Månsken (2022)
Por algum motivo, tenho encontrado cada vez mais LPs novos com descontos enormes em lojas de discos aqui no Colorado. Para mim, isso indica que o boom dos LPs da última década, especialmente durante a pandemia, diminuiu. Aquela geração cresceu e tem outras responsabilidades. Então, aqueles de nós que nunca pararam de colecionar vinil podem comprá-los a preço de banana. E provavelmente ficarão com eles para o resto da vida... Mas será que isso importa?
Feita essa introdução, o que o Witch Blade traz musicalmente? Heavy metal à moda antiga do início dos anos 80. Naquela época em que as bandas de hard rock estavam adicionando peso e alguns temas de fantasia. Frequentemente com uma pegada progressiva, mas não na composição. Uma NWOBHM não britânica, por assim dizer. Outro aspecto cativante do Witch Blade é que o grupo canta com orgulho em sueco, sua língua nativa. E eles fazem disso um grande alarde. Eu adoro línguas nativas na música, então podem me incluir nessa. Não espere muito aqui. Oito faixas sólidas e bem executadas, todas agradáveis aos ouvidos se você estiver familiarizado com o estilo NWOBHM.
Witch Blade me transporta para uma época emocionante do final dos anos 80 e início dos 90, quando novos LPs de vinil estavam sendo lançados com um olhar nostálgico inconfundível (penso na gravadora Colours como apenas um exemplo). A embalagem do LP é viciante: uma capa incrível, um livreto bem feito, porém simples, pôster, cartão-postal, adesivo e provavelmente mais alguma coisa que não me lembro (o álbum está arquivado).

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