quinta-feira, 26 de junho de 2025

ROCK ART

 



CROSBY, STILLS, NASH & YOUNG - 4 WAY STREET - 1971






CROSBY, STILLS, NASH & YOUNG - 4 WAY STREET - 1971

Este é um registro épico de um encontro de lendas vivas do Folk Rock, e vem com uma ótima qualidade de áudio em 320kbps. "4 Way Street", ganha disco de ouro antes mesmo de entrar nos Top Of The Pop's europeu e americano, embora pouco tempo depois realmente viesse a atingir a primeira posição. Com este lançamento, o quarteto conseguiu na época a proeza de ter registrado apenas dois álbuns e emplacá-los diretamente no topo das paradas de sucessos tanto Norte Americana como na Europeia, um grande feito para uma época de grandes estrelas na constelação Folk. Pouco tempo depois que Crosby, Stills Nash & Young se separaram, em 1971, devido às desavenças entre Stephen Stills e Neil Young, era lançado esse álbum duplo "4 Way Street". Uma única rua de quatro mãos... E que mãos!!! Nele encontramos a prova que o mais harmonioso grupo da história do Folk Rock era melhor ao vivo que em estúdio. Acompanhados com eficiência pelo baixista Calvin ‘Fuzzy’ Samuels e pelo baterista Johnny Barbata, o CSN&Y dividiu os quatro lados do lançamento original em vinil em duas partes no CD remasterizado em 1992, acústico e elétrico, fugindo do esperado pelo fãs, um lado para cada um. Todas as suas características estão lá, com erros e brincadeiras, como só acontece quando se está tocando por prazer e a vontade. O disco acústico começa com os últimos acordes de “Suite: Judy Blue Eyes”, de Stills, música que aparece na íntegra no filme “Woodstock”, e é seguida por “On The Way Home”, de Young, aquela mesma que Renato Russo regravou, ou melhor cagou!! Hehehersrsrsr. Temos depois a belíssima “Teach Your Children”, presença obrigatória nos setlists do CS&N até hoje, “Triad” e “The Lee Shore” que são as duas músicas que mais gosto de todo disco (ambas de Crosby), “Chicago” e “Right Between The Eyes” (Nash), “Cowgirl In The Sand” e “Don’t Let It Bring You Down” (Young), “49 Bye-byes/America’s Children” e “Love The One You’re With”(Stills). Para a edição do CD foram incluídas mais 4 músicas no primeiro CD, “King Midas in Reverse” (Graham Nash), “Laughing” (David Crosby), “Black Queen” (Stephen Stills) e o meddley arrasa-quarteirão “The Loner/Cinnamon Girl/Down By The River” (Neil Young). O disco elétrico traz menos músicas, com Nash abrindo caminho com “Pre-Road Downs” para “Long Time Gone” (Crosby), uma longa mais, de treze minutos, versão de “Southern Man” (Young), a violenta canção de protesto contra a morte de quatro universitários, intitulada “Ohio” (Young) e “Carry On” (Stills). O disco fecha com a suavidade e melancolia da faixa acústica, “Find The Cost of Freedom” e um “Boa Noite” sussurrado, que faz com que o ouvinte realmente se sinta lá, participando do show. É um disco obrigatório para qualquer ser vivo!!! ninguém deve passar por este planeta sem escutar essa trabalho musical envolvente e fenomenal!!!






THE MARSHALL TUCKER BAND - SEARCHIN' FOR A RAIMBOW - 1975






THE MARSHALL TUCKER BAND - SEARCHIN' FOR A RAIMBOW - 1975

The Marshall Tucker Band é uma banda americana de Southern Rock com origem em Spartanburg, South Carolina. A banda foi formada em 1972 por Doug Gray (vocalista), George McCorkle (guitarrra), Paul Riddle (bateria), Jerry Eubanks (flauta), e os irmãos Toy (guitarra) e Tommy Caldwell (baixo). Eles logo assinaram com a Capricorn Records e, em 1973, realizaram o seu primeiro EP, The Marshall Tucker Band. Comparados com os pioneiros do Southern, The Allman Brothers Band, The Marshall Tucker Band tem mais influência de Country e Western, com a caracteristica de ter em seu line-up um flautista. “Searchin' for a Rainbow” foi o álbum que alcançou a melhor posição de um trabalho da banda na Billboard 200, Chegando a 15° colocação, sendo contemplado com um disco de ouro. A faixa "Fire on the Mountain", alcançou a posição de 38° colocação na Billboard Hot 100. "Searchin' For A Rainbow" alcançou a 82° posição na Country Singles e "Can't You See", a 75° na Billboard Hot 100. Destaque para as faixas "Fire On The Mountain", "Searchin' For A Rainbow", "Bob Away My Blues", "Can't You See" e "Virginia" que é a que mais gosto desse álbum!!!






THE WHO - LIVE AT LEEDS - 1970






THE WHO - LIVE AT LEEDS - 1970

Um documento histórico do Rock'n Roll. Registro fantástico de uma das mais excepcionais apresentação já feita por uma banda de Rock nesse planeta!!!. Os quatro cavalheiros mais barulhentos do Rock na mais perfeita e estrondosa afinação, com todos no auge de suas performances. Destaco no disco um "A Quick One, While He's Away" com os garotos em perfeita sintonia vocal e musical e a fenomenal interpretação de "Magic Bus" onde se pode ouvir os grunhidos de Keith Moon desesperado como se fosse o Animal dos Mappet's louco pra arrebentar com a bateria!!!! E no disco dois "Amazing Journey" uma aula de come se faz o verdadeiro Rock'n Roll e colada nela a estupenda performance de Peter Thousand em "Sparks" porrada na moleira, e a lenda musical "Pinball Wizard" em que todos os quatro moleques estão kikando nos cascos da harmonia musical, e em plena sintonia nas quebradas rítmicas que só o The Who sabe fazer!!!!




THE ALLMAN BROTHERS BAND - BROTHERS AND SISTRES - 1973




Aqui temos o primeiro disco de estúdio sem a participação de Duane, que poderia ser considerado uma obra-prima se lançado por qualquer outra banda. Aqui eles se distanciam do Blues-Rock mais áspero em direção ao Southern Rock Clássico, com muito mais groove e bastante Country, mudança provocada pela maior influência de Dickey Betts e do novo pianista Chuck Leavell. Betts compõe grandes faixas como o grande sucesso “Ramblin’ Man”, “Southbound”, ou a clássica faixa instrumental “Jessica”, além da acústica “Ponny Boy” que fecha um disco impecável. Durante a gravação foi a vez do baixista Berry Oakley porrar sua moto e passar dessa pra uma melhor, e por isso só chegou a gravar duas faixas do disco. A minha predileta desse álbum é a linda e completa "Come And Go Blues" tudo tocado na maior harmonia!!!! 





KLUSTER - Klopfzeichen - 1970

 



Klopfzeichen é o marco inaugural do Kluster, um projeto ousado e profundamente experimental, formado por três mentes brilhantes que ajudaram a moldar os caminhos da música eletrônica. Cada um dos integrantes — Conrad Schnitzler, Hans-Joachim Roedelius e Dieter Moebius — trouxe uma bagagem única e essencial para a criação deste disco que ainda hoje soa desafiador, sombrio e fascinante.

Conrad Schnitzler participou do primeiro álbum do Tangerine Dream, fundou o Eruption — outra pérola do Krautrock, com apenas um disco lançado — e mais tarde seguiu uma carreira solo prolífica, deixando um legado imenso para a cena eletrônica alemã dos anos 70. Sua abordagem radical e visionária ajudou a expandir os limites do som e da forma.

Hans-Joachim Roedelius, um verdadeiro ídolo pessoal (e infelizmente ainda pouco conhecido do grande público), foi figura chave no surgimento do movimento eletrônico/ambiental na Alemanha. Além de integrar o Kluster, foi um dos fundadores do lendário Zodiak Free Arts Lab, centro nevrálgico da música experimental em Berlim, criado em 1969. Por lá passaram nomes fundamentais como Ash Ra Tempel, Agitation Free, Curly Curve e o próprio Tangerine Dream. Roedelius é também um dos precursores da ambient music, sendo reverenciado até hoje por suas obras solistas e colaborações.

Dieter Moebius, outro gigante silencioso, também desempenhou um papel crucial na ascensão do Krautrock. Ao lado de Roedelius, fundou em 1974 a maravilhosa Harmonia, grupo que contou com a presença iluminada de Michael Rother, ex-Neu! e Kraftwerk. Moebius ainda colaborou com nomes como Conny Plank e Mani Neumeier (Guru Guru) em diversas explorações sonoras no universo da ambient e da música eletrônica experimental.

Assim como sua capa minimalista e misteriosa, Klopfzeichen entrega uma experiência sonora densa, livre de melodias convencionais ou ritmos definidos. A faixa de abertura é particularmente marcante: uma espécie de oração recitada em alemão por uma voz feminina inquietante, quase demoníaca — que mais tarde também aparece no disco do Eruption, ao lado de Schnitzler.

O nome Kluster foi usado até meados de 1971, quando Schnitzler deixou o grupo. A dupla restante — Moebius e Roedelius — passou a assinar como Cluster, agora com a colaboração decisiva de Conny Plank na produção. Essa nova fase rendeu nada menos que oito discos de estúdio, encerrando a trajetória com um último álbum em 2009.


TRACKS:

1. Klopfzeichen, Pt. 1

2. Klopfzeichen, Pt. 2

MUSICA&SOM ☝






BLACKWATER PARK - Dirt Box - 1972

 



Originária de Berlim, esse obscuro registro é um daqueles segredos bem guardados da cena progressiva alemã dos anos 70. Pouco lembrada até mesmo por muitos entusiastas do gênero, a banda se destacava por uma sonoridade mais voltada ao hard rock, com guitarras pesadas, riffs marcantes e passagens quentes de Hammond — tudo isso embalado por um vocalista britânico de timbre forte e presença impressionante.

Seu único registro, Dirt Box, foi gravado em dezembro de 1971 e lançado no ano seguinte pelo selo BASF. O disco é um verdadeiro passeio por atmosferas densas e energéticas, que equilibram técnica, peso e melodias com grande competência.

Destaque especial para a terceira faixa, “Indian Summer”, uma verdadeira explosão de entrosamento e virtuosismo. Nela, fica clara a qualidade dos músicos envolvidos e o quanto a banda tinha a oferecer — se tivesse tido mais chances.

O álbum se encerra com uma surpreendente versão de “For No One”, clássico de Lennon e McCartney lançado no Revolver dos Beatles, em 1966. A releitura é respeitosa, mas ao mesmo tempo ousada, trazendo a identidade do Blackwater Park para uma composição que tende a ser melhor do que a original. Que me perdoem os fãs mais enérgicos do quarteto britânico.  

Como tantas boas bandas da época, o BP teve uma trajetória curta, injustamente esquecida, que integra o seleto grupo dos chamados “one shot” — bandas que lançaram apenas um álbum e desapareceram.

Hoje, Dirt Box é item de desejo entre colecionadores, com edições originais sendo negociadas por valores altíssimos. Recentemente, vi um exemplar à venda por €450 em um renomado site especializado.

Felizmente, o sempre salvador selo Second Battle resgatou essa pérola do esquecimento com uma reedição em CD, possibilitando que o álbum finalmente receba o reconhecimento que merece — e continue alcançando novos ouvintes.

Sem dúvida, o Blackwater Park é uma das bandas mais subestimadas da década de 70, e que muito recomendo.


TRACKS:

1. Mental Block
2. Roundabout
3. One's Life
4. Indian Summer
5. Dirty Face
6. Rock Song
7. For Noone


MUSICA&SOM ☝





ÄLGARNAS TRADGARD - Framtiden Är Ett Svävande Skepp, Förankrat I Forntiden - 1972

 



O nome é estranho e impronunciável, o som também — e é exatamente isso que torna o Älgarnas Trädgård tão fascinante. Esse sexteto sueco lançou apenas um álbum oficial, mas foi o bastante para deixar sua marca na música nórdica com um experimentalismo singular e ousado.

Sua sonoridade pode ser descrita como uma espécie de Krautrock de alma escandinava, combinando elementos eletrônicos e acústicos de forma surpreendente. Sintetizadores analógicos como o Moog e o VCS3 se entrelaçam com guitarras, baixo e bateria, ao lado de instrumentos mais arcaicos e étnicos como cítara, violino, rabeca e a tabla — instrumento de percussão tradicional indiano. O resultado é uma fusão ousada de Krautrock, rock progressivo, música indiana e folk nórdico, criando uma atmosfera densa, mística e absolutamente hipnótica.

A maior parte do álbum é instrumental e bastante complexa, pontuada por vocais esparsos em sueco que acrescentam um charme enigmático ao conjunto. Em alguns momentos, o som flerta com a psicodelia do Pink Floyd do final dos anos 60 — o que levou alguns a apelidarem o grupo de “o Pink Floyd nórdico”. A comparação é compreensível, mas talvez um pouco generosa. O Älgarnas tem identidade própria e mergulha ainda mais fundo na experimentação.

A banda era liderada por um multi-instrumentista de grande talento, que também se destacava nas artes visuais. Ele é o responsável pela bela capa do disco de estreia e também assinou as artes de dois álbuns do lendário músico sueco Bo Hansson, lançados em 1974 e 1975.

Após o lançamento desse disco enigmático, o grupo ainda fez algumas apresentações ao vivo em festivais, mas acabou se dissolvendo algum tempo depois. Ficou inédito, por décadas, um material gravado entre 1973 e 1974, que só viria a ser lançado em 2001 sob o título Delayed. Esse segundo álbum apresenta uma sonoridade diferente, mais crua e voltada para guitarras e baterias pesadas, mas ainda carregada de psicodelia e criatividade.

Recomendo fortemente o disco de estreia do Älgarnas Trädgård a quem busca a verdadeira essência do Krautrock, com suas camadas densas, atmosferas cósmicas e ousadia sonora. Ouça a última faixa do álbum e perceba a clara influência da carreira solo do mestre Klaus Schulze — um encerramento à altura de uma obra tão incomum quanto inesquecível.


TRACKS:

1. Två Timmar Över Två Blå Berg Med En Gök På Vardera Sidan, Om Timmarna, Alltså 

2. Det Finns En Tid För Allt, Det Finns En Tid Då Även Tiden Möts 

3. Möjligheternas Barn 

4. Tristans Klagan 

5. Viriditas

6. Saturnus Ringar 

7. Framtiden Är Ett Svävande Skepp, Förankrat I Forntiden 

8. 5/4 (bônus)

9. The Mirrors of Gabriel (bônus)


MUSICA&SOM ☝






ERLKOENIG - Erlkoenig - 1973

 



Com um nome retirado do poema sombrio Der Erlkönig, de Johann Wolfgang von Goethe — ícone máximo da literatura germânica do século XVIII —, o obscuro grupo Erlkoenig surgiu na efervescência musical da Alemanha do início dos anos 70, unindo o lirismo do rock progressivo sinfônico à ousadia hipnótica do krautrock.

Formado por quatro músicos talentosos, embora praticamente anônimos, o Erlkoenig entregou um único e brilhante registro sonoro em 1973, lançado de forma quase clandestina: apenas mil cópias prensadas, distribuídas em festivais pelo país. Uma pérola rara, por muito tempo esquecida — até ser redescoberta e resgatada anos depois pelo selo Garden of Delights, especialista em exumar preciosidades soterradas do underground alemão.

O grande destaque do disco é o tecladista Eckhardt Freynik, que imprime personalidade com seu órgão de timbre profundo, quase sacro, evocando ambientes densos e carregados de misticismo. Sua presença é fundamental para a construção da sonoridade do grupo — entre o sombrio e o sublime —, e conduz boa parte das faixas com autoridade e sensibilidade. A banda como um todo atua em alto nível, entregando composições ricas em detalhes, repletas de climas e variações, como se cada peça contasse uma narrativa instrumental.

Grande parte é instrumental mas quando os vocais do mago baterista Michael Brandes aparecem, o som se torna ainda mais original e um tanto cativante, sem contar que as letras são todas vocalizadas em inglês mas com um forte e peculiar sotaque alemão.

Ao surgirem os vocais — sempre a cargo do baterista Michael Brandes —, a música ganha um caráter ainda mais singular. Seu timbre grave e expressivo, aliado a um forte sotaque alemão ao cantar em inglês, confere uma identidade marcante às faixas. Longe de soar forçado, esse sotaque adiciona autenticidade  ao disco, reforçando o caráter artesanal e visceral da obra. Os vocais não são frequentes, mas quando aparecem, eleva o nível do álbum em uma inesperada dimensão.

Como tantos gênios do progressivo alemão, o Erlkoenig teve uma trajetória tão breve quanto brilhante. Seu único álbum foi lançado em 1973, numa edição de apenas mil cópias, vendidas diretamente em festivais pelo país. Sem apoio de gravadora nem distribuição comercial, o disco desapareceu tão como surgiu — tornando-se, por décadas, uma relíquia oculta entre os colecionadores mais assíduos.

O ótimo trabalho do selo Garden of Delights trouxe resgatou os originais e lançou.uma boa remasterização em CD que preserva toda a atmosfera original, além de contar com quatro faixas bônus que enriquecem ainda mais a qualidade desse belo registro.


TRACKS:


1. Erlkoenig Impression

2. Tomorrow

3. Thoughts

4. Castrop-Rauxel

5. Blind Alley

6. Divertimento


Bônus:

7. The Lad in the Fen

8. Love is Truth

9. Run Away

10. Monday Morning  

MUSICA&SOM ☝





APOTEOSI - Apoteosi - 1975



Quinteto italiano de alto nível, liderado por três irmãos e produzido pelo próprio pai. A formação contava com Silvana Idà nos vocais, Federico Idà no baixo e flauta, e o caçula Massimo Idà nos teclados. E aqui vale uma pausa: Massimo tinha apenas 14 anos quando o disco foi lançado — e, sinceramente, dá um baile em muito tecladista consagrado por aí.

O garoto dominava piano, Hammond e Moog com uma naturalidade impressionante. Sua performance é tão segura e virtuosa que seria capaz de deixar figuras como Franco Mussida e Flavio Premoli embasbacados.

O grupo apresenta um progressivo marcadamente sinfônico, conduzido pela delicadeza do vocal de Silvana — um diferencial dentro da cena italiana, majoritariamente comandada por vozes masculinas potentes. Silvana imprime um lirismo suave, provavelmente influenciado pela maior de todas: Annie Haslam.

O baterista Marcello Surace também brilha com passagens criativas e viradas cheias de personalidade. Federico Idà, por sua vez, entrega solos de flauta que enriquecem ainda mais o conjunto, remetendo aos momentos mais inspirados da fase Gabriel no Genesis.

Destaque absoluto para as duas primeiras faixas do álbum, que resumem com perfeição o que havia de mais sofisticado e cativante no progressivo sinfônico italiano da época: elegância instrumental, emoção e uma criatividade ímpar.


TRACKS:

1. Embrion

2. Prima Realta / Frammentaria Rivolta

3. Il Grande Disumana / Oratori (Chorale) / Attesa

4. Dimensione Da Sogno

5. Apoteosi






Destaque

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