terça-feira, 1 de setembro de 2026

Em 01/09/1997: Genesis lança o álbum...Calling All Stations..


Em 01/09/1997: Genesis lança o álbum...Calling All Stations...
...Calling All Stations... é o décimo quinto álbum de estúdio da banda de rock inglesa Genesis. Lançado em 1 de setembro de 1997 pela Virgin Records, e é seu único álbum com o cantor escocês Ray Wilson como vocalista após a saída do baterista/cantor de longa data Phil Collins em 1996. Os membros fundadores restantes Tony Banks e Mike Rutherford então decidiram continuar a banda e escrever novas músicas para o álbum, durante eles fizeram o teste de cantores e escolheram Ray Wilson.
Calling All Stations foi lançado com críticas negativas que criticaram sua falta de direção, mas elogiaram o desempenho de Ray Wilson. Vendeu mal em comparação com seus álbuns anteriores; alcançou a segunda posição no Reino Unido e um bom desempenho na Europa, mas alcançou a posição 54 nos EUA. Isso marcou seu primeiro álbum de estúdio a não alcançar o número um no Reino Unido desde 1978. " Congo ", o primeiro de três singles do álbum, foi para o número 29 no Reino Unido.
A turnê Calling All Stations viu o Genesis fazer uma turnê pela Europa ao longo de 1998, mas uma etapa americana foi reservada cancelada duas vezes devido à baixa venda de ingressos. Genesis se desfez no final da turnê, e depois se reuniu com Collins para as turnês Turn It On Again e The Last Domino ?. Um conjunto de Super Audio CD / DVD com novas mixagens de som estéreo e surround 5.1 foi lançado em setembro de 2007. Um conjunto de CD /DVD foi lançado na América do Norte em novembro de 2007.
Lista de faixas:
Todas as canções escritas por
Tony Banks e Mike Rutherford.
1. "Calling All Stations" : 5:43
2. "Congo" : 4:51
3. "Shipwrecked" : 4:23
4. "Alien Afternoon" : 7:51
5. "Not About Us" : 4:38
6. "If That's What You Need" : 5:12
7. "The Dividing Line" : 7:45
8. "Uncertain Weather" : 5:29
9. "Small Talk" : 5:02
10. "There Must Be Some Other Way" : 7:54
11. "One Man's Fool" : 8:58
Comprimento total: 67:42.
Pessoal Genesis:
Tony Banks - teclados, violão, vocais de apoio
Mike Rutherford - guitarras, baixo, vocais de apoio
Ray Wilson - vocais principais
Músicos adicionais:
Nick D'Virgilio - bateria em "Alien Afternoon" (primeira metade), "If That That You Need", "Uncertain Weather" e "Small Talk", percussão
Nir Zidkyahu - bateria em "Alien Afternoon" (segunda metade) e tudo mais, percussão.



REVOLVER. "Baby's angry" (1992)

 


Nos anos 90, dentro do shoegaze, havia grupos que tiveram a sorte e o mérito de estar na primeira divisão (MBV, Ride ou Pale Saints, para citar alguns), e outros como esses londrinos chamados Revolver que, com apenas dois álbuns em sua carreira, foram participantes dignos do movimento sem causar muito alvoroço. 

Meu primeiro contato com eles foi através do outro álbum, "Cold Water Flat" (1993), que lançou a carreira da banda, e este "Baby's Angry" está repleto de ótimas canções com melodias cativantes e, claro, explosões de distorção. "Venice" e "Red All Over" te conquistam logo na primeira ouvida, e quando você coloca "Heaven Sent an Angel", talvez a faixa mais conhecida deles, você fica instantaneamente fisgado. É exatamente isso que esperamos de uma boa banda de shoegaze com toques de psicodelia

Faixas impactantes como "Drowning Inside", com seus loops de feedback atmosféricos e precisos, são justapostas a espasmos como "Molasses". A música do Revolver é instantaneamente expansiva. O chão parece ranger quando você se depara com "Cherish", com sua semelhança a um Ride em estado meditativo. 

Em "Since Yesterday", eles atingem proporções épicas e encerram em grande estilo com "Don't Ever Leave", mais uma forma de capturar aqueles anos gloriosos. E os anos 90 foram simplesmente incríveis...


4 EVER - MÚSICAS DE JOHN LENNON & PAUL McCARTNEY


4 EVER - MÚSICAS DE JOHN LENNON & PAUL McCARTNEY - Este CD, foi lançado somente aqui no Brasil em 1998 e possívelmente deve estar fora de catálogo há muito tempo.


Durante os três primeiros anos de sua carreira discográfica e excursões (1963-1966), período em que correram os cinco continentes em intermináveis turnês, os Beatles lançaram 6 LPs e 12 compactos de sucesso mundial. A quantidade de material autoral, analisada cronologicamente nos dias de hoje, è alarmante. Mas, por incrível que pareça, a parceria formada por John Lennon e Paul McCartney era capaz ainda de fornecer material inédito para os colegas mais próximos, principalmente os também empresariados por Brian Epstein e também produzidos por George Martin. A parceria Lennon/McCartney foi iniciada, mas só material a partir de 1956 sobreviveu às faxinas residenciais. 'Love Me Do", primeiro compacto do grupo, data daquela época e de sua safra sobraram algumas que, com o passar dos anos, foram sendo dadas pelos autores aos amigos, "Hello Little Girl" e "Love Of The Loved" são bons exemplos. A primeira chegou ao 10º lugar na parada inglesa na gravação do grupo The Fournoust (também produzido por George Martin), enquanto a versão 'original' de Gerry and The Pacemakers por muitos anos ficou guardada nos arquivos da EMI. Já "Love of the Loved", primeiro compacto da cantora Cilla Black (mais tarde, famosa apresentadora da TV inglesa), mal chegou à 30ª posição.


Por outro lado, já a partir de 1963 os Beatles foram compondo material sem parar. Músicas eram escritas em qualquer lugar (como "Bad To Me", de John Lennon) e, algumas por não terem a “cara dos Beatles”, eram imediatamente entregues a outros artistas. "Bad To Me", "A World Without Love", "It’s For You", "I’ll keep you Satisfied", "Nobody I Know" e "From A Window" fizeram enorme sucesso na Inglaterra e de certa forma até nos Estados Unidos, em parte graças à produção de George Martin, e também devido ao empenho físico dos autores. Oficialmente, o próprio John Lennon esteve presente à gravação de "I’m In Love" (no início da faixa, ouve-se sua voz), enquanto Paul e John fizeram corinho em "From A Window". A faixa "Woman" de Paul (não confundir com o sucesso de J. Lennon) interpretada por Peter And Gordon, foi creditada a um certo Bernard Webb para ver o que ocorreria. A música estourou e a autoria teve de ser revelada. Enfim, muitas dessas músicas nunca tinham sido lançadas por aqui antes, de forma que 4 EVER - MÚSICAS DE JOHN LENNON & PAUL McCARTNEY é uma verdadeira pérola!


EDDIE COCHRAN - TWENTY FLIGHT ROCK

 


"Twenty Flight Rock" é um rock originalmente interpretado por Eddie Cochran na comédia cinematográfica de 1956 "The Girl Can't Help It" e lançada como single no ano seguinte. Foi publicada em 1957 como escrita por Ned Fairchild e Eddie Cochran. A contribuição de Cochran foi principalmente na melodia. Sua versão tem sabor de rockabilly, mas artistas de vários gêneros fizeram covers da música. A primeira versão de "Twenty Flight Rock" foi gravada por Cochran em julho de 1956 no Gold Star Studios, com Connie Smith no violino e Jerry Capehart batendo em uma caixa de sopa. Cochran regravou a música em algum momento em agosto de 1957. Esta versão posterior foi lançada nos Estados Unidos com "Cradle Baby" do outro lado. Vendeu moderadamente, mas foi mais popular na Europa e teve vendas estáveis ​​por um longo período. "Twenty Flight Rock" parte do ponto de vista de um rapaz que sua namorada tem um apartamento no vigésimo andar e o elevador do prédio não está funcionando; consequentemente, ele tem que subir as escadas, deixando-o cansado demais para “balançar” quando chega até ela.

Paul McCartney, com apenas 15 anos, tocou "Twenty Flight Rock" para John Lennon no dia que se conheceram em 6 de julho de 1957, em Liverpool. Lennon, de 16 anos, foi apresentado naquele dia a McCartney na igreja de St. Peter's e ficou impressionado com a habilidade de seu novo conhecido em tocar a música no violão. A boa primeira impressão da performance de McCartney levou a um convite para se juntar aos Quarrymen — banda de Lennon que eventualmente evoluiria para os Beatles. No Anthology, McCartney diz: "Acho que o que mais o impressionou foi que eu sabia toda a letra". Paul McCartney gravaria uma versão de estúdio no seu álbum de 1988, CHOBA B CCCP, e uma versão ao vivo foi incluída no filme concerto de 1999, Live at the Cavern Club.



JOHN LENNON RELEMBRA SEU PRIMEIRO ENCONTRO COM PAUL McCARTNEY

 


6 de julho de 2023. Hoje é uma data festiva, especial para qualquer fã dos Beatles: Foi o dia da festa na igreja de St. Peter, quando, depois da apresentação dos Quarrymen, as vidas de John Lennon e Paul McCartney se cruzaram de forma definitiva ao serem apresentados por um amigo comum. Em comemoração, a gente confere aqui uma matéria publicada no Whiplash.net em 8 de março de 2023.

O dia 6 de julho de 1957 consta nos livros de história da Cultura Pop como o dia em que John Lennon conheceu Paul McCartney. Um dos encontros que mais impactaram o século XX, foi o início da parceria que deu origem aos Beatles, que na década seguinte elevou o rock ao status de arte e moldou a música pop como conhecemos. Em um trecho de uma entrevista com Bob Harris em 1975, John Lennon compartilhou suas recordações dessa fatídica data.
"Eu estava dizendo para alguém um dia desses que só tem dois artistas com quem trabalhei para além de uma noite e nada mais: Paul McCartney e Yoko Ono — duas ótimas escolhas, creio eu. Na história dos Beatles, Paul me conheceu no primeiro dia que eu toquei 'Be-Bop-A-Lula' ao vivo. Um amigo em comum levou ele para assistir minha banda, The Quarrymen. Nós nos encontramos e conversamos depois do show, eu vi que ele tinha talento, ele estava tocando violão no camarim. Ele tocou Twenty Flight Rock, de Eddie Cochran. Eu me virei na hora e perguntei 'Você quer entrar para banda?' Se não me falha a memória, ele disse que sim no dia seguinte. George entrou por Paul, e Ringo entrou por George — embora, é claro, tivesse o meu consentimento. Mas o único que eu realmente escolhi como parceiro por ter reconhecido o talento foi Paul".

George Harrison se juntou a Lennon e McCartney em 6 de fevereiro de 1958, e Ringo Starr juntou-se aos três em 18 de agosto de 1962. Em 5 de outubro do mesmo ano chegou às lojas o primeiro single dos Beatles, "Love Me Do"
.

THE BEATLES - A HARD DAY'S NIGHT - TODAS AS MÚSICAS DO FILME!

 


Esse vídeo é sensacional! Reune todas as cenas musicais do filme incluindo "A Hard Day's Night" (abertura), "I Should Have Know Better" (cena do trem), "I Wanna Be Your Man", "Don't Bother Me" e "All My Loving" (cena da boate), "If I Fell" (estúdio de TV), "Can't Buy Me Love" (no campo de beisebol), "And I Love Her" (estúdio), "I'm Happy Just to Dance with You" (estúdio), "Can't Buy Me Love" (de novo, correndo da polícia), "Tell Me Why", "If I Fell" e "I Should Have Known Better" (medley, cena do auditório), emendando com "She Loves You", e encerra com "A Hard Day's Night" (novamente - cena do helicóptero e créditos de encerramento). E tudo em alta resolução. Absolutamente imperdível!



Definitely Maybe é o álbum de estreia da banda britânica Oasis, lançado em 29 de agosto de 1994


Definitely Maybe é o álbum de estreia da banda britânica Oasis, lançado em 29 de agosto de 1994 . O disco é considerado um dos pilares fundamentais do movimento Britpop. Na época do lançamento, o trabalho contrastou com o movimento Grunge americano que dominava as rádios. Enquanto bandas como o Nirvana traziam letras melancólicas, o Oasis surgiu com uma atitude arrogante e otimista. O álbum tem os singles “Supersonic”, “Live Forever” e “Rock n’Roll Star".

 


Mondo Bizarro é o décimo segundo álbum de estúdio da lendária banda de punk rock Ramones, lançado em 1º de setembro de 1992


Mondo Bizarro é o décimo segundo álbum de estúdio da lendária banda de punk rock Ramones, lançado em 1º de setembro de 1992.
Este trabalho marca um momento de transição para o grupo, sendo o primeiro álbum com o baixista C.J. Ramone, que substituiu o membro fundador Dee Dee Ramone (embora Dee Dee ainda tenha contribuído escrevendo várias músicas para o disco).
Tem os singles "Strength to Endure", "Touring" e “Poison Heart”, que é o maior sucesso comercial do álbum. Composta por Dee Dee Ramone e Daniel Rey, a música se tornou um clássico definitivo da banda.



PEDRO MORAIS LEITÃO | Discurso Direto

 

MIKA e UB40 ft. Ali Campbell são os cabeças de cartaz da primeira edição do festival Rock & Dão, com atuações a 18 e 19 de setembro, respetivamente, no Parque de Santiago, em Viseu. David Bruno, Delfins, Samuel Úria, Cassete Pirata, Ganso e Os Pontos Negros completam o alinhamento musical do evento, que une a música de artistas nacionais e internacionais à gastronomia tradicional e à excelência dos Vinhos do Dão, uma das mais prestigiadas regiões vinícolas portuguesas. Pedro Morais Leitão, Diretor do Festival Rock & Dão é hoje meu convidado em "Discurso Direto".

Portugal Rebelde - O ROCK & DÃO nasce com a ambição de afirmar Viseu como um destino de referência para eventos culturais? 

Pedro Morais Leitão - Sem dúvida. Viseu e a região do Dão têm condições extraordinárias para se afirmarem também através de grandes eventos culturais. Temos uma cidade com qualidade de vida, património, gastronomia, vinhos únicos e uma região com enorme potencial turístico. O que queremos com o ROCK & DÃO é acrescentar mais uma razão forte para visitar Viseu e, ao mesmo tempo, criar um evento do qual a cidade se possa apropriar e orgulhar. O festival nasce em Viseu mas não foi pensado só para Viseu. Temos a ambição clara de chegar muito para além da região e de trazer até cá pessoas de todo o país e também do estrangeiro. De acordo com as vendas atuais sabemos que estamos a conseguir isso mesmo tendo já muitos bilhetes vendidos no estrangeiro e por todo o país na generalidade das capitais de distrito. 

PR - O cartaz conta com atuações internacionais de MIKA e UB40 feat. Ali Campbell, bem como dos portugueses David Bruno, Delfins, Samuel Úria, Cassete Pirata, Ganso e Os Pontos Negros. Quer falar-nos um pouco da aposta neste cartaz? 

Pedro Morais Leitão - Queríamos que a primeira edição deixasse imediatamente clara a ambição do ROCK & DÃO. MIKA e UB40 feat. Ali Campbell são dois grandes nomes internacionais, com públicos muito transversais e repertórios que praticamente toda a gente reconhece. São artistas que têm também uma enorme capacidade de criar festa e isso encaixa muito bem no espírito que queremos para o festival. Mas era igualmente importante termos um cartaz português forte. Os Delfins representam uma parte incontornável da música portuguesa, enquanto David Bruno, Samuel Úria, Cassete Pirata, Ganso e Os Pontos Negros trazem linguagens e gerações diferentes. Procurámos precisamente esse equilíbrio: um cartaz com nomes fortes, mas também diverso, transversal e com personalidade. Não queríamos simplesmente juntar artistas; queríamos construir dois dias que fizessem sentido como um todo. 

PR - A gastronomia e os vinhos do Dão são a “cereja” no topo deste Festival? 

Pedro Morais Leitão - Eu diria que são bastante mais do que a cereja no topo. São parte do próprio bolo. O ROCK & DÃO nasce assente em três pilares com o mesmo peso conceptual: música, vinhos do Dão e gastronomia. Não queremos que o vinho e a gastronomia sejam apenas complementos que encontramos junto ao recinto dos concertos. Queremos que façam parte da experiência. Que as pessoas cheguem mais cedo, provem diferentes vinhos do Dão, comam, convivam, descubram produtores e assistam aos concertos. No fundo, queremos concentrar no Parque de Santiago, durante dois dias, algumas das melhores coisas que esta região tem para oferecer. 

PR - Para terminar, indique quatro boas razões para não perder de vista a primeira edição do ROCK & DÃO. 

Pedro Morais Leitão - Só quatro? A primeira é a música: MIKA, UB40 feat. Ali Campbell e um excelente conjunto de artistas portugueses. A segunda são os Vinhos do Dão, que não são apenas parceiros do festival, são protagonistas. A terceira é a gastronomia, porque queremos que comer e beber bem faça verdadeiramente parte da experiência. E a quarta é Viseu. Uma cidade bonita, acolhedora, com uma enorme qualidade de vida, um centro histórico cheio de identidade e uma região extraordinária à sua volta. Se conseguir juntar estas quatro razões — boa música, bons vinhos, boa comida e uma grande cidade — acho que fica difícil encontrar uma desculpa para não estar no ROCK & DÃO nos dias 18 e 19 de setembro.



XICO GAIATO LANÇA O ÁLBUM DE ESTREIA "A CADA PASSO QUE DOU"

 

No próximo dia 10 de setembro, Xico Gaiato lança A Cada Passo Que Dou, o seu álbum de estreia editado pela Omnichord. Depois de revelar, este ano, os singles "Voltas e Voltas" e "Na Raiz", Francisco Barata apresenta finalmente o disco na íntegra, um conjunto de catorze canções que nascem da Beira Interior para construir um universo profundamente ligado ao território, à memória e à identidade. 

Além da edição digital, A Cada Passo Que Dou contará também com uma edição especial em vinil e CD, pensada para ganhar lugar nas estantes, nos gira-discos e nas casas de quem quiser levar estas canções consigo. 

O álbum será apresentado ao vivo no Auditório da Moagem, no Fundão, no próprio dia 10 de setembro, cidade onde o projeto nasceu. Seguem-se os concertos no Teatrão, em Coimbra, a 16 de setembro, na Casa da Criatividade, em São João da Madeira, a 17 de setembro, na Casa Capitão, em Lisboa, a 2 de Outubro e nos Maus Hábitos, no Porto, a 9 de outubro. 

A Cada Passo Que Dou é composto por 14 canções onde Francisco Barata parte dos sons que marcaram a sua infância na Beira Interior para os reinterpretar através da eletrónica e da pop, onde abre um novo lugar para a exploração da música tradicional. Parte do disco foi gravada em residência artística nas Donas, aldeia onde cresceu a sua mãe, e é aí que ganham forma muitos dos sons que atravessam o álbum, dos bombos ao pífaro. 

Uma das canções, com a participação de Rossana, nasceu também durante uma sessão criativa realizada no Cabeço do Pião, junto às antigas Minas da Panasqueira. O álbum dialoga entre passado e presente, revisitando lugares, histórias e sonoridades para construir uma identidade profundamente enraizada no território. 

Ao longo das canções, Xico Gaiato convida o público a construir o seu próprio imaginário, a explorar temas como a aceitação da identidade, a dúvida e a procura de um lugar no mundo.