segunda-feira, 20 de julho de 2026

THE BEATLES - SHE SAID SHE SAID - 1966

 


"She Said She Said" é uma música de John Lennon (Lennon-McCartney), lançada pelos Beatles em seu álbum de 1966, Revolver. Lennon a descreveu como "uma música ácida", com letra inspirada pelos comentários do ator Peter Fonda, durante uma festa regada a muito ácido lisérgico em 1965 com membros dos Beatles e os Byrds.

Quando os Beatles visitaram Los Angeles em agosto de 1965, aluga­ram uma casa em Benedict Canyon por uma semana enquanto faziam shows em Portland, San Diego, no Hollywood Bowl (em Los Angeles) e em San Francisco. Uma tarde eles deram uma festa, e Neil Aspinall, Roger McGuinn e David Crosby, dos Byrds, o ator Peter Fonda e o correspondente do jornal Daily Mirror Don Short estavam entre os convidados. "Neil Aspi­nall foi mandado para me acompanhar ao andar de baixo, onde ficava a piscina, porque eu era o único jornalista. O trabalho dele era me distrair do fato de que todo mundo estava tomando ácido", Short recorda. No andar de cima, longe dos olhos do pequeno jornalista, todos (com exceção de Paul) estavam de fato viajando com LSD. Era a primeira vez que John e George deliberadamente tomavam a droga, e eles estavam ansiosos para fazer uma bela viagem depois das visões perturbadoras da primei­ra experiência, não intencional.

Peter Fonda já tinha tomado ácido muitas vezes e se colocou no papel de guia. "Eu me lembro de sentar no deck da casa com George, que me contou que achava que estava morrendo", diz Fonda. "Eu disse a ele que não havia nada a temer e que tudo o que ele precisava fazer era relaxar. Contei que sabia o que era estar morto porque quando tinha 10 anos acidentalmente atirei no meu próprio estômago, e meu coração parou de bater três vezes enquanto eu estava na mesa de operação porque perdi muito sangue. John estava passando naquele momento e me ouviu dizer 'eu sei o que é estar morto'. Ele olhou para mim e disse 'você me faz sentir como se eu nunca tivesse nascido. Quem colocou toda essa merda na sua cabeça?”. Roger McGuinn achou que isso havia perturbado John porque ele estava inseguro. "Todo mundo tinha tomado ácido, e John não aguen­tou. Ele disse: 'Tirem esse cara daqui'. Foi bizarro. Tínhamos acabado de assistir a Cat Bailou, com Jane Fonda, e John não queria saber de nada dos Fonda. Ele estava usando o filme contra Peter, e o que ele disse só piorou tudo", conta McGuinn. De fato, a primeira demo da música (que se chamava "He Said, He Said") é muito mais agressiva do que a gravação final: "I said, 'Who put all that crap in your head?/ I know what it's like to be mad/ And it's making me feel like my trousers are torn” (Eu disse: quem colocou essa porcaria toda na sua cabeça? Eu sei o que é estar louco e estou me sentindo como se minha calça estivesse rasgada). Mas John achou que, como canção, ela não estava indo a lugar nenhum, e a abandonou. Dias depois, ele pegou a música de novo e tentou criar outra estrofe. "Escrevi a primeira coisa que me veio à mente, e foi 'when I was a boy', em uma batida dife­rente. Mas era real, tinha acabado de acontecer", conta. Peter Fonda não tem dúvidas sobre a origem da composição. "Quando ouvi Revolver pela primeira vez, soube exatamente de onde a música tinha vindo, mesmo que John nunca tenha admitido para mim, e eu nunca tenha contado a ninguém".

"She Said She Said" foi a última faixa gravada durante as sessões Revolver. Foram necessárias nove horas para ensaiar e gravar a música completa com overdubs. Estranhamente, pela primeira vez em uma música dos Beatles, Paul McCartney não teria participado da gravação. McCartney diz que não consegue se lembrar se ele participou ou não: "Eu acho que nós tivemos uma discussão ou alguma coisa e eu disse, “Ah, fôda-se!”, e eles disseram: “Bem, vamos fazê-la”. Acho que George tocou baixo”. No entanto, a documentação da EMI contradiz isso, e a ficha técnica do estúdio sugere fortemente que McCartney tocou baixo na pista de base antes de sair da sessão. Seja como for, os créditos “oficiais” da canção trazem: John Lennon - guitarra, vocais, órgão; George Harrison - guitarras (rastreadas duas vezes), harmonias vocais e baixo; e Ringo Starr – bateria e tambores. "She Said She Said" só aparece em Revolver.


8/08/1969 - O DIA QUE OS BEATLES ATRAVESSARAM A RUA

 


Em 8 de agosto, com as batalhas correndo soltas ao redor deles, os Beatles haviam terminado a maioria das pistas básicas do LP e decidiram, de improviso, tirar uma foto para a capa. Eles tiham pensado em dar ao álbum o nome de Everest, em referência à marca de cigarros que Geoff Emenck fumava. Era um nome tipicamente vago, como Rubber Soul ou Revolver, fácil de lembrar, tipicamente “beatlesque”. Esse nome já estava tão acertado, segundo o engenheiro John Kurlander, que em julho “alguém mencionou a possibilidade de os quatro pegarem um jato particular para ir até o monte Everest fazer a foto da capa”. Porém, quando eles finalmente raciocinaram sobre o assunto, decidiu-se pela simplificação absoluta: “Vamos lá fora, tiramos a foto, chamamos o LP de Abbey Road e assunto encer­rado'’. Abbey Road. Era perfeito, um tributo ao estúdio onde eles haviam feito praticamente toda a sua música incrível. Em uma folha de papel em branco, Paul fez alguns esboços que considerou apropriados: apenas uma foto simples dos quatro a atravessar o cruzamento da rua do estúdio. Nenhum dos outros fez objeção alguma. Até John concordou, sem a costu­meira discussão, e em algum momento antes das 10 horas da manhã daquela sexta-feira eles caminharam até a rua para tirar a foto que atravessaria os tempos. Paul lembra que “foi um dia muito quente”. Todos os beatles, com exceção de George, haviam colocado terno para a ocasião - e se arrependeram disso em poucos minutos, graças ao sol forte na cabeça e à alta umidade. Iain MacMillan, o fotógrafo, pre­tendia tirar a foto o mais rápido possível e alinhou-os da maneira mais propícia ao olhar: John, com sua “juba leonina”, num resplandecente terno branco e de tênis, à frente do grupo; Ringo, vestido de preto, como se fosse para um funeral, logo atrás dele; Paul, de terno azul-mariho e camisa branca aberta em cima, em terceiro lugar; e George, com a aparência de prisioneiro solto por um programa de reabilitação, de conjunto jeans, por último. John, impaciente como sempre, queria que tudo acabasse logo. “Vamos lá, andem rápido, acertem o passo”, ele resmungou, enquanto pensava: “Vamos embora daqui. Nós deveríamos estar gravando, e não posando para fotos dos Beatles”. Mas havia alguns obs­táculos; o mais notável deles era um Volkswagen branco — um beetle", por incrível que pareça — estacionado no meio-fio, bem no enquadramento da foto. “Tinha sido deixado lá por alguém que estava a passeio”, MacMillan lembrou. “Um policial tentou retirá-lo de lá para nós, mas não conseguiu” O VW acabou ficando na foto, além de três pessoas que estavam por lá naquela hora. Finalmente, apesar dos empecilhos, e com a paciência de todos no fim, eles se alinha­ram para a última foto da sessão, enquanto MacMillan subia em uma escada no meio da rua. No último instante, Paul tirou as sandálias e voltou para a fila. “Descalço... O dia quente... Eu não sentia vontade de ter nada nos pés”, recordou ele. Pelo mesmo motivo, acendeu um cigarro e o colocou na mão. O “martírio” terminou depois de seis fotos rápidas, mas a cena daquela manhã ficaria para a posteridade. Além de ser talvez a foto mais famosa da capa de um disco, inspirou um episódio bizarro - mais um - na extraordinária saga dos Beatles.


Na manhã do dia 8 de agosto de 1969, por volta das 10 horas, com auxílio da polícia que bloqueava o trânsito, o fotógrafo Iain Macmillan subiu em uma escada no meio de Abbey Road, para tirar a icônica fo­tografia dos Beatles atravessando a faixa de pedestres em frente ao estúdio. A sessão durou não mais que alguns minutos e foram tiradas meia dúzia de fotos.

Macmillan tinha 31 anos quando entrou para o seleto clube dos imortais ao fotografar a capa mais famosa do mundo. Ele era amigo de Yoko Ono que o apresentou a John Lennon, que mostrou seu trabalho para o resto do grupo. Foi o escolhido. Depois desse trabalho para os Beatles, que lhe rendeu uma boa grana, Macmillan ainda se encontrou com o casal Ono/Lennon nos anos 70. Depois, ainda fez a capa do "PAUL IS LIVE". Morreu em 2006. De câncer. O álbum "Abbey Road" foi lançado no dia 26 de setembro de 1969 no Reino Unido, e em 1 de outubro nos EUA e foi, oficialmente, o último gravado pelos Beatles. Clássico imortal.


BILLY J. KRAMER E AS MÚSICAS QUE GANHOU DOS BEATLES

 


John e Paul criaram "Do You Want To Know a Secret" para que George cantasse e a banda satisfizesse todos os gostos. Pouco mais tarde, a canção também foi gravada por Billy J. Kramer, músico inglês amigo dos Beatles. Kramer ainda gravaria outras quatro canções de Lennon & McCartney que os Beatles nunca gravaram, mas foi com esse cover, de "Do You Want To Know a Secret" que ele chegou pela primeira vez ao topo das paradas. A canção na versão de Kramer, desbancou os próprios Beatles, que caíram para segundo lugar, com "From Me To You"
.

Kramer ainda se chamava William Howard Ashton, quando Brian Epstein resolveu lançá-lo como cantor e montou uma banda para ele. A maior parte dos músicos que formavam os Dakotas eram de Manchester. A banda e o cantor tinham contratos separados com a gravadora. O "J" no meio do nome de Billy Kramer foi sugestão de John, sem nenhum motivo, apenas apara dar mais peso ao nome, deixá-lo parecendo mais importante. "I'll Be On My Way" foi a primeira inédita que John e Paul ofereceram para Kramer. Ele e os Dakotas lançaram a música em abril de 1963, como lado B de "Do You Want To Know a Secret".


"Bad To Me" também de Lennon & McCartney foi gravada e lançada por Kramer e os Dakotas em 1963. Kramer ainda ganharia da dupla, outras três canções: "I Call Your Name", "From a Window" e "I'll Keep You Satisfied". Brian Epstein dizia a John e Paul que precisava de uma música para outro grupo seu gravar. Numa pausa entre os ensaios dos Beatles, a dupla parava e com um pedaço de papel e caneta, e em menos de uma hora, a canção estava pronta. De todas as canções que Kramer gravou, dizia que "From a Window" sempre foi sua preferida. Outra canção gravada por Kramer e os Dakotas chegou ao topo das paradas inglesas: "Little Children", escrita por J. Leslie McFarland e Mort Shuman.

1965 foi praticamente o fim da Beat Music, e "It's Gotta Last Forever", o single seguinte de Billy J. Kramer with The Dakotas mostra uma nova abordagem na direção musical da banda. Passaram a gravar, baladas. Num ano em que a música passava por uma transformação, dado o aparecimento das bandas ditas "Mod", encabeçadas pelo "The Who" e "Small Faces", Kramer grava "Trains and Boats and Planes" a partir de uma versão de Anita Harris, e vê-se confrontado com a forte concorrência da versão de Dionne Warwick, que muito naturalmente, saiu vencedora desse embate. Apesar do esforço de Kramer, não passou da modesta décima segunda posição nas listas. Foi o canto do cisne para ele e para o grupo.

Os Dakotas tornaram a se reunir durante os anos 80 e recrutaram o vocalista Eddie Mooney e o músico de estúdio Toni Baker. Ainda excursionam e gravam esporadicamente. Em 1983 Kramer lançou seu primeiro single solo "You Can't Live On Memories"/"Shooting The Breeze", que passou completamente despercebido. Em 2005, gravou o tema "Planet Cow" para o álbum de crianças de Sandra Boynton "Dog Train". Uma fã de Kramer de longa data, Sandra Boynton já o tinha escolhido como idolo, quando em 1964, aos 11 anos, comprou o seu primeiro disco "Little Children".


Billy J. Kramer está com 79 anos. Ele nasceu em 19 de agosto de 1943 em Liverpool. Em 1998, a EMI colocou no mercado um álbum com com 28 faixas digitalmente remasterizadas usando o que de melhor havia na época com recursos tecnológicos. O álbum chama-se "Billy J. Kramer - At Abbey Road: 1963-1966" Inclui sucessos, todas as faixas que ganhou dos Beatles, lados B, faixas raras e canções inéditas como "Down In The Boondocks" e "Listen".


JAMES TAYLOR - HANDY MAN - 1977

 


Nosso convidado especial de hoje, dispensa apresentações: Mr. James Taylor. A canção "Handy Man" foi escrita pelo cantor Jimmy Jones e pelo compositor Otis Blackwell. Foi originalmente gravada por The Sparks Of Rhythm, um grupo do qual Jones era membro quando a escreveu, embora não estivesse com eles quando a gravaram. "Handy Man" foi um sucesso em 1964, alcançando a 22ª posição com Del Shannon e voltaria novamente às paradas em 1977 com James Taylor, só que dessa vez, em primeiro lugar. Essa versão de Taylor chegou ao número 1 em setembro de 1977 na parada RPM Top Singles. Alcançou o segundo lugar na parada Cash Box Top 100 e o quarto na Billboard Hot 100. Também alcançou o primeiro lugar na parada Adult Contemporary. Também rendeu A Taylor, seu segundo Grammy de Melhor Performance Vocal Pop Masculina. "Handy Man" apresentava Leah Kunkel como cantora de apoio, cantando as seções "vírgula e vírgula" em harmonia, que são ouvidas após o segundo verso, bem como na coda da música.


THE BEATLES - I WANT YOU (SHE'S SO HEAVY)

 


Com exceção de "Revolution 9", esta é a gravação mais longa lançada pelos Beatles - 38 segundos mais longa do que "Hey Jude", que tem 7:11 de duração. A faixa é formada, na verdade, por duas músicas, "I want vou" e "She s So Heavy", editadas juntas e se alternando sem nenhum tipo de transição. A predominância é de "I want vou", que é cantada repetidamente; "She's So Heavy" foi inserida duas vezes - mas faz o longo apêndice da faixa. O vocal e a guitarra de blues são de John, com vocais em harmonia de Paul e George. A faixa, gravada em 35 tomadas com acréscimos incalculáveis em overdub, traz John e George tocando guitarras em gravações multicanais. O final é formado pelo riff de guitarra repetido de forma maníaca, e então John entra com o sintetizador trazendo ainda mais intensidade às repetições, até que a música termina abruptamente. “I Want You (She’s So Heavy) foi gravada em 22 de fevereiro; 18, 20 de abril; 8, 11 de agosto de 1969. Teve como produtores George Martin, Glyn Johns e Chris Thomas e como engenheiros Barry Sheffield, Jeff Jarratt, Tony Clark, Geoff Emerick e Phil McDonald. John Lennon faz os vocais, toca guitarra, órgão e sintetizador Moog; Paul McCartney toca seu baixo de forma brilhante (como sempre!) e faz backing vocals; George Harrison toca guitarra e faz backing vocals; Ringo Starr toca bateria e congas e Billy Preston toca o órgão Hammond. “I Want You (She’s So Heavy) aparece somente em “Abbey Road” e “Love”.



Antonio Carlos e Jocafi – Louvado Seja (1977)

Instagram Story Lançamento Música Moderno Roxo - 1

 

“Louvado Seja” é o sexto trabalho de estúdio da dupla baiana Antônio Carlos e Jocafi, lançado oficialmente em 1977, pela RCA. O álbum possui direção criativa de Durval Ferreira, regências de Leonardo Bruno e coordenação do mestre Rildo Hora.

Faixas do álbum:
01. Homem é Homem
02. Picadeiro
03. Oxossi Rei
04. Balaio
05. Opus 2
06. Jesuino Galo Doido
07. Cordel (feat. Luiz Gonzaga)
08. Bahia Idos 60
09. D'Angola ê Camará
10. Sossega Leão
11. Distorção
12. Louvado Seja




Antonio Carlos E Jocafi – Ossos Do Ofício (1975)

Instagram Story Lançamento Música Moderno Roxo - 1

 

"Ossos do Ofício" lançado por Antonio Carlos e Jocafi em 1975, o disco conta com arranjos de renome, incluindo Luiz Eça e Alberto Arantes.

Faixas do álbum:
01. Que Me Importa
02. Ossos do Ofício
03. Indagorinha
04. Pra Uma Mulher
05. Trinta por Cento
06. É de Nicocó
07. Perspectiva
08. Contra Veneno
09. Dou a Mão a Palmatória
10. Baiada (Temas Folcloicos)
11. Armadilha
12. Cada Um Sabe Onde Dói





Antonio Carlos E Jocafi – Definitivamente (1974)

Instagram Story Lançamento Música Moderno Roxo - 1

 

Definitivamente, lançado em 1974 pela gravadora RCA Victor, é um dos álbuns mais marcantes da dupla baiana Antônio Carlos & Jocafi. O disco consolidou a mistura única de samba, ritmos afro-baianos, soul e orquestrações modernas que definiu a sonoridade da dupla nos anos 70.

Faixas do álbum:
01. Dona Flor E Seus Dois Maridos
02. Alarme Falso
03. Chuculatera
04. Sexto Sentido
05. O Poeta E O Cobertor
06. Diacho De Dor (feat. Maria Creuza)
07. Maldita Hora
08. Terceiro Ato - Romance Teatral
09. Meia Noite
10. Toró De Lágrimas
11. Uma Ordem Sim Sinhô
12. Definitivamente




Rastapé E Baião De Quatro – O Som Do Forró (2000)

Instagram Story Lançamento Música Moderno Roxo - 1

 

Álbum que projetou o grupo Rastapé entre os grandes do Forró Universitário, reúne clássicos do gênero, como “Forró em Limoeiro”, “Qui nem Giló”, “Lembrança de Um Beijo” e “Quando Bate o Coração”. O grupo Baião de Quatro era formado por músicos que vieram a ter decisiva participação no forró que ficou conhecido no Brasil inteiro.

Faixas do álbum:
01. Amor de Rastapé
02. Qui Nem Jiló
03. Forró Em Limoeiro - Sebastiana - O Canto da Ema
04. Eu Só Quero um Xodó - É Proibido Cochilar - Vem Morena
05. Heroína
06. Oh! Chuva
07. Petrolina-Juazeiro - Lembrança de um Beijo
08. Língua de Jacaré
09. Pequenininha - Até Mais Vê
10. Neblina da Paixão
11. Quando Bate o Coração - Caboclo Sonhador - Espumas Ao Vento
12. Coração Virado
13. Roendo Unha
14. Pagode Russo - Isso Aqui Tá Bom Demais






Rastapé – Fale Comigo (2000)

Instagram Story Lançamento Música Moderno Roxo - 1

 

Estréia do grupo em plena explosão do movimento conhecido como Forró Universitário, no ano de 2000, o CD vendeu mais de 300 mil cópias conquistando o disco de platina. O líder Jorge Filho já se revela um compositor inspirado e cantor de voz rascante, bem típica dos grandes intérpretes nordestinos. “Colo de Menina”, “Luau em Dunas” e “Beijo Roubado” foram sucessos nacionais.

Faixas do álbum:
01. Xote Swingado
02. Colo de Menina
03. Amor de Rastapé
04. Beijo Roubado
05. Embalo do Forró
06. Namoro
07. Fale Comigo
08. Redemoinho - Ventania (Instrumental)
09. Luau Em Dunas
10. O Chineleiro - Vamos Xamegá
11. Um Anjo do Céu
12. Forró No Claro
13. Saudade da Gota
14. Forró Universitário
15. Pra Gente Vadiar




Destaque

Aretha Franklin - Aretha (1986)

  Não se deixe enganar pelo título genérico; este é um novo álbum de Aretha Franklin de 1986, um sucesso moderado, notável por conter cinco ...