Jeff Beck Group - Thruth (1968)
Jeff Beck não é um dos meus guitarristas favoritos, gosto de alguns álbuns, mais isso não tira dele o grande guitarrista que é, gosto muito do início com o Jeff Beck Group, que tinha Rod Stewart cantando muito e Ron Wood no baixo. O primeiro disco Truth é muito bom, com um clima psicodélico, mais muita guitarra no talo e Rod arrassando nos vocais, bem diferente do que anda gravando de uns tempos para cá.
Segue parte da resenha publicada na revista BIZZ 31, em fevereiro de 1988, escrita por Celso Pucci.
O disco começa com a paulada de "Shapes Of Things", um hit dos Yardbirds rearranjado por Jeff. Continua com "Let Me Love You", um blues de Rod, no qual voz e guitarra travam um inesquecível diálogo que parece se estender na balada "Morning Dew". Seguem-se o blues "You Shook Me", de Willie Dixon, recomendado por Beck para se ouvir furioso ou chapado, e a pungente interpretação de "Ol´ Man River", com Jeff no baixo e John Paul Jones, futuro baixista do Zeppelin, no órgão.
"Greensleeves", uma famosa canção tradicional, serve de prelúdio ao outro lado do LP, numa sutil intervenção acústica. Na sequência, "Rock My Plimsoul" - uma música de Rod que já havia sido lançada anteriormente, aqui numa regravação aprimorada - e "Beck´s Bolero", um memorável número instrumental de autoria de Jimmy Page, envolto numa sinfonia de guitarras e violão. Depois, "Blues Deluxe", uma preciosa gravação ao vivo pontuada pela técnica e o feeling dos solos de Jeff Beck e Nicky. Para encerrar, "I Ain't Superstitious", outra do bluesman Dixon, na qual Beck confessa em suas próprias palavras (e notas musicais) ter se apropriado dos riffs de outra fera do blues, Howlin' Wolf.
Jeff Beck não é um dos meus guitarristas favoritos, gosto de alguns álbuns, mais isso não tira dele o grande guitarrista que é, gosto muito do início com o Jeff Beck Group, que tinha Rod Stewart cantando muito e Ron Wood no baixo. O primeiro disco Truth é muito bom, com um clima psicodélico, mais muita guitarra no talo e Rod arrassando nos vocais, bem diferente do que anda gravando de uns tempos para cá.
Segue parte da resenha publicada na revista BIZZ 31, em fevereiro de 1988, escrita por Celso Pucci.
O disco começa com a paulada de "Shapes Of Things", um hit dos Yardbirds rearranjado por Jeff. Continua com "Let Me Love You", um blues de Rod, no qual voz e guitarra travam um inesquecível diálogo que parece se estender na balada "Morning Dew". Seguem-se o blues "You Shook Me", de Willie Dixon, recomendado por Beck para se ouvir furioso ou chapado, e a pungente interpretação de "Ol´ Man River", com Jeff no baixo e John Paul Jones, futuro baixista do Zeppelin, no órgão.
"Greensleeves", uma famosa canção tradicional, serve de prelúdio ao outro lado do LP, numa sutil intervenção acústica. Na sequência, "Rock My Plimsoul" - uma música de Rod que já havia sido lançada anteriormente, aqui numa regravação aprimorada - e "Beck´s Bolero", um memorável número instrumental de autoria de Jimmy Page, envolto numa sinfonia de guitarras e violão. Depois, "Blues Deluxe", uma preciosa gravação ao vivo pontuada pela técnica e o feeling dos solos de Jeff Beck e Nicky. Para encerrar, "I Ain't Superstitious", outra do bluesman Dixon, na qual Beck confessa em suas próprias palavras (e notas musicais) ter se apropriado dos riffs de outra fera do blues, Howlin' Wolf.
Segue parte da resenha publicada na revista BIZZ 31, em fevereiro de 1988, escrita por Celso Pucci.
O disco começa com a paulada de "Shapes Of Things", um hit dos Yardbirds rearranjado por Jeff. Continua com "Let Me Love You", um blues de Rod, no qual voz e guitarra travam um inesquecível diálogo que parece se estender na balada "Morning Dew". Seguem-se o blues "You Shook Me", de Willie Dixon, recomendado por Beck para se ouvir furioso ou chapado, e a pungente interpretação de "Ol´ Man River", com Jeff no baixo e John Paul Jones, futuro baixista do Zeppelin, no órgão.
"Greensleeves", uma famosa canção tradicional, serve de prelúdio ao outro lado do LP, numa sutil intervenção acústica. Na sequência, "Rock My Plimsoul" - uma música de Rod que já havia sido lançada anteriormente, aqui numa regravação aprimorada - e "Beck´s Bolero", um memorável número instrumental de autoria de Jimmy Page, envolto numa sinfonia de guitarras e violão. Depois, "Blues Deluxe", uma preciosa gravação ao vivo pontuada pela técnica e o feeling dos solos de Jeff Beck e Nicky. Para encerrar, "I Ain't Superstitious", outra do bluesman Dixon, na qual Beck confessa em suas próprias palavras (e notas musicais) ter se apropriado dos riffs de outra fera do blues, Howlin' Wolf.

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