A noite acabou O jogo acabou Para mim aqui Quando acordar Já te esqueci O filme acabou O drama acabou Acabou-se a dor Tu sempre foste Um mau actor Fizeste de herói No papel principal Mas representaste e mentiste tão mal Quem perdeu Foste tu só tu e nunca eu Afinal, hoje o papel principal é meu e só meu Quem perdeu Foste tu só tu e nunca eu Afinal, hoje o papel principal é meu O filme acabou O drama acabou Acabou-se a dor Tu sempre foste Um mau actor Fizeste de herói No papel principal Mas representaste e mentiste tão mal Quem perdeu Foste tu só tu e nunca eu Afinal, hoje o papel principal é meu e só meu Quem perdeu Foste tu só tu e nunca eu Afinal, hoje o papel principal é meu Quem perdeu Foste tu só tu e nunca eu Afinal, hoje o papel principal é meu e só meu E quem perdeu Foste tu só tu e nunca eu Afinal, hoje o papel principal é meu
A noite passada acordei com o teu beijo Descias o Douro e eu fui esperar-te ao
Tejo
Vinhas numa barca que não vi passar
Corri pela margem até à beira do mar Até que te vi num castelo de areia Cantavas: “Sou gaivota e fui sereia” Ri-me de ti: “Então porque não voas?” E então tu olhaste Depois sorriste Abriste a janela e voaste A noite passada fui passear no mar A viola irmã cuidou de me arrastar Chegado ao mar alto abriu-se em dois o mundo Olhei para baixo dormias lá no fundo Faltou-me o pé senti que me afundava Por entre as algas teu cabelo boiava A lua cheia escureceu nas águas E então falámos E então dissemos Aqui vivemos muitos anos A noite passada um paredão ruiu Pela fresta aberta o meu peito fugiu Estavas do outro lado a tricotar janelas Vias-me em segredo ao debruçar-te nelas Cheguei-me a ti disse baixinho: “Olá!” Toquei-te no ombro e a marca ficou lá O sol inteiro caiu entre os montes E então olhaste Depois sorriste Disseste: “Aínda bem que voltaste!”
Quando veio, mostrou-me as mãos vazias As mãos como os meus dias Tão leves e banais E pediu-me que lhe levasse o medo Eu disse-lhe um segredo Não partas nunca mais E dançou Rodou no chão molhado Num beijo apertado De barco contra o cais E uma asa voa A cada beijo teu Esta noite Sou dono do céu E eu não sei quem te perdeu Abraçou-me Como se abraça o tempo A vida num momento Em gestos nunca iguais E parou Cantou contra o meu peito Num beijo imperfeito Roubado nos umbrais E partiu Sem me dizer o nome Levando-me o perfume De tantas noites mais E uma asa voa A cada beijo teu Esta noite Sou dono do céu E eu não sei quem te perdeu E uma asa voa A cada beijo teu Esta noite Sou dono do céu E eu não sei quem te perdeu E eu não sei quem te perdeu
(Pedro Machado Abrunhosa / João António Ferreira Cavadas Costa)
A dança cigana apresenta, por meio de movimentos, estilos e características próprias, a alegria e o sentimento da música cigana, demonstrando o ritmo da vida através da magia da dança.
Em cada música, a feminilidade explode em fogo, ritmo e em várias formas de expressão corporal, que se completam numa verdadeira festa, cheia de vida e harmonia.
Mas cabe colocar que o povo cigano prioriza a inteligência, ensina a força interior que tem dentro de si; são a luz, inspiração, energia e amor.
Povo que aprende desde cedo os dons mágicos das palavras e do respeito, é místico, alegre, íntegro e, sobretudo fiel às suas tradições, com fortes pontos em comum entre todas as partes do mundo.
Na dança, a figura feminina é ainda mais exaltada, pois as mulheres são a personificação perfeita da figura cigana. Não gostam de cortar os cabelos, pois como eles nascem no alto da cabeça, estão naturalmente imantados com a energia mais pura e, cortando-os, perde a força, inclusive a magia.
São comuns os vestidos com grandes decotes. As ciganas quase sempre têm seios volumosos, que além de afirmar a força feminina, mostram a disposição que tem pela vida, pois o seio tem o papel de sustentar os ciganos que nascem.
A dança cigana faz viver intensamente as emoções, mostrando sensualidade e feminilidade com elementos culturais que atravessam os séculos, passando pela influência da Índia, Grécia, França e, principalmente, da Espanha.
Ela é a união de varias nações e transmite uma grande e mágica energia. Ao saírem da Índia, com suas danças pelo mundo, os ciganos colheram as mais variadas influências folclórica
Na Espanha, influenciados pelo Flamenco, as ciganas dançavam à vontade a Rumba Gitana, além da utilização do xale e leque.
Na Rússia, com seus lenços coloridos, mostravam toda sua graciosidade. Na Hungria, utilizando-se dos pandeiros adornados de fitas coloridas.
No Oriente, com os movimentos dos quadris revelam toda força, graciosidade e sensualidade. As influências vieram ainda dos povos Hebreus, Mouros, Bizantinos e Árabes.
O Povo Cigano utiliza a música como uma forma de se aproximar de Deus, por isso, quando estão tristes ou alegres, recorrem à magia da dança para harmonizarem suas svibrações.
E, é através dela que são abertos os portais que ligam o mundo espiritual ao material. Anualmente, no dia 24 de maio se realiza rituais de dança e música para louvar Santa Sara Kali, a padroeira mundial do povo cigano.
Conta-se na história que a origem da dança cigana vem da região da Kashemira, noroeste da Índia, fronteira com o Paquistão às margens do rio Indo, berço do povo cigano.
Por volta de 3.000 anos atrás, esse povo partiu deste local, expulso por invasores árabes, e se dividiram em vários grupos espalhados pelo mundo.
A dança cigana não é encarada como um ofício pelos ciganos, montagens de balé e de óperas (como Carmen, de Bizet) são representadas por profissionais de balé não-ciganos (gadjés).
Eles não aprendem em aulas de dança, dançam com a alma, o coração e a emoção. Na dança individual ou em grupos, não existe nenhuma coreografia pré-concebida.
É uma dança solta, da alma. Dizem os antigos, que os ciganos dançam para atingir o êxtase do fluido energético que os levam de encontro com a verdadeira essência da Deusa ou do Deus interior e superior.
Por isso, dificilmente, os ciganos fazem coreografias; dançam soltos e livres, colocando em cada movimento suas emoções.
Como diz Niffer Cortez (uma das poucas bailarinas ciganas):
“Marcar uma coreografia, para o cigano, é prendê-lo; é não dar liberdade aos seus movimentos”.
Como hoje em dia (contemporâneo), danças são apresentadas também em palcos, festivais e eventos de dança, tecnicamente começaram-se a criar coreografias pré-determinadas e ensaiadas; unicamente, deve-se respeitar a cultura, sabendo que não existe uma técnica rígida de dança cigana, mas formas de se dançar ciganamente.
A graça está em cada pessoa ouvir a voz do seu coração e permitir que se conduza levemente, tranquilamente, pois só dessa maneira, cada um que se propõe a estudar a dança cigana, consegue sentir sua alma.
A dança é a magia, e a alegria desse povo, o mistério através dos passos e movimentos que saúdam, invocam e fazem fluir a mais bela e elevada vibração energética.
De forma ritualística, esta dança pode ser usada para desenvolver a intuição, sensualidade, coragem, desbloquear as energias negativas, aguçar a percepção corporal, emocional e espiritual…
Onde o ritmo, movimento e beleza da dança acontecem e fluem de forma harmônica, unidos na música e na dança.
Como terapia, a dança cigana promove, além da sociabilização, o autoconhecimento, a autoestima e a conscientização corporal.
A prática desta dança permite à mulher encontrar um equilíbrio entre a mente e o corpo, uma sensação de harmonia e integração resultante dos movimentos alegres e fortes, fortalecendo a confiança no próprio ser e fomentando a aceitação da sua feminidade.
Pode ser praticada em qualquer idade e por qualquer mulher, pois apenas tem efeitos benéficos para o corpo e o espírito e não requer nenhuma constituição física determinada.
Para o corpo, apresenta-se com uma excelente alternativa de atividade física, proporcionando o aumento da flexibilidade e do tônus muscular, auxiliando na reeducação postural, aprimorando a coordenação motora e as funções cardiorrespiratórias.
A Romá (os ciganos) estão espalhados pelo mundo, e onde há cigano, há música e dança, cada um com o seu estilo.
Entre a Romá, a dança é aprendida desde a infância e não existe idade limite para se dançar.
A Dança Cigana em Cada País
Na Rússia, Hungria e Romênia, a dança consiste em movimentos alternados dos ombros, acompanhados ao movimento das saias/ou lenços, ás vezes, estalam os dedos e, de acordo com o ritmo da música, é utilizado o pandeiro (adornado com fitas coloridas), usam botas devido ao clima local.
Em Espanha, predomina a rumba cigana, que são movimentos das mãos com os quadris e os pés, alternados com movimentos fortes das saias, e também é utilizado o lenço, leque e o xale.
Em Itália, é uma mistura de dança típica italiana com um toque cigano, dançam como se estivessem brincando, dançam homens, mulheres, crianças, todos juntos, fazem roda… É a dança cigana que transmite a mais pura alegria.
No Oriente, com o movimento forte dos quadris, relevam toda a sua graça e sensualidade.
No Brasil, com o passar dos séculos (desde 1574), foram perdendo este Dom, sendo muitos, então, influenciados pela dança cigana europeia. Assim, a dança cigana brasileira é uma mistura das danças da Rússia, Hungria, Romênia e Espanha (irá depender do ritmo da música), só que não usam botas, dançam descalço e algumas ciganas dançam até com salto alto, criando um estilo próprio, que hoje é copiado por muitos dançarinos ciganos.
Nos anos 80 surge Rui Veloso, e aparece uma imensidão de bandas, quase todas efémeras- Trabalhadores do Comércio, Táxi, Roquivários, Grupo de Baile, António Variações, Salada de Frutas, Heróis do Mar, Sétima Legião e Adelaide Ferreira (cujo álbum Amantes e Mortais foi considerado nos EUA o melhor álbum de Hard Rock Português até aos dias de hoje) e Lena D'Água - são algumas das bandas que agitaram o panorama nacional chegando aos tops de vendas provando que havia mercado para este tipo de rock comercial, captando a atenção quer dos media, quer do público em geral.
Posteriormente surgem as bandas Xutos & Pontapés, muito reconhecidos até aos dias de hoje, lançando o seu álbum de estreia 1978/82, mas apenas alcançando reconhecimento do publico por volta de 1983/84/85, e surgem também os Heróis do Mar, demonstrando existir uma verdadeira mudança na forma de tocar Rock em Portugal através da instituição de um estilo próprio e de espantosas atuações ao vivo.
Com a entrada nos anos 80 surge uma banda de extrema importância: os Roxigénio, considerados por muitos como a melhor banda desta década. Eram um conjunto adulto, com uma sonoridade rock a alcançar as novas formas de fazer música que despontaram na mesma época.
Composta por duas figuras importantes, dois verdadeiros "pais" do rock português, António Garcez e Filipe Mendes. Em 1982, saltaram para a ribalta os GNR, oriundos do Porto, criando uma grande legião de fãs, dois anos após a formação da banda, com o lançamento do single "Portugal na CEE". Porém só em 1986 é que saltaram para as tabelas de vendas com o álbum Psicopátria, tendo sido, vários anos depois, em 1992, a primeira banda nacional a encher um estádio de futebol, num concerto ao vivo, nos espectáculos de promoção do álbum Rock in Rio Douro, com cerca de 40.000 espectadores.
A evolução estava garantida, através de um sem número de bandas, como os Ban, UHF, Rádio Macau ou Mão Morta, e pela continuidade de veteranos como os Xutos & Pontapés, levando o rock português em direcção à década de 1990. Desde então apareceram bandas como os Silence 4, Clã ou Ornatos Violeta e Iris que trouxeram novas sonoridades ao Rock presente nas tabelas de vendas. Alguns anos mais tarde, após 16 anos de existência surge a carismática banda Iris do sul do pais, com o seu 1º intitulado álbum Vão dar Banhó cão, 1995, cd produzido Inglês Neal Ray produtor Iron Maiden. É no ano seguinte em 1996, que este trabalho e o fenómeno, Iris atingem o seu maior impacto. "Oh Mãe, Aquêle Moçe Batê-me", versão da música "The House Of The Rising Sun" imortalizada pelos Animals, foi sem dúvida o tema que fez a diferença, trazendo como maior inovação, as músicas rock cantadas com pronúncia algarvia, levando os "moços ma-rafados" a efetuar mais de 90 espetáculos por todo o pais. Está banda com um estilo único surge da dinâmica de Domingos Caetano seu criador líder, após vários sucessos ao longo dos anos, em 2006, tornam-se na primeira banda de rock portuguesa a montar um espectáculo com uma orquestra onde gravar um CD e DVD "Iris ao vivo com Essemble
HORA DE PONTA Formato: Single Ano: 1982
LADO A: - Hora de Ponta
LADO B: - A Moda Que Eu Quero
AOS DOMINGOS VOU À BOLA Formato: Single Ano: 1981
LADO A: - Aos Domingos Vou à Bola
LADO B: - Você é Um Homem Livre
PASSARINHO PASSAROUCO Formato: Single Ano: 1982
LADO A: - Passarinho Passarouco
LADO B: - Chamem o 115
BOMBA NUCLEAR NÃO! Formato: Single Ano: 1980
LADO A: - Bomba Nuclear Não!
LADO B: - Sangue no Meu Mund
BLUE JEANS Formato: Single Ano: 1981
LADO A: - Blue Jeans
LADO B: - Magia
ELE É O FREAK DA SUA RUA Formato: Single Ano: 1981
BIOGRAFIA ANANGA RANGA A primeira formação dos Ananga- Ranga surgiu em 1976 . Dela faziam parte Luís Firmino ( Guitarras e Vozes, que tinha pertencido aos Aranha), Álvaro ( Baixo e Vozes), Manuel Barreto ( Piano e Vozes) , Necas ( Bateria), Rui Pedroso (Órgão) e Pantera ( Percussão). Esta formação dedica-se sobretudo a executar música de cópia , impecável e sem paralelo na cena Rock portuguesa. Tocavam Genesis, Pink Floyd, Camel, Manfred Mann de tal maneira que soavam como os originais. Esta formação tocou no Baile de Finalistas do Externato Secundário do Sabugal, em Dezembro de 1976. Conta quem viu e ouviu que se se fechassem os olhos pensava-se estar a ver/ ouvir os músicos de grandes nomes internacionais do Rock , tal a perfeição com que os músicos tocavam. A partir de 1979 o grupo reforma-se com a entrada de Vasco Alves para o Baixo e as saídas de Pantera e Pedroso. A banda consegue um contrato discográfico com uma editora e lança dois singles, no mercado: " Disco- Sound" e "Verme", como primeira amostra; a que se seguiu "Fascínio" e "Salto no Tempo". Estes dois singles são uma exigência da editora, para a banda poder continuar a gravar, já que , musicalmente deixam muito a desejar. Os Ananga- Ranga não queriam produzir este tipo de música, mas sim Jazz- Rock ( de que são uns dos pioneiros em Portugal). Para isso recrutam o saxofonista Manuel Garcia e gravam o LP " Regresso às Origens". Com a participação especial de Carlos Zíngaro ( um violinista de excepção) no tema "Rockalhão", o grupo apresenta temas como " Joana" ( dedicado à filha de Manuel Barreto), "Cúria", "América", ou "Bolero". Jazz- Rock do melhor ... As guitarras de Firmino , as teclas de Barreto e o sax de Garcia marcam a melodia e a secção rítmica de Vasco e Necas acompanham , em contratempo (como mandam as regras do Jazz- Rock). O grupo é convidado a participar no programa de televisão " Soltem o Rock, mas guardem-no bem" ao lado de nomes como Tantra, Arte & Ofício e Rão Kyao. Este programa, gravado ao vivo na Aula Magna, em Lisboa foi exibido na RTP-2. Em 11 de Novembro de 1980 o grupo regressa ao Sabugal , desta vez para apresentar o "Regresso às Origens", o mesmo acontecendo uma semana depois, na cidade da Guarda, espectáculo integrado num Baile de Finalistas do Liceu Nacional Afonso de Albuquerque. Em 1981 o programa de rádio "Rock em Stock" , com Luís Filipe Barros ao comando promove um concurso, durante várias semanas, com uma canção que ( saber-se-ia mais tarde) pertencia ao novo álbum dos Ananga- Ranga. O concurso consistia em adivinhar de quem era a canção intitulada " KissYou inThe Highway". Poucos concorrentes conseguiram adivinhar que se estava perante o novo som dos Ananga. O LP intitulado "Privado" contém mais temas cantados em inglês , tais como "Queen's Jail" e "Madness", para além de outros temas , na linha de "Regresso às Origens" como " Libra", "Estranha" ou "Privado". Manuel Garcia já não faz parte do line-up da banda, mas ainda toca como convidado, no álbum. Há, também, a participação de Alfredo Nascimento que toca cavaquinho e percussões em "Umnidade". Enfim, a banda parecia que tinha atingido a maturidade, quando Vasco Alves abandona e deixa os Ananga- Ranga sem um dos seus trunfos( tanto que o grupo se viu obrigado a anular a participação na primeira parte de um espectáculo que um grupo internacional fazia em Portugal). Com o "boom" do Rock português a banda deu por terminada a sua carreira. Firmino foi para os Estados Unidos e Necas juntou-se à Banda Atlântida de Lena D'Água , para terminar na banda que acompanha Roberto Leal, nos seus espectáculos ao vivo( como músico profissional que é não podia viver do Jazz- ele que tocou com Rão Kyao- ou do Jazz Rock, pelo menos naquela época). Os discos dos Ananga Ranga nunca foram reeditados em CD.
Anamar, nome artístico de Ana Maria Alfacinha de Brito Monteiro, [1] (Lisboa, 23 de Maio de 1960 [2]) é uma cantora e actriz portuguesa.
A editora Fundação Atlântica lançou em 1983 um single com os temas "Baile Final" e "Lágrimas". A colaboração com Pedro Ayres Magalhães previa a gravação de um álbum que foi gravado mas que não foi lançado. Colabora ainda num single de Luis Madureira para a mesma editora.
Em 1986 participa no filme Um Adeus Português. Segue-se o filme Repórter X.
O Máxi-single Amar por Amar foi editado pela Ama Romanta em 1987. No mesmo ano lança o álbum Almanave através da Polygram. Um novo álbum, Feiabonita, é editado em 1989.
Depois de alguns anos longe da música edita em 1997 o álbum M. Em 2002 é lançado o disco Ao Vivo com Pilar, Né Ladeiras e Anamar.
A Universal (antiga Polygram) lança em 2003 a compilação Afinal.
Em 2004 é editado o CD Transfado através da CNM. Em 2013 regressa aos discos com o disco Anamar.
Fica aqui mais uma recolha de listas relativas aos melhores trabalhos de 2017. Desta feita com as escolhas de Rolling Stone, NME, Mojo e Blues Rock Review.
20 Tyler Bryant and the Shakedown - Tyler Bryant and the Shakedown 19 Pam Taylor - Steal Your Heart 18 Alastair Greene - Dream Train 17 Samantha Fish - Belle Of The West 16 Mollie Marriott - Truth Is A Wolf 15 Jon Lantic - Jon Lantic 14 Jonny Lang - Signs 13 Rufus Black - Rise Up 12 Shane Henry - Light In The Dark 11 Gov’t Mule - Revolution Come… Revolution Go 10 Black Country Communion - BCC IV 09 Larkin Poe - Peach 08 Laurence Jones - The Truth 07 Supersonic Blues Machine - Californisoul 06 Greta Van Fleet - From The Fires 05 Walter Trout - We’re All In This Together 04 ZZ Ward - The Storm 03 The Gringos - The Animal Kingdom 02 King King - Exile and Grace 01 Kenny Wayne Shepherd Band - Lay It On Down
Mojo
25 - Laura Marling - Semper Femina 24 - Oh Sees - Orc 23 - Songhoy Blues - Résistance 22 - Peter Perrett - How The West Was Won 21 - Thundercat - Drunk 20 - Richard Dawson - Peasant 19 - Aimee Mann - Mental Illness 18 - Mark Lanegan Band - Gargoyle 17 - Binker and Moses - Journey to the Mountain of Forever 16 - Courtney Barnett & Kurt Vile - Lotta Sea Lice 15 - Sparks - Hippopotamus 14 - This Is The Kit - Moonshine Freeze 13 - Ghostpoet - Dark Days + Canapés 12 - The National - Sleep Well Beast 11 - The Moonlandingz - Interplanetary Class Classics 10 - Aldous Harding - Party 09 - Sleaford Mods - English Tapas 08 - Hurray For The Riff Raff - The Navigator 07 - Kendrick Lamar - DAMN. 06 - St - Vincent - MASSEDUCTION 05 - Jane Weaver - Modern Kosmology 04 - A Tribe Called Quest - We got it from Here.. - Thank You 4 Your service 03 - Queens of the Stone Age - Villains 02 - Nadia Reid - Preservation 01 - LCD Soundsystem - American Dream
Como é habitual ao chegarmos ao fim do ano damos aqui uma volta por algumas publicações e sites de referência trazendo as suas principais escolhas para trabalhos editados durante o ano de 2019 .
Get Ready to ROCK!
6 The Wildhearts - Renaissance Men 5 Michael Thompson Band - Love and Beyond 4 Buck and Evans - Write a Better Day 3 Chasing the Monsoon - No Ordinary World 2 Rebecca Downes - More Sinner Than Saint 1 The New Roses - Nothing but Wild
Metal Hammer
20 Heilung – Futha 19 The Wildhearts – Renaissance Men 18 Idle Hands – Mana 17 Killswitch Engage – Atonement 16 Full of Hell – Weeping Choir 15 Rotting Christ – The Heretics 14 Schammasch –Hearts of No Light 13 Alcest – Spiritual Instinct 12 Opeth – In Cauda Venenum 11 Swallon the Sun – When a Shadow in Forced Into the Light 10 Cult of Luna – A Dawn to Fear 09 Baroness – Gold & Grey 08 Chelsea Wolfe – Birth of Violence 07 Employed to Serve – Eternal Forward Motion 06 Lingua Ignota – Caligula 05 Venom Prison – Samsara 04 Devin Townsend – Empath 03 Slipknot – We Are Not Your Kind 02 Rammstein – Rammstein 01 Tool – Fear Inoculum
Revolver Magazine
20 Ithaca – The Language of Injury 19 Fury – Failed Entertainment 18 Angel Du$t – Pretty Buff 17 Venom Prison- Samsara 16 Une Misère – Sermon 15 KoRn – The Nothing 14 Russian Circles – Blood Year 13 Chelsea Wolfe – Birth of Violence 12 Frank Carter & The Rattlesnakes – End of Suffering 11 Jinjer – Macro 10 Rammstein – Rammstein 09 Spirit Adrift – Divided by Darkness 08 Brutus – Nest 07 Devil Master – Satan Spits on Children of Light 06 Killswitch Engage – Atonement 05 Baroness – Gold & Grey 04 Knocked Loose – A Different Shade of Blue 03 Gatecreeper – Deserted 02 Slipknot – We Are Not Your Kind 01 Tool – Fear Inoculum
Classic Rock Magazine
20 Diamond Head – The Coffin Train 19 Tool – Fear Inocolum 18 The Allman Betts Band – Down to the River 17 The Defiants – Zokusbo 16 The Magpie Salute – High Water II 15 Status Quo – Backbone 14 Beth Hart – War in My Mind 13 Beaux Gris Gris & The Apocalypse – Love & Murder 12 The Black Keys – Let’s Rock 11 Tedeschi Trucks Band – Signs 10 Big Big Train – Grand Tour 09 Bruce Springsteen – Western Stars 08 Stray Cats – 40 07 Gary Clark Jr – This Land 06 Rammstein – Rammstein 05 The Who – Who 04 Rival Sons – Feral Roots 03 Black Star Riders – Another State of Grace 02 The Darkness – Easter is Cancelled 01 The Wildhearts – Renaissance Men
Planet Rock
20 Phil Campbell and the Bastard Sons - Old Lions Still Roar 19 Rosalie Cunningham - Rosalie Cunningham 18 Tyler Bryant & The Shakedown - Truth and Lies 17 Bruce Springsteen - Western Stars 16 Slipkot - We Are Not Your Kind 15 Opeth - In Cauda Venenum 14 Airbourne - Boneshaker 13 Oh Sees - Face Stabber 12 Hawk Eyes - Advice 11 Chelsea Wolfe – Birth of Violence 10 Amyl And The Sniffers - Amyl And The Sniffers 09 Black Star Riders – Another State of Grace 08 The Darkness – Easter is Cancelled 07 Biffy Clyro - Balance, Not Symmetry 06 King Gizzard And The Lizard Wizard 05 Rival Sons – Feral Roots 04 The Wildhearts – Renaissance Men 03 Rammstein - Rammstein 02 Baroness - Gold & Grey 01 Tool – Fear Inoculum