ARCTIC PLATEAU
Post Rock/Math rock • Italy
Biografia do Arctic Plateau:Arctic Plateau é um projeto de post-rock (e banda de um homem só) do compositor e músico Gianluco Divirgilia. Baseado em Roma, Itália, o músico compôs e escreveu todas as músicas de seu álbum de estreia sozinho. Ele tocou teclados e guitarra, além de cantar, com a ajuda da seção rítmica convidada (Fabio Fraschini - baixo, Cesare Petuliccio - bateria) no álbum de estreia, lançado no final de 2009.
A música da banda é surpreendentemente um post-rock bastante tradicional, na linha de bandas nórdicas e britânicas. Atmosférica, um pouco melancólica, frequentemente acústica, não tem muito em comum com as bandas italianas de post-rock (cuja música é frequentemente fortemente influenciada pela RPI, música clássica, sinfônica, e é mais melódica, profunda, com arranjos de cordas marcantes).
On A Sad Sunny Day
Arctic Plateau Post Rock/Math rock
O álbum de estreia deste músico italiano que toca sozinho (gravado ainda com alguns músicos convidados) não é ruim, mas é um álbum de post-rock bastante tradicional. Estou sempre à espera de ideias ou sons novos das bandas italianas de post-rock. Algumas delas me atraíram pelo seu post-rock muito italiano, fortemente influenciado pelo Barroco, pela música clássica e pelo RPI (Royal Italian Post Rock), com um som profundo, encorpado e muito melódico, por vezes utilizando vários instrumentos de corda acústicos diferentes nos arranjos (violinos, violoncelos).
Arctic Plateau Post Rock/Math rock
O álbum de estreia deste músico italiano que toca sozinho (gravado ainda com alguns músicos convidados) não é ruim, mas é um álbum de post-rock bastante tradicional. Estou sempre à espera de ideias ou sons novos das bandas italianas de post-rock. Algumas delas me atraíram pelo seu post-rock muito italiano, fortemente influenciado pelo Barroco, pela música clássica e pelo RPI (Royal Italian Post Rock), com um som profundo, encorpado e muito melódico, por vezes utilizando vários instrumentos de corda acústicos diferentes nos arranjos (violinos, violoncelos).
Não é o caso deste álbum de estreia. Mesmo que se percebam alguns momentos barrocos ou sinfônicos, a música é um post-rock bastante tradicional, fortemente influenciado por bandas britânicas ou escandinavas. Legal, um pouco melancólico, frequentemente acústico, onírico, até pesado em alguns trechos. Post-rock de boa qualidade, o que está longe de ser ruim para uma estreia. Só que previsível demais.

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