Após ter sido estreado ao vivo por Mike El Nite (Simplesmente Miguel), o tema chega agora em formato oficial: um italo-disco à portuguesa que é uma espécie de extensão do verão. “Esplanada” já está disponível em todas as plataformas digitais.
O novo single é um convite à rentrée feita à portuguesa: reencontrar os amigos numa esplanada, prolongar a conversa, comer, beber e, sobretudo, não ter pressa. Um hino ao ócio numa altura em que parece existir uma obsessão em medir as pessoas pela sua produtividade. Porque, no meio de um estilo de vida cada vez mais acelerado, também é preciso lembrar que viver não devia ser uma tarefa secundária.
Um selo da cultura portuguesa e mediterrânica, este novo single de Mike El Nite é uma espécie de extensão do verão - um verão que, graças às alterações climáticas, parece cada vez mais disposto a prolongar-se até outubro.
A canção parte dessa ideia para celebrar uma cultura de convívio profundamente ligada ao Mediterrâneo, mas que também está a desaparecer das cidades, à medida que espaços públicos e lugares autênticos de encontro são substituídos por negócios privados. Aqui, Lisboa transforma-se em Nápoles e a Arrábida na Sicília. O cenário é português, mas a banda sonora vem de um imaginário mediterrânico onde o italo disco de Pino D'Angiò se cruza com as influências de Nu Genea e Pellegrino.
É um italo disco à portuguesa, com uma linha de baixo cativante e uma abordagem contemporânea que se aproxima do house e recupera também o espírito lounge - algures entre a pista de dança, a esplanada e a banda sonora de uma tarde interminável, com ecos de St. Germain e do universo Café del Mar. Música para ouvir com uma bebida fresca na mão e os olhos postos num prato de camarões.
O single é produzido por Baco, com letra de Miguel e co-produção de Miguel. O videoclipe tem realização de Tommy Loureiro e edição de Mariana Aguilar.
No fundo, é uma canção sobre uma coisa simples e cada vez mais rara: estar. Estar com os outros, estar à mesa, estar na rua, estar sem fazer nada – e perceber que, às vezes, isso já é fazer tudo o que importa.
Após ter sido estreado ao vivo por Mike El Nite, o tema chega agora em formato oficial. Surge depois de uma fase de estrada e de várias apresentações em contextos tão distintos como a tour de apresentação que passou de norte a sul do país, o Piquenique Dançante, o Sonoridades em Santo Tirso e o Toupeiro em Óbidos. Em formato DJ Set, quer em eventos públicos ou privados, passou este ano pelo Ocupar a Velga em Valezim, Sever do Vouga no Myrtillus Fest e pelas Festas de Lisboa.
Mike El Nite tem vindo a reinventar-se constantemente. É um dos artistas mais versáteis e singulares da música portuguesa e tem-se afirmado pelo seu trabalho como rapper, autor, DJ ou produtor ao longo dos anos. Em 2025 regressa como Simplesmente Miguel, uma nova fase em que a proximidade com o público se torna absoluta. Depois de alguns anos de silêncio a solo, mas sempre presente em projetos como David e Miguel e Agrupamento Musical Os Tais, o artista mostra-se agora mais íntimo e transparente do que nunca.
Esta nova fase e o lançamento do álbum Existencisensual (2026) revela-se como um encontro entre vulnerabilidade e performance, entre o entertainer que faz sorrir e o criador que se expõe sem máscaras. Canções que cruzam sensualidade e reflexão existencial, numa estética que viaja do revivalismo lisboeta dos anos 80/90 ao italo-disco, neomelódico napolitano, city pop e jazz-fusão japoneses. Mais do que acentuar um retorno após 2018, este trabalho afirma-se como um gesto de partilha e confiança. Cada tema é um convite ao romance, à introspeção e à celebração da vida. Existencisensual é, no fundo, um date marcado: entre artista e público, entre música e existência, entre o riso e a fragilidade — sempre com romance no centro.
Após ter sido estreado ao vivo por Mike El Nite (Simplesmente Miguel), o tema chega agora em formato oficial: um italo-disco à portuguesa que é uma espécie de extensão do verão. “Esplanada” já está disponível em todas as plataformas digitais.
O novo single é um convite à rentrée feita à portuguesa: reencontrar os amigos numa esplanada, prolongar a conversa, comer, beber e, sobretudo, não ter pressa. Um hino ao ócio numa altura em que parece existir uma obsessão em medir as pessoas pela sua produtividade. Porque, no meio de um estilo de vida cada vez mais acelerado, também é preciso lembrar que viver não devia ser uma tarefa secundária.
Um selo da cultura portuguesa e mediterrânica, este novo single de Mike El Nite é uma espécie de extensão do verão - um verão que, graças às alterações climáticas, parece cada vez mais disposto a prolongar-se até outubro.
A canção parte dessa ideia para celebrar uma cultura de convívio profundamente ligada ao Mediterrâneo, mas que também está a desaparecer das cidades, à medida que espaços públicos e lugares autênticos de encontro são substituídos por negócios privados. Aqui, Lisboa transforma-se em Nápoles e a Arrábida na Sicília. O cenário é português, mas a banda sonora vem de um imaginário mediterrânico onde o italo disco de Pino D'Angiò se cruza com as influências de Nu Genea e Pellegrino.
É um italo disco à portuguesa, com uma linha de baixo cativante e uma abordagem contemporânea que se aproxima do house e recupera também o espírito lounge - algures entre a pista de dança, a esplanada e a banda sonora de uma tarde interminável, com ecos de St. Germain e do universo Café del Mar. Música para ouvir com uma bebida fresca na mão e os olhos postos num prato de camarões.
O single é produzido por Baco, com letra de Miguel e co-produção de Miguel. O videoclipe tem realização de Tommy Loureiro e edição de Mariana Aguilar.
No fundo, é uma canção sobre uma coisa simples e cada vez mais rara: estar. Estar com os outros, estar à mesa, estar na rua, estar sem fazer nada – e perceber que, às vezes, isso já é fazer tudo o que importa.
Após ter sido estreado ao vivo por Mike El Nite, o tema chega agora em formato oficial. Surge depois de uma fase de estrada e de várias apresentações em contextos tão distintos como a tour de apresentação que passou de norte a sul do país, o Piquenique Dançante, o Sonoridades em Santo Tirso e o Toupeiro em Óbidos. Em formato DJ Set, quer em eventos públicos ou privados, passou este ano pelo Ocupar a Velga em Valezim, Sever do Vouga no Myrtillus Fest e pelas Festas de Lisboa.
Mike El Nite tem vindo a reinventar-se constantemente. É um dos artistas mais versáteis e singulares da música portuguesa e tem-se afirmado pelo seu trabalho como rapper, autor, DJ ou produtor ao longo dos anos. Em 2025 regressa como Simplesmente Miguel, uma nova fase em que a proximidade com o público se torna absoluta. Depois de alguns anos de silêncio a solo, mas sempre presente em projetos como David e Miguel e Agrupamento Musical Os Tais, o artista mostra-se agora mais íntimo e transparente do que nunca.
Esta nova fase e o lançamento do álbum Existencisensual (2026) revela-se como um encontro entre vulnerabilidade e performance, entre o entertainer que faz sorrir e o criador que se expõe sem máscaras. Canções que cruzam sensualidade e reflexão existencial, numa estética que viaja do revivalismo lisboeta dos anos 80/90 ao italo-disco, neomelódico napolitano, city pop e jazz-fusão japoneses. Mais do que acentuar um retorno após 2018, este trabalho afirma-se como um gesto de partilha e confiança. Cada tema é um convite ao romance, à introspeção e à celebração da vida. Existencisensual é, no fundo, um date marcado: entre artista e público, entre música e existência, entre o riso e a fragilidade — sempre com romance no centro.
O novo single é um convite à rentrée feita à portuguesa: reencontrar os amigos numa esplanada, prolongar a conversa, comer, beber e, sobretudo, não ter pressa. Um hino ao ócio numa altura em que parece existir uma obsessão em medir as pessoas pela sua produtividade. Porque, no meio de um estilo de vida cada vez mais acelerado, também é preciso lembrar que viver não devia ser uma tarefa secundária.
Um selo da cultura portuguesa e mediterrânica, este novo single de Mike El Nite é uma espécie de extensão do verão - um verão que, graças às alterações climáticas, parece cada vez mais disposto a prolongar-se até outubro.
A canção parte dessa ideia para celebrar uma cultura de convívio profundamente ligada ao Mediterrâneo, mas que também está a desaparecer das cidades, à medida que espaços públicos e lugares autênticos de encontro são substituídos por negócios privados. Aqui, Lisboa transforma-se em Nápoles e a Arrábida na Sicília. O cenário é português, mas a banda sonora vem de um imaginário mediterrânico onde o italo disco de Pino D'Angiò se cruza com as influências de Nu Genea e Pellegrino.
É um italo disco à portuguesa, com uma linha de baixo cativante e uma abordagem contemporânea que se aproxima do house e recupera também o espírito lounge - algures entre a pista de dança, a esplanada e a banda sonora de uma tarde interminável, com ecos de St. Germain e do universo Café del Mar. Música para ouvir com uma bebida fresca na mão e os olhos postos num prato de camarões.
O single é produzido por Baco, com letra de Miguel e co-produção de Miguel. O videoclipe tem realização de Tommy Loureiro e edição de Mariana Aguilar.
No fundo, é uma canção sobre uma coisa simples e cada vez mais rara: estar. Estar com os outros, estar à mesa, estar na rua, estar sem fazer nada – e perceber que, às vezes, isso já é fazer tudo o que importa.
Após ter sido estreado ao vivo por Mike El Nite, o tema chega agora em formato oficial. Surge depois de uma fase de estrada e de várias apresentações em contextos tão distintos como a tour de apresentação que passou de norte a sul do país, o Piquenique Dançante, o Sonoridades em Santo Tirso e o Toupeiro em Óbidos. Em formato DJ Set, quer em eventos públicos ou privados, passou este ano pelo Ocupar a Velga em Valezim, Sever do Vouga no Myrtillus Fest e pelas Festas de Lisboa.
Mike El Nite tem vindo a reinventar-se constantemente. É um dos artistas mais versáteis e singulares da música portuguesa e tem-se afirmado pelo seu trabalho como rapper, autor, DJ ou produtor ao longo dos anos. Em 2025 regressa como Simplesmente Miguel, uma nova fase em que a proximidade com o público se torna absoluta. Depois de alguns anos de silêncio a solo, mas sempre presente em projetos como David e Miguel e Agrupamento Musical Os Tais, o artista mostra-se agora mais íntimo e transparente do que nunca.
Esta nova fase e o lançamento do álbum Existencisensual (2026) revela-se como um encontro entre vulnerabilidade e performance, entre o entertainer que faz sorrir e o criador que se expõe sem máscaras. Canções que cruzam sensualidade e reflexão existencial, numa estética que viaja do revivalismo lisboeta dos anos 80/90 ao italo-disco, neomelódico napolitano, city pop e jazz-fusão japoneses. Mais do que acentuar um retorno após 2018, este trabalho afirma-se como um gesto de partilha e confiança. Cada tema é um convite ao romance, à introspeção e à celebração da vida. Existencisensual é, no fundo, um date marcado: entre artista e público, entre música e existência, entre o riso e a fragilidade — sempre com romance no centro.

Sem comentários:
Enviar um comentário