Eles são mais uma banda de rock progressivo dos primórdios, do tipo que ainda tinha inclinações psicodélicas. Há também um elemento jazzístico de vez em quando, especialmente no saxofone. Just a Poke, lançado originalmente em 1970 pela EMI/Columbia (se não me engano, o álbum também teve lançamentos na França e na Holanda), é o primeiro álbum deles. O álbum consiste em apenas duas faixas com duração de um lado do disco. A ordem das faixas é um pouco confusa, pois acredita-se que o álbum começa com "Baby Night" e termina com "Silly Sally", quando, na verdade, é o contrário. Eu tenho o LP original, cuja contracapa indica que o lado A era "Silly Sally" e "Baby Night" era o lado B, embora, para complicar ainda mais, o selo do disco diga o contrário. A contracapa do LP está correta. "Silly Sally" começa com um som quase medieval, com direito a flauta doce. Começa bem suave, com vocais de Marvin Kaminowitz. Eventualmente, a música ganha ritmo e se transforma em um extenso solo de guitarra, antes de emendar em um cover não creditado de "Soft Parade", do The Doors, e retornar a uma variação do tema de abertura. "Silly Sally" tem uma pegada mais blues, com maior ênfase no ritmo. A banda então parte para um solo de bateria no estilo de "In-a-Gadda-Da-Vida", e em seguida mergulha em uma explosão de percussão. Portanto, embora o Sweet Smoke seja frequentemente associado ao Krautrock, musicalmente não há nada em comum com bandas como Can, Ash Ra Tempel, Amon Düül II, o início do Tangerine Dream, Neu!, Faust, etc. Basicamente, a música deles é recomendada para quem curte o início do prog rock e do rock psicodélico.

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