quinta-feira, 28 de maio de 2026
ICU - Moonlight Flit 1993 (Germany, Symphonic Prog)
- Ralf Großmann - vocals, acoustic guitar
- Thomas Glönkler - electric & acoustic guitars, backing vocals
- Steffen Herrmann - keyboards
- Hartwig Dieterich - bass
- Joachim Lauber - drums, percussion
+
- Sergej Svjatnyi - voice (03)
- Michael "Brommi" Brombacher - flute (09)
- ICU, Uli Theurer - producers
01. Moonlight Flit (Thomas Glönkler) - 3:01
02. Cloudless Sky (Thomas Glönkler) - 7:48
03. Sticks On Fire (Thomas Glönkler) - 8:25
04. "...wenn wir doch glauben könnten." (Thomas Glönkler) - 2:04
05. Footprints In The Snow (Steffen Herrmann, Andy Schmauderer/Andy Schmauderer) - 5:06
06. Head And Tail (Steffen Herrmann, Andy Schmauderer/Steffen Herrmann) - 2:57
07. Between Surface And Ground (Thomas Glönkler/Schwieger) - 11:21
08. The Green Door In The Wall (Steffen Herrmann) - 8:15
09. The Brave (Closing Section) (Thomas Glönkler) - 4:51
10. Sometimes Somewhere... (Steffen Herrmann) - 2:23
Jaime Torres – Electroplano (2007)
Jaime Torres nasceu em 21 de setembro de 1938, na cidade de San Miguel de Tucumán, no norte da Argentina, e é o mais importante intérprete mundial do instrumento musical chamado charango .
Torres (um artista com uma carreira impressionante) se apresentou em todos os tipos de palcos com o mesmo fervor e dignidade, desde os modestos palcos de Tantanakuy, em Jujuy, Argentina, até o prestigiado Teatro Colón em Buenos Aires, passando pela Filarmônica de Berlim, o Salão de Outubro em Leningrado e o Lincoln Center.
Electroplano é uma obra que combina os sons da música nativa argentina com elementos eletrônicos e chill-out, contribuídos pelo músico Alejandro Seoane, numa experiência excepcional. Todas as faixas são de autoria de Torres e Seoane, com exceção de “El Humahuaqueño” (um “carnavalito” tradicional de Edmundo Zaldívar ) e “El Condor Pasa” (do compositor peruano Daniel Alomía Robles ).
Músicos:
Jaime Torres: charango;
Alejandro Seoane: programação e baixo elétrico;
Ekaterina Larchenko: violino e arranjo de cordas;
Magik Malik: flauta;
Laura Peralta: vocais
Lista de faixas:
01. El humahuaqueño
02. Palomitay
03. Zelma
04. El condor pasa
05. Lobos
06. Ecuador
07. El angosto del perchel
08. Ciudad blanca
09. Electroplano
10. La vida
11. Malambo
12. Subzonda
Jaime Roos – Candombe, Murga y Rocanrol (Sus temas más populares) (2004)
Jaime Roos (Montevidéu, 12 de novembro de 1953) é um músico, compositor e produtor uruguaio de música popular. Filho de pai francês e mãe uruguaia, viveu desde a infância em um apartamento na Rua Convención, a poucos metros da Rua Durazno, esquina que imortalizou em uma de suas canções mais famosas. Sua música funde rock, candombe, milonga, tango e murga, capturando a sonoridade de Montevidéu. É um torcedor declarado do Defensor Sporting, ao qual dedicou seu primeiro campeonato, "Cometa de la Farola" (A Pipa do Farol) .
Seu tio, o músico Georges Roos, o apresentou aos Beatles e ao jazz, e sua mãe à música folclórica uruguaia e latino-americana. Ele estudou violão clássico dos 13 aos 15 anos. Em 1975, viajou para a Europa, estabelecendo-se em Paris, onde trabalhou como músico em teatros, bares e gravações. Foi em Paris que sua carreira solo começou. Lá, gravou suas quatro primeiras canções, posteriormente incluídas em seu primeiro álbum completo, Candombe del 31 , que terminou de gravar no Uruguai em 1977. Em 1978, mudou-se para Amsterdã, onde tocou baixo em diversos grupos de salsa, rock e jazz até 1984, quando retornou ao Uruguai.
“Candombe, Murga y Rocanrol” é como uma coletânea de grandes sucessos , mas com a diferença de que várias faixas foram regravadas e rearranjadas especificamente para esta produção, ou são versões inéditas. Esta compilação reúne muitos momentos da carreira do músico, que ele próprio comenta e explica em um livreto que acompanha o CD (que também contém uma riqueza de informações técnicas). Compartilhamos este livreto separadamente, juntamente com a arte completa da capa, para uma melhor compreensão da obra. Um álbum imperdível!
Ivo Meirelles & Funk’n Lata – O Coro Tá Comendo (1999)
Ivo Meirelles é filho do falecido compositor brasileiro Ivan Meirelles , ex-diretor de um dos mais famosos grupos carnavalescos do Brasil: a Mangueira . Sua mãe, a cantora Nanana de Mangueira , foi uma grande dançarina de samba da Escola do Samba na década de 1960, e sua irmã Waninha seguiu seus passos.
Além da paixão pelo samba, Ivo explorou outros caminhos, sendo cada vez mais influenciado pelo funk, funk carioca e pop. Depois de ter sido diretor da Mangueira, uniu forças com o músico Lobão e fundou o grupo Funk'n Lata , que essencialmente mistura funk e batucada, resquícios de sua época na Escola de Samba da Mangueira . O Funk'n Lata incorpora elementos da música negra, funk carioca, rap, hip hop e batucada, criando um som completamente original.
The Charlatans - Us And Us Only [Deluxe Edition]
Handsome Jack - Discografia básica






IL BALLETTO DI BRONZO - Sirio 2222 (1970 Italy Hard Rock Psych)
O BALLETTO DI BRONZO, INICIALMENTE CONHECIDO COMO BATTITORI SELVAGGI, FORMOU-SE EM NÁPOLES EM 1967!! INSPIRADOS NA PINTURA DE EDWARD WADSWORTH, "BRONZE BALLET", RENOMEARAM-SE E LANÇARAM SEU PRIMEIRO SINGLE, "LA NEVE CALDA", EM 1969, SEGUIDO PELO ÁLBUM DE ESTREIA, "SIRIO 2222", EM 1970!! ESTE ÁLBUM PRIMORDIAL DE HARD ROCK ITALIANO DESTACOU-SE PELA INFLUÊNCIA DE BANDAS COMO CREAM E LED ZEPPELIN, COM GUITARRA PODEROSA DE AJELLO E LETRAS EM ITALIANO, APRESENTANDO FAIXAS COMO "UN POSTO" E "MA TI ASPETTERO". "MEDITAZIONE", UMA PEÇA SINFÔNICA, E "MISSIONE SIRIO 2222", UMA EPOPEIA PSICODÉLICA, EVIDENCIARAM A VERSATILIDADE DO GRUPO!!
APESAR DO POTENCIAL EVIDENTE, A FALTA DE PROMOÇÃO LEVOU AO RECONHECIMENTO TARDIO DE "SIRIO 2222", QUE POSTERIORMENTE RECEBEU ELOGIOS DA ROLLING STONE ITALIANA!! O ROMPIMENTO COM A RCA FOI SEGUIDO PELA ENTRADA DE UM JOVEM PRODÍGIO DO ÓRGÃO, INDICANDO UMA MUDANÇA SIGNIFICATIVA PARA O FUTURO DO GRUPO!! ESSES PIONEIROS DO ROCK ITALIANO DEIXARAM UMA MARCA INDELÉVEL NA CENA MUSICAL, COM SEU ÁLBUM DE ESTREIA AGORA RECONHECIDO COMO UM CLÁSSICO, ENQUANTO CONTINUAVAM A MOLDAR OS RUMOS DO GÊNERO COM SUA ABORDAGEM INOVADORA E ENERGÉTICA!!
UM POUCO DA HISTÓRIA DA BANDA:
O Ballet Bronze teve sua origem em Nápoles quando Raffaele Cascone, futuro DJ do "Per Voi Giovani", se uniu a Giancarlo Stinga, Michele Cupaiuolo e Marco Cecioni para formar o grupo "Wild Beaters". Após a saída de Cascone, o quarteto se transformou no Bronze Ballet, inspirado na pintura de Edward Wadsworth, assinando com a RCA e lançando seu álbum de estreia, "Sirio 2222". O álbum, lançado em 1969, destacou-se pela fusão única de ritmos, apresentando uma mistura inventiva de elementos do rock e da música beat italiana, marcando o início de uma jornada musical inovadora para a banda.
Apesar de uma produção inicialmente esparsa e apática, "Sirio 2222" revelou a maestria musical do Bronze Ballet, com composições como "Un posto" e "Eh eh ah ah", demonstrando habilidades excepcionais e uma abordagem criativa à música. Embora tenha passado inicialmente despercebido comercialmente e tenha sido creditado erroneamente a outros compositores, o álbum deixou uma marca duradoura na cena musical de Nápoles, atraindo a atenção de Gianni Leone, que se juntou à banda, impulsionando-os para o sucesso como uma influente banda de rock progressivo.
Com a entrada de Leone, o Bronze Ballet evoluiu para se tornar uma força significativa na música italiana, lançando trinta e três turnês subsequentes intituladas "Ys". Seu legado perdura até hoje, com a pintura inspiradora, "The Bronze Ballet" de Edward Wadsworth, ainda em exibição na Tate Gallery de Londres, enquanto sua música continua a ser apreciada pelos fãs de rock progressivo em todo o mundo.
RESENHA
01. UN POSTO – 3′23: Prontos, guitarras, set, Rock! E cantado em italiano, o que é ainda mais legal. Uma vibe rock dos anos 60 com toda a psicodelia enraizada na música. A bateria também merece destaque, trazendo uma energia incrível.
02. Ah Ah Eh Eh – 3′59: Sabe aquele blues do Jethro Tull? Pois é, temos uma reminiscência disso aqui, com vocais cheios de presença. Além disso, as palmas dão um toque especial, às vezes no tempo, às vezes não. E é claro, a gaita não poderia faltar, como em qualquer blues autêntico. Me lembrou muito do Jethro Tull quando toda a banda entra, mas ao invés de flautas, seria gaitas.
03. NEVE CALDA – 2′56: Quase um Beach Boys com uma pegada mais sombria, imagino uma surf music mais intensa nessa introdução. Logo depois, nos versos, me lembrou The Animals, com excelentes guitarras entre as linhas. Os vocais de Marco Cecioni são muito marcantes, alternando entre raivosos e melódicos.
04. MA TI ASPETTERÒ – 3′20: Cheia de psicodelia, bem ao estilo Hendrix, com solos de guitarra incríveis e cativantes. O tema principal me lembra algo que não consigo definir.
05. MEDITAZIONE – 3′53: Extremamente bela! Com quarteto de cordas e uma melodia celestial. Até mesmo um cravo é incorporado, simplesmente divino! Com uma melodia triste e nostálgica, a música evolui para um rock mais intenso no final, com as guitarras e a bateria assumindo o comando. A sequência final com o quarteto de cordas é esplêndida!
06. GIROTONDO – 3′15: Mais uma vez, uma vibe à la Hendrix! Total influência do Acid Rock do final dos anos 60, mas com vocais que lembram os de The Monkees. Vários vocais malucos, como todo bom momento psicodélico deve ter, e muita guitarra e percussão variada. Uma pausa estratégica, e então tudo recomeça! ROCK!
07. INCANTESIMO – 6′46 [https://youtu.be/MA6MTPnqDQM]: Conhece o Blue Cheer? Não? Bem, é mais ou menos assim o som deles, uma banda anterior ao Black Sabbath e tão pesada quanto. Era mais ou menos assim o som dos caras, só que com um vocal mais grave e uma instrumental um pouco mais pesada, mas ainda com aquela pegada blues/Rock. Uma mistura de Ten Years After em italiano, liderada pelo baixo. E como todo som nesse estilo, a guitarra solando mais do que padre em sermão de missa!
08. TI RISVEGLIERAI CON ME – 2′41: Cheia de guitarras distorcidas e cheias de charme, alguns riffs ousados, e teclados discretos ao fundo. Vocais altamente competentes, especialmente no refrão, cheio de melodia e carisma. A bateria dita o ritmo, e os vocais de apoio só acrescentam mais energia à música.
09. MISSIONE SIRIO 2222 – 9′37: A 'clássica' do álbum começa com um belo violão e vocais bem trabalhados. É apenas uma introdução do que está por vir. As guitarras assumem o papel dos teclados, baixo marcante, bateria tribal e vocais evocativos. A terceira parte é pura energia rock, com os vocais anunciando para o mundo ouvir. Olha lá, pessoal, é o baterista se divertindo! (risos) Em seguida, a banda improvisa no estúdio, soltando toda sua criatividade. A quarta parte volta a ser bela e melódica, com destaque para o violão e os vocais.
Marco Cecioni – voz e guitarraMiky Cupaiolo – baixoGianchi Stinga – bateriaLino Ajello – guitarra
INCANTESIMO – 6′46
BANDOLERO - Same [1970 Puerto Rico Psych Hard Garage Blues Rock]
BANDOLERO, FORMADA POR EX-INTEGRANTES DO GRUPO DE BEAT LOS STOKES, FOI UMA BANDA DE ROCK AND ROLL MUITO POPULAR EM PORTO RICO DE APROXIMADAMENTE 1969 A 1971, COM O FUNDADOR JOSÉ NOGUERAS COMO CANTOR, FÉLIX (GADGET) RODRÍGUEZ NA BATERIA, ISMAELITO NO TECLADO, GEORGE MATOS (FALECIDO) NO BAIXO E O FAMOSO JUNIOR (EL LOCO) NA GUITARRA!! ANTES DO BANDOLERO, OS MEMBROS DA BANDA JÁ HAVIAM SE ENVOLVIDO ATIVAMENTE COM OUTRAS BANDAS E MÚSICA DURANTE OS ANOS 60!!
BANDOLERO GRAVOU UM ÚNICO LP EM 1970, APROPRIADAMENTE INTITULADO "BANDOLERO", QUE SE TORNOU UM GRANDE SUCESSO!! O VOCALISTA JOSÉ NOGUERAS COMPÔS TODAS AS MÚSICAS, COM COLABORAÇÃO EM DUAS DELAS DE JERRY GARCÍA, OUTRO PORTO-RIQUENHO (NÃO O DO GRATEFUL DEAD)!! A CURIOSIDADE É QUE, DEPOIS DISSO, JOSÉ MIGROU PARA A MÚSICA LATINA SALSA E MERENGUE, QUE AGORA É SUA PAIXÃO!! OU SEJA, UMA VIRADA E TANTO!! "LOVE ME TONIGHT" E "TOGETHER" FORAM OS MAIORES SUCESSOS DO BANDOLERO!!
INFLUENCIADOS POR GRANDES NOMES COMO SANTANA E JIMI HENDRIX, BANDOLERO COMBINOU ROCK AND ROLL, PSICODELIA E BLUES COM RITMOSD LATINOS, UMA FUSÃO EVIDENTE NESSE ÁLBUM!! ESTE ÁLBUM SE DESTACA POR MESCLAR ROCK PSICODÉLICO E PROGRESSIVO COM RITMOS LATINOS, CRIANDO UM SOM ÚNICO QUE REFLETE TANTO A PAIXÃO PELO ROCK QUANTO PELAS TRADIÇÕES MUSICAIS LOCAIS!!
Félix "Gadget" (bateria, percussão)Ismaelito (teclados)George Matos (baixo)Junior "El Loco" (guitarra)José Nogueras (vocal)
01 I Got It 3:3102 Temura 3:2803 Love Me Tonight 3:3604 Don't Hang Me 3:4905 I Can Always Think Of You 3:4806 Salsa Friquea 5:0507 Together 2:4508 My Life Is Always Going Through 6:0909 I Want To Get There 3:4010 Awake 3:4111 Truth And Understanding 7:49
PARCHMENT FARM - Parchment Farm (US 1971 Hard Rock)
O PARCHMENT FARM, UMA BANDA ORIGINÁRIA DO MISSOURI, COMEÇOU SUA JORNADA MUSICAL NO FINAL DE 1968!! DESDE ENTÃO, ELES SE APRESENTAVAM EM CLUBES LOCAIS E FESTIVAIS, GANHANDO NOTORIEDADE E CONSTRUINDO UMA BASE DE FÃS LEAIS!! AO LONGO DOS ANOS, TIVERAM A OPORTUNIDADE DE ABRIR SHOWS PARA VÁRIAS BANDAS RENOMADAS, INCLUINDO ZZ TOP, TED NUGENT & THE AMBOY DUKES, VELVET UNDERGROUND, CANNED HEAT, THE HOLLIES, RARE EARTH, ENTRE OUTROS!! A ORIGEM DO NOME DA BANDA É UMA CURIOSIDADE INTERESSANTE: ELES SE INSPIRARAM NA MÚSICA "PARCHMENT FARM" DO BLUE CHEER, REFLETINDO SUA ADMIRAÇÃO E INFLUÊNCIA POR ESSA BANDA!!
A FORMAÇÃO INICIAL DA BANDA CONTOU COM MIKE WATERMANN NA BATERIA, E SEU PRIMEIRO SHOW OCORREU NO FINAL DE 1968!! NO INÍCIO DE 1971, MIKE DULANY (RIP) ASSUMIU A BATERIA, TRANSFORMANDO O GRUPO EM UM TRIO E IMPULSIONANDO A CRIAÇÃO DE MÚSICAS ORIGINAIS!! COM ESSA NOVA FORMAÇÃO, ELES RAPIDAMENTE COMEÇARAM A TOCAR E GRAVAR SUAS PRÓPRIAS COMPOSIÇÕES!! NO FINAL DE 1972, A BANDA PASSOU POR OUTRA MUDANÇA SIGNIFICATIVA QUANDO MIKE LUSHER SE TORNOU O NOVO BATERISTA!! ELES TAMBÉM ADICIONARAM UM TECLADISTA, CLIFF KING, AMPLIANDO SEU REPERTÓRIO COM COVERS DE BANDAS COMO THE MOODY BLUES E YES!!
APÓS FEVEREIRO DE 1973, CLIFF KING DEIXOU A BANDA, SENDO SUBSTITUÍDO POR MIKE "SCOTTY" SCOTT, UM JOVEM TALENTOSO QUE TROUXE UM MOOG E UMA FLAUTA, ENRIQUECENDO AINDA MAIS A SONORIDADE DO PARCHMENT FARM COM SUAS HABILIDADES MULTIFACETADAS!! APESAR DE SUAS CONQUISTAS E EVOLUÇÃO MUSICAL, O PARCHMENT FARM SE SEPAROU EM 1973!! A HISTÓRIA DA BANDA, MARCADA POR SUAS APRESENTAÇÕES ENÉRGICAS E A HABILIDADE DE ABRIR SHOWS PARA GRANDES NOMES DO ROCK, DEIXA UM LEGADO SIGNIFICATIVO NO CENÁRIO MUSICAL DO MISSOURI!! VENENO RARO E RECOMENDADO!! NÃO CONSUMA COM MODERAÇÃO!!
Paul Cockrum – guitar, vocalsRobert “Ace” Williams – bass, vocalsMike Dulany – drums, vocals
01. Songs of the Dead 3:5502. Midnight Ride 3:3203. Devil's Film Festival 4:1804. Medici 7:2905. Summer's Comin' Soon 7:1206. Blind Man 5:1307. Blue Skies Comin' 3:1108. My Lady 3:0709. Friends Or Lovers 5:3010. Mind Trip 4:4311. Concrete Jungle 2:4012. If I'm Elected I Will Not Serve 4:39
Destaque
Mazzy Star - Live Woody's, New York, USA, 09-08-1990
Setlist 1. Be My Angel 2. Blue Flower (Slapp Happy cover) 3. When You Were Young (also known as "Now That You'r...
-
Adoro a língua francesa e a sua sonoridade. Até gosto do facto de a pronúncia de grande parte das suas palavras ser diferente daquela que a...
-
Já nestas páginas escrevi sobre o meu adorado Nick Cave. A propósito de um disco, e também sobre uma particular canção deste The Boatman’...
-
A linhagem de guitarristas slide de blues de Chicago vai de Elmore James a Hound Dog Taylor, passando por JB Hutto, até Lil' Ed Willia...



















