
Bob Bell Necropolis. Mega-raridade/obscuridade da imprensa privada canadense do artisticamente esquizofrênico Bob Bell. Gravado em 1978, Bell divide a diferença entre seu amor pelo splatter/pummel psicodélico de porão e a divagação estridente do free jazz, o primeiro ocupando o lado A com uma impressionante suíte de quatro partes de guitarras desperdiçadas e um drama agitado ao estilo Krautrock, com um toque de German Oak, Roland Kirk, Albert Ayler, DNA, Melt Banana (sem os vocais) e Guru Guru. O último representa Bell como saxofonista no lado B, e a própria música se traduz em uma exploração de free jazz de 15 minutos.
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