domingo, 29 de maio de 2022

Biografia dos Audioslave


Audioslave foi um supergrupo de rock norte-americano formado em 2001, em Los Angeles, na Califórnia. A banda consistiu do ex-integrante do SoundgardenChris Cornell, como vocalista e guitarrista, e pelos ex-integrantes do Rage Against the MachineTom Morello (guitarra), Tim Commerford (baixo e backing vocal) e Brad Wilk (bateria). Críticos, inicialmente, descreveram o Audioslave como uma "amalgamação" do Rage Against the Machine com o Soundgarden;[1] porém, com o segundo álbum do grupo, Out of Exile, notou-se que eles tinham estabelecido uma identidade separada.

A sonoridade da banda foi criada pela combinação do hard rock dos anos 70 com o rock alternativo dos anos 90; além disso, Morello incorporou os seus reconhecidos solos de guitarra não-convencionais a essa mistura. Assim como no Rage Against the Machine, orgulhava-se do fato de todos os sons do Audioslave terem sido produzidos usando tão somente guitarra, baixo, bateria e vocais.

Após o Audioslave ter lançado três bem-sucedidos álbuns, recebido três indicações ao Grammy e se tornado a primeira banda norte-americana a realizar um show a céu aberto em Cuba, Cornell emitiu um comunicado em fevereiro de 2007, anunciando que estava deixando a banda permanentemente "devido à conflitos de personalidade irredutíveis, assim como diferenças musicais".[2] Enquanto os demais membros estavam concentrados com a reunião do Rage Against the Machine, e Morello e Cornell haviam lançado álbuns solo em 2007, o Audioslave foi oficialmente encerrado.[3]

Em 17 de janeiro de 2017, através da página do Prophets of Rage no Facebook, foi anunciada a reunião do Audioslave. Depois de 10 anos de hiato, a banda se reúne para uma apresentação no Anti-Inaugural Ball, festival que tem como objetivo protestar contra a posse do presidente americano Donald Trump.[4] O suicídio de Cornell descartou qualquer possibilidade de uma nova reunião. O Audioslave vendeu aproximadamente 10 milhões de discos em todo o mundo.[2]

História

Formação

Chris Cornell, frontman do Audioslave, em foto de 2007.

Para se entender a história da formação do Audioslave, é preciso falar de duas bandas de peso no cenário do rock: Soundgarden e Rage Against the MachineZack de la Rocha, o vocalista do Rage Against the Machine deixou a banda em outubro de 2000 para seguir carreira solo, ao passo que os três integrantes remanescentes partiam para a busca de um novo vocalista. O futuro do Rage Against the Machine era incerto quando Tom MorelloTim Commerford e Brad Wilk receberam o vocalista Chris Cornell (ex-Soundgarden) para um ensaio.

Cornell vinha de uma muito bem sucedida carreira no Soundgarden nos anos 1990 e após o fim da banda, já havia lançado um álbum solo, "Euphoria Morning", em 1999. O entrosamento entre os ex-Rage Against the Machine e Chris Cornell superou as expectativas de todos, em pouquíssimo tempo uma banda nova estava surgindo. Os músicos tinham contratos em vigor com duas grandes gravadoras, e rivais. De um lado a Epic/Sony Music do Rage Against the Machine e de outro a A&M/Interscope do grupo Universal, gravadora da extinta Soundgarden e também de Chris Cornell. Através de um acordo raro na indústria fonográfica, que não foi conseguido sem que houvesse muita negociação, foi permitido aos músicos seguir em frente.

Em março de 2002, a nova banda anunciou sua participação no Ozzfest, o maior festival itinerante de rock dos Estados Unidos, promovido pelo veterano Ozzy Osbourne. No entanto, com tudo definido, datas e horários dos shows, Chris Cornell anuncia sua saída da banda. Mas a gravadora Epic continuou anunciando que o disco seria lançado e em pouco tempo Cornell estava de volta, para ficar. No início o projeto foi batizado "Civilian", no entanto já existia uma banda com esse nome e foi preciso procurar outro. Chris Cornell sugeriu Audioslave e todos concordaram. Também já existia um Audioslave. Desta vez um acordo financeiro permitiu que o novo grupo passasse definitivamente a se chamar Audioslave.

Tom Morello, guitarrista da banda.

Questionamentos

Tim Commerford, baixista da banda, em concerto no Festival de Jazz de Montreal (2005).

Os boatos sobre a nova banda não demoraram a surgir na Internet, o que dividiu tanto os fãs de Soundgarden quanto os fãs de RATM . Do lado do RATM, os fãs lamentavam a perda de identidade do grupo, já que Cornell representa um caminho bem diferente da firmeza política e da influência hip-hop de Zack de la Rocha. Já muitos fãs do Soundgarden repudiavam Cornell justamente por entrar num grupo muito vulgarmente tachado de rap-metal. Se for para tocar rock de peso novamente, então porque o fim do Soundgarden? Mesmo entre aqueles que admiram Chris Cornell e que acompanharam a sua carreira solo, questionavam a coerência do músico, já que a união com o Rage Against the Machine significava um caminho radicalmente oposto ao que pôde ser conferido em Euphoria Morning. Mas, sem dar ouvido a esse tipo de manifestação, o futuro Audioslave permaneceu unido e disposto a provar a todos o quanto ainda é possível ousar e atingir novos horizontes com o novo trabalho.

Turbulências

Por pouco, o Audioslave não acabou antes mesmo de começar. Além de contar com duas gravadoras, a banda inicialmente contava com dois times de empresários, os "managers". De um lado, a empresa que cuida da carreira de Chris Cornell e de outro a empresa que defendia os interesses do Rage Against the Machine. Com tanta gente dando palpites, não foi muito difícil acontecerem os primeiros conflitos. Em março de 2002, o Audioslave (que ainda sequer tinha definido o nome da banda) anunciou a participação na turnê Ozzfest. Com tudo definido, datas e horários dos shows (o Audioslave seria um headliner, a atração principal), Chris Cornell anuncia que está fora. Tanto da turnê Ozzfest como da banda em si. Foi um novo choque para a base de fãs do Soundgarden/Rage Against the Machine. Mas a gravadora Epic continuou anunciando que o disco seria lançado e em pouco tempo Cornell estava de volta para ficar. E a partir de então, o grupo passou a contar com apenas um manager, da empresa The Firm, de Los Angeles.

Brad Wilk, baterista da banda.

Lançamento de álbuns

Durante o processo de transmissão digital de demos gravadas em Los Angeles para Chris Cornell em Seattle (sim, conforme anuncia o site da banda, o Audioslave é uma banda de ponte-aérea, Los Angeles e Seattle), as músicas caíram em mãos erradas. E dali para a internet foi um pulo. Foi então que, por volta de maio, treze canções do Audioslave circulavam livremente pela internet. O que foi um tanto frustrante, conforme Tom Morello:

"Foi uma pena porque a gente gravou 21 músicas, e vazaram cerca de treze, exatamente o número para um álbum. E então foi muito frustrante, porque a gente sabia que aquelas demos tinham tanto em comum com o disco quanto um carvão e um diamante. Três ou quatro vezes por dia, alguém vinha me dizer ‘eu ouvi o seu disco’, e eu respondia ‘não, você não ouviu! Eu juro que você não ouviu!’ e eles tentavam me convencer ‘Ah não cara, eu ouvi seu disco!’."

O disco Audioslave, que efetivamente tem muito pouco da demo que vazou, chegou finalmente as lojas em novembro de 2002 e vem fazendo um moderado sucesso desde então (ganhou disco de ouro pela venda de 500 000 cópias ainda antes do final de 2002). A estréia do Audioslave nos palcos foi no programa Late Show with David Letterman no dia 25 de novembro, ainda em 2002. Depois de mais alguns shows isolados no currículo em dezembro, a banda passa boa parte de 2003 excursionando para divulgar o álbum.

O futuro de um projeto como esse é sempre imprevisível, mas depois de todos os percalços já enfrentados pelo grupo, não é insensato prever uma longa e estável carreira daqui para frente. Ao menos, é o que transparece no entusiasmo das entrevistas. Segundo Tom Morello, o Audioslave compôs mais nos últimos oito meses do que o Rage Against the Machine em oito anos, e a possibilidade de trabalhar com Cornell abriu a possibilidade de trabalhar as melodias nos vocais, um território não explorado durante a carreira do Rage. E acrescenta: "Não é só melodia nos vocais, é o freakin’ Chris Cornell!".

Em 2007, Chris Cornell anunciou sua saída da banda por causa das tradicionais diferenças artísticas. Com a saída do frontman, deu-se o fim da história do Audioslave.

Depois do lançamento do disco debut a banda mostrou que continuava firme e forte no cenário musical e colocou nas lojas o álbum Out of Exile, segundo da carreira. O material mais uma vez contou com a produção de Rick Rubin, que trabalhou ao lado do grupo no disco de estréia, e mostra um Audioslave mais entrosado, conciso, dosando o peso e o potencial pop das músicas, e tem como principais destaques faixas como "The Curse", "Doesn't Remind Me", "Be Yourself" e "Your Time Has Come".

"Out of Exile" obteve grande repercussão nas paradas, conquistando o topo na Billboard e em diversos outros países. Para o lançamento, a banda viajou a Cuba para fazer uma inédita apresentação na ilha de Fidel Castro. O show foi gravado para lançamento em DVD, batizado de Live in Cuba, o material é fruto de um registro de uma apresentação da banda na praça do anti-imperialismo, indo contra a política americana de embargo imposta àquele país em Havana e traz, além de faixas ao vivo, um documentário sobre a passagem do grupo pelo país. Na seqüência, a banda partiu para uma turnê européia, onde a novidade foi a inclusão de clássicos do Soundgarden e Rage Against the Machine no setlist. Antes de excursionar nos Estados Unidos, a banda voltou ao estúdio para trabalhar em novas músicas sem perder o embalo.

Em 2006, foi lançado o terceiro (e último) álbum da banda, Revelations. No ano seguinte, com o anúncio de uma reunião do Rage Against the Machine durante o Festival Coachella de 2007 [5] e com Chris Cornell anunciando sua saída da banda, alegando "diferenças irreconciliáveis",[6] o Audioslave chegou ao seu fim.

Com a separação da banda, houve a reunião do Rage Against The Machine. Na foto, os integrantes: Tim CommerfordZack de la RochaBrad Wilk e Tom Morello (da esquerda para a direita).

Projetos solo

Foi anunciado no ano de 2007 que Chris Cornell não era mais o vocalista do Audioslave. Ele anunciou que estava deixando a banda por causa das tradicionais diferenças artísticas, e um pouco de divergência pessoal. "Devido a conflitos de personalidade que não podem ser resolvidos, assim como diferenças musicais, estou deixando permanentemente a banda Audioslave. Desejo aos outros três membros nada além do melhor em seus futuros empreendimentos", dizia o comunicado de Cornell.

O Audioslave foi formado em 2001 por Cornell, do Soundgarden, e três ex-integrantes do Rage Against the Machine, Tom MorelloTim Commerford e Brad Wilk. O álbum Revelations, último da banda antes da separação, foi lançado em setembro de 2006, mas o Audioslave não entrou em turnê, um dos motivos teria sido o segundo trabalho solo do vocalista, que estava sendo produzido.

Cornell lançou no mesmo ano a música "You Know My Name", tema de 007: Cassino Royale. O álbum Carry On chegou às lojas americanas em julho.

Enquanto isso, o Rage Against the Machine anunciava um show de reunião no festival de Coachella de 2007, que aconteceu em abril deste ano. O guitarrista Tom Morello garantiu que a reunião iria durar apenas durante o evento, e que na ocasião também estava trabalhando em seu próprio álbum.

Reunião e a morte de Chris Cornell

Em 17 de janeiro de 2017, foi anunciado que o Audioslave se reuniria para seu primeiro show em 12 anos no Baile Anti-Inaugural do Prophets of Rageprotestando contra a posse do presidente Donald Trump. O evento ocorreu em 20 de janeiro de 2017.[7]

Questionado em fevereiro de 2017 se haveria mais shows de reunião do Audioslave no futuro, Cornell respondeu: "É sempre uma possibilidade. Quer dizer, já falamos sobre isso há pelo menos três ou quatro anos. Estávamos conversando sobre escolher datas, e acabou não dando certo porque todo mundo está muito ocupado. Eles têm outra banda de novo, todos eles têm bandas separadas que eles próprios fizeram, eu tenho o Soundgarden e uma carreira solo que está tomando muito tempo, e eu acabei de fazer o Temple of the Dog. Então, é realmente tão simples quanto acabamos tendo uma janela de tempo onde é confortável para todos e queremos fazer isso, porque eu definitivamente sinto que todos estão dispostos a isso."[8]

No entanto, em 18 de maio de 2017, três meses após fazer essa declaração, Chris Cornell foi encontrado morto[9][10] em seu quarto de hotel em Detroit, encerrando a possibilidade de quaisquer reuniões futuras do Audioslave com seu vocalista original.

Integrantes

Discografia

Álbuns de estúdio

Demos

Singles

AnoMúsicaU.S. Hot 100U.S. Modern RockU.S. Mainstream RockU.S. Pop 100UK Singles ChartHot Digital SongsÁlbum
2002"Cochise"6992-24-Audioslave
2003"Like a Stone"3111---
2003"Show Me How to Live"6742---
2004"I Am the Highway"6632---
2004"What You Are"-178---
2005"Be Yourself"3211334013Out of Exile
2005"Your Time Has Come"-121293--
2005"Doesn't Remind Me"6832759366
2006"Out of Exile"-149---
2006"Original Fire"7934-92-Revelations
2006"Revelations"-386---

Videografia

DVD

Vídeos musicais

  • 2002: "Cochise"
  • 2003: "Like a Stone"
  • 2003: "Show Me How To Live"
  • 2005: "Be Yourself"
  • 2005: "Your Time Has Come"
  • 2005: "Doesn't Remind Me"
  • 2006: "Original Fire"
  • 2006: "Revelations"
  • 2007: "Until We Fall" - (exclusivo do fã clube)



 

Poemas Cantados de Chico Buarque

 

A Bela e a Fera

Chico Buarque


Ouve a declaração, oh bela

De um sonhador titã

Um que dá nó em paralela

E almoça rolimã

O homem mais forte do planeta

Tórax de Superman

Tórax de Superman

E coração de poeta


Não brilharia a estrela, oh bela

Sem noite por detrás

Tua beleza de gazela

Sob o meu corpo é mais

Uma centelha num graveto

Queima canaviais

Queima canaviais

Quase que eu fiz um soneto


Mais que na lua ou no cometa

Ou na constelação

O sangue impresso na gazeta

Tem mais inspiração

No bucho do analfabeto

Letras de macarrão

Letras de macarrão

Fazem poema concreto


Oh bela, gera a primavera

Aciona o teu condão

Oh bela, faz da besta fera

Um príncipe cristão

Recebe o teu poeta, oh bela

Abre teu coração

Abre teu coração

Ou eu arrombo a janela



A Cidade Dos Artistas

Chico Buarque

Na cidade

Ser artista

É posar sorridente

É ver se de repente

Sai numa revista

É esperar que o orelhão

Complete a ligação

Confirmando a excursão

Que te leva ao Japão

Com o teu pianista

E antes que

O sol desponte

Contemplando

O horizonte

Conceder entrevistas

Aos outros artistas

Debaixo da ponte


Na cidade

Ser artista

É subir na cadeira

Engolindo a peixeira

É empolgar o turista

É beber formicida

É cuspir labareda

É olhar a praça lotando

E o chapéu estufando

De tanta moeda

É cair de joelhos

É dar graças ao céu

Lá se foi o turista

O dinheiro, a peixeira

A cadeira e o chapéu


Ser artista

Na cidade

É comer um fiapo

É vestir um farrapo

É ficar à vontade

É vagar pela noite

É ser um vaga-lume

É catar uma guimba

É tomar uma pinga

É pintar um tapume

É não ser quase nada

É não ter documento

Até que o rapa te pega

Te dobra, te amassa

E te joga lá dentro


A Foto da Capa

Chico Buarque

 

O retrato do artista quando moço

Não é promissora, cândida pintura

É a figura do larápio rastaqüera

Numa foto que não era para capa

Uma pose para câmera tão dura

Cujo foco toda lírica solapa


Era rala a luz naquele calabouço

Do talento a clarabóia se tampara

E o poeta que ele sempre se soubera

Claramente não mirava algum futuro

Via o tira da sinistra que rosnara

E o fotógrafo frontal batendo a chapa


É uma foto que não era para capa

Era a mera contracara, a face obscura

O retrato da paúra quando o cara

Se prepara para dar a cara a tapa




Recordar é Viver - Venda de discos em Portugal 1980

 

Vendas de discos 1980


Alguns Singles em destaque no ano de 1980

Anúncio de Jornal - Julia Graciela
Amanha de Manhã - Doce
I Was Made For Loving You - Kiss - #1 [1]
Video Killed The Radio Star - The Buggles - 
Another Brick In The Wall - Pink Floyd - #1 [3]
Message In A Bottle - The Police - #2
Crazy Little Thing Called Love - Queen - #3
Doce - Doce - #2
Um Grande Grande Amor - José Cid - #2
Laugh And Walk Away - The Shirts - #3
What´s Another Year - Johnny Logan - #1 [1]
She's In Love With You - Suzi Quatro - #1 [2]
Plastic Plastic - Buggles - #3
Echo Beach - Martha & The Muffins - #3
Canção do Beijinho - Herman José - #2
Eu Tenho Dois Amores - Marco Paulo - #1 [2] [3 discos de ouro, 150.000]
Weekend - Earth & Fire - #1 [4]
Call Me - Blondie - #2
Funkytown - Lipps Inc - #3
Chico Fininho - Rui Veloso - #2
The Winner Takes It All - Abba - #2
++
+
Alguns Álbuns em destaque no ano de 1980

The Wall - Pink Floyd - #1 [5]
Regatta de Blanc - The Police - #2
At Budokan - Cheap Trick - #3
One Step Beyond - Madness - #3
20 Diamond Hits - Neil Diamond - #2
Dream Police - Cheap Trick - #3
Flex - Lene Lovich - #2
End Of The Century - Ramones - #3
Duke - Genesis - #3
Hot Stars - Vários (Polystar) - #1 [2]
Emotional Rescue - Rolling Stones - #2
Off The Wall - Michael Jackson - #2
Os Grandes Grandes Êxitos - José Cid - #1 [1]
Peter Gabriel 3 - Peter Gabriel - #2
Ar de Rock - Rui Veloso - #1 [3]
The Game  - Queen   - #4
Highway To Hell - AC/DC - #3
Os Super 20 - Vários (Polystar) - #1 [2]
Zenyatta Mondatta - The Police - #2
Eu Gostava de Ser Quem Era - Amália Rodrigues - #3
++
+
dados recolhidos por consulta de algumas revistas Música & Som e Billboard

Cassette Sales Jump 20 %; Disks Up 15 %, In Portugal

LISBON -Despite the pervading aura of economic crisis and rampant inflation, record and cassette sales increased in Portugal last year over the 1979 figures; disk sales were up by around 15% and cassette figures rose by 20%.

A breakdown of the statistics as- sembled by GPPFV, the Portuguese branch of the International Federation of Producers of Phonograms and Videograms (IFPI), show single sales at 3.5 million for the year, albums at 4 million and cassette sales at one million. Mail-order sales of Reader's Digest also hit the million mark.

The figures also show a change in the ratio of disk to cassette sales. In 1979, sales were 90% records and only 10% cassettes. Now the ratio is roughly 75 -25.

That legitimate cassette sales are on the increase is largely due to the persistent fight against tape piracy waged by GPPFV as the Portuguese industry watchdog, and by Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), the copyright society which handles both performing and mechanical rights.
The national record credits 1980 rock concerts in Lisbon and Oporto by such U.K. acts as Police, Peter Gabriel, Lene Lovich and Fischer-Z, with increasing record sales.

A spin off to the live-show buildup is the encouragement given to Portuguese rock musicians to form their own bands, examples including Rui Veloso and Banda Sonora, UHF, Roxigenio, Street Kids and Jafumega. Veloso had number one hits with his debut album "Ar de Rock" and the single "Chico Fininho," and the UHF single "Cavalos de Corrida" was another number one. The result is that Portuguese rock music today feels it can confidently wave its own flag despite the obvious strength of foreign competition.

A chart breakdown shows that 1980 was a big year for British acts in the international section, Pink Floyd emerging as top group. The female quartet As Doce was the most successful of the national groups.

https://www.americanradiohistory.com/Archive-Billboard/80s/1981/BB-1981-02-14.pdf

Outras fontes:

Em 1980, com 26 anos, a sua "Canção do Beijinho" [de Herman José] tinha já vendido 40 mil discos, no mês de Agosto. Em Setembro lança o LP "Surpresa". Um ano depois ganha o seu segundo disco de ouro, com a "Canção do Beijinho".  - Herman José / CITI









Recordar é Viver - Venda de discos em Portugal 1979

 

Vendas de discos 1979

Supertramp - Nov / 1979
Singles

Sultans Of Swing - Dire Straits - #
Recordar É Viver - Victor Espadinha (4#1)
Stayin' Alive - Bee Gees - #2
You're The One That I Want - John Travolta/Olivia Newton-John - #3
Bicycle Race - Queen - #3
Rasputin - Boney M - #2
Os Amantes - Mara Abrantes - #2
Cara de Gitana - Daniel Magal (5#1)
Tema de Márcio - Paulo Henrique - #4
Too Much Heaven - Bee Gees  - #3
Sobe Sobe Balão Sobe - Manuela Bravo - #4
Hallelujah - Milk And Honey With Gali (2#1)
Dschinghis Khan - Dschinghis Khan - #2
Onde Estão Teus Olhos Negros - The Fevers (1#1)
We're All Alone - Rita Coolidge (2#1)
Tragedy - Bee Gees - #3
I Will Survive - Gloria Gaynor - #4
Chiquitita - Abba (1#1)
Mulher Sentimental - Marco Paulo (1#1)
Da Ya Think I'm Sexy - Rod Stewart (3#1)
Born To Be Alive - Patrick Hernandez (1#1)
Ring My Bell - Anita Ward (1#1)
We Don't Talk Anymore - Cliff Richard (1#1)
Gotta Go Home - Boney M - #2
Papa Popeye - Marina - #11
++++

Albuns

30 Sucessos Explosivos - Vários (Polystar) (1#1)
O Nazareno - Frei Hermano da Câmara (3#1)
Jazz - Queen (1#1)
Stranger In Town - Bob Seger - #2
Spirits Having Flown - Bee Gees (5#1)
White Mansions - Vários (A&M) - #4
Fly Away - Voyage - #2
C'est Chic - Chic - #3
Disco Stars - Vários (2#1)
Breakfast In America - Supertramp (3#1)
Voulez Vous - ABBa (1#1)
Music For Unicef Concert - Vários - #2
Blondes Have More Fun - Rod Stewart - #4
Live Killers - Queen - #4
Explode Coração - Vários (Polystar) (2#1)
Os 22 - Vários (Polystar) (1#1)
Communiqué - Dire Straits - #6
++
++

dados recolhidos por consulta de algumas revistas Música & Som

_Ouro/79

Breakfast In America - Supertramp
O Nazareno - Frei Hermano da Câmara
Spirits Having Flown - Bee Gees
Voulez Vous - Abba

Canção Proibida - Marco Paulo
Onde Estão Teus Olhos Negros - The Fevers
Recordar É Viver - Victor Espadinha

_Prata/79

Communiqué - Dire Straits

Os Amantes - Mara Abrantes

_Ouro/80

Oceans Of Fantasy - Boney M

Cara de Gitana - Daniel Magal
Chiquitita - Abba
Mulher Sentimental - Marco Paulo
We Don't Talk Anymore - Cliff Richard

 Editoras

Polygram
Valentim de Carvalho
Rádio Triunfo
Arnaldo Trindade
Rossil
Nova
Vadeca





Recordar é Viver - Vendas de discos em Portugal 1978

 

Vendas de discos 1978


Kate Bush e Bee Gees foram dois dos nomes em maior destaque no ano de 1978.

A revista Música & Som publicou a lista dos singles e álbuns mais vendidos em 1978:

Álbuns mais vendidos

1 - Saturday Night Fever - Banda Sonora/Bee Gees
2 - The Kick Inside - Kate Bush
3 - O Casarão - Banda Sonora
4 - News Of The World - Queen
5 - Some Girls - Rolling Stones
6 - And Then There Were Three - Genesis
7 - 30 Sucessos Explosivos - Vários (Polystar)
8 - Deliverance - Space
9 - Grease - Banda Sonora
10 - Portfolio - Grace Jones

Portugueses:

Pano Crú - Sérgio Godinho; O Nazareno - Frei Hermano da Câmara [editado no fim de 1978]; Cantigas Numa Lingua Antiga - Amália Rodrigues

Singles mais vendidos:

1 - Wuthering Heights - Kate Bush
2 - Rivers Of Babylon - Boney M
3 - Aba-Ni-Bi - Izhar Cohen & Alpha Beta
4 - Stayin' Alive - Bee Gees
5 - Canção Proibida - Marco Paulo
6 - Nuvem Passageira - Hermes Aquino
7 - Cry To Me - Sérgio & Madi*
8 - One For You, One For Me - La Bionda*
9 - Um Português - Linda de Suza
10 - We Are The Champions - Queen
11 - Mocidade, Mocidade - António Calvário
12 - Unlimited Citations - Café Creme
13 - My Life - Ed Costa
14 - Verde Vinho - Paulo Alexandre [ver também 1977]
15 - Terra da Maria - Roberto Leal
16 - Recordar É Viver - Victor Espadinha [ver também 1979]
17 - My Life - Michael Sullivan
18 - Night Fever - Bee Gees
19 - Bailemos Un Vals - José Velez
20 - Parlez Vous Français - Baccara

Alguns dos discos em destaque ao longo do ano de 1978.

singles:

"Ninguém", Também Sonha - Clarisse e Tó - #2
O Que Passou Passou - Cocktail - #5
Verde Vinho - Paulo Alexandre (#1)
I Remember Elvis Presley - Danny Mirror - #2
Unlimited Citations - Cafe Creme (#1)
Tia Anita - José Cid - #3
Nuvem Passageira - Hermes Aquino (#1)
Singin' In The Rain - Sheila B.Devotion - #3
We Are The champions - Queen - #3
Mocidade Mocidade - António Calvário - #2
Wuthering Heights - Kate Bush (8#1)
Aba-Ni-Bi - Izhar Cohen & Alpha Beta - #2
Bailemos Un bals - José Velez - #3
My Life - Ed Costa (BS O Casarão) (#1)
Um Português - Linda de Suza - #0
My Life - Michael Sullivan - #0
Cry To Me - Sérgio & Madi (#1)
How Deep Is Your Love - Bee Gees (#1)
Rivers Of Babylon - Boney M (#1)
One For You, One For Me - La Bionda (#1)
Canção Proibida - Marco Paulo  (#1)
Stayin' Alive - Bee Gees - #0
Night Fever - Bee Gees - #0
Recordar É Viver - Victor Espadinha - #0
Terra da Maria - Roberto Leal - #0
++

Álbuns:

Cantigas Numa Lingua Antiga - Amália Rodrigues (#1)
Seconds Out - Genesis - #4
Rain Dances - Camel - #3
Magic Fly - Space (#1)
Don't Let Me Be Misunderstood - Santa Esmeralda - #2
Once Upon A Time - Donna Summer - #2
News Of The World - Queen (2#1)
O Casarão - Banda Sonora (#1)
Portfolio - Grace Jones - #3
Close Encounters - John Williams - #3
The Kick Inside - Kate Bush (#1)
Zaragon - John Miles - #3
Saturday Night Fever - Bee Gees (#1)
And Then There Were Three - Genesis - #4
Nightshft From Venus - Boney M - #2
Some Girls - Rolling Stones - #3
Grease - Banda Sonora - #2
30 Sucessos Explosivos - Vários (Polystar) - #0
+
+
A editora Rossil, fundada nos finais de 1977, destacou-se com grandes vendas para Paulo Alexandre, Danny Mirror, Tó & Clarisse, Sérgio & Madi, António Calvário, Space, Michael Sullivan e Hermes Aquino.





Biografia Ana Lains


Ana Margarida Laíns da Silva Augusto,[1][2] mais conhecida como Ana Laíns,[nota 1] (nascida em Tomar, a 16 de Agosto de 1979)[9] é uma cantora[3][4] portuguesa de fado e de Música Tradicional Portuguesa, a sua outra paixão, que gosta da definição de "cantora colorida".[4]

Carreira

Tendo nascido em Tomar,[5] Ana Laíns tem uma forte ligação a Constância, onde pela primeira vez canta em público com apenas 6 anos. Só aos 15 anos é que canta o seu primeiro fado, "a pedido do pai, Manuel Augusto, militar de carreira"[8] e "por insistência do fadista João Chora".[3]

Após ter vencido a Grande Noite do Fado de Lisboa em 1999,[2] decide levar a sério a sua carreira musical e as suas actuações levam-na por vários países europeus como AlemanhaFrançaBélgica ou Luxemburgo, atravessando até o Atlântico para cantar nos Estados Unidos da América.[5]

No ano seguinte, em 2000, começam a surgir os seus primeiros registos em estúdio, através da participações em compilações.[5]

Em 2001 ela participa do 37º Festival RTP da Canção, com o tema "Há Sempre Alguém que Nos Quer".[carece de fontes]

Depois de assinado o seu primeiro contrato discográfico em 2003, Ana começa a gravar, no final de 2005, o seu disco de estreia contando com Diogo Clemente na direcção musical e na produção.[5]

Em Abril de 2006 chega ao mercado o seu primeiro álbum Sentidos. Nesta edição da Difference, Ana Laíns interpreta poemas de autores como Florbela EspancaLídia Oliveira ou António Ramos Rosa,[5] sendo também possível encontrar assinaturas como Jorge Fernando.[7]

A digressão de promoção de Sentidos passa também por EspanhaBélgicaHolandaRússia ou Grécia.[5]

No Verão de 2009 surge o convite de Boy George para gravar o tema "Amazing Grace",[5] que viria a ser incluído no seu novo trabalho Ordinary Alien, editado nos inícios de 2011.[10]

Em 2010, no ano em que Ana Laíns assinala 10 anos de carreira, lança o seu álbum Quatro Caminhos, a 1 de Março,[6] que conta novamente com a chancela Difference e com a cumplicidade de Diogo Clemente na produção e na direcção musical.[5]

Este segundo trabalho regista, em "Não Sou Nascida do Fado", a estreia da fadista como responsável por uma das letras, ao lado de poemas de Natália Correia, o uruguaio Rubén Darío ou o brasileiro Carlos Drummond de Andrade. Na autoria da parte musical encontramos nomes como Amélia MugeJosé Manuel David ou Filipe Raposo.[5][11]

Ainda em 2010, Ana Laíns participa em dois temas do álbum Catavento de Beto Betuk, um trabalho que conta ainda com participações de artistas como Dulce Pontes ou Ivan Lins.[12]

Discografia

Álbuns de Estúdio

Participações

Convidada

Compilações





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