sábado, 27 de agosto de 2022

BIOGRAFIA DOS Amon Düül I & II.

 

Amon Düül I & II


 Amon Düül I.

Amon Düül foi uma banda de rock alemã que gerou duas bandas, Amon Düül (ou Amon Düül (UK)) e Amon Düül II, a primeira formada por membros que foram para o Reino Unido, e a segunda mais famosa e considerada como uma das raízes do movimento Krautrock alemão.

Origem.

O Amon Düül nasceu em 1967 como um grupo radical de arte política de Munique. O nome vêm da junção entre o nome do deus egípcio Amon e de um personagem obscuro da ficção turca, Düül. 

O grupo rapidamente ganhou status de cult pela sua liberdade em relação à improvisações musicais, geralmente envolvendo acontecimentos ou demonstrações do movimento juvenil politizado da época. Internamente, o grupo estimulava a liberdade artística, valorizando entusiasmo e atitude mais do que habilidade artística. A formação da banda era fluida, bem receptiva à entrada de novos membros, característica que seria comum aos diversos grupos de Krautrock posteriormente. Apesar do espírito colaborativo do grupo, uma facção dele era mais ambiciosa musicalmente, com técnica mais apurada, o que levou a uma separação em 1969, fazendo com que essa facção se tornasse um grupo à parte, o Amon Düül II, sendo que o grupo original passou a ser conhecido como Amon Düül I ou Amon Düül (UK). Texto: Wikipédia, revisado por: Udo Rempel. (urempel@fas.curitiba.pr.gov.br) 
 
 
Integrantes.

Ulrich Leopold (Baixo)
Helge Felanda (Vocais, Congas)    
Uschi Obermaier (Maracas)
Angelika Felanda (Vocais, Percussão)    
Krischke (Bateria, Teclados)
Rainer Bauer (Vocais, Guitarra)    
Peter Leopold (Bateria)


Disaster Luud Noma! (1972)
01. Drum Things (9:12)
02. Asynchron (7:37)
03. Yea Yea Yea (1:00)
04. Broken (7:26)
05. Somnium (9:30)
06. Frequency (9:53)
07. Autonomes (5:37)
08. Chaoticolour (7:43)
09. Expressionidiom (1:48)
10. Alititude (1:01)



Amon Düül II.
 
Amon Düül II ou Amon Düül 2 é uma banda de krautrock alemã gerada a partir de uma dissidência da banda Amon Düül original, é considerada como uma das raízes do movimento Krautrock alemão. 

O Amon Düül II foi formado após a saída de alguns membros do grupo original (Amon Düül) que tinham maiores ambições musicais, entre elas o uso de sintetizadores, música eletrônica e as diversas experimentações que ocorreram na música da Alemanha da época, com bandas como NEU!, Kraftwerk, Harmonia, Faust e Can. 

História.

Amon Düül II nasceu de uma comunidade artística e política chamada Amon Düül (que registrou durante o final dos anos 1960 diversas sessões ao vivo feitas em torno de composições coletivas e livre improvisação musical). A banda surgiu na cena rock underground alemã com um álbum muito original e excêntrico chamado "Phallus Dei" (1969). Os músicos que participaram desta experiência delirante e psicodélica foram (entre outros) Peter Leopold (saído do Amon Düül), sua esposa e front woman, Renate Knaup, e John Weinzierl nas guitarras. E muitos músicos convidados como Holger Trützsch que tocava percussões tribais (membro original do grupo Popol Vuh). Em seguida, quase com os mesmos músicos, a banda gravou o seminal "Yeti" (1970). Um álbum na mesma linha que o anterior, porém mais elaborado (com algumas canções estruturadas e inúmeras peças de improvisações épicas). "Yeti" projeta o Amon Düül II para fora da Alemanha. No mesmo ano, o baixista Dave Anderson deixa a banda para se juntar ao Hawkwind.

"Tanz der Lemminge", posterior à "Yeti" , é um trabalho impressionante com uma grande diversidade de experimentações, músicas emocionantes com alguns acentos folk e "pausas". Gravado em 1972, "Carnival in Babylon", anuncia uma nova direção musical tomada pela banda. Este álbum é dominado por músicas curtas com o onipresente e bonito vocal de Renate Knaup. Um trabalho mais convencional, com algumas memoráveis baladas folk. O período clássico da banda termina com "Wolf City" (1972) e "Viva La Trance" (1973). Após a saída de Renate Knaup que se juntou ao grupo Popol Vuh, em 1974, e o lançamento de alguns álbuns, o Amon Düül II se divide. 

Em 1981, com o álbum "Vortex", Chris Karrer tentou sem êxito reformular a banda. Hoje, a banda está em atividade com Peter Leopold e Renate Knaup da formação original e outros músicos. Texto: Wikipédia, revisado por: Udo Rempel. (urempel@fas.curitiba.pr.gov.br) 

Integrantes.

Chris Karrer (Violino, Guitarra, Saxofone, Vocais, 1969-1981)
John Weinzierl (Guitarra, Baixo, Vocais, 1969-1977)
Falk Rogner (Órgão, Sintetizador, Eletrônica, 1969-1971, 1972-1975, 1981)
Renate Knaup (Vocais, Pandeiro, 1969-1970, 1972-1975, 1981)
Dieter Serfas (Bateria, 1969)
Peter Leopold (Bateria, Percussão, 1969-1972, 1973-1979)
Christian "Shrat" Thierfeld (Bongos, Vocais, Violino, 1969-1970)
Dave Anderson (Baixo, 1969-1970)
Lothar Meid (Baixo, Vocais, 1971-1973, 1974)
Karl-Heinz Hausmann (Teclados, Órgão, Eletrônica, 1971-1972)
Danny Fichelscher (Bateria, Percussão, Guitarra, 1972, 1981)
Robby Heibl (Baixo, Guitarra, Violino, Vocal, 1973, 1975)
Nando Tischer (Guitarra, Vocais, 1975)
Klaus Ebert (Guitarra, Baixo, Vocais, 1976-1979)
Stefan Zauner (Teclados, Sintetizadores, Vocais, 1976-1979)
Jörg Evers (Baixo, Guitarra, Sintetizador, 1981)




Yeti (1970)
CD 1.

01. Soap Shop Rock (13:48)
A. Burning Sister
B. Halluzination Guillotine
C. Gulp A Sonata
D. Flesh-Coloured Anti-Aricraft Alarm

02. She Came Through The Chimney (3:05)
03. Arcahngel Thunderbird (3:35)
04. Cerberus (4:22)
05. The Return Of Rubezahl (1:42)
06. Eye Shaking King (5:41)
07. Pale Gallery (5:09)

CD 2.

01. Yeti (18:17)
02. Yeti Talks To Yogi (6:20)
03. Sandoz In The Rain (9:01)




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