Raríssimo álbum instrumental independente de krautrock sinfônico e prog rock. Este disco, produzido pela própria banda, teve uma tiragem de 500 cópias. A banda foi responsável pela composição, gravação e produção do álbum. A música foi influenciada por bandas progressivas do final dos anos 70, como Camel e Genesis, mas sem vocais.
“Return To Bliss " é na verdade o segundo álbum de inéditos dos Bliss, gravado em 1969, mas que não foi editado nessa altura, vindo a acontecer muitos anos mais tarde. É pois considerado um raro registo desta banda de rock psicadélico. É tão fantástico como o primeiro LP, ambos gravados naquele mesmo ano. O trio formado por Brad Reed, Rusty Martin e Corky Aldred era de facto excelente e poderoso. O disco apresenta um rock com um estilo próximo do hard rock e blues, roçando o psicadélico. As faixas 'Hippies e Cops' e 'Music Train' ficaram desde logo destinadas a tornarem-se clássicos do psicadelismo.
Este trio americano era constituído por ex-membros de uma banda do Arizona, The Sect, tendo sido formado no início de 1969. Lançaram um primeiro álbum nesse ano e na mesma altura gravaram o material para este segundo LP, mas que só foi lançado recentemente, portanto muitos anos após o grupo ter encerrado as suas actividades.
Todas as faixas compostas por Corky Aldred, excepto a 7 e 8.
Mantivemos o conteúdo original do álbum onde apenas constavam 8 temas. Numa edição mais recente foram acrescentadas mais 2 faixas: "Simply Sunday" e "Just Can't Win".
Black Widow é uma banda de rock progressivo formada das cinzas dos Pesky Gee, em Leicester/UK , em 1966, tendo mantido a sua actividade até 1973 e reatando-a em 2007 até à actualidade. A banda foi conhecida principalmente pelo uso precoce de imagens satânicas e ocultismo (incluindo o sacrifício simbólico de uma virgem nua no palco), na sua música e nas actuações em palco. Foram frequentemente comparados com outra banda mais conhecida, The Black Sabbath , mas as bandas eram apenas superficialmente similares.
“Black Widow” é o terceiro álbum de estúdio da banda, mas o segundo pelo selo CBS Records, do grupo de rock progressivo e hard rock inglês Black Widow. Foi lançado em 1970 pela CBS, produzido por Patrick Meehan Jr. Em Black Widow, os temas líricos baseados no ocultismo que dominaram a estreia da banda desapareceram. Esta carismática banda de rock progressivo de Leicester, Inglaterra, foi considerada uma grande rival dos Black Sabbath quando surgiu em 1970, estrelada por Jim Gannon (guitarra e voz) e Kip Trevor (vocalista). O LP ‘Black Widow’ foi muito procurado e marcou um afastamento dos temas de magia negra para se concentrar num rock progressivo distinto e interessante. Do LP destacamos as faixas “Journey” e “Mary Clark”.
Black Widow foi um grupo de rock inglês formado em Leicester / Inglaterra, em setembro de 1969. Eles eram mais conhecidos pelo uso de imagens satânicas e ocultistas nas suas músicas e apresentações em palco, pelo que alguns consideravam que a banda se assemelhava a outro grupo de hard rock, os Black Sabbath. Apesar de alguma popularidade e três álbuns depois, a banda separou-se em 1973.
Black Sabbath – Sabbath Bloody Sabbath (Single Vertigo – 6165 001, 1973). Edição portuguesa.
Black Sabbath é uma banda de heavy metal formada em 1968 em Birmingham, Reino Unido. A sua formação original era composta por Ozzy Osbourne (voz), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria). Posteriormente, houve numerosas mudanças na banda, e Iommi era o único elemento fixo. Embora às vezes sejam classificados como uma banda de hard rock, Black Sabbath é considerado o pioneiro e também um dos primeiros grupos a tocar o estilo heavy metal, juntamente com os Led Zeppelin e Deep Purple e também contribuíram muito para o desenvolvimento deste género musical. Desde a sua formação, foram vendidos mais de cem milhões de cópias dos seus álbuns.
O primeiro álbum “Black Sabbath”, da banda com o mesmo nome, lançado em 13 de fevereiro de 1970, foi um grande sucesso (oitavo lugar nos tops ingleses) devido, em grande parte, à atmosfera histórica de composições como "Black Sabbath", "The Wizard" e "N.I.B.". O disco, para muitos, foi a inauguração de um rock mais original, tanto no sentido sonoro, mais pesado, denso e distorcido, como no que se refere às letras. Deep Purple e Led Zeppelin, outras bandas influentes do heavy metal da época, tinham um som mais melódico e mais próximo a outros estilos como o blues, folk e o rock n' roll. A música dos Sabbath no início tinha características semelhantes mas, com o tempo, a banda investiu num som mais pesado e com temáticas mais obscuras, com referências explícitas a "demónios" e temas envolvendo ocultismo, que era uma novidade e uma polémica nessa época.
Em 1970, o álbum alcançou a posição nº 8 no UK e a nº 23 nos EUA. Foi disco de Ouro no Reino Unido e Canadá e Platina nos EUA.
Black Sabbath é uma banda de hard rock, heavy rock (nos anos de 70) e heavy metal (a partir dos anos 80), formada em 1968 em Birmingham, Reino Unido. A sua formação “histórica” era composta por Ozzy Osbourne (voz), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria). Posteriormente, foram efectuadas numerosas alterações à formação inicial da banda, sendo Iommi o único componente fixo. Embora às vezes sejam classificados como uma banda de hard rock ou até de blues pesado e distorcido, Black Sabbath é considerado um dos primeiros grupos de heavy metal da história (ao lado dos Led Zeppelin), tendo contribuído muito para o desenvolvimento deste estilo musical. De 1970 a 2000, foram vendidos mais de cem milhões de álbuns, tornando os Black Sabbath uma das mais bem sucedidas bandas de heavy metal, juntamente com os Led Zeppelin, Deep Purple, Judas Priest, Iron Maiden e Metallica.
A formação original teve o seu fim em 1979 com a demissão de Osbourne, tendo o grupo mantido a sua actividade com outros elementos.
Foram classificados em nº 2 na lista dos "100 maiores artistas de hard rock" do canal VH1. A revista Rolling Stone colocou-os na posição 85 da sua lista dos "100 maiores artistas de todos os tempos". A banda foi introduzida no UK Music Hall of Fame em 2005, no Rock and Roll Hall of Fame em 2006, tendo vencido por duas vezes o Grammy Awards na categoria de Melhor Performance de Metal.
Entre 2016 e 2017 fizeram a "The End Tour", digressão que marcou oficialmente o fim da carreira do grupo.
Faixas/Tracklist:
A1 Black Sabbath (Ward, Butler, Osborne, Iommi) 6:22
A2 The Wizard (Ward, Butler, Osborne, Iommi) 4:25
A3 Behind The Wall Of Sleep (Ward, Butler, Osborne, Iommi) 3:37
Inês Sousa é cantora, compositora e multi-instrumentista. Participou, desde muito jovem, como convidada em discos de diversos grupos nacionais, fez parte dos Julie & The Carjackers e integra, atualmente, entre outros projetos, as bandas de Afonso Cabral e Tipo.
Amante voraz de música e de canções, deu a conhecer ao mundo, pela primeira vez, as suas composições com o lançamento, em Junho passado, de “Tornado”, o enérgico single de estreia, a que se seguiu “Ainda”, a curse song (canção agoirenta), segundo tema de avanço revelado em Setembro, ambos muito bem recebidos pelas rádios e media nacionais.
Agora é altura de Inês Sousa apresentar o seu primeiro trabalho autoral: chama-se “Mikado” e já está disponível nas plataformas digitais e em formato CD, numa edição da Louva-a-deus.
“Guerra Fria”, o terceiro single, é a canção escolhida para acompanhar a saída do disco. Uma espécie de fight song cantada por alguém que não tem grande perfil para discussões, mas que "por via das circunstâncias, vai ter de arregaçar as mangas e dar um bocadinho de luta", explica a cantautora. O videoclipe foi realizado por Ricardo Reis que, de forma cinematográfica, nos deixa pistas sobre o que acontece a esta personagem no fim da história.
Quando ouvimos a palavra “mikado” pensamos imediatamente no famoso jogo de destreza que todos conhecemos. O que muitos não sabem é que “mikado” é também um tipo de tecido, muito usado no fabrico de vestidos de noiva.
Este álbum de estreia de Inês Sousa inclui dez temas originais e dois interlúdios que entrelaçam melodias indie pop com histórias de amor e desamor. Tudo criado e construído como o tal jogo de destreza, jogado a seis mãos com os cúmplices produtores e arranjadores João “Joca” Correia e António “Tony” Vasconcelos Dias.
O concerto de apresentação de “Mikado” acontece a 20 de Novembro, na Bota Anjos, em Lisboa. Ao vivo, Inês Sousa (voz, teclados, guitarra e vocoder keytar) é acompanhada por João Correia (bateria, percussões e vozes), António Vasconcelos Dias (guitarras, teclados e vozes) e Pedro Pinto (baixo eléctrico, contrabaixo e vozes).
Rodrigo Augusto de Campos (artisticamente assina como Rodrigo Campos), é paulista de Conchas, nascido em 1977, criado em São Mateus (bairro da periferia de São Paulo) é um cantor, compositor, violonista, cavaquinista e percussionista brasileiro.
Vencedor, em 2013, do 24º Prêmio da Música Brasileira na categoria Revelação, por seu álbum "Bahia Fantástica", dois anos depois, apresenta-nos sua intersecção entre a música brasileira e referências do cinema japonês, apoiado em nomes como Wong Kar-Wai, Toshiro Mifune, Hayao Miyazaki e Takeshi Kitano. Sobre a estrutura cifrada das canções, Campos alega que “são conversas comigo mesmo. Parto de uma mitologia para criar reflexões das minhas próprias questões e inquietações”. O fato é que o mistério emana da doçura e da crueldade, desfilando em temas como o sexo, a morte, o medo e a violência, embalados em arranjos provocativos, que nos chamam a perseguir (mental e fisicamente) as imagens sonoras sugeridas.