À espera de uma paixão
Hélder Moutinho / Yami *Fernando Araújo*
Repertório de Hélder Moutinho Nesse teu olhar tristonho
Onde parece que a lua
Se desnuda lentamente;
Há o reverso dum sonho
Numa verdade tão nua
Que nasce tão de repente
Nessa tua voz sentida
Tão doce como o segredo / Que um dia te revelei
Nasce outra vida na vida
Outra saudade sem medo / Outra verdade sem lei
No brilho do teu sorriso
Encontrei a primavera / Desbravei a solidão
Amar demais é preciso
Se uma paixão desespera / À espera de outra paixão
Onde parece que a lua
Se desnuda lentamente;
Há o reverso dum sonho
Numa verdade tão nua
Que nasce tão de repente
Nessa tua voz sentida
Tão doce como o segredo / Que um dia te revelei
Nasce outra vida na vida
Outra saudade sem medo / Outra verdade sem lei
No brilho do teu sorriso
Encontrei a primavera / Desbravei a solidão
Amar demais é preciso
Se uma paixão desespera / À espera de outra paixão
À espera que venhas um dia
Letra e música: Fernando Girão
Intérprete: Fernando Girão
Já passei a fronteira do todo
Nada é novo para mim
Já nada me faz delirar
Tudo tem o mesmo fim
Eu já não sinto saudade / Eu agora sou assim
Só quero um pequeno lugar / E lá plantar o meu jardim
Vem que eu enfrento contigo / A tensão do nosso tempo
Faz-me tu uma surpresa / Enquanto eu ainda aguento
Vem senão eu enlouqueço / Dentro da monotonia
Vem porque eu ainda vivo / À espera que venhas um dia
Intérprete: Fernando Girão
Já passei a fronteira do todo
Nada é novo para mim
Já nada me faz delirar
Tudo tem o mesmo fim
Eu já não sinto saudade / Eu agora sou assim
Só quero um pequeno lugar / E lá plantar o meu jardim
Vem que eu enfrento contigo / A tensão do nosso tempo
Faz-me tu uma surpresa / Enquanto eu ainda aguento
Vem senão eu enlouqueço / Dentro da monotonia
Vem porque eu ainda vivo / À espera que venhas um dia
A estação das cerejas
João Monge / João Maria dos Anjos *fado joão maria dos anjos*
Repertório de Aldina Duarte
Eu hei-de ser das cerejas
Da vertigem dos cardumes
Do mistério dos pardais;
Hei-de ser o que tu sejas
Aquilo a que te resumes
As orações naturais
Eu hei-se ser vento norte
Rir-me na cara da morte / A dança do colibri
Mas hei-de ser do meu peito
Desta dôr com que me deito / Só porque me dói de ti
Eu hei-de ser das cerejas
Do luar na primavera / Labirinto do prazer
Hei-de ser o que desejas
Que por ti sabes que espera / Enquanto a lua quiser
Eu hei-de nascer do nada
Como a papoila encarnada / Que nada fez por nascer
Hei-de nascer tua amada
Sem uma razão nem nada / Mas só porque tem de ser
Repertório de Aldina Duarte
Eu hei-de ser das cerejas
Da vertigem dos cardumes
Do mistério dos pardais;
Hei-de ser o que tu sejas
Aquilo a que te resumes
As orações naturais
Eu hei-se ser vento norte
Rir-me na cara da morte / A dança do colibri
Mas hei-de ser do meu peito
Desta dôr com que me deito / Só porque me dói de ti
Eu hei-de ser das cerejas
Do luar na primavera / Labirinto do prazer
Hei-de ser o que desejas
Que por ti sabes que espera / Enquanto a lua quiser
Eu hei-de nascer do nada
Como a papoila encarnada / Que nada fez por nascer
Hei-de nascer tua amada
Sem uma razão nem nada / Mas só porque tem de ser
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