O segundo e melhor dos dois álbuns desta lendária banda, composta pela dupla Hector Zazou e Joseph Racaille, com participações especiais, que utilizam teclados, clarinetes, guitarras, violino e muito mais.
Este disco estava completamente fora de sintonia com as tendências predominantes em 1977, mas, em retrospectiva, acabou se tornando um clássico do rock progressivo neoclássico dos anos 70, porém de uma forma totalmente diferente de Art Zoyd/Univers Zero. Enquanto o AZ/UZ usava Bartók/Stravinsky como modelos clássicos, o ZNR usava Satie/Debussy como referência. Isso resultou em um álbum belíssimo, distintamente francês e peculiar.
Este disco estava completamente fora de sintonia com as tendências predominantes em 1977, mas, em retrospectiva, acabou se tornando um clássico do rock progressivo neoclássico dos anos 70, porém de uma forma totalmente diferente de Art Zoyd/Univers Zero.
Enquanto o AZ/UZ usava Bartók/Stravinsky como modelos clássicos, o ZNR usava Satie/Debussy como referência. Isso resultou em um álbum belíssimo, distintamente francês e peculiar.


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