sexta-feira, 26 de junho de 2026
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The Donnas – Spend The Night [2002]
![The Donnas – Spend The Night [2002]](https://d2q9lgeqx691v0.cloudfront.net/content/2025/04/donnas1.jpg)
Em 2002, The Donnas lançou Spend The Night, seu álbum mais bem sucedido e que contém seu maior hit, o rock “Take It Off”. Contudo, contrariando as expectativas da cena roqueira da época, o grupo ficou na promessa e encerrou as atividades após lançar apenas mais dois álbuns. Vamos lá entender melhor um pouco dessa história.
O The Donnas tem sua origem em 1993, em Palo Alto (California). As colegas de escola Maya Ford (baixista) e Allison Robertson (guitarrista) decidiram criar uma banda de rock formada somente por garotas. Ok, a ideia não era exatamente nova. O mundo do rock já havia nos presenteado com artistas do porte de The Runaways, Girlschool e L7. Agora… vamos combinar que a história começa a ficar interessante quando nos recordamos que estamos falando sobre garotas de 13 anos de idade, ainda cursando o ginásio.
Em entrevista presente no DVD bônus do álbum Spend The Night, a guitarrista comenta que não foi exatamente uma escolha. “Eu e Maya tocávamos instrumentos e queríamos ter uma banda para tocar no colégio, mas os garotos se recusavam a tocar com a gente. ‘Não queremos garotas’, ‘Hey, isso aqui é uma banda de rock’, sabe”? Depois de tantas negativas, as duas convenceram suas amigas Torry Castellano e Brett Anderson a aprenderem a tocar bateria e a cantar, respectivamente.
“Estávamos cursando a oitava série. Estudávamos no Jordan Middle School e eles tinham o Day On The Green, onde as bandas se apresentavam. Nós escolhemos quem eram as garotas que queríamos na banda e conversamos com elas. Nós perguntamos à ‘nossa baterista’ (…) Ela disse que sempre quis tocar bateria e alugou uma que era horrível. Soava como um monte de potes e panelas. Ela não tinha a mínima ideia de como tocar e tentava replicar o que fazíamos”, relembra Alisson Robertson em entrevista à Lollipop Magazine. “Nossa cantora demorou uma semana para aceitar. Ela tinha medo de soar horrível. Eu sabia que conseguiria porque já tinha visto ela cantando em cima do rádio. Quando topou, tínhamos três semanas para se preparar para o evento”.

O grupo adotou, então, o nome de Ragady Anne e começou a ensaiar noite após noite. Como tudo foi feito na correria, não houve tempo para criar um repertório e elas fizeram o primeiro show com covers. Entre as escolhidas, estavam “American Society” (L7) e “Riding on the Rocket” (Shonen Knife). “Lembro que queria criar um nome legal para mostrar aos garotos quão legais nós éramos. Todos eles tinham bandas com nomes horríveis: Verbal Constipation, Pablo, Purple Butterflies, Groove Handle”…
Não deu certo. Os garotos diziam à elas que a banda era medonha e começaram a chama-las de ragadies (sarna). Depois de 2 anos, elas mudaram o nome para Electrocutes e, com esse nome, gravaram seu primeiro álbum: Steal Your Lunch Money. O disco que tem um som sujo, rápido e direto, beirando ao hardcore, só chegaria ao mercado em 1999.
Em 1996, nasceu o The Donnas. A ideia era ser um projeto paralelo ao Electrocutes. As garotas encaravam como uma brincadeira e ficaram bravas quando viram que o Donnas estava crescendo e o Electrocutes, não. “Fizemos um show como Electrocutes, em São Francisco, junto com uma banda surf que se vestia igual ao Jornada nas Estrelas, o Vulcan Ears. E ali conhecemos um rapaz chamado Darin. Ele veio falar com a gente super animado, dizendo que tinha escrito várias canções que ele visionava sendo gravadas por garotas. Ele nos ensinava como tocá-las, gravava e lançava. Foi assim que nasceu o primeiro single das The Donnas”.
Não apenas o primeiro single, mas todo o primeiro álbum foi criado por Darin. Foi somente no segundo disco, American Teenage Rock n Roll Machine, que as garotas começaram a compor e a imprimir sua identidade. Enquanto o primeiro álbum soava como Ramones puro, os discos lançados pelo selo Lookout (American Teenage Rock n Roll Machine, Skintight e, especialmente, Turn 21) traziam uma bem vinda influência de hard rock nas composições.

As garotas passaram a flertar o punk rock que faziam com o hard rock dos anos 70 e 80, incorporando referências de Motley Crue, Kiss, Joan Jett e AC/DC em seu som. Se em canções como “You Make Me Hot”, a influência já era notável (não há como negar que o lick de guitarra foi chupado de “Too Fast For Love” do Motley Crue), tudo ficou ainda melhor em Spend The Night, o primeiro álbum do grupo lançado por uma multinacional, a Atlantic.
Em outra entrevista ao Lollipop Magazine, Donna R comentou sobre as gravações do disco. “A gravadora nos deu 3 meses, mas nós terminamos em 3 semanas. Poderíamos ter trabalhado por mais tempo, se quiséssemos. O que gosto nele é que ele tem uma sujeira, soa como tocamos em nossos shows. Eu amo fazer tomadas extras, mas porque gosto da textura. Não é para esconder algo ou para tocar algo que não vamos conseguir reproduzir ao vivo. Nossa obsessão sempre foi fazer com que nossos álbuns soassem o mais próximo possível ao que fazemos no palco”.
Indiscutivelmente, as guitarras de Alisson eram o grande diferencial do The Donnas. A banda tinha o time perfeito. Torry era consistente e tocava com vontade. Brett era graciosa e conhecia bem suas limitações vocais, mas quem se destacava era mesmo a guitarrista. Não apenas pelo timbre que tirava, mas principalmente pelos riffs espertos que construía e pelos solos simples, porém precisos. Lembro que a primeira vez que escutei o disco, em vários momentos seus solos me traziam um ‘q’ de Ace Frehley. Não foi nenhuma surpresa, para mim, quando vi uma entrevista onde ela declarava ter o Kiss como sua banda preferida e Ace como seu maior ídolo.

O disco começa com a contagiante “It´s On The Rocks”, antes de seguir para os (ótimos) singles “Take It Off” e “Who Invited You”. De cara, notamos mais uma mudança. Brett Anderson havia evoluído enquanto vocalista. Embora continuasse cantando em uma região baixa, a executava com maior segurança, principalmente se comparado aos 3 primeiros discos. “All Messed Up”, “Dirty Denim” e “You Wanna Get Me High” seguem a sonoridade alto astral mantendo o clima de festa.
Clima que transparece, inclusive, nas letras das canções. As meninas não tentavam reinventar a roda, não traziam temas profundos, não era um texto difícil. Pelo contrário, apostavam em temas usuais no cenário hard rock: diversão, relacionamento e afins. Na segunda metade do álbum, os grandes destaques ficam por conta de “Pass It Around”, “Please Don´t Tease” e “5 O´ Clock In The Morning”.
Spend The Night é, sem dúvidas, o trabalho mais forte das garotas e um dos trabalhos mais bacanas das bandas de rock daquela geração. O disco bebia na fonte das bandas dos anos 70 e 80, sem soar caricato ou datado. As músicas eram excelentes, arrisco a dizer que não tinha nenhum filler por aqui. E o grupo tinha uma magia. O DVD que acompanha o álbum, contudo, é não mais do que ok. A entrevista é bem superficial e serve apenas para mostrar um pouco da personalidade das garotas. Não é por aqui que você vai conhecer a história delas ou compreender as mudanças de direcionamento. O clipe de animação é bem feitinho, enquanto o making of das gravações do disco aposta mais nas brincadeiras que faziam entre si, do que como o álbum, de fato, foi gravado. Como, na época, tínhamos poucas imagens delas aqui no Brasil, acabava sendo um ítem curioso na coleção.

Infelizmente, a banda não teve sorte. O trabalho seguinte – Gold Medal – não teve boa aceitação e contou com algumas complicações. A primeira prensagem do CD saiu com erro, vinha com o final de uma música cortada. Além disso, o time responsável por trabalhar o grupo foi cortado da gravadora durante o período de divulgação e os novos profissionais não tinham ideia do que fazer com as garotas. A Atlantic entrava em uma nova era e tentava convencer as integrantes à se tornar um grupo pop. A saída do cast era inevitável.
As meninas ainda insistiram no projeto e fundaram a Purple Feathers, por onde lançaram o ótimo Bitchin´, antes de ter que encarar mais um problema. Durante a excursão – que trouxe o grupo duas vezes ao Brasil (eu assisti a primeira) – Torry Castellano foi obrigada a largar a banda devido à um problema crônico no ombro, causado por utilizar técnica errada ao tocar. Somou tudo isso ao problema de alcoolismo de Brett e a queda na procura por shows e as garotas anunciaram, em 2012, o fim do The Donnas. Uma pena! Esse é um grupo que faz bastante falta na cena.
Faixas:
01) It´s On The Rocks
02) Take It Off
03) Who Invited You
04) All Messed Up
05) Dirty Denim
06) You Wanna Get Me High
07) I Don´t Care (So There)
08) Pass It Around
09) Too Bad About Your Girl
10) Not The One
11) Please Don´t Tease
12) Take Me To The Backseat
13) 5 O´ Clock In The Morning
DVD:
01) Andy Dicks Interviews The Donnas
02) The Donnas Spend The Night: A Five Month Slumber Party
03) Do You Wanna Hit It (Animated Music Video)
quinta-feira, 25 de junho de 2026
Danado de Bom (RCA,1984), Luiz Gonzaga
Nos primeiros anos da década de 1980, Luiz Gonzaga parecia condenado a viver apenas da memória. O artista que, nos anos 1940 e 1950, havia monopolizado as prensas da RCA e era capaz de transformar a sanfona em emblema nacional, via-se reduzido a um circuito regional, tocando quase sempre para plateias nordestinas. O mercado fonográfico estava saturado de pop internacional, a MPB urbana dominava o gosto das gravadoras, e até os forrós de raiz cediam espaço a arranjos diluídos e guitarras envernizadas que soavam estranhas ao velho baião.
A situação era dramática: há quatro anos Gonzaga dava prejuízo à RCA, e seu nome figurava na lista de artistas prestes a serem dispensados. Foi nesse momento que surgiu a figura de Oséas Lopes, ex-Trio Mossoró, então produtor da gravadora. Lopes acreditava que Gonzaga ainda tinha uma voz poderosa a oferecer, mas que precisava ser resgatada em sua pureza, sem os disfarces de modernização. Assumindo a produção do novo disco, prometeu aos executivos da gravadora que o sanfoneiro poderia voltar a vender bem se fosse ouvido em sua essência.
Essa essência, segundo Onildo Almeida, amigo e compositor pernambucano, estava justamente em abandonar a maquiagem sonora e retornar ao que fazia de Gonzaga único: a força do matuto, do chapéu de couro, da sanfona como guia. Foi nesse clima de urgência e fé que nasceu Danado de Bom, lançado em 1984. Um álbum que, além de devolver Gonzaga ao centro do debate cultural brasileiro, lhe trouxe algo inédito: o primeiro Disco de Ouro de sua carreira.
Se Danado de Bom tem uma espinha dorsal, ela atende pelo nome de João Silva. O compositor de Arcoverde, estado de Pernambuco, filho de casa de taipa, autodidata, já vinha colaborando com Gonzaga desde os anos 1960, mas foi aqui que suas composições se tornaram centrais. Das treze faixas do disco, quatro eram suas — e coincidentemente, as mais executadas no rádio.
Silva entendia como poucos o ritmo, a cadência e a linguagem popular que Gonzaga queria recuperar. Era um compositor de feira e de festa, alguém que transformava a fala coloquial em refrão coletivo. “Pagode Russo”, que havia sido lançado como instrumental em 1947, renasceu com letra matuta, brincando com as palavras e o riso do povo. “Danado de Bom” virou quase um slogan, uma declaração de vitalidade. “São João Sem Futrica” e “Sanfoninha Choradeira” completavam o arsenal, reafirmando que o forró ainda tinha chão, sanfona e coração para atravessar gerações.
Em um movimento astuto, Luiz Gonzaga abriu o álbum Danado de Bom com "Pagode Russo". Embora a melodia já fosse conhecida desde os anos 1940, a nova letra de João Silva a transformou em um hino de festa, com a sanfona de Gonzaga servindo não apenas como instrumento, mas como a gargalhada e o som dos pés batendo no chão. Essa canção define o tom do disco: uma celebração da vida e da música que sempre esteve presente em sua obra.
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| Compositor João Silva, autor de "Pagode Russo", "Danado de Bom", "Sanfoninha Choradeira" e "São João Sem Futrica". |
A faixa-título, "Danado de Bom", é a alma do disco. É Gonzaga rindo de sua própria jornada, de sua resistência. O refrão, que se espalhou pelo país, celebra sua volta triunfal aos holofotes, com uma participação especial de Elba Ramalho na introdução, unindo gerações em um só som.
A emoção atinge o auge em "Pense N'eu", o dueto com seu filho, Gonzaguinha. A música, que já era uma canção de afeto, se torna um símbolo de reconciliação e esperança nas vozes de pai e filho. A letra, com seus versos de mudança, reflete o contexto político da época, com a luta por eleições diretas no Brasil. Essa faixa é um lembrete de que, por trás da grandiosidade artística, existia uma relação humana, complexa e amorosa.
Em "Nessa Estrada da Vida", Gonzaga retorna ao tema do homem simples e sua jornada, com a sanfona funcionando como uma companheira fiel que ecoa as realidades da vida. Em seguida, "Regresso do Rei" é uma ode ao retorno ao sertão, uma celebração das raízes e da resistência nordestina. A canção é um testemunho da memória afetiva e da importância de Gonzaga como o verdadeiro rei do baião.
A parceria com Elba Ramalho retorna em "Sanfoninha Choradeira", uma canção que une a voz do veterano à da juventude. A melodia é pura ternura, com a sanfona "chorando" de alegria e saudade, revelando segredos do coração em um dueto cheio de paixão e desejo. A alegria continua com "Casamento de Rosa", um clássico forró que reafirma a tradição do Rei do Baião e celebra a festa sertaneja em toda a sua riqueza.
O álbum segue com a celebração junina de "Aproveita Gente" e "São João Sem Futrica", que exaltam a dança e a festa comunitária do sertão, mostrando a autenticidade das celebrações do interior em contraposição às urbanas. O disco então toma um rumo mais reflexivo com "Terra, Vida E Esperança", uma faixa sobre a dureza do sertão, a seca e a fome, mas que também traz a fé na chuva e na fartura.
Na reta final do disco, o clássico "Adeus, Iracema" ganha uma nova vida com a participação de Dominguinhos e Gonzaguinha. A jangada, a saudade e a poética despedida da terra natal transformam a música em um momento de passagem, de continuidade.
Por fim, o álbum Danado de Bom se encerra com a homenagem pessoal de "Lula, Meu Filho", uma canção carregada de afeto e simplicidade, um lembrete de que, por trás do ícone, havia um pai que incentivava seu filho a não se esquecer de suas raízes. O disco é uma joia atemporal, que combina a vitalidade e a inovação de um artista que, em 1984, mostrou que o rei ainda estava no trono.
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| Filho e pai: Gonzaguinha faz dueto com Luiz Gonzaga na emocionante "Adeus, Iracema". |
Comercialmente, foi um estouro. O álbum Danado de Bom vendeu 100 mil cópias em menos de três meses de lançamento, dando a Luiz Gonzaga o seu primeiro Disco de Ouro. Mas as vendas foram além: ultrapassou a marca de 600 mil e, em pouco tempo, o álbum chegou a vender pouco mais de 1,3 milhão de cópias, algo inédito na longa trajetória de Gonzaga. As vendas extraordinárias do disco foram puxadas pelos sucessos radiofônicos das faixas “Pagode Russo”, “Sanfoninha Choradeira”, “Pensa N’Eu”, o pot-pourri com Fagner e a faixa-título.
O sucesso comercial de Danado de Bom levou Luiz Gonzaga a receber o Prêmio Shell, até então entregue apenas a nomes como Pixinguinha, Dorival Caymmi e Tom Jobim, e ganhou o Nipper de Ouro, homenagem internacional da RCA. Não bastassem esses prêmios, o disco salvou seu contrato com a gravadora, provando que ainda havia público — e muito — para o som da sanfona.
Danado de Bom foi o ponto de inflexão que garantiu a Gonzaga mais uma década de vitalidade artística. Mostrou que, mesmo em meio ao domínio do pop estrangeiro e das experimentações urbanas da MPB, o baião tinha fôlego e público.
Mais do que um sucesso de vendas, o álbum se tornou símbolo de resistência cultural. Foi a vitória de um septuagenário que, em vez de se acomodar na nostalgia, reafirmou sua atualidade. Foi também a consagração de João Silva como parceiro decisivo, responsável por fornecer a Gonzaga algumas de suas últimas grandes canções.
Quando se fala em discos de retorno na música brasileira, de superação, poucos têm a força simbólica de Danado de Bom. Ele é, ao mesmo tempo, celebração e reinauguração, testemunho de que a música popular não precisa se render às modas passageiras para continuar relevante. Gonzaga, com seu chapéu de couro e sua sanfona, provou em 1984 que ainda era capaz de incendiar o Brasil inteiro — danado de bom como sempre foi.
Faixas
Lado 1
01. "Pagode Russo" (Luiz Gonzaga / João Silva)
02. "Respeita Januário" (Luiz Gonzaga / Humberto Teixeira), "Riacho do Navio" (Luiz Gonzaga / Zé Dantas), "Forró no Escuro" (Luiz Gonzaga): participação especial de Fagner
03. "Danado de Bom" (Luiz Gonzaga / João Silva)
04. "Pense N’eu" (Gonzaguinha) Participação: Gonzaguinha
05. "Nessa Estrada da Vida" (Valdi Geraldo / Aparecido José)
06. "Regresso do Rei" (Luiz Gonzaga / Onildo Almeida)
Lado 2
07. "Sanfoninha Choradeira" (Luiz Gonzaga / João Silva) Participação: Elba Ramalho
08. "Casamento de Rosa" (Luiz Gonzaga / Zé Dantas)
09. "Aproveita Gente" (Onildo Almeida)
10. "São João Sem Futrica" (João Silva / Zé Mocó)
11. "Terra, Vida E Esperança" (Jurandy da Feira)
12. "Adeus, Iracema" (Luiz Gonzaga / Zé Dantas) Participação: Dominguinhos / Gonzaguinha
13. "Lula, Meu Filho" (Luiz Gonzaga / Aguinaldo Batista)
O disco The Strand da banda The Strand, lançado originalmente em 1980, é uma daquelas obras cult que ficaram esquecidas por décadas
O LP Dance Of The Flames, do grupo britânico Incantation, foi lançado em 1983 e se tornou um dos trabalhos mais conhecidos da banda
O LP I Prefer the Moonlight, de Kenny Rogers, foi lançado em 1987
O LP Now, lançado em 1981 pelo grupo vocal de jazz e pop The Hi-Lo's, marcou o retorno do quarteto aos estúdios após um longo período sem gravar álbuns inéditos
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Destaque
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