terça-feira, 28 de outubro de 2025

THE DARK SIDE OF THE MOON

 


Lançado há cinquenta e dois anos, no dia 24 de Março de 1973, no Reino Unido, um disco histórico, The Dark Side Of The Moon, o oitavo disco do Pink Floyd, que correspondeu a uma pequena e importante mudança no som da banda, caracterizada pela diminuição na duração das canções com letras mais pessoais e instrumentais menores. O álbum, inicialmente, seria chamado de Eclipse.


Os integrantes originais: Syd. Nick, Roger e Rick
O grupo Pink Floyd foi fundado em 1965, pelos estudantes Syd Barrett (guitarrista e vocalista), Nick Mason (baterista), Roger Waters (baixista e vocalista) e Richard Wright (tecladista e vocalista), tornaram-se populares tocando no cenário alternativo londrino. Sob a liderança de Barrett, lançaram dois singles de sucesso e um bem-sucedido álbum de estreia, The Piper at the Gates of Dawn, de 1967. 

The Piper at the Gates of Dawn

David Gilmour foi integrado como o quinto membro em dezembro de 1967, enquanto Barrett saiu, em abril de 1968, por uma deterioração mental causada por psicotrópicos e drogas pesadas. 
Gilmour

A partir deste período, a banda se reinventou, Waters passou a ser o principal letrista e responsável pelos conceitos de álbuns como The Dark Side of the Moon (1973), Wish You Were Here (1975), Animals (1977) e The Wall (1979).

Entre 1972 e 1973, Pink Floyd não era um nome importante no mundo da música, não detinha grandes sucessos de vendagem.

Ainda abalado pela saída de Syd Barrett, que durante os primeiros anos foi o líder e principal compositor da banda, nesse período conturbado nasceu um disco amargo, que falava da vida nas suas mais míseras partes.

Meddle
O grupo se reunião, entre junho de 1972 a janeiro de 1973, no estúdio Abbey Road, em Londres, para gravarem o álbum. Syd Barrett foi o personagem que inspirou Roger Waters, David Gilmour, Nick Mason e Richard Wright para a temática do disco, principalmente na referência à loucura.

O conceito básico do disco foi desenvolvido quando a banda estava ensaiando no Broadhurst Gardens Studios em Londres para a turnê do álbum Meddle.

A banda sairia numa turnê pelo Reino Unido, Estados Unidos e Japão. Não era o objetivo naquele momento criar material novo, entretanto as ideias foram aparecendo. Roger Waters propôs que o novo material fosse apresentado já naquela nova turnê, contando que sua principal ideia era criar canções que focassem em coisas que "cansam as pessoas", assim como na pressão que os integrantes sofriam por seu estilo de vida e os problemas envolvendo Syd Barrett, todos concordaram.

O grupo trabalhou junto na criação do material novo, Roger gravou as primeiras fitas demo em um pequeno estúdio próprio em sua casa em Londres. 

O ensaio do novo material foi em segredo num pequeno armazém que pertencia aos Rolling Stones, posteriormente migraram para o Rainbow Theater

Os músicos compraram novos equipamentos, incluindo amplificadores, uma mesa de mixagem e um conjunto inteiro de iluminação de palco.


álbum do Medicine Head
Então veio a ideia de realizar um concerto com suas novas canções, antes mesmo de gravá-las, ali mesmo e providenciaram mais de nove toneladas em equipamentos, e o novo projeto foi intitulado como The Dark Side of the Moon.

Entretanto a banda Medicine Head já tinha lançado um disco com aquele título, mudaram então para Eclipse, pouco tempo descobriram que o álbum havia sido um fracasso comercial e então voltaram ao nome inicial.

Gravação Pirata dos Shows
O concerto Dark Side of the Moon: A Piece for Assorted Lunatics foi realizado pela primeira vez no Rainbow em 17 de fevereiro de 1972 com uma plateia formada apenas por jornalistas e críticos, e recebeu avaliações muito boas de quase todos os presentes. 

As novas canções foram apresentadas quase que na mesma ordem em que foram lançadas no disco, mas o som apresentava algumas diferenças em relação ao que mais tarde foi lançado, principalmente devido à falta de sintetizadores e aos momentos em que liam alguns trechos da Bíblia no começo de algumas canções.

A banda seguiu fazendo pausas estratégicas na turnê para realizar as gravações em estúdio, realizando o último concerto novamente naquele teatro em 4 de novembro de 1973.
Alan Parsons ao centro
No estúdio a banda trabalhou ao lado do engenheiro de som Alan Parsons, com quem já haviam trabalhado no disco Atom Heart Mother e que já era famoso por ter trabalhado no Álbum Abbey Road dos Beatles. Para as sessões, foram usadas as técnicas mais avançadas disponíveis na época.
Interior do Estúdio Abbey Road onde o disco foi gravado

A capa do disco, que juntamente com a Abbey Road dos Beatles é das mais famosas imagens do rock. 

A arte de um disco muitas vezes pode até ser isenta de significado, no entanto, não é o caso desse álbum, nela cada detalhe foi milimetricamente calculado para que o resultado trouxesse inúmeros significados às ideias da banda para o álbum, um feixe de luz transpassando um prisma e se decompondo em um espectro de cores. 



Uma metáfora, não só para as dúvidas que a humanidade possui, mas para a própria humanidade. A astronomia diz que a lua tem um lado oculto que ninguém foi capaz de ver. 

O título relaciona esse “lado oculto da lua” como o lado que todo ser humano possui e tenta esconder, nosso lado repleto de falhas, mas o mais humano. De todos os detalhes envolvidos na capa, apenas um não possui base em estudos muito profundos.

A luz branca se divide em seis raios coloridos, ao invés das sete cores tradicionais do arco-íris. Teria isso algum significado em especial? “Não. Na verdade, o azul escuro não ficou esteticamente bonito junto das outras cores e então resolvemos tirá-lo fora, porque a arte deve estar acima da ciência“. 


Storm Thorgerson entre David Gilmour e Roger Waters
Além das inúmeras interpretações, uma mais simples é citada por Storm Thorgerson, o designer responsável pela arte:
“como aquele simples som – representado pelo feixe – poderia significar uma complexidade de coisas que a banda queria tratar.”

As faixas se apresentam na seguinte ordem, no vinil quase não se percebe a mudança das faixas:

Speak to me, foi composta por Mason, – com uma introdução com sons de máquinas de escrever, risadas e barulhos aleatórios introduzem o ouvinte no clima de loucura do disco.

Breathe, de autoria coletiva da banda, elimina toda aquela balbúrdia e tudo muda para a melancolia da faixa, um poema sobre a miséria humana, cantado por David Gilmour.

On the Run retoma o som alucinado, representando a loucura causada pelas drogas, em forma de efeitos eletrônicos, o instrumental foi composto por Gilmour e Waters.

Time, outra composição coletiva, é um dos maiores destaques do Pink Floyd, o clima tenso de sua introdução acumula até certo ponto e desaba em letra e melodia bem fortes, cantadas por Gilmour e Wright. A poesia da letra retrata o envelhecimento em versos como And you run and run/ To catch up with the sun/ But it’s sinking (E você corre e corre/ Pra alcançar o sol/ Mas ele está se pondo) e o medo da morte nos versos But you are older/ And shorter of breath/ And one day closer to death (Mas você está mais velho/ E com menos fôlego/ E a cada dia mais próximo da morte).

Clare Torry
The Great Gig In The Sky, de Rick Wright, é uma metáfora para o desespero que tudo o foi apresentado até aqui no disco, a voz de Clare Torry demonstra momentos de desespero e de relaxamento.



Money, composição de Roger Waters, tem um clima animado pra falar do dinheiro e de todo seu poder, retratados na voz de David Gilmour, com a participação do saxofonista, Dick Parry.

Dick Parry.
Us And Them traz a solidão num brilhante arranjo, uma das melhores canções que a banda já fez, de autoria de Waters e Wright e interpretadas por Wright e Gilmour.

Any Colour You Like, parceria de Gilmour, Mason e Wright, é outra faixa instrumental que representa os estados alterados da mente através da guitarra psicodélica de David Gilmour.


Brain Damage, de Roger Waters e também vocalista, se caracteriza pelo tom apropriado pra falar de Syd Barret, as drogas e a loucura são o tema central aqui. Roger Waters parece escrever diretamente para seu amigo: “I will see you on the dark side of the moon”.

Eclipse é escrita com a métrica de uma poesia. Trata de um resumo das ideias colocadas no disco, simplifica o ser humano com atos e metáforas em um arranjo que parece de fim de espetáculo, também escrita e cantada pro Waters.



O álbum começa e termina com o mesmo som, o pulsar de um coração.

Aconselha-se a ouvir o álbum na sequencia e viajar na loucura apresentada.

Em quase todas as faixas podem ser ouvidas conversas e frases ao fundo, são vozes de pessoas selecionadas pela equipe de gravação, feitas em forma descontraída. Algumas vozes incluem risadas um tanto assustadoras, além de frases aleatórias.

Speak To Me
I’ve been mad for fucking years, absolutely years, been over the edge of yonks, been working me buns off for bands… (Eu tenho estado louco por malditos anos, um longo tempo, tenho estado no limite, tenho trabalhado muito por bandas…)
I’ve always been mad, I know I’ve been mad, like the most of us… very hard to explain why you’re mad, even if you are not mad… (Eu sei que fui louco, eu sempre fui louco, como a maioria de nós… muito difícil de explicar porque você está com raiva, mesmo se você não é louco…)

On The Run
Live for today, gone tomorrow, that’s me! (Vive pra hoje, se vai amanhã, esse sou eu!)

Great Gig In The Sky 
I never said I was frightened of dying. (Eu nunca disse que estava com medo de morrer.)

Us And Them
I haven’t had a good thump in years, absolutely years. (Eu não tive um bom baque em anos, absolutamente em anos.)
I don’t know! I was really drunk at the time. (Eu não sei! Eu estava muito bêbado na hora.)

Brain Damage
I can’t think of anything to say except… ahahahahahaha! I think it’s marvellous! (Eu não consigo pensar em nada, exceto… ahahahahahaha! Eu acho maravilhoso!)

Eclipse
There is no dark side of the moon, really… as a matter of fact it’s all dark.
(Não há lado escuro da lua, na verdade… ela é toda escura.) – última frase do disco quase inaudível.

The Dark Side of The Moon vendeu mais de quinze milhões de cópias, considerado o terceiro álbum mais vendido do mundo.



Há uma lenda que o disco teria um sincronismo com o filme o Mágico de Oz. Tocando o disco após o terceiro rugido do leão da MGM, a sincronia entre filme e álbum será incrivelmente quase perfeita. A sincronia vai desde as melodias – que se encaixam muito bem nas cenas, parecendo trilha sonora – até frases que combinam com o que está acontecendo no filme. Eis alguns trechosNum especial para a MTV em 2002, os membros da banda afirmam que não poderiam planejar isto, mesmo por que não era possível reproduzir o filme no estúdio. 

Embarquem nessa viagem




As 10 melhores músicas dos Beach Boys de todos os tempos

 Os Beach Boys

O fato de apenas um dos Beach Boys surfar não os impediu de se tornarem a banda de surfe por excelência dos anos 1960. Enquanto os Beatles e os Rolling Stones passaram os últimos anos da década explorando material progressivamente mais sombrio, os Beach Boys nunca abandonaram seu modus operandi original (exceto em algumas músicas menores, mas todos se permitem um erro ocasional). Este foi um grupo que não apenas personificou o som californiano, mas também o foi pioneiro. Se uma música não incluísse pelo menos uma referência a carros , surfe e garotas, ela não entrava no álbum. Era adolescente e um pouco trivial, mas era gloriosa. Não durou. Na década de 1970, os Beach Boys estavam acabados em tudo, exceto no nome. Eles continuaram lançando discos, mas com retornos cada vez menores. Mas um final ruim não desvaloriza um belo começo. Prepare-se para algumas boas vibrações enquanto contamos as 10 melhores músicas dos Beach Boys de todos os tempos.

10. Bárbara Ann

 

Barbara Ann não é grande e não é particularmente inteligente. De qualquer forma, não importa. Uma cantiga fofa sobre uma garota chamada Barbara Ann que gosta de te pegar pela mão e te fazer dançar e dançar, é um prazer simples que foi criado para fazer nada mais, nada menos, do que te proporcionar alguns minutos de audição tranquila.

9. All Summer Long

Antes que as drogas e a bebida fizessem o seu trabalho perverso com os Beach Boys, eles eram caras simples, com gostos simples. Eles não queriam nada além de "camisetas, shorts e um par de tangas". O dia perfeito envolvia sol, surfe e, possivelmente, uma garota. Nada mais, nada menos. "All Summer Long" captura esse momento. Uma nota agridoce pode surgir no final, quando eles percebem que "não vai demorar muito até o verão acabar", mas, enquanto durou, foi glorioso.

8. Surfin’ USA



Como bem observa o site coed.com , "Surfin' USA" é provavelmente a música mais conhecida dos Beach Boys. E por um bom motivo. Numa época em que os adolescentes começavam a usar preto, ler Nietzsche e se preocupar com o que soprava no vento, "Surfin' USA" representava um conjunto de valores e um estilo de vida muito diferentes. A pior coisa da vida era perder a onda perfeita, e não havia nada que não pudesse ser corrigido com um pouco de sol e areia. É uma coisa inebriante.

7. Forever

Na década de 1970, a banda estava prestes a deixar de ser um sonho adolescente e se tornar um pesadelo de meia-idade. Mas antes de serem relançados, renomeados e descartados como uma banda de velharias, eles tinham mais alguns truques para usar. "Forever" é um deles. Mostrando o quão longe ele havia chegado desde os primeiros dias da banda, Dennis Wilson assumiu a responsabilidade e entregou uma das faixas mais inovadoras que a banda já havia feito. Como diz faroutmagazine.co.uk, "Forever" deixa claro que o irmão Wilson do meio havia encontrado sua voz, e ela era tão equilibrada quanto todos esperávamos.

6. California Girls

California Girls” é uma peça pop simples e saborosa que oferece exatamente o que você espera dos Beach Boys: sol, surfe e garotas. Em termos de letras, não passa de uma homenagem aos atrativos femininos do estado natal dos garotos. Musicalmente, é algo a mais, com sofisticação e precisão suficientes para merecer muito mais do que a paródia sinistra dos Beatles, “Back in the USSR”.

5. Wouldn’t It Be Nice

Wouldn't It Be Nice” é uma abertura icônica para um álbum icônico. A banda jamais superaria “Pet Sounds” – embora “Wouldn't It Be Nice” não seja necessariamente a melhor música da banda, isso diz mais sobre as outras músicas do que sobre ela. A intimidade da letra, que gira em torno de um jovem casal jovem demais para se casar, mas velho o suficiente para sonhar, é perfeitamente contrabalançada pela qualidade radiante da melodia. A única tragédia do single era o fato de que, ao virar a página, você ouvia “God Only Knows” e rapidamente a esquecia completamente.

4. Don’t Worry Baby



Se você está procurando a música pop perfeita, não procure mais que "Don't Worry Baby". Uma homenagem aos sons animados dos grupos femininos do início dos anos 60, "Don't Worry Baby" é uma balada suave com uma simplicidade e pureza que não apenas presta homenagem ao esplendor de "Be My Baby", das Ronettes, mas chega tão perto quanto qualquer música jamais chegou de igualá-la.

3. I Get Around


Independentemente do que os Beach Boys às vezes continham em seus álbuns, eles eram sempre divertidos. Considerando que um de seus membros era maníaco-depressivo e outro era um conhecido (reconhecidamente de curta duração e, em última análise, hostil) de Charles Manson, "diversão" não era necessariamente algo fácil para eles. Mas o que quer que estivesse acontecendo em suas vidas pessoais, não interferia na música. "I Get Around" é uma pequena maravilha. Repleta de sol e ondas, é o hino definitivo da Costa Oeste. Maravilhosamente simples e completamente livre da pregação e do proselitismo que aconteciam em outras partes da cena musical da época, é divertido. Puro, simples, divertido. E não há nada mais glorioso do que isso.

2. Good Vibrations

Segundo a Wikipédia , "Good Vibrations" foi o single mais caro já gravado na época de seu lançamento. Foi um dinheiro bem gasto. Líder das paradas tanto no Reino Unido quanto nos EUA, sua complexidade, estrutura, equilíbrio e elegância absoluta a tornam uma das músicas mais importantes do cânone dos Beach Boys e uma das melhores de toda a era.

1. God Only Knows

Em qualquer tabela de classificação de grandeza, só pode haver um vencedor. E o vencedor aqui sempre seria, só pode ser e sempre será "God Only Knows". Esta não é simplesmente uma boa música. Não é nem mesmo apenas uma ótima música. Na verdade, é possivelmente "a melhor música já escrita". Paul McCartney disse isso, e se alguma vez houve um homem que entende um pouco de grandes músicas, é ele. Uma obra-prima de emoção, ritmo e complexidade lírica, "God Only Knows" é a obra-prima de Brian Wilson. Sua busca pela perfeição pode ter levado a banda ao fim (e a ele também), mas também nos deu uma das peças mais celestiais do pop já criadas. Se você só tem tempo para uma música dos Beach Boys na sua playlist, que seja esta.

As 10 melhores músicas dos Barenaked Ladies de todos os tempos

 Mulheres nuas

The Barenaked Ladies é uma das bandas de rock mais famosas do Canadá. Eles estão na ativa há mais de três décadas, então não é surpresa que tenham lançado bastante material. É claro que algumas dessas músicas são muito melhores que outras.

10. Lovers in a Dangerous Time

Originalmente, "Lovers in a Dangerous Time" era uma canção do cantor e compositor canadense Bruce Cockburn. Segundo a lenda, a inspiração veio do próprio indivíduo que viu um casal de adolescentes em um romance no pátio da escola , contrastando-o com as incertezas do mundo da Guerra Fria. No entanto, há quem especule sobre a conexão da canção com a crise do HIV e também com a crise dos refugiados na Guatemala. Seja como for, o cover de "Lovers in a Dangerous Time" do Barenaked Ladies é uma das melhores músicas do repertório deles.

9. It’s All Been Done

As Barenaked Ladies têm a reputação de serem divertidas e animadas. No entanto, elas também têm muitas músicas mais sombrias. Para citar um exemplo, considere "It's All Been Done", que aborda o tema muito comentado de um relacionamento que não durou, mas que ainda assim é capaz de se destacar na multidão. Como tal, é mais do que digna de ser incluída nesta lista.

8. Be My Yoko Ono

Claro, Yoko Ono seria a artista japonesa que se tornaria famosa em todo o mundo anglófono por causa de seu casamento com John Lennon, tanto que muitos fãs dos Beatles a culparam pelo término. Ainda assim, não há dúvidas sobre a proximidade do relacionamento dos dois, que é o que está sendo evocado por "Be My Yoko Ono". Há muitas músicas sobre o que a cantora está disposta a fazer pelo amor deles, mas esta conseguiu ser um pouco mais inteligente do que a maioria.

7. Brian Wilson

"Brian Wilson" foi uma homenagem ao cofundador dos Beach Boys . O indivíduo é considerado um dos compositores mais importantes do século XX, o que o tornou muito admirado por muitas pessoas. Uma categoria que incluía o cofundador do Barenaked Ladies, Steven Page, que a escreveu exatamente pelo motivo que a maioria das pessoas esperaria que ele tivesse em mente. É interessante notar que o próprio Brian Wilson conhecia a música. Além disso, ele parece ter gostado, pois é conhecido por ter surpreendido a banda com seu próprio cover quando os visitou em seu estúdio.

6. The Old Apartment

Aparentemente, "The Old Apartment" já foi interpretado como se o cantor estivesse invadindo o apartamento da ex-namorada com o propósito de aterrorizá-la. Isso não é exatamente o que a maioria das pessoas esperaria, considerando a reputação do Barenaked Ladies, então não é surpresa saber que a declaração da banda sobre o assunto é que o cantor está relembrando o apartamento onde ele e a namorada moravam depois de se mudarem para uma casa própria. Algo muito mais saudável. De qualquer forma, "The Old Apartment" se tornou uma das melhores músicas da banda após seu lançamento e permanece assim desde então.

5. If I Had $1,000,000

As Barenaked Ladies têm várias músicas em que as cantoras conversam entre si. A mais conhecida delas talvez seja "If I Had $1,000,000", que as mostra refletindo sobre o que fariam se tivessem tanto dinheiro. No geral, é uma música divertida e excêntrica, muito agradável de ouvir.

4. Pinch Me

"Pinch Me" foi o primeiro single de Maroon, o quinto álbum de estúdio da banda. É uma reação ao sucesso de Stunt. Como tal, pode-se dizer que é um pouco mais introspectivo. Curiosamente, "Pinch Me" também aparentemente continha algumas das letras falsas favoritas da banda, que detalhavam o amor da cantora por coques Chelsea.

3. Falling for the First Time


Sem surpresa, “Falling for the First Time” é uma música excelente que vale a pena ouvir. No entanto, ela também contém uma contradição interessante. De modo geral, seria de se esperar que uma música sobre se apaixonar fosse muito emocional e idealista. Em sua maior parte, “Falling for the First Time” é de fato isso. Ainda assim, há um momento muito realista em que ela aponta que a perfeição não é possível. Algo que serviu para realçar a música como um todo através do momento de contraste.

2. Odds Are


O Barenaked Ladies tem fama de ser uma banda animada. No entanto, "Odds Are" se destaca por apontar que as chances de uma série de eventos ruins acontecerem são muito baixas, tornando-a tão direta quanto possível. Por isso, funciona muito bem como um estimulante de humor, o que significa que pessoas interessadas devem experimentá-la se estiverem se sentindo deprimidas por qualquer motivo.

1. One Week

"One Week" pode ser a música mais conhecida do Barenaked Ladies nos Estados Unidos. Afinal, foi o primeiro single do álbum Stunt, que pode ser considerado o disco de sucesso da banda naquele mercado devido ao grande número de vendas que teve. Vale a pena mencionar que "One Week" é uma música notável, embora aparentemente a banda tenha levado algum tempo para fazer tudo funcionar corretamente. A primeira apresentação ao vivo não foi muito boa, segundo todos os relatos, mas o sucesso do lançamento deixa claro que eles conseguiram resolver tudo no final.

Destaque

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