Após diversas colaborações cinematográficas de menor escala, Morricone alcançou maior reconhecimento com a série de quatro faroestes de Sergio Leone. Seguiram-se importantes colaborações com diretores como Bernardo Bertolucci, Pier Paolo Pasolini, Elio Petri, Paolo e Vittorio Taviani, Valerio Zurlini, Roland Joffé e Brian De Palma. Apesar das inevitáveis repetições em mais de 400 trilhas sonoras, seu trabalho oferece muitos exemplos de uma fusão altamente original de expressões clássicas e populares.
As obras não cinematográficas de Morricone constituem uma parte significativa e cada vez mais executada de sua produção. Muitas delas utilizam sua técnica de "microcélulas", uma abordagem pseudo-serial que frequentemente incorpora alusões modais e tonais e que, com sua extrema redução de materiais composicionais, tem muito em comum com suas técnicas de música para cinema.
Entre as honrarias que recebeu, destaca-se o Oscar de Melhor Compositor em 2016 pela trilha sonora de Os Oito Odiados, de Quentin Tarantino, além de cinco indicações ao Oscar entre 1979 e 2001, um Grammy e um Leão de Ouro, e o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade de Cagliari. Entre 1991 e 1996, lecionou música para cinema na Accademia Musicale Chigiana, em Siena.





Sem comentários:
Enviar um comentário