Prova de que zeuhl não precisa ser necessariamente um discurso marcial sinistro em uma linguagem sem sentido, o único álbum solo de Laurent Thibault foca no lado mais jazzístico do zeuhl, como expresso no álbum de estreia do Magma – talvez de forma bastante apropriada, considerando que Thibault foi o primeiro baixista do Magma e os deixou antes que seu estilo "Ópera Klingon" estivesse totalmente estabelecido. Ainda assim, seu trabalho no baixo demonstra a importância de uma boa linha de baixo para o estilo zeuhl, ao mesmo tempo em que oferece uma abordagem mais suave a tudo – um pouco como um filho ilegítimo entre Christian Vander e Mike Oldfield. Embora não seja típico do gênero, ainda vale a pena conferir.
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