terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Tailgunner - Midnight Blitz (2026) UK

 

O segundo álbum dos britânicos Tailgunner, intitulado Midnight Blitz, foi lançado em fevereiro de 2026 e consolidou a banda como a grande força motriz da New Wave of Traditional Heavy Metal (NWOTHM) no Reino Unido. Produzido pela lenda K.K. Downing (ex-Judas Priest), o disco é uma celebração pura e sem remorsos do heavy metal clássico.

O Som: Metal Britânico de "Sangue Azul"

Os Tailgunner não tentam reinventar a roda; eles tentam fazê-la girar o mais rápido possível. O som é uma mistura explosiva de Iron Maiden (era Killers e Number of the Beast), Judas Priest e o Speed Metal melódico dos Helloween. A produção de K.K. Downing conferiu ao álbum uma crueza autêntica, fugindo das produções digitais excessivamente polidas que dominam o género hoje em dia.

  • Craig Cairns (Vocais): Descrito como o coração da banda, Cairns entrega uma performance vocal poderosa, com agudos que lembram os melhores momentos de Bruce Dickinson e Rob Halford.

  • Ataque de Guitarras Gémeas: A química entre Zach Salvini e a nova recruta Rhea Thompson é o ponto alto instrumental, com harmonias rápidas e solos que "rasgam" as colunas.

Destaques das Faixas

  • "Midnight Blitz": A faixa de abertura começa com uma sirene de ataque aéreo e estabelece o tom do álbum. É metal "pé no fundo", galopante e desenhado para ser um hino de concertos.

  • "Tears In Rain": Uma faixa que diminui ligeiramente o ritmo, mas mantém a intensidade melódica. O crítico destaca que, embora soe familiar, a execução é tão perfeita que se torna reconfortante.

  • "Follow Me In Death": Destaca a bateria de Eddie Mariotti, que soa como "fogo de artilharia", impulsionando o ataque das guitarras.

  • "War In Heaven": O momento mais surpreendente do disco. É uma power ballad épica que introduz sintetizadores tocados por Adam Wakeman (Ozzy Osbourne, Black Sabbath). Mostra uma versatilidade que a banda não havia explorado no álbum de estreia.

  • "Eulogy": O encerramento monumental que soa como uma versão mais contida (mas ainda épica) de DragonForce, fechando o álbum com classe.

O Veredito Final

Para mim, este não é um exercício de nostalgia ou ironia; é o "negócio real". A crítica enfatiza que, enquanto os deuses do metal originais se aproximam da reforma, bandas como os Tailgunner são essenciais para manter o género vivo e relevante.

O álbum é descrito como "brilhante", "vivido" e "tocado como se a vida deles dependesse disso". Se o primeiro álbum foi o cartão de visita, Midnight Blitz é a conquista definitiva.

Nota Sugerida: Aproximadamente 9/10

Destaques: "Midnight Blitz", "War In Heaven", "Barren Lands And Seas Of Red". Recomendado para: Fãs de Iron Maiden, Judas Priest, Enforcer e qualquer pessoa que acredite que o Heavy Metal deve ser tocado com "punhos no ar".


Temas:

1. Midnight Blitz
2. Tears In Rain
3. Follow Me In Death
4. Dead Until Dark
5. Barren Lands And Seas Of Red
6. War In Heaven
7. Blood Sacrifice
8. Night Raids
9. Eye Of The Storm
10. Eulogy

Banda:

Craig Cairns – Vocals
Rhea Thompson – Lead Guitar
Zach Salvini – Lead Guitar
Bones – Bass Guitar
Eddie Mariotti – Drums




Induction - Love Kills (2026) Alemanha

 

O terceiro álbum de estúdio dos alemães Induction, intitulado Love Kills!, foi lançado a 6 de fevereiro de 2026 pela Reigning Phoenix Music. O disco é avaliado como um trabalho sólido de metal melódico que, embora não reinvente a roda, oferece uma dose de energia imediata e cativante.

Nova Formação, Mesma Ambição

Liderados por Tim Kanoa Hansen (filho do lendário Kai Hansen), os Induction chegam ao seu terceiro álbum com uma formação profundamente renovada. O disco marca a estreia de três novos membros: Markus Felber, Justus Sahlmann e Gabriele Gozzi. Esta mudança parece ter injetado uma nova dinâmica na banda, que procura subir de nível no panorama do metal europeu.

Sonoridade: Mais Sintetizadores e Melodias "Doces"

A grande marca de Love Kills! é o reforço dos elementos eletrónicos e sintetizadores, que ganham mais destaque do que nos lançamentos anteriores.

  • O Lado Melódico: Canções como "Virtual Insanity" (a abertura) e "Dark Temptation" mostram este novo foco, com camadas de sintetizadores que criam uma fundação sonora polida e, por vezes, descrita como "açucarada".

  • Equilíbrio com o Peso: Para evitar que o som se torne demasiado suave, a banda equilibra a balança com hinos de metal robustos, garantindo que a essência do Power/Melodic Metal se mantém intacta.

Destaques das Faixas

  • "Steel and Thunder": Um dos momentos mais pesados do álbum. É um verdadeiro "headbanger" com um ritmo acelerado e um refrão viciante que compensa o início mais atmosférico do disco.

  • "Gods of Steel": Considerada um dos grandes destaques. Começa com uma linha de baixo pulsante e evolui para uma composição dramática e épica, com uma progressão atmosférica que agarra o ouvinte.

  • "I Am Evil": Uma faixa focada em ganchos melódicos (hooks) onde os teclados fazem mais do que apenas preencher o fundo, conduzindo a música com densidade.

O Veredito

Os Induction seguem uma "fórmula testada e comprovada". O álbum é comparado ao açúcar: fornece energia instantânea e capta a atenção desde a primeira audição, mas talvez não ofereça uma jornada de exploração sonora profunda ou duradoura para quem procura inovação radical no género.

É um disco direto, extremamente bem produzido e focado em melodias acessíveis combinadas com o virtuosismo das guitarras de Hansen.


Recomendado para: Fãs de Helloween, Beast in Black, Stratovarius e ouvintes que apreciam Metal Melódico moderno com fortes influências de sintetizadores.


Temas:

01.Virtual Insanity
02.War of Hearts
03.Dark Temptation
04.Steel and Thunder
05.Strangers to Love
06.Beyond Horizons
07.Love Kills
08.I Am Evil
09.The Veil of Affection

10.Empress

Banda:

Gabriele Gozzi - vocals

Tim Kanoa Hansen - guitars

Justus Sahlman - guitars

Dominik Gusch - bass

Markus “Maks” Felber - drums






Perfect End

 

A banda escocesa   Perfect End formou-se em 1979 em Renfrew e durou até 1983, documentando seu trabalho apenas em um único lançamento oficial em vinil de sete polegadas. "Sweet Dreams" foi lançado em 1981 pelo selo independente Hellfire Discs, criado especificamente para o seu lançamento. O som da banda era um pós-punk melancólico com vocais femininos. Os membros principais eram o baterista Alan Fleming, o baixista Brian Gibson e os guitarristas Andy Frew e William Bright. A banda não era conhecida por sua estabilidade, especialmente no que diz respeito aos vocais. "Sweet Dreams" apresenta a voz de Lesley, a quarta vocalista feminina da banda. O segundo single da banda deveria ter sido lançado em 1983, mas algo deu errado, o disco nunca foi lançado e a Perfect End se separou. Em 2002, todo o legado da banda foi compilado e lançado no CD "The Complete History 1980-1983". No disco, você pode ouvir como a banda soava com outros vocalistas: Jamie O'Rourke (vocalista que permaneceu por mais tempo na banda, de 1981 a 1983) e Frances.

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8CLICK NO TITULO DOS DISCOS)






Sweet Dreams
Natural Causes
Puppets




Sweet Dreams
The Beach
Space In My Head
Puppets
Dreamers
Natural Causes
Sweet Dreams
Natural Causes
Puppets
Spur of The Moment
The Deceiver
All Shades of Grey
I Feel Fine
One More Chance
Waiting So Long
Untitled

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