terça-feira, 31 de maio de 2022

Biografia de Andrew Lloyd Webber

Andrew Lloyd Webber

 Andrew Lloyd Webber, o Barão Lloyd-Webber Kt. (Londres, 22 de março de 1948) é um compositor e produtor musical britânico, oriundo de uma família de músicos, e por muitos considerado um dos compositores teatrais de maior renome do fim do século XX.

É autor de obras que mantiveram com grande êxito tanto na Broadway como no West End. Durante a sua carreira, produziu quinze musicais, dois filmes, entre outras obras, tendo acumulado ainda um número de honras e prémios, incluindo sete Tony Awards, três Grammy Awards, um Oscar, um Emmy Award, seis Olivier Awards, e um Golden Globe Award. Várias das suas músicas, notavelmente "I Don't Know How to Love Him" de Jesus Christ Superstar, "Don't Cry for Me, Argentina", de Evita, "Memory" de Cats, e "The Music of the Night" de O Fantasma da Ópera tomaram grande amplitude e reconhecimento mundial lhe rendendo inúmeros prêmios e uma fortuna estimada em mais de 700 milhões de libras.

Sua empresa, a Really Useful Group, é uma das maiores operadoras de teatro em Londres. Produziu em várias partes do Reino Unido, incluindo turnês nacionais dos musicais de Lloyd Webber sob licença do Really Useful Group. Lloyd Webber é também o presidente da Arts Educational Schools London, uma escola de artes cênicas de prestígio localizado em Chiswick, oeste de Londres.

Biografia

Lloyd Webber nasceu na Inglaterra. É filho do compositor William Lloyd Webber e da professora de piano Jean Johnstone Lloyd Webber e irmão do violoncelista Julian Lloyd Webber (nascido em 1951).

A sua primeira esposa foi Sarah Hugil; casaram em 24 de Julho de 1972, e tiveram dois filhos, Imogen (1977) e Nicholas (1979). Lloyd Webber e Sarah se divorciaram em 1983, por que Webber havia se apaixonado pela cantora e dançarina Sarah Brightman, que se tornou sua esposa em 1984. Segundo boatos, ciúmes de Webber ou traição de Brightman teria provocado o divórcio do casal em 1990. A sua esposa atual é Madeleine Gurdon, desde 1991, da qual teve mais três filhos: Alastair (1992), William (1993), e Isabella (1996).

Webber foi feito cavaleiro em 1992, em 1997 foi nomeado como Barão Lloyd Webber, de Sydmonton no Hampshire. Ficou conhecido como o 65º Britânico mais rico no "Sunday Times Rich List 2005" com uma fortuna estimada em 750 000 000 de libras esterlinas.

Em outubro de 2009, um câncer de próstata foi diagnosticado em estágio inicial[1] e Webber passou por uma cirurgia, e teve de ser readmitido no hospital com infecção pós-operatória em novembro. Em janeiro de 2010, ele declarou que estava livre do câncer.[2] Ele teve sua próstata removida completamente como uma medida preventiva.

Após a abertura de Love Never Dies, continuação de sua obra-prima O Fantasma da Ópera, Lloyd Webber mais uma vez começou a busca por um novo ator de teatro musical na série Over the Rainbow da BBC One. Ele lançou a carreira da vencedora, Danielle Hope, no papel de Dorothy na produção teatral de O Mágico de Oz, baseada no filme homônimo. Ele e o letrista Tim Rice, escreveram uma série de novas canções para a produção, para complementar as músicas do filme.[3] Foi á primeira vez desde Evita, que Tim Rice e Lloyd Webber trabalhavam juntos em um musical.

Em 26 de fevereiro de 2010 apareceu na BBC Friday Night with Jonathan Ross para promover Love Never Dies.

Em 1 de março de 2011, O Mágico de Oz estreou no Palladium Theatre, estrelado por Danielle Hope como Dorothy e Michael Crawford como o Mágico.

Em 2012, Lloyd Webber apareceu no novo show ITV em horário nobreSuperstar, que deu ao público do Reino Unido a oportunidade de decidir quem iria interpretar o papel principal de Jesus em uma próxima turnê de Jesus Christ Superstar. A turnê começou em setembro de 2012 e foi estrelada pelo comediante Tim Minchin como Judas Iscariotes, a ex-Spice Girl, Melanie C, como Maria Madalena e o DJ da BBC Radio, Chris Moyles, como o rei Herodes. [1] Os ingressos para a maioria dos locais foi colocado à venda em 18 de maio de 2012 .

Em 2013, Webber se reuniu com Christopher Hampton e Don Black para o novo show Stephen Ward, o Musical .

Em 2015 estreou o projeto de Webber uma adaptação musical do filme de 2003 Escola de Rock.[4] A letra é de Glenn Slater, e o libreto de Julian Fellowes.

Em 2020 prepara o lançamento do musical Cinderella.

Produções

Nota: Música composta por Andrew Lloyd Webber salvo indicação contrária.

Prêmios

Oscar

Uma indicação para Melhor Canção Original Adaptada: Jesus Cristo Superstar, filme de 1973 baseado no musical. Uma indicação para Melhor Canção Original: "Learn to be Lonely" por O Fantasma da Ópera, filme de 2004, baseado no musical.

Globo de Ouro

  • 1997 - Melhor Canção Original para "You Must Love Me" de Evita (prêmio compartilhado com Tim Rice)

Uma indicação para Melhor Canção Original: "Learn to be Lonely " por O Fantasma da Ópera, filme de 2004, baseado no musical.

Grammy Awards

  • 1980 - Melhor Gravação de Elenco, por Evita
  • 1983 - Melhor Gravação de Elenco, por Cats
  • 1986 - Grammy Award de Melhor Composição Contemporânea por Requiem
  • 1990 - Grammy Legend Award

Tony Award

  • 1980 - Melhor Musical por Evita
  • 1980 - Melhor Trilha Sonora Original por Evita (prêmio compartilhado com Tim Rice)
  • 1983 - Melhor Musical por Cats
  • 1983 - Melhor Trilha Sonora Original por Cats
  • 1988 - Melhor Musical por O Fantasma da Ópera
  • 1995 - Melhor Musical por Sunset Boulevard
  • 1995 - Melhor Trilha Sonora Original por Sunset Boulevard

Olivier Awards

  • 1978 - Melhor Musical por Evita
  • 1981 - Melhor Musical por Cats
  • 1986 - Melhor Musical por O Fantasma da Ópera
  • Prêmio Especial da Sociedade - 2008
  • Três outros Prêmios de Produção

Outros prêmios


Biografia de André Sardet

André Sardet


André Miraldo Sardé Pires (Coimbra8 de janeiro de 1976), com o nome artístico André Sardet, é um compositor e cantor português.

Carreira

André Sardet começou por ser conhecido pelo tema "O Azul do Céu", nem sempre quis escrever canções e tocar guitarra.

Fez parte de uma banda durante a adolescência, mas pouco depois abandonou o projecto e começou a compor por conta própria, e quando se apercebeu que tinha material suficiente para gravar um disco, colocou as cartas nas mesa e em 1996 editou o seu álbum de estreia, a que chamou "Imagens". Para além de "Azul do Céu", o registo incluiu ainda canções como "Frágil", "Não Mexas no Tempo" e "Um Minuto de Prazer".

Dois anos mais tarde, estava nas lojas novo álbum de originais, desta feita intitulado "Agitar Antes de Usar", que teve por single de apresentação o tema "Perto, Mais Perto".

Sem pressa de chegar ao centro das luzes da ribalta, André Sardet optou então por fazer uma pausa mais alongada no que tocava à edição de um novo disco, tendo aproveitado para reflectir sobre os seus objectivos, estudar e viajar. Começou então a compor um álbum autobiográfico, a que chamou "André Sardet", e onde contou nas letras alguns dos bons e maus momentos da sua vida. O disco foi editado em Setembro de 2002 e contou com a colaboração de Rui VelosoLuís Represas e Mafalda Veiga.

Em 2006, o músico comemora 10 anos de carreira com o álbum "Acústico". O registo inclui 15 músicas gravadas ao vivo no Teatro Académico de Gil Vicente, em Coimbra, e uma nova versão do tema 'Quando eu te falei de Amor'. Também é autor da famosa música "Foi Feitiço". O álbum foi um enorme sucesso, tendo ultrapassado as 140 000 cópias de discos vendidos. O cantor realizou em 2007 uma grande turné por todo o país.

Em 2008 é lançado o disco "Mundo de Cartão" e em 2009 a sua versão ao vivo.

Em 2011 associa-se a causa da Associação Fonográfica Portuguesa no combate à pirataria na Internet.[1][2]

Discografia

Álbuns de originais

Álbuns ao vivo



 

O boom do rock Português

 Jafumega 

Os Jafumega foram uma das bandas mais maduras do 'boom'. Inseridos num fenómeno alargadíssimo de projectos, a banda de Mário Barreiros, Eugénio Barreiros, Pedro Barreiros, Luís Portugal, Álvaro Marques e José Nogueira, revelou-se desde o primeiro álbum, um projecto musical consistente.


Roxigénio 

Os Roxigénio foram uma das bandas mais coerentes da (chamada) música pesada nacional. Digo isto por terem conseguido editar três albuns, um feito para a maioria das bandas e, nos mesmos, seguirem uma linha própria. É certo que são acusados disso mesmo, de um certo mimetismo de si próprios; mas tal reflecte a personalidade da banda. Personalidade que muito deve ao carismático e controverso vocalista, Sérgio Garcez, e do guitarrista Filipe Mendes.


Xutos & Pontapés 

Se há banda da qual pouco mais se pode acrescentar em termos de novidade informativa, serão os Xutos & Pontapés. A sua longevidade, conferindo-lhes um estatuto único de aceitação no panorama português, arrastando gerações, leva-os a ser o projecto mais revisitado



Street Kids 

Os Street Kids foram das bandas que largaram a língua inglesa (dos dois primeiros singles) para cantar em português (LP "Trauma", de 1982), aproveitando a apetência para ouvir música moderna em português, janela aberta pelo 'boom'. Um ano depois, regressam às origens, gravando o último disco, o máxi "So far for so long".



OPINIÃO PÚBLICA

Os Opinião Pública são uma banda que não teve um sucesso esmagador, como tantos outros projectos de então. Porém, o tempo encarregou-se de lhes conferir uma aura e são hoje referenciados por diversos melómanos – André Nascimento, responsável pelo blogue "Hoje há punk rock no liceu", considera mesmo o LP "No Sul da Europa" o melhor de 1982.



Xeque-Mate 

Os Xeque-Mate, banda portuense, foram mais um dos projectos nacionais de inícios de 80 a tentar vingar no heavy-metal. 



ALARME
 os nazarenos Alarme, vencedores do célebre concurso "Só Rock", em Coimbra e no ano de 1981. Em entrevista, Carlos Cavalheiro, vocalista da banda que regressou, em 2009.










As melhores letras da música Portuguesa parte 12

Cuca Roseta

 

Cuca Roseta

Amor Ladrão

 

Ele chega de sorriso gingão
E no guião traz a vergonha no bolso
Se a coragem fosse uma condição
Ele era chefe da patrulha-ladrão
Ela não sonha não quer sequer sonhar
Ele tem um segredo pra contar
Ela hesita sempre a desconfiar
Ele acredita isto vai dar que falar

O que será que ele tanto me quer
E se quiser mas não quer
De onde vem e quem é
Se é cigano só se for adorado
Esse que tem encantado
Será que é ou não é?

Eu vim pra roubar o teu coração
Mas quem roubou o meu foi a paixão
Dizem que ladrão que rouba ladrão
Tem direito a cem anos de perdão
Se o teu bom Deus me vai perdoar
Diz-lhe que cem anos hei-de-te amar
E quem sabe um dia acreditar
Que foi ele quem nos fez encontrar

O que será que ele tanto me quer
E se quiser mas não quer
De onde vem e quem é
Se é cigano só se for adorado
Esse que tem encantado
Será que é ou não é?






Os AZeitonas

Os Azeitonas

Quem és tu miúda ?

Quando passas a minha rua
Como um anjo que flutua
Os teus pés, nunca pisam o chão

E a cada passo teu
Sem saber, eu troco o meu
Como se pisasses o meu coração
E até as flores do jardim
Mudam de cor, ao ver-te assim
Eu já não posso mais conter
Esta ansiedade de te ver

Quem és tu?
Quem és tu, miúda?
Nesse sobressalto, desse salto alto
Quem és tu, miúda?
Que me atormentas, em câmara lenta
Quem és tu, miúda?
Miúda quem és?

Há certos momentos em que eu acho
Que não passas de um golpe baixo
Fantasia, de um pobre coração
Cá vou eu de sentinela
Pôr-me à espreita, na janela
Nem sequer, sei se existes ou não
E até os velhos do jardim, mudam de tom ao ver-te assim

Eu já não posso mais conter
Esta ansiedade de te ver

Quem és tu, miúda?
Quem és tu, miúda?
Nesse sobressalto, nesse salto alto
Quem és tu, miúda?
Que me atormentas, em câmara lenta
Quem és tu, miúda? ( uuu, miúda, uuuu aaaaaa,
Uuuu aaaa )
Quem és tu, miúda?
Miúda, quem és, miúda?
Miúda, quem és tu, miúda?
Miúda, quem és, miúda?
Miúda, quem és tu, miúda?
Miúda, miúda, miúda





Os Azeitonas



Os Azeitonas

Anda Comigo Ver os Aviões 

Anda comigo ver os aviões levantar voo
A rasgar as nuvens
Rasgar o céu

Anda comigo ao porto de Leixões ver os navios
A levantar ferro
A rasgar o mar

Um dia eu ganho a lotaria
Ou faço uma magia
Mas que eu morra aqui
Mulher tu sabes o quanto eu te amo,
O quanto eu gosto de ti
E que eu morra aqui
Se um dia eu não te levo à América
Nem que eu leve a América até ti

Anda comigo ver os automóveis à avenida
A rasgar nas curvas
A queimar pneus

Um dia vamos ver os foguetões levantar voo
A rasgar as nuvens
Rasgar o céu…

Um dia eu ganho o totobola
Ou pego na pistola
Mas que eu morra aqui
Mulher tu sabes o quanto eu te amo
O quanto eu gosto de ti

E que eu morra aqui
Se um dia eu não te levo à lua
Nem que eu roube a lua,
Só para ti

Um dia eu vou jogar à bola
Ou vendo esta viola
Nem que eu morra aqui
Mulher tu sabes o quanto eu te amo,
O quanto eu gosto de ti.
E que eu morra aqui
Se um dia eu não te levo à América
Nem que eu leve a América até ti.







Ana Moura

Ana Moura

Dia de folga

Manhã na minha ruela, sol pela janela
O Sr. jeitoso dá tréguas ao berbequim

O galo descansa, ri-se a criança
Hoje não há birras, a tudo diz que sim

O casal em guerra do segundo andar
Fez as pazes, está lá fora a namorar

Cada dia é um bico d’obra
Uma carga de trabalhos, faz-nos falta renovar
Baterias, há razões de sobra
Para celebrarmos hoje com um fado que se empolga
É dia de folga!

Sem pressa de ar invencível, saia, saltos, rímel
Vou descer à rua, pode o trânsito parar

O guarda desfruta, a fiscal não multa
Passo e o turista, faz por não atrapalhar

Dona Laura hoje vai ler o jornal
Na cozinha está o esposo de avental

Cada dia é um bico d’obra
Uma carga de trabalhos, faz-nos falta renovar
Baterias, há razões de sobra
Para celebrarmos hoje com um fado que se empolga
É dia de folga!

Folga de ser-se quem se é
E de fazer tudo porque tem que ser
Folga para ao menos uma vez
A vida ser como nos apetecer

Cada dia é um bico d’obra
Uma carga de trabalhos, faz-nos falta renovar
Baterias, há razões de sobra
Para a tristeza ir de folga e o fado celebrar

Cada dia é um bico d’obra
Uma carga de trabalhos, faz-nos falta renovar
Baterias, há razões de sobra
Para celebrarmos hoje com um fado que se empolga
É dia de folga

Este é o fado que se empolga
No dia de folga!
No dia de folga!






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