quinta-feira, 11 de junho de 2026
Aphrodite's Child foi uma banda grega de rock e pop formada em 1967
Anthrax – We’ve Come for You All [2003]
![Anthrax – We’ve Come for You All [2003]](https://d2q9lgeqx691v0.cloudfront.net/content/2015/09/Weve-Come-for-you-all-600x600.jpg)
Banda que dispensa maiores apresentações e que já foi dissecada pelo Pablo Ribeiro nesta discografia comentada, o Anthrax nos brinda com um Thrash Metal de alta qualidade há mais de trinta anos. Caracterizada pelas suas constantes mudanças de formação, o Anthrax talvez seja uma das poucas bandas que conseguiram manter uma boa regularidade em sua discografia mesmo com este troca-troca de integrantes.
Porém, mesmo esta regularidade por vezes é abalada por um lançamento que não foi bem sucedido comercialmente, caso de Volume 8 – The Threat is Real (1998), que apesar de ser um bom disco, foi mal divulgado e apanhou bastante dos críticos da época. Apesar do álbum não ser de puro thrash como a banda soava nos anos 1980, ainda assim We’ve Come For You All, seu nono disco de estúdio, soa mais pesado que o anterior e com a ótima recepção recebida, a banda volta a ser destaque nos círculos do Heavy Metal em todo o mundo. Gravaram o álbum John Bush (vocais), Scott Ian (guitarra, vocais de apoio), o estreante Rob Caggiano (guitarra), Frank Bello (baixo) e Charlie Benante (bateria, guitarra e violão).
O disco começa com uma curta instrumental chamada “Contact”, com um início acústico logo seguido do peso característico do Anthrax. Não demora muito e os riffs de Scott Ian e a bateria ultraveloz de Benante dão o tom de “What Doesn’t Die”. O Anthrax aposta em uma espécie de Heavy Metal mais moderno, na linha que o Metallica fez com Death Magnetic (2008). Em “Superhero”, a banda faz uma crítica aos indivíduos que esperam por salvadores ao invés de procurar resolver seus próprios problemas. Uma forte parede de guitarras dá o tom da música junto aos vocais berrados de Bush.
Sem dar descanso na porradaria, “Refuse to Be Denied” apresenta críticas ao modo americano de liberdade com direito a gritos de Anthony Martini como pano de fundo. Surpreendentemente, “Safe Home” me doeu porque a banda soa totalmente descaracterizada aqui, parecendo que fizeram um cover de alguma faixa pouco conhecida do Alter Bridge. Ainda bem que apenas esta música é ruim neste álbum, já que “Any Place But Here” dá aquela injeção de ânimo aos ouvidos. Riffs bem colocados, o baixo de Frank Bello pulsando forte e a voz de John Bush passando uma espécie de desespero muito bem vindo. “Nobody Knows Anything” é outra boa canção onde Charlie Benante se destaca em suas batidas e viradas velozes. Queria muito ver esta música ao vivo apenas para conferir seu desempenho.
“Strap It On” é uma espécie de homenagem à música dos anos entre 1975-1979 e 1985-1989 sendo a primeira com a participação do falecido Dimebag Darrell palhetando por aqui. “Black Dahlia” relembra o velho Anthrax oitentista sendo a mais thrash do álbum. E então, o retorno de Dimebag em mais uma música panterística com “Cadillac Rock Box” soando mais como uma faixa hard rock banhada em riffs do metal clássico.
Você consegue imaginar Roger Daltrey do The Who cantando uma música pesada ao nível de sempre do Anthrax? Nunca imaginei, mas “Taking the Music Back” transforma isto em realidade e de forma muito bem feita. Depois da curta “Crash” em que Frank Bello faz uma pequena participação como cantor, “Think About an End” é mais uma faixa de questionamento religioso que o Anthrax sempre acrescenta em todos os seus discos. Até demorou um pouco para este tipo de temática aparecer. Encerra-se com “W.C.F.Y.A.”, uma música de tempo médio com uma cozinha interessante de baixo e bateria, dando um ritmo até meio robótico a um som reto e preciso. Não sei como descrever, só ouvindo para conferir. Embora rotineiramente fosse questionado a respeito dos vocais de John Bush deixarem a banda menos “thrash” se comparado à fase Belladonna, é inegável que o Anthrax mandou muito bem nesse disco.
Tracklist
1. Contact
2. What Doesn’t Die
3. Superhero
4. Refuse to Be Denied
5. Safe Home
6. Any Place But Here
7. Nobody Knows Anything
8. Strap It On
9. Black Dahlia
10. Cadillac Rock Box
11. Taking the Music Back
12. Crash
13. Think About an End
14. W.C.F.Y.A.
O LP Frontney e Frontery, Renascer, lançado em 1988 pelo selo Fermata Tropeiro, é um daqueles discos sertanejos que carregam o perfume da estrada de terra, do rádio de pilha e das serenatas embaladas por acordeon e viola.
O LP The Gambler, de Kenny Rogers, foi lançado em 1978 e se tornou um dos discos mais importantes da música country moderna
O LP Wanted, da cantora britânica Yazz, foi lançado em 1988 e se tornou um dos grandes retratos da explosão do pop dançante e do house music no fim dos anos 80
O LP I’ll Prove It to You, de Gregory Abbott, lançado em 1988, é um disco marcante do R&B romântico dos anos 80
JOHNNY CASH - MAN IN BLACK - 1971

"Man in Black" (ou "The Man in Black") é uma canção de protesto escrita e gravada pelo cantor e compositor Johnny Cash, lançada originalmente em seu álbum de 1971 de mesmo nome. O próprio Cash era conhecido como "O Homem de Preto" por seu estilo distinto de figurino no palco. A letra é uma explicação posterior disso, com a música inteira uma declaração de protesto contra o tratamento dado aos pobres por políticos ricos, encarceramento em massa e a Guerra do Vietnã
Na introdução de sua primeira apresentação da música, Cash revelou que havia conversado com alguns membros do público da Vanderbilt University naquele fim de semana e se inspirou para escrever "Man in Black", revisando-a algumas vezes pouco antes do show na quarta-feira. Ele cantou a música usando cartões com a letra recém-revisada. No final, ele foi aplaudido de pé. "Man in Black" foi a faixa de abertura do álbum póstumo de Cash, Johnny Cash and the Royal Philharmonic Orchestra em 2020.
PETER AND GORDON - WOMAN - By Paul McCartney
Foi em um sábado, 16 de dezembro de 1965, que a dupla Peter And Gordon gravou a música de Paul McCartney, “Woman”. Peter Asher e Gordon Waller foram os beneficiados de várias músicas assinadas por John Lennon e Paul McCartney nos anos anteriores. McCartney não estava apenas namorando a irmã de Peter, a atriz Jane Asher, mas na verdade estava morando na casa da família Asher.
Para o quarto e último single de McCartney para a dupla, ele havia escrito três anteriores de Peter And Gordon ("A World Without Love", "Nobody I Know" e "I Don't Want to See You Again"), ele decidiu transformar a música em um experimento e a publicou sob o pseudônimo de "Bernard Webb", sem que seu nome aparecesse na gravação. McCartney pretendia que a música testasse se uma de suas composições poderia ser bem-sucedida com base em seus próprios méritos sem estar associada à equipe de compositores de Lennon-McCartney, que produziu dezenas de discos de sucesso para os Beatles e outros artistas (incluindo Peter e Gordon). Levou apenas duas semanas para que o verdadeiro pedigree da música fosse revelado. A notícia que McCartney havia de fato escrito a música vazou muito rapidamente. O que os fãs não sabiam era que McCartney também tocava na faixa.
THE BEATLES - I FEEL FINE
Destaque
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