volume de gravações, Mermaid Avenue Vol. II, lançado em 2000 e ambos foram coletados em um box junto com o volume três em 2012 como Mermaid Avenue: The Complete Sessions. Os projetos levam o nome da música " Sereia's Avenue ", escrita por Guthrie. Este também era o nome da rua em Coney Island, Nova Iorque, onde Guthrie morava. De acordo com a American Songwriter Magazine, "O projeto Mermaid Avenue é essencial para mostrar que Woody Guthrie poderia iluminar o que estava acontecendo dentro dele, assim como poderia detalhar a situação de seus semelhantes". Foi eleito o número 939 na3ª edição dos 1000 melhores álbuns de todos os tempos de Colin Larkin (2000).
Clube da Esquina é um grupo de músicos, compositores e letristas, que surgiu em Belo Horizonte, Minas Gerais na década de 1960.
Que teve Milton Nascimento, Toninho Horta, Wagner Tiso, Lô Borges, Beto Guedes e Márcio Borges, a sonoridade do Clube da Esquina é intensamente caracterizada como inovadora. Como característica da sonoridade inovadora, têm-se por exemplo uma espécie de fundição das inovações trazidas pela Bossa Nova com elementos do jazz, do rock principalmente os Beatles, com a música folclórica dos negros e mineira, música erudita e música hispânica. Nos anos 1970, esses artistas tornaram-se referência de qualidade na MPB pelo alto nível de performance, disseminaram suas inovações e influência a nível mundial.
A inovação musical do Clube da Esquina e sua sonoridade específica faz com haja a proposta por parte de fãs, crítica e de estudiosos, que o Clube seja considerado mais do que um grupo, um movimento musical. Clube da Esquina é o nome de um dos discos lançados pelo grupo, em 1972. Há ainda o disco Clube da Esquina 2 (1978) e as músicas "Clube da Esquina" e "Clube da Esquina Nº2".
Tanto os discos quanto as músicas foram lançados pelo Clube. Clube da Esquina surgiu da grande amizade entre Milton Nascimento e os irmãos Borges (Marilton, Márcio e Lô), no bairro de Santa Tereza, em Belo Horizonte, na década de 1960. O início da amizade se deu exatamente em 1963, logo depois que Milton chegou à capital para estudar e trabalhar. Milton Nascimento acabara de chegar de Três Pontas, cidade onde morava a família e onde tocava na banda W's Boys com o pianista Wagner Tiso; com Marilton foi tocar na noite, no grupo Evolusamba. Compondo e tocando com os amigos, despontava o talento, pondo o pé na estrada e na fama ao vencer o Festival de Música Popular Brasileira e ao ter uma de suas composições, "Canção do sal", gravada pela então novata Elis Regina. As Influências do Clube da Esquina são vastas.
O fato de ser formado por grande número de pessoas com diferentes formações artísticas, e a sonoridade do Clube da Esquina sofre as influências intensas do jazz, rock, da música erudita, da bossa nova e da música folclórica. Essas influências permeiam todo o campo musical do Clube: os aspectos composicionais das músicas, arranjos, as letras, os processos de gravação em estúdio e os shows.
Os primeiros discos de Milton Nascimento, embora não sejam discos de bossa nova, apresentam a sonoridade muito próxima desse estilo: arranjo orquestrado, formato de canção "voz e violão" são exemplos dessa influência. Na medida que Milton vai agregando cada vez mais pessoas na produção de seus discos, a sonoridade se diferenciado da estética original dos primeiros discos de Milton Nascimento.
O disco Clube da Esquina (1972) é tido muitas vezes como o marco inicial do Clube e nele percebe-se de modo mais claro essa mudança de sonoridade. Os arranjos de Wagner Tiso por exemplo expande o horizonte das músicas para a sonoridade próxima da música erudita
e música de concerto, ao passo que músicos como Nivaldo Ornelas, Toninho Horta reforçam intensas influências jazzísticas como suas proposições harmônicas e performances de improviso. Já músicos como Beto Guedes e
Lô Borges expressam de modo mais claro uma forte influência pelos Beatles e pelo rock.
Ao analisarmos as fichas técnicas dos discos atribuídos ao Clube da Esquina, nota-se que não há nenhum disco do Clube da Esquina.
Ou seja, não foi uma banda criada, mas sim um grupo formado mais ou menos espontâneo. Muitos fãs e inclusive integrantes do Clube consideram que só pertencem ao grupo os discos Clube da Esquina (1972) e Clube da Esquina II (1978). Muitos membros do grupo
já possuíam uma atividade musical anterior
ao disco de 1972, e também mantiveram uma carreira artística própria durante os anos de 1972 e 1978. Por tanto, outra parte dos fãs,
tal como críticos de música, acadêmicos e músicos do Clube acabam considerando discos do Clube todos que tenham em alguma medida as características sonoras particulares desses integrantes, não se limitando apenas aos discos, mas sim uma série de álbuns que, embora únicos e particulares, apresentam ainda sim uma unidade sonora capaz distinta do cenário musical brasileiro daquela época.
Origem: Belo Horizonte, Minas Gerais,
País: Brasil
Gêneros: MPB, rock psicodélico, bossa nova, música experimental, rock progressivo,
Com influência sonoras das odisseias dos mineiros, o disco "Clube da Esquina", de 1972, queria mudar o mundo. Inseminado por jovens que cresceram em uma Minas Gerais com explosão de inventividade musical.
Clube da Esquina II (1978):
Neste disco do ano de 1978, Milton Nascimento e amigos organizam um disco para o lado mais musical, com produção de Ronaldo Bastos.
Accelerate é o penúltimo disco da carreira dos R.E.M. e é o último grande monumento rock deixado pela banda. Accelerate são 35 minutos rasgadinhos e abrasivos.
Os R.E.M. eram, em 2008, uma banda que já não precisava de se reinventar ou procurar novas revoluções. Não deixaram, no entanto, de brindar os adeptos de sempre com uma boa dose de rock’n’roll cuja vitalidade não deixava antever o fim que já espreitava à porta.
“Supernatural Superserious” foi o primeiro single e o retrato perfeito do álbum que apresentou: tema direto, rasgadinho e empolgante, foi um saudável contraste ao mais apagado Around the Sun, álbum editado quatro anos antes.
“Hollow Man”, faixa quatro, é melódica mas intensa, “Until The Day is Done” enfatiza a voz áspera mas doce de Michael Stipe (elogio!), “I’m Gonna DJ” é um culminar eficaz e duro. Não é por acaso que Accelerate foi muito bem recebido pela crítica e fãs: Os R.E.M. souberam, em 2008, manter-se pertinentes sem fugir para ligas que não a sua – e isso não é pouco.
Os fãs dos R.E.M. mais alternativos e mais abrasivos dos anos 1980 talvez se tenham reencontrado com a sua banda naquele que viria a ser o penúltimo álbum de originais do grupo norte-americano. Muitos, eventualmente, já não ligavam patavina aos R.E.M. por esta altura do campeonato. A boa notícia é que nunca é tarde para emendar a mão: Accelerate continua pertinente e enérgico. Abracemo-lo.
Em apenas oito canções, Luís Severo afirma-se como certeza cada vez maior da música nacional. Um disco simples, que parte da estreita relação entre piano e voz, mas rapidamente levanta voo e faz uma ponte entre a Lisboa de hoje e de há 40 anos.
Porém, é essencial uma nota prévia. Para uma fruição plena deste disco, recomenda-se uma escuta inicial descomprometida, para remover a casca que pode parecer colar este artista a outros, de B Fachada a Capitão Fausto, de Zeca Afonso a Jorge Palma. Porque é possível que o primeiro impacto que se tenha com estas canções faça lembrar outros. Mas depois de removida essa casca preconceitual e chegando ao osso das canções, percebe-se que estamos perante um disco belíssimo de um artista que é bem mais que cópia.
Para quem não conhece, Luís Severo é o mesmo que há uns anos lançava música de forma semi-anónima enquanto Cão da Morte; mais tarde, ao lado de Coelho Radioactivo, formou os Flamingos e há dois anos assumiu-se como escritor de canções em nome próprio. Lança agora o segundo álbum, em que se assume ainda mais e dá ao disco o seu próprio nome.
Luís Severo é um disco que o consolida como compositor e intérprete, que embora ainda esteja à procura do seu lugar no cancioneiro nacional, faz aqui uma grande exclamação. Em 2015 ofereceu-nos Cara d’Anjo, um registo mais folgazão, com algumas camadas mais difusas de instrumentos e estilos, mas em que já dava para perceber o quilate do escritor de canções com sentido de melodia altamente apurado.
Dois anos depois, apresenta-nos um álbum mais maduro, mais focado e mais apurado. Onde antes era folgazão, agora está confessional, onde escrevia jovial agora fala de dores de crescimento. Onde era algo difuso, agora centra-se no piano como veículo primordial, acompanhado em doses certas por guitarras, violinos ou flautas.
O novo disco é também fruto de novas circunstâncias. O garoto cresceu, arranjou casa, portanto renda e contas para pagar. E foi gravar o novo álbum para o estúdio de Alvalade, casa dos Capitão Fausto, onde encontrou um local diferente do estúdio anterior, menos movimentado e com mais espaço e tempo para trabalhar as canções, sozinho ao piano. E isto ajudou a moldar o som do novo disco.
Também a zona de Alvalade está embutida neste álbum. Não se vê claramente visto, mas imagina-se facilmente o rapaz a passear naquelas ruas, amplas e arejadas – como arejadas são as canções deste disco – calcorreando da estátua do Stº António até ao Vá-Vá, onde inalou por osmose um pouco de yé-yé (vide “Boa Companhia”).
Não só Alvalade, mas sobretudo Lisboa, não só Lisboa mas sobretudo Portugal, este álbum não podia ter sido feito em qualquer outro sítio do mundo. É certo que há as influências estrangeiras, de Nick Drake a Sufjan Stevens, mas não são fundamentais. Este disco podia ter sido composto por alguém que nunca tivesse ouvido música cantada em inglês. É rica a herança musical portuguesa e Severo faz dela excelente uso, por exemplo, reciclando os baladeiros dos anos 60 e 70. Se queremos falar em influência estrangeira, basta ir a Cabo Verde, aos toques de morna em “Planície (Tudo Igual)”.
Em 8 canções e cerca de meia hora, Luís Severo dá mais um passo num percurso que se adivinha bem sucedido. Não é fácil destacar-se, num cenário em que há cada vez mais gente a fazer e lançar música, mas Severo começa a reclamar um lugar próprio. Seguindo uma estética própria – muitas vezes borrifa-se no formato tradicional de verso/refrão – tem o sentido melódico bem afinado e escreve com tal honestidade que nos desarma. Queremos muito ouvir os próximos discos de Luís Severo para comprovar o que aqui se disse, mas este já ninguém nos tira e é um conjunto de oito canções lindíssimas.
Collapse Into Now foi o sucessor lógico de Accelerate e devolvia os R.E.M. ao rock mais desprendido e imediato. O que poderia ser um retomar elétrico de uma carreira que alternou géneros foi, afinal, o canto de cisne de um grupo marcante.
Editado em 2011, Collapse Into Now é trabalho de uma banda mais que consolidada: sem erros, canções a mais, tempo de indefinição, é um álbum direto e, – à falta de adjetivo mais elaborado, arrisquemos este -, bom. “Discoverer”, logo a abrir, condensa o que de melhor tem este álbum e, na verdade, os R.E.M.: canção eletrificada mas delicada, a voz de Michael Stipe a namorar com a base rítmica, tema imenso.
Contudo, a história de Collapse Into Now está concentrada no que o álbum representou para os R.E.M.: foi, até ver, o último bloco de canções originais a sair da pena dos norte-americanos e, mesmo longe de representar um particular ponto alto numa extensa carreira, este é um conjunto sólido de temas que formam um álbum coeso e sólido.
Há várias colaborações, com o destaque maior a ir para a surpreendente colaboração com Peaches (sim, essa!), na feroz “Alligator Aviator Autopilot Antimatter” – por aqui também andam Eddie Vedder e Patti Smith, amigos de sempre. Resumindo e concluindo: se querem conhecer os R.E.M. e perceber o porquê da sua importância, não arranquem por Collapse Into Now; se o intuito, todavia, for encontrar uma eventual falência criativa que justifique o fim da banda, escutem para se enganar; se, opção certa, procurarem um bom disco rock de uma banda quase sempre infalível, sejam bem-vindos. Até sempre, R.E.M.