An Eraser and a Maze (2026)
É verdade que o álbum concentra as melhores faixas no início, mas algumas delas rivalizam com as melhores músicas dos últimos quatro álbuns. O Modest Mouse continua sendo uma banda fascinante, com tantos clássicos espalhados por álbuns, singles físicos, singles digitais, EPs, coletâneas e fitas cassete, alguns praticamente esquecidos.
Este álbum marca o retorno da banda à sua independência. Ainda é elegante, embora menos do que o anterior, mas mantém um profissionalismo impecável na produção, algo que não tínhamos em "This is a Long Drive" ou "Lonesome", hoje considerados clássicos dos anos 90, e merecidamente, principalmente por quem não os ouviu na época do lançamento, inclusive eu.
A reflexão sobre a mortalidade é o ponto alto do álbum. Veja, por exemplo, a quarta música e terceiro single, "Third Side of the Moon". Essa música serve como uma espécie de ode ao falecido Jeremiah Green, o baterista mais proeminente da banda, bem como à mãe de Isaac, e é lindamente melancólica. "Remember Yourself" e "Dogbed in Heaven" também exploram o tema da morte e de como a perda de entes queridos pode ser ainda melhor. "Life's a Dream", com seu refrão repetitivo, também é hipnotizante. Eu simplesmente adoro o fato de Isaac Brock continuar a criar um nicho e timbres tão únicos que seus pares não conseguem alcançar ou sequer ousam tentar. Ele sempre teve essa peculiaridade especial no som e na composição que faz a banda se destacar, e isso nunca desapareceu. Eu sempre vou adorar.
Este álbum marca o retorno da banda à sua independência. Ainda é elegante, embora menos do que o anterior, mas mantém um profissionalismo impecável na produção, algo que não tínhamos em "This is a Long Drive" ou "Lonesome", hoje considerados clássicos dos anos 90, e merecidamente, principalmente por quem não os ouviu na época do lançamento, inclusive eu.
A reflexão sobre a mortalidade é o ponto alto do álbum. Veja, por exemplo, a quarta música e terceiro single, "Third Side of the Moon". Essa música serve como uma espécie de ode ao falecido Jeremiah Green, o baterista mais proeminente da banda, bem como à mãe de Isaac, e é lindamente melancólica. "Remember Yourself" e "Dogbed in Heaven" também exploram o tema da morte e de como a perda de entes queridos pode ser ainda melhor. "Life's a Dream", com seu refrão repetitivo, também é hipnotizante. Eu simplesmente adoro o fato de Isaac Brock continuar a criar um nicho e timbres tão únicos que seus pares não conseguem alcançar ou sequer ousam tentar. Ele sempre teve essa peculiaridade especial no som e na composição que faz a banda se destacar, e isso nunca desapareceu. Eu sempre vou adorar.

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