terça-feira, 25 de agosto de 2026

POEMAS CANTADOS DE ADRIANO CORREA DE OLIVEIRA


Balada do Fim do Ano
Adriano Correia de Oliveira

A cabra quando badala
Tem um ar de desengano.
A cabra quando badala
Tem um ar de desengano.

Parece que diz à gente
Cautela com o fim do ano.
Parece que diz à gente
Cautela com o fim do ano.

INSTRUMENTAL

A cabra, sino de esperança
Toca no alto da torre.
A cabra, sino de esperança
Toca no alto da torre.

Parece que diz à gente
A juventude não morre.
Parece que diz à gente
A juventude não morre.



Balada Dos Sinos
Adriano Correia de Oliveira

O sino toca na aldeia
Reza a gente com fervor
O sino toca na gente
Na aldeia nasce amor.

O sino toca na aldeia
Reza a gente com fervor
O sino toca na gente
Na aldeia nasce amor.

Canta alegre a minha gente
Nasce amor na minha aldeia
Sino querido toca sempre.

INSTRUMENTAL

Dobram sinos nasce amor
Reza o povo de contente
Há festa na minha aldeia
Toca o sino canta a gente.

Dobram sinos nasce amor
Reza o povo de contente
Há festa na minha aldeia
Toca o sino canta a gente.

Canta alegre a minha gente
Nasce amor na minha aldeia
Sino querido toca sempre.



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