Produzida por Larry Marks, "The Black and White of it is Blues", de 1969, soava como se a A&M estivesse tentando posicioná-la como uma cantora de blues ao estilo de Joplin. Isso não era necessariamente ruim. A julgar por faixas como "Love Come Down" e "Vent" tinha talento para rivalizar facilmente com Joplin, ou qualquer outra diva do blues que a rivalizasse. Acrescente a isso, a julgar pela foto promocional que encontrei, ela era uma jovem atraente... Curiosamente, pelo menos aos meus ouvidos, Vent impressionou ainda mais em números de soul como "Ninety Nine and a Half", "Weak Spot" e "It's a Man's World".
Com um toque de Etta James na interpretação, Vent soou muito bem em seu cover de "God Bless the Child", de Billie Holiday. "Bet No One Ever Hurt This Bad" é um dos melhores covers de Newman, com Vent usando uma extensão vocal mais grave do que o normal. Vent apresentou uma das exceções em "Love Come Down", que lembra Joplin. A mulher tinha uma voz incrível. A maneira como ela interpretou o refrão em "Ninety Nine and a Half" foi simplesmente hipnotizante. Uma das melhores performances do álbum. A versão de Vent para "It's a Man's World" foi muito boa, mostrando como ela era uma cantora poderosa, porém controlada. É fácil imaginar Joplin cantando isso com uma arrogância estridente e descontrolada. Não Vent. Ela era nítida, tranquila e deslumbrante.
O cover dela de "Weak Spot" era bem diferente do resto do álbum — abandonando os passos de blues-rock em favor de um som soul surpreendentemente bem-sucedido. Toda vez que ouço essa música, tenho que admitir que me surpreendo com a qualidade da voz "soul" que ela tinha. Apesar de uma aparição no Johnny Carson Show, o álbum desapareceu quase instantaneamente
MUSICA&SOM. ☝
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