quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Gal Costa – Recanto (2011)


Gal Costa acaba de lançar seu novo álbum de estúdio, "Recanto", no Brasil . Trata-se de um projeto de música eletrônica, ousado em sua abordagem e com resultados surpreendentes. O álbum é, na verdade, uma obra de Caetano Veloso : ele criou o conceito, compôs as músicas, fez os arranjos e, claro, produziu o álbum junto com seu filho Moreno . Tudo isso para colocar a voz de Gal Costa em primeiro plano .

Tudo começou em 2010, quando Caetano assistiu a uma apresentação do Gal em Lisboa, Portugal. Ao retornar ao Brasil, iniciou o processo de composição, que gradualmente tomou forma. Das 11 faixas do álbum (todas de Caetano ), nove são inéditas, incluindo "Tudo doi", "O menino", "Miami Maculelé" e "Neguinho ". A estas juntam-se a belíssima "Mansidão ", gravada há dez anos por Jane Duboc , e "Madre Deus ", composta para o balé "Onqotô " .

A letra é ao mesmo tempo muito direta e um tanto enigmática. O próprio Caetano Veloso afirma : “'Recanto escuro' é uma biografia codificada de Gal, mas ao mesmo tempo tem elementos meus. Compus-a primeiro sem letra. Queria que ela confirmasse a atmosfera que poderíamos alcançar com os programas.”

Não se trata apenas de relembrar o passado de Gal , mas de produzir com ela um álbum que seja forte como expressão atual e, em todo caso, faça jus à sua história dentro da música popular brasileira.


MUSICA&SOM ☝






Ivo Meirelles & Funk’n Lata – O Coro Tá Comendo (1999)


Ivo Meirelles é filho do falecido compositor brasileiro Ivan Meirelles , ex-diretor de um dos mais famosos grupos carnavalescos do Brasil: a Mangueira . Sua mãe, a cantora Nanana de Mangueira , foi uma grande dançarina de samba da Escola do Samba na década de 1960, e sua irmã Waninha seguiu seus passos.

Além da paixão pelo samba, Ivo explorou outros caminhos, sendo cada vez mais influenciado pelo funk, funk carioca e pop. Depois de ter sido diretor da Mangueira, uniu forças com o músico Lobão e fundou o grupo Funk'n Lata , que essencialmente mistura funk e batucada, resquícios de sua época na Escola de Samba da Mangueira . O Funk'n Lata incorpora elementos da música negra, funk carioca, rap, hip hop e batucada, criando um som completamente original.






Martha High - Soul Funk (USA)

 



Lançamento de 2017. A diva do funk, Martha High, tem sido parte integrante da vida e carreira de James Brown por mais de 30 anos: ela foi sua backing vocal, cabeleireira, responsável pela folha de pagamento e sua confidente sempre leal e confiável. A ideia para este álbum surgiu em 2014, durante uma visita ao produtor DJ Pari, chefão da organização Soulpower e colaborador de lendas do soul como Marva Whitney, The Impressions, Lyn Collins e muitas outras. Eles relembraram turnês com seus colegas veteranos dos shows de James Brown e Martha decidiu que queria gravar uma homenagem às vocalistas femininas de JB. Seguindo o conselho de DJ Pari, ela voou para Tóquio para colaborar com um dos nomes mais quentes do novo renascimento do funk: Osaka Monaurail. A principal orquestra japonesa de funk tem se apresentado em palcos ao redor do mundo há mais de duas décadas e é considerada um dos grupos líderes mundiais do gênero. Martha não poderia ter escolhido uma banda melhor para seu último LP: a banda reproduziu o som e a essência da música de James Brown com dedicação, autenticidade e respeito incomparáveis; suas nuances são, por vezes, de arrepiar, colocando o foco exclusivamente em Martha e sua missão. Essa colaboração lendária deu nova vida a 13 sucessos emocionantes, interpretados como só uma verdadeira Soul Sister sabe fazer.






Planet Hemp - Brazilian Samba Rock, Hip Hop

 



Planet Hemp é um grupo musical brasileiro de rap rock, conhecido por ter lançado a carreira dos rappers Marcelo D2 e ​​BNegão por suas letras em defesa da legalização da cannabis.[1] A banda foi fundada no Rio de Janeiro em 1993, com os membros originais Marcelo D2, Skunk, Rafael, Formigão e Bacalhau. O grupo se separou em 2001 devido a divergências entre os integrantes, e Marcelo D2 e ​​BNegão passaram a se dedicar cada vez mais a seus projetos solo. Desde 2013, a banda se reuniu e há planos para novos álbuns. O grupo tinha uma posição explícita a favor da legalização da cannabis (maconha) e foi acusado de apologia ao seu uso, fato que gerou muitas divergências e colocou o Planet Hemp como uma das principais bandas do Brasil na década de 1990. A banda retornou aos palcos em 20 de outubro de 2010, em uma festa organizada pela MTV Brasil para comemorar os 20 anos da emissora no país.

Van der Graaf Generator - The Aerosol Grey Machine (1969)

 



Van der Graaf Generator é uma banda britânica seminal de rock progressivo formada em 1967.
O nome da banda foi inspirado no equipamento elétrico Gerador de Van de Graaff, projetado para produzir energia estática. Supõe-se que o erro de ortografia no nome – tem um "r" a mais e um "f" a menos – tenha sido acidental.
O grupo formou-se em 1967 enquanto seus integrantes estudavam na Universidade de Manchester. O trio era composto por Peter Hammill (vocais, guitarra), Nick Pearne (órgão) e Chris Judge (bateria e instrumentos de sopro). Eles conseguiram um contrato com uma gravadora, lançando apenas um compacto ("The People You Were Going To") antes de se separarem no final de 1969. Já então Pearn havia sido substituído por Hugh Banton.

No final de 69 um novo Van der Graaf Generator foi formado durante a gravação de um álbum que originalmente pretendia ser um lançamento solo de Hammill, The Aerosol Grey Machine.
Algumas mudanças de formação (e no estilo do som do grupo estabilizariam o Van der Graaf, que viajou em turnê intensa no começo dos anos 70. Em 1972 dificuldades financeiras minaram a carreira do grupo e Hammil seguiu carreira solo, apesar de seus antigos companheiros continuarem contribuindo com ele.

No final dos anos 1970 o Van der Graaf passou por várias saídas e entradas de integrantes novos e antigos, o que ocasionalmente desestabilizou a carreira do grupo. A formação clássica de Hugh Banton, David Jackson, Guy Evans e Peter Hammill retornou em 2003, tocando uma única vez em Londres.Esta reunião levou os músicos a considerarem o retorno de vez aos palcos.

" "Afterwards" - é uma faixa relativamente calma que inicia com a entrada de um bumbo, baixo seguido do órgão, bateria e entrando os violões e vocais de Peter Hammill que vai ficando lentamente crescente nos dois refões que são executadas as letras e o refrão instrumental que é do meio é solado por um piano acústico e no fim a música vai ralentando e termina calmamente.

"Orthenthian St (part I)" - o "st" que foi editado graficamente é "street", significa rua em ingles, mas não existe segundo a banda. Inicia com a entrada do violão seguido de acordes do piano de Banton entrando o vocal de Hammill e em conjunto com a bateria até entrar o refrão que toca repetidamente as mesmas notas dos instrumentos tocados e sendo dominados pela precisão da bateria em conjunto até terminar a faixa e entrar na segunda parte.


"Orthenthian St (part II)" - evidentemente é a continuação da outra faixa anterior inicia com um tímido piano fazendo alguns acordes repentinamente ficando agressiva e sendo calma lentamente pelos vocais de Hammill. Posteriormente vem a mesma melodia que vai terminando a mesma primeira parte da música nos dois refrões, mas nesse caso parece ficar um tanto mais agressiva que a da primeira.


"Running back" - é outra faixa calma que tem a única participação do integrante Jeff Peach na flauta. Inicia com acordes calmos de violão acompanhados pelo baixo de Ellis estão muito presentes na faixa inteira ao longo de seus pouco mais de 6:30 minutos e a melodia vai sendo acompanhado com o cantar de Hammill no decorrer dos dois refrões sendo que no próximo, o terceiro dá preferência ao solo de flauta de Jeff. A faixa finaliza com mais um refrão porém um pouco mais empolgado que os outros.


"Into a game" - é um pouquinho progressiva esta faixa com a entrada do violão que vai ficando crescente os arranjos conforme entra a melodia do piano de Banton e mais o baixo de Ellis até que Hammill vai assumindo os vocais e conforme são citados as letras a bateria faz sua presença nos tres refrões, sendo este último quando se finaliza entra outro tema da faixa com a entrada da bateria bem precisa no fundo com o baixo a acompanhando-a e alguns acordes de pianos bem baixinhos. A medida que a faixa vai sendo executada vai se percebendo um coro cantando repetidamente "Into a game".


"Aerosol grey machine" - é uma vinhetinha de menos de um minuto que parece lembrar uma propaganda de um comercial de algum produto coloca por sinal todos os músicos em perfeita sincronia ao executar seus instrumentos


"Black smoke Yen" - além de ser uma música curtinha de um pouco mais de um minuto de duração, é a única instrumental do album e a única inclusive composta por Evans, Banton e Ellis sem a presença de Hammill tanto que inclusive é apenas um solo de bateria acompanhada pelo baixo e mais acordes de piano antes que no término desta faixa percebe-se que vai se emendando com a outra faixa ouvindo os primeiros acordes de violão de Hammill em "Aquarian".


"Aquarian" - é a maior faixa do album com aproximadamente 8:30 minutos de duração e que é emendada pela a outra anterior "Black smoke Yen", esta instrumental até então. Inicia com acordes de violão de Hammill acompanhada aos poucos pelo baixo e vai ficando em ritmo crescente com a entrada da bateria e quando Hammill vai fazendo os vocais a medida que corre a faixa, depois fica num ritmo meio de rythm blues-marcha quando entra um pequeno coro fazendo o mesmo refrão e interrompida calmamente por algumas notas do piano, a mesma melodia é repetida por outros dois refrões então entra outro tema diferente que vai ficando crescente novamente conforme a cantoria de Hammill até finalizar a faixa de vez.


"Necromancer" - é talvez uma das faixas mais agressivas do album que inicia num ritmo meio de bolero em meio de alguns ruídos e sendo posteriomente acompanhada por um piano e órgão que vai tomando conta aos poucos dos refrões e a medida que Hammill vai citando as letras da faixa isso nos dois refrões, quando um coro entra em conjunto com o sincronismo de órgãos retornando a mais um refrão finalizando com efeitos dos ruídos que iniciaram a música.


"Octopus" - é tambem uma das faixas longas do album com quase 8 minutos de duração e o baixo é constantemente presente desde o início da faixa e em conjunto com o órgão. Aqui no caso esta faixa é interessante, Banton "esparrama" suas mãos nas teclas por várias e várias vezes fazendo um som bem psicodélico com várias fugas e sendo acompanhado claro pelo baixo e a "guitarra" que é o violão de Hammill também surte um efeito muito interessante e a bateria de Evans que aparenta estar meio perdida, mas acompanha seriamente os outros instrumentos, sem contar os vocais de Hammill que mudam alternadamente de tom. Razoavelmente agressiva até."



01-"Afterwards" (Hammill) – 4:55
02-"Orthenthian St., Pts. 1 & 2" (Hammill) – 6:18
03-"Running Back" (Hammill) – 6:35
04-"Into a Game" (Hammill) – 6:57
05-"Aerosol Grey Machine" (Hammill) – 0:47
06-"Black Smoke Yen" (Hugh Banton, Keith Ellis, Guy Evans) – 1:26
07-"Aquarian" (Hammill) – 8:22
08-"Necromancer" (Hammill) – 3:38
09-"Octopus" (Hammill) – 8:00

Hugh Banton - piano, órgão, vocal
Keith Ellis - baixo, vocal
Guy Evans - bateria, percussão
Peter Hammill - vocal, guitarras
Jeff Peach - flauta





Color Humano - Color Humano II (1973)

 



Segundo disco da banda, contando com a bateria de Oscar Moro, substituindo David Lebon.
Como ja disse anteriormente esse disco era para ter sido um álbum duplo, mas devido a crise do petróleo, a gravadora achou que a quantidade de material poderia ser dividido em dois, reduzindo assim o valor do disco. Nesse album a banda parte para um som mais pesado, fazendo um Hard/Blues de altíssimo nível.
Assim como no disco anterior esse álbum contem participação de alguns musicos, Egle Martin toca percussão na faixa de abertura "
Sangre del sol".

01 Sangre del Sol
02 La Tierra del Gitano
03 Pascual Tal Cual
04 Humanoides
05 Va a Salir un Lugar
06 Un Blues Para Adelina

Edelmiro Molinari - guitarra e vocal, (piano em Humanoides)
Rinaldo Rafanelli - baixo e vocal, (órgão em Humanoides)
Oscar Moro - bateria






Neville Brothers - 1986-07-13 - Den Haag, Netherlands

 




Neville Brothers 
1986-07-13
North Sea Jazz Festiva
Den Haag, Netherlands


01. Intro > Hey Pocky Way
02. Africa
03. Mojoh Hannah
04. Fever
05. Arcanne
06. Caravan
07. Iko Iko >
08. Do You Wanna Dance >
09. Day-O (The Banana Boat Song)
10. Money Back Guaranteed
11. Wake Up
12. Big Chief
13. Fire On The Bayou

Encore:
14. Johnny B.Goode >
15. Bonnie Moroney
16. Amazing Grace 

Esta gravação de mesa de som captura os Neville Brothers 3 anos antes, na Holanda, para o North Sea Jazz Festival em 13 de julho de 1986





Eric Clapton - 1986-07-14 - Birmingham UK (FM)




Eric Clapton
1986-07-14
National Exhibition Center
Birmingham, UK
FM Broadcast


01. Cocaine 
02. I Shot The Sheriff 
03. Wanna Make Love To You 
04. Miss You 
05. Tearing Us Apart 
06. Holy Mother 
07. White Room > radio announcer  
08. Badge 
09. Crossroads 
10. radio intro > In The Air Ttonight 
11. Run
12. Layla 
13. Further On Up The Road 
14. radio outro 


Esta transmissão em FM o captura no Reino Unido em 14 de julho de 1986, há trinta anos, acompanhado pela mesma banda que o acompanhou quando o vi em 1987 -  Greg Phillinganes nos teclados,  Nathan East no baixo e   Phil Collins na bateria.






 

Ton Steine Scherben - Warum geht es mir so dreckig? 1971 (Germany, Krautrock, Politrock, Proto-Punk)

 



- Rio Reiser (Ralph Möbius) - vocals, guitar, piano
- R.P.S. Lanrue (Ralph Steitz) - guitar, percussion, drums (09)
- Kai Sichtermann - bass guitar
- Wolfgang Seidel - drums & percussion (01-08)
+
- Nikel Pallat - choir (07)


01. Ich will nicht werden was mein Alter ist (Ralph Möbius) - 5:03
02. Warum geht es mir so dreckig (Ralph Möbius, Ralph Steitz) - 5:08
03. Der Kampf geht weiter (Ralph Möbius, Ralph Steitz) - 6:46
04. Macht kaputt, was euch kaputt macht (Ralph Möbius) - 3:35
05. Das Einheitsfrontlied (Hanns Eisler/Bertolt Brecht) - 3:20
06. Mein Name ist Mensch (Ralph Möbius) - 6:50
07. Sklavenhändler (Ralph Möbius) - 2:34
08. Alles verändert sich (Gert Möbius, Ralph Möbius) - 4:15
09. Solidarität (Ralph Möbius, Ralph Steitz) - 5:00








Siddhartha - Weltschmerz 1975 (Germany, Krautrock, Psychedelic Folk-Rock)

 



- Martin Mörike - organ, piano, vocals
- Gerhard Kraus - violin (03-05), vocals (03)
- Eberhard Müller - guitar
- Klaus Scharff - bass
- Klaus Hermann - drums
+
- Gabi Roßmanith - female vocals (01)
- Iris Rothermel - flute (04)
- Lothar Mattlinger - tuba (04)
- Siddhartha - arrangers, producers


01. Looking In The Past (Martin Mörike, Siddhartha) - 6:09
02. Tanz im Schnee (Siddhartha) - 5:11
03. Times Of Delight (Siddhartha, Gerhard Kraus) - 7:05
04. Weit Weg (Eberhard Müller, Martin Mörike) - 12:15
05. Gift Of The Fool (Martin Mörike, Gerhard Kraus) - 6:39









Destaque

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