Posso dizer que poucos aqui conhecem essa maravilha que nada tem a ver com o filme do austríaco Fritz Lang.
Além da bela capa, a banda consegue misturar o que há de melhor no prog alemão. A começar bela introdução da primeira faixa executada com maestria pelo excelente e desconhecido tecladista Manfred Opitz que abre o disco com a certeza de que estamos só começando a ouvir uma verdadeira obra-prima esquecida pelo tempo.
Além da bela capa, a banda consegue misturar o que há de melhor no prog alemão. A começar bela introdução da primeira faixa executada com maestria pelo excelente e desconhecido tecladista Manfred Opitz que abre o disco com a certeza de que estamos só começando a ouvir uma verdadeira obra-prima esquecida pelo tempo.
Sem esquecer que alguns de seus fundadores são o guitarrista Michael Duwe e o baixista Michael Westphal ambos vindos do Ash Ra Tempel e o excelente baterista Thomas Hildebrand, um dos fundadores do Mythos. Só por essa formação, já posso dar a vocês uma vaga idéia do que está por vir. Trata-se de um disco completo, cru, onde o Folk e o experimentalismo do Krautrock se entrelaçam a verdadeira essência do prog sinfônico alemão fazendo com que o Metropolis se tornasse uma banda inovadora e única no final de 1973.
Pena que lançaram apenas esse único e belo registro que se tornou mais um raro "one shot" ao qual tenho a honra de dividir com todos vocês.
Pena que lançaram apenas esse único e belo registro que se tornou mais um raro "one shot" ao qual tenho a honra de dividir com todos vocês.
TRACKS:
1. Birth
2. Metropolis
3. Superplastikclub
4. Dreamweaver
5. Glass Roofed Courts
2. Metropolis
3. Superplastikclub
4. Dreamweaver
5. Glass Roofed Courts
6. Ecliptic

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