sexta-feira, 3 de abril de 2026

CRISTINA AMARAL

 


Antônia Cristina Amaral Silva, conhecida como Cristina Amaral (Sertânia, 13 de junho de 1962), é uma cantora e compositora brasileira.

Pernambucana da cidade de Sertânia, começou suas atividades artísticas ainda criança quando fez parte de um grupo jovem e cantava em templos da Igreja Católica, foi convidada a participar da Orquestra Marajoara como vocalista, depois ingressou no Grupo Os Tropicais onde dividiu o palco com Flávio José durante alguns anos. Em 1990 sua carreira solo começava, participa e vence o Festival Recifrevo, em 1991 participa do Festival Canta Nordeste da Rede Globo de Televisão, conseguindo a segunda colocação além de ser premiada como melhor Intérprete com a música "Cidade Grande" do poeta Petrúcio Amorim.

Cristina recebe convites e participa dos CDs Recifrevoé I e II, junto com artistas consagrados, como Chico Buarque de Holanda, Alceu Valença, Maria Bethânia, Paulinho da Viola, Geraldo Azevedo, Lenine entre outros, depois participa do CD Forró Brasil, com Gilberto Gil, Dominguinhos, Elba Ramalho, Alceu Valença e outros.

Cristina Amaral representou Pernambuco por várias vezes, sempre cantando ritmos regionais viajando em turnês internacionais pela Europa, mais precisamente, Holanda, Projeto Boi Voador, (Caravana do Frevo no Teatro Paradiso) Áustria, Palácio de Schönbrunn, conhecido também como Palácio de Versalhes de Viena, Suíça, Portugal e França, juntamente com Alceu Valença, Antúlio Madureira, André Rio, Elba Ramalho… Participou também do Festival de Montreux por duas vezes, em 1998 teve uma música sua inserida no CD "Montreux Jazz Festival".

Ao longo de sua carreira solo contabilizou vários sucessos nos dez discos gravados, seu mais recente trabalho é o CD e DVD "A Vida é um Circo".

O DVD "A Vida é um Circo" foi gravado em comemoração aos 25 anos de carreira da artista.No DVD, Cristina contou suas histórias,suas influências que teve na infância e fez uma releitura de seus grandes sucessos com participações dos forrozeiros Petrúcio Amorim,Maciel Melo, Cezinha, Santanna "o Cantador",César Amaral ,além de Elba Ramalho e Geraldo Azevedo.Muitos Artistas do interior tiveram o 1º contato com a Dança,Teatro e Música através dos Circos que percorriam as várias cidades do interior,levando alegria debaixo de suas lonas.Foi assim que aconteceu na infância da Cristina Amaral que despertou para a vida artística,sonhando em ser "rumbeira mambembe". É nesta infância cheia de sonhos circenses que se fez o espetáculo de gravação do DVD com palhaços, cuspidores de fogo, malabaristas e dançarinos.

O DVD "A vida é um Circo" levou à Praça do Arsenal (Recife Antigo) mais de 10 mil pessoas. Este mais recente trabalho traz ritmos da nossa Região interpretados com o sentimento de quem é parte dela. Este trabalho, como vem fazendo ao longo de sua carreira, evidencia todo o respeito e carinho que Cristina tem pela bela música regional Nordestina.

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Nº1 Bat Out of Hell II: Back into Hell — Meat Loaf, Outubro 30, 1993

 Producer: Jim Steinman

Track listing: I’d Do Anything for Love (But I Won’t Do That) / Life Is a Lemon and I Want My Money Back / Rock and Roll Dreams Come Through / It Just Won’t Quit / Out of the Frying Pan (and into the Fire) / Objects in the Rear View Mirror May Appear Closer Than They Are / Wasted Youth / Everything Louder Than Everything Else / Good GirlsGo to Heaven (Bad Girls Go Everywhere) / Back into Hell / Lost Boys and Golden Girls


30 de outubro de 1993,
1 semana

No final dos anos 60 e início dos anos 70, antes de Meat Loaf se tornar mais do que apenas um prato de carne moída, o cantor que adotou o nome artístico tinha um currículo bastante impressionante: uma de suas primeiras bandas abriu shows para The Who e Iggy Pop; ele participou de diversas produções da Broadway, incluindo Hair , e também de The Rocky Horror Picture Show ; e contribuiu com vocais no álbum Free For All, de Ted Nugent . No entanto, Meat Loaf só deixou sua marca de verdade em 1977 com Bat Out of Hell.

Esse álbum, lançado pela gravadora Cleveland International em parceria com a CBS Records, uniu o corpulento cantor ao também veterano da Broadway e compositor Jim Steinman. Com o rock vibrante de canções como “Paradise By the Dashboard Light”, “Two Out of Three Ain't Bad” e “You Took the Words Right Out of My Mouth”, Bat Out of Hell alcançou o 14º lugar nas paradas e vendeu mais de 25 milhões de cópias em todo o mundo.

No entanto, Meat Loaf (cujo nome verdadeiro é Marvin Lee Aday) teve dificuldades para assimilar sua fama repentina. "Quando tivemos o sucesso de Bat Out of Hell , eu não sabia como lidar com isso", diz ele. "Me isolei por vontade própria. Eu disse: 'Não quero fazer isso, porque não gosto disso'."

Como resultado, Steinman gravou Bad for Good como um trabalho solo. O álbum foi originalmente concebido como sucessor de Bat Out of Hell , mas Meat Loaf perdeu a voz e a vontade de gravar. Bad for Good , assim como os álbuns subsequentes de Meat Loaf, foram grandes fracassos comerciais. Embora ele continuasse a atrair um bom público em turnê, Meat Loaf não era mais garantia de vendas de discos. Ele foi dispensado pela Cleveland International e, posteriormente, pela Arista.

Mas a sorte de Meat Loaf começou a mudar no final dos anos 80, quando ele e Steinman concordaram em trabalhar juntos novamente. O reencontro despertou o interesse do executivo musical Al Teller, que havia se transferido da CBS Records para a MCA. Em 1989, Teller contratou Meat Loaf para a MCA e o cantor e Steinman começaram a trabalhar em uma sequência de Bat Out of Hell .

A dupla trabalhou em segredo no Ocean Way Studios em Los Angeles e no Power Station em Nova York, mas os resultados não apareceram rapidamente. “Jim e eu trabalhamos muito bem juntos, mas fisicamente somos muito diferentes, não apenas em tamanho, mas também na aparência. Ele trabalha à noite, enquanto eu durmo, e eu trabalho durante o dia, enquanto ele dorme. Nos encontramos para trabalhar no final do meu dia, que é o começo do dele.”

O conflito de agenda foi agravado pelo perfeccionismo de Steinman e pela sua necessidade de fazer pausas no projeto. "Ele passa mais tempo fora do estúdio do que dentro, por longos períodos", explica Meat Loaf. "Isso tende a enlouquecer as pessoas."

No entanto, o álbum, repleto de canções com títulos que parecem slogans de adesivos de para-choque, valeu a pena a espera. Todd Rundgren, produtor do Bat original , fez backing vocals em várias faixas, enquanto o pianista da E Street Band, Roy Bittan, e o baterista de John Mellencamp, Kenny Aronoff, contribuíram com o acompanhamento instrumental.

O primeiro single do álbum, “I'd Do Anything for Love (But I Won't Do That)”, tornou-se o primeiro sucesso de Loaf em 12 anos. Em sua quinta semana na parada, Bat Out of Hell II alcançou o primeiro lugar, com o single no topo da Hot 100.

OS CINCO MELHORES
Semana de 30 de outubro de 1993

1. Bat Out of Hell II: Back into Hell , Meat Loaf
2. In Pieces , Garth Brooks
3. In Utero , Nirvana
4. River of Dreams , Billy Joel
5. Music Box , Mariah Carey



Recordando três álbuns anos 80.


Recordando três álbuns anos 80.
Álbum ''84'' dos Trovante de 1984.
TROVANTE - Xácara das Bruxas Dançando [Music Video]


Travessa do Poço dos Negros (Na TV 1987).


Xácara Das Bruxas Dançando
Procissão De Santa Bebiana
Esplanada
Rio Curioso
Molinera
Travessa Do Poço Dos Negros
Fim Do Mar
Sorriso
Bailadeira
Garraiada
//
Álbum ''Persona Non Grata'' dos UHF de 1982.
Um Mau Rapaz - 1982 (Vídeo oficial)


Álbum completo


00:00 - PERSONA NON GRATA
03:12 - AGARRA-ME O JUÍZO (SE PUDERES)
06:24 - VOO PARA A VENEZUELA
10:58 - FIM DE VIDA
16:25 - CHAMEM-ME NARCISO
19:25 - UM MAU RAPAZ
22:48 - DANÇA DOS CANIBAIS
27:04 - QUEBRA-ME
31:17 - CORPO ELÉCTRICO
//
Vasco Da Gama – Vasco Da Gama (Álbum Completo) 1983


''Os Vasco da Gama fazem parte do lote restrito de bandas portuguesas que tornaram o Boom do Rock Português mais pesado. Por isso apetece perguntar porque não gravaram mais álbuns, porque não continuaram ativos como banda? Tanto potencial, tantas ideias com valor e uma dose de Heavy Metal à medida da época. Infelizmente gravaram apenas este álbum com o título homónimo “Vasco Da Gama”, que teve edição via Discossete em 1983, contendo 8 músicas. É um dos álbuns mais raros e colecionáveis do Rock e Heavy Metal nacional.''


Uma nova banda, aquilo a que podemos chamar um supergrupo


Uma nova banda, aquilo a que podemos chamar um supergrupo, tem estado a ensaiar em segredo, irá lançar um álbum durante o verão e o som será predominantemente, segundo os próprios, ''Rock Anos 80''.
Banda:
Jorge Pargana (Voz Principal) (Responsável da pagina Som Lusitano).
Xana (Voz Principal, Guitarra) (Radio Macau)
TIM (Baixo, Voz) (Xutos & Pontapés)
António Manuel Ribeiro (Guitarra, Voz) (UHF)
Kalú (Bateria) (Xutos & Pontapés)
Aguardamos com ansiedade o single de avanço.



 

Lançado em 1980, The Wanderer marcou uma virada importante na carreira de "Donna Summer"

 


Lançado em 1980, The Wanderer marcou uma virada importante na carreira de "Donna Summer". Após dominar o fim dos anos 70 com a disco music, ela rompeu com a era da Casablanca Records e iniciou uma nova fase pela Geffen Records, apostando em um som mais voltado ao rock, new wave e pop, acompanhando a mudança de clima da indústria musical no início dos anos 80.
A faixa-título, “The Wanderer”, é o grande destaque do álbum, com uma pegada energética e moderna, que mistura sintetizadores com guitarras e um ritmo quase urbano. O disco como um todo mostra uma artista em transição, explorando novas sonoridades sem abandonar totalmente sua identidade. Há momentos mais eletrônicos, outros mais próximos do rock, e até influências de soul e pop mais radiofônico.
The Wanderer mostra a capacidade da artista de se reinventar em um momento em que muitos nomes da disco perderam relevância. Para colecionadores, especialmente em vinil, é um disco interessante por capturar exatamente essa mudança de era, quando o brilho das pistas dos anos 70 começava a dar lugar à estética mais diversa e eletrônica dos anos 80.



Lançado em 1970, Morrison Hotel marcou um retorno direto às raízes do rock e do blues pela banda The Doors


Lançado em 1970, Morrison Hotel marcou um retorno direto às raízes do rock e do blues pela banda The Doors, depois das experiências mais psicodélicas do álbum anterior. O disco traz uma sonoridade mais crua, com menos efeitos e maior foco nos instrumentos e na performance, especialmente na presença marcante de Jim Morrison, que aqui aparece mais centrado vocalmente, embora ainda carregado de intensidade.
Dividido originalmente em dois lados, Hard Rock Cafe e Morrison Hotel, o álbum abre com a poderosa “Roadhouse Blues”, uma das faixas mais icônicas da banda, com pegada quase de bar enfumaçado e groove marcante. Outras músicas como “Waiting for the Sun” (diferente da do álbum homônimo anterior) e “Peace Frog” mostram o equilíbrio entre energia e poesia, com letras que misturam imagens urbanas, violência e reflexões existenciais, características fortes da escrita de Morrison.
O disco é apontado como um dos trabalhos mais consistentes da banda, justamente por essa volta ao essencial. As influências de blues ficam evidentes, enquanto a banda soa mais coesa e direta, sem perder a identidade sombria e hipnótica que os consagrou. Morrison Hotel não só revitalizou a carreira do grupo naquele momento, como também se consolidou como um dos grandes álbuns do rock clássico, essencial para qualquer coleção, especialmente para quem valoriza vinis com personalidade e história.



O LP “Pirâmide do Amor”, da dupla Duduca & Dalvan, lançado em 1978, é como um coração sertanejo pulsando em vinil


O LP “Pirâmide do Amor”, da dupla Duduca & Dalvan, lançado em 1978, é como um coração sertanejo pulsando em vinil: simples na forma, mas carregado de emoção crua e histórias que parecem sair direto da vida real.
Esse disco marca o início da trajetória da dupla nos anos 70 e já mostra a essência que os consagraria nas rádios AM do Brasil: o sertanejo romântico com forte carga dramática e letras que misturam amor, sofrimento e reflexões sociais.
O álbum traz 12 faixas e apresenta composições intensas, como “Foi Ela”, “Palhaço do Amor” e “Amor Proibido”, mas é na faixa-título que tudo ganha uma espécie de brilho especial.
“Pirâmide do Amor” é praticamente um pequeno teatro musical em forma de canção. A letra narra a história de um homem simples, apaixonado por uma mulher inalcançável, quase como se estivesse apaixonado por um sonho que passa na televisão. Versos como “um poeta, um pobre, um vagabundo” traduzem essa mistura de humildade, desejo e frustração — uma marca forte do repertório da dupla.
Musicalmente, o disco segue a linha do sertanejo tradicional da época, com arranjos baseados em violões, melodias diretas e interpretação carregada de sentimento. Não há excesso: tudo gira em torno da voz e da narrativa, como uma boa história contada à beira de um rádio antigo.
No conjunto, “Pirâmide do Amor” funciona como a pedra fundamental da carreira da dupla — um disco que já desenha o estilo que viria a conquistar milhões de fãs: romantismo intenso, personagens sofridos e letras que parecem cartas abertas ao coração.



FOLK ROCK - WATERFALL - Same - 1972



Pérola vinda da região de Ticino, parte italiana da Suíça. O duo Waterfall teve vida curta, sendo ativo no começo dos anos 70, composto pelos músicos Corry Knobel e Eliano Galbiati. Resultou em um único e raríssimo álbum, lançado na Itália, com apenas 500 cópias que ainda foram apreendidas e perdidas na Suíça. O disco passou mais de 30 anos em total obscuridade, até que em 2003 foi relançado em CD pela Black Rills.
O homônimo de 1972 é um álbum curto, dividido em apenas 5 faixas curtas, com exceção da última. A música é basicamente folk rock acústico e calmo, dominada por violão, percussão e vocal viajante (todas as letras em inglês), bons, mas raros momentos de piano e guitarra aparecem. O destaque principal vai para "Waterfall - The Unknown Light", de quase 14 minutos, que fecha o disco em um clima mais psicodélico e progressivo.
Nada de essencial, mas uma boa pedida pra fãs de folk rock, com pitadas de prog.


Corry Knobel (violão, guitarra, baixo, vocal)
Eliano Galbiati (bateria, percussão)

Participação:
Cesco Anselmo (piano)
Oscar Bozzetti (piano)

01 Remember Mitch 5:02
02 Play Hiding 4:03
03 What Will We Become 3:15
04 Mother Nature Says 3:19
05 Waterfall - The Unknown Light 13:40



PEROLAS DO ROCK N´ROLL - JAZZ FUNK - LOST PEACE - Same - 1977



Pérola rara formada em Berna, capital da Suíça, em 1970. O sexteto Lost Peace editou apenas um LP e outro compacto durante a década de 70, encerrando suas atividades logo após o lançamento do disco e caindo na obscuridade, infelizmente pouco se sabe sobre a história da banda hoje.
Posto aqui seu disco homônimo de 1977, lançado pela Zytglogge, conta com 7 faixas, sendo duas longas. O álbum é todo instrumental, trazendo um jazz rock bastante influenciado por funk e também muito bem arranjado e executado, marcado por excelentes linhas de baixo e solos dinâmicos de metais, sopros, guitarra, percussão e teclado, sendo comparado por muitos com Placebo. Quanto as músicas, destaque para "Fun King",  "Äs Herbschtelet" e as viajantes "City West" e "Papera", na casa dos 9 minutos.
Um trabalho sólido e muito competente, altamente recomendado para fãs de jazz rock e funk.


Willy Müller (piano, teclado)
Marc Hellman (bateria, percussão)
Peter "Pudi" Lehmann (trompete, violino)
Martin "Tinu" Heiniger (saxofone, clarinete)
Markus Küng (guitarra)
Claudio Bischoff (baixo)

01 Fun King 5:02
02 City West 9:00
03 Einzeiler 4:48
04 Join In 4:38
05 Äs Herbschtelet 3:47
06 Studweid Ballade 3:02
07 Papera 8:34




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