quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Larkin Poe - Black Betty (2017)

 

– A blues classic invite, recharged with Georgian fury.
2. Freedom (3:23) 
– Empowerment anthem, Megan's slide slicing like a switchblade.
3. Black Betty (2:44) 
Ram Jam cover supercharged into country-rock glory, 
the disc's defining banger.
4. Look Away (3:24) 
– Introspective ballad layered with raw emotion.
5. Preachin' Blues (3:22) 
– Sonic sermon echoing Delta masters.
6. Cast 'Em Out (2:44) 
– Infectious rhythm for dusty highways.
7. Pink & Red (3:17) 
– Modern twist blending pop hooks with rootsy blues.
8. John The Revelator (3:20) 
– Spine-tingling spiritual rework.
AC/DC cover with fierce feminine edge and electric bite.
10. Tom Devil (2:45) 
– Devilish closer with riffs that haunt the soul.
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Larkin Poe Transforma Clássicos em Puro Fogo com “Black Betty” (2017)!
As irmãs Rebecca e Megan Lovell, o coração pulsante do Larkin Poe, pegam o blues das raízes sulistas e jogam eletricidade bruta neste EP explosivo. Slide guitar afiado e vocais que rasgam a alma!
  • Estilo: Delta blues turbinado com southern rock, country e um toque moderno viciante.
  • Faixas que vão te derrubar:
    • “Black Betty” – o hino do disco, cover do Ram Jam transformado em country-rock avassalador.
    • “Wanted Woman” – AC/DC ganha versão feroz e feminina, cheia de atitude.
    • “John The Revelator” e “Come On In My Kitchen” – reverência elétrica aos mestres do blues.
    • “Freedom” e “Preachin’ Blues” – puro suíngue sulista com energia de show ao vivo.
  • Integrantes: Rebecca Lovell (vocal, guitarra) e Megan Lovell (lap steel, backing vocals) – só as duas, sem overdubs, tudo cru e direto.
  • Curiosidade do processo: Gravado AO VIVO em apenas 3 dias no estúdio caseiro delas na Geórgia, capturando a energia visceral de uma jam possuída.
  • Detalhe histórico: “Black Betty” resgata a força da versão original de Lead Belly (1939), mas com o acelerador no talo – uma ponte perfeita entre o blues antigo e o rock atual.
Um EP curto, direto e viciante. Se você curte blues com pegada elétrica e atitude,


 

Jimmy Carpenter - Toiling In Obscurity (2008)

 

01. Screeching Halt 05:10
02. Sinner Street 05:21
03. Common Man 05:35
04. Prisoner Of Love 05:51
05. Back By The River 04:10
06. On The Skids 06:04
07. Don't Believe It 07:50
08. Shine A Light 06:56
09. Upswing 03:22
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Jimmy Carpenter Explode em “Toiling In Obscurity” (2008): 
Saxofonista feroz e cantor com voz rouca de bourbon, Jimmy Carpenter entrega um debut solo avassalador: blues elétrico cru, misturado com funk de Louisiana, soul profundo e swing de horn section matadora.
  • Estilo: Blues contemporâneo com pegada New Orleans – pense em Little Feat encontrando Roomful of Blues.
  • Faixas que pegam fogo:
    • “Screeching Halt” – abertura saxofônica que te joga na parede.
    • “Sinner Street” – groove funky irresistível.
    • “Common Man” e “Shine A Light” – hinos soul-blues de arrepiar.
  • Time dos sonhos: Jimmy (sax/voz), Wayne Lohr (Hammond), Mike Barras (guitarra), Bill “Foots” Samuel (sax barítono) e ninguém menos que Jon Cleary nos teclados!
  • Curiosidade: Gravado em apenas 4 dias no estúdio Word of Mouth, em Nova Orleans, ainda se recuperando do Katrina – a urgência da cidade está em cada nota.
  • Contexto histórico: Lançado de forma independente quando Jimmy ainda era “sideman de luxo” (anos depois virou diretor musical da Blues Music Awards).
Um disco escondido de blues com suor, swing e alma!


 

Destaque

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