Acabou
Letra de Artur Ribeiro
Desconheço se esta letra foi gravada
Transcrevo-a na esperança de obter informação credível
Letra transcrita do livro editado pela Academia da Guitarra e do FadoDesconheço se esta letra foi gravada
Transcrevo-a na esperança de obter informação credível
Acabou quando te vi
O meu cantar d’ amargura
Pois soube que era por ti
O meu andar à procura
Desde o dia em que te vi
Acabou nesse momento
Ao ver-te naquela rua
Meu fado que era lamento
Passou a ser coisa tua
Coisa tua cem por cento
Acabou dando começo
Ao fado dos sonhos meus
E agora só me conheço
Através dos olhos teus
Quando neles apareço
Acabou quando ficámos
Presos na mesma paixão
E os nossos fados casámos
Sem dar sequer atenção
Ao espanto que causamos
O meu cantar d’ amargura
Pois soube que era por ti
O meu andar à procura
Desde o dia em que te vi
Acabou nesse momento
Ao ver-te naquela rua
Meu fado que era lamento
Passou a ser coisa tua
Coisa tua cem por cento
Acabou dando começo
Ao fado dos sonhos meus
E agora só me conheço
Através dos olhos teus
Quando neles apareço
Acabou quando ficámos
Presos na mesma paixão
E os nossos fados casámos
Sem dar sequer atenção
Ao espanto que causamos
Acabou ontem à noite
Constantino Menino / Popular *fado menor*
Repertório de António Mourão
Este tema também aparece gravado com uma melodia
de José Maria Nóbrega
Tudo acaba, tudo morre
Não pode o mundo parar
Acabou ontem à noite
A loucura de te amar
Não pode o mundo parar
Acabou ontem à noite
A loucura de te amar
Muita vez a morte é vida
Depois de muito sofrer
Acabei com a loucura
Acabei com a loucura
Para voltar a viver
Libertei-me da maldade
Cantei, chorei e bebi
Abençoada loucura
Abençoada loucura
Que me fez dono de mim
Quem me viu, chamou-me louco
E sorriu do meu cantar
Sem saber que em mim morria
Sem saber que em mim morria
A loucura de te amar
Acaso sabes tu
Letra de Artur Ribeiro
Desconheço se esta letra foi gravada
Transcrevo-a na esperança de obter informação credível
Letra transcrita do livro editado pela Academia da Guitarra e do Fado
Acaso sabes tu como te quero
Como conjugo em ti o verbo amar
Que desde que te vi eu não tolero
Nem aceito ninguém no teu lugar
Acaso sabes tu que no meu sonho
Compartilhas da minha vida inteira
E que meu coração anda tristonho
Enquanto não morar à tua beira
Acaso sabes como vão sedentos
Estes meus braços desse corpo teu
Se não sabes de cor os meus intentos
É que andas mais ceguinho do que eu
Desconheço se esta letra foi gravada
Transcrevo-a na esperança de obter informação credível
Letra transcrita do livro editado pela Academia da Guitarra e do Fado
Acaso sabes tu como te quero
Como conjugo em ti o verbo amar
Que desde que te vi eu não tolero
Nem aceito ninguém no teu lugar
Acaso sabes tu que no meu sonho
Compartilhas da minha vida inteira
E que meu coração anda tristonho
Enquanto não morar à tua beira
Acaso sabes como vão sedentos
Estes meus braços desse corpo teu
Se não sabes de cor os meus intentos
É que andas mais ceguinho do que eu
Sem comentários:
Enviar um comentário