quarta-feira, 8 de junho de 2022

Biografia Brian Eno

Brian Eno

Brian Peter George St. Jean le Baptiste de la Salle Eno (WoodbridgeInglaterra15 de maio de 1948) é um músico, compositor produtor musical, artista visual e teórico britânico, um dos maiores responsáveis pelo desenvolvimento da música ambiente. Autodenominado “não-músico”, Eno ajudou a introduzir abordagens conceituais e técnicas de gravação singulares na música contemporânea.[1][2] Já foi descrito como uma das figuras mais influentes e inovadoras da música popular.[1][3]

Nascido em Suffolk, Eno estudou pintura e música experimental na escola de arte da faculdade cívica de Ipswich em meados dos anos 1960, e então na escola de arte de Winchester. Ele se juntou ao grupo de glam rock Roxy Music como sintesista em 1971, gravando dois álbums com a banda mas saindo em 1973 em meio a tensões com o líder dos Roxy Bryan Ferry. Eno depois gravou diversos álbuns solo, começando com Here Come the Warm Jets (1974). Em meados dos anos 1970, ele começou a explorar uma direção minimalista em lançamentos como Discreet Music (1975) e Ambient 1: Music for Airports (1978), cunhando o termo “música ambiente” com este último.

Junto a seu trabalho solo, Eno colaborou frequentemente com outros músicos nos anos 1970, incluindo Robert FrippHarmoniaClusterHarold BuddDavid Bowie e David Byrne. Ele também se estabeleceu como um produtor requisitado, trabalhando em álbuns de John CaleJon HassellLaraajiTalking HeadsUltravox e Devo, bem como na coletânea de no wave No New York (1978). Nas décadas seguintes, Eno continuou a gravar álbuns solo e produzir para outros artistas, mais notoriamente U2 e Coldplay, além de trabalhos com artistas como Daniel LanoisLaurie AndersonGrace JonesSlowdiveKarl HydeJamesKevin Shields e Damon Albarn.

Desde sua época de estudante, Eno trabalhou com outros media, incluindo instalações sonoras, cinema e escrita. Em meados dos anos 1970, ele co-desenvolveu as Estratégias Oblíquas, um conjunto de cartas com aforismos destinados a estimular o pensamento criativo. Da década de 1970 em diante, entre os locais que receberam instalações de Eno incluem-se as velas da Ópera de Sydney em 2009[4] e o telescópio Lovell no Observatório Jodrell Bank em 2016. Defensor de uma série de causas humanitárias, Eno escreve sobre uma variedade de assuntos e é membro fundador da Long Now Foundation.[5] Em 2019, Eno foi introduzido no Rock and Roll Hall of Fame como membro do Roxy Music.[6]

Carreira

Produção musical e composição

Eno é famoso pelo uso de sintetizadores, utilizados em seus diversos trabalhos, como nos dois primeiros álbuns do grupo Roxy MusicRoxy Music (1972) e For Your Pleasure (1973). E, em a sua parceria com o guitarrista Robert Fripp, com quem produziu os álbuns: "(No Pussyfooting)" (1973), "Evening Star" (1975), "The Equatorial Stars" (2004) e "Beyond Even (1992–2006)" (2007).[7]

Em 1977 e 1978, produziu dois álbuns com a dupla alemã de krautrock Kluster, "Cluster & Eno" e "After the Heat".[7]

Também em 1978 produziu o álbum Q: Are We Not Men? A: We Are Devo!, primeiro da banda DEVO, que misturava acordes punk com sintetizadores por sugestão de Eno.[8]

No final dos anos 1970, Eno produziu os três álbuns da chamada "Trilogia de Berlim" (ou "Trilogia eletrônica") de David BowieLowHeroes e Lodger.[7]

Em 1978, foi o curador da coletânea No New York,[9] uma compilação com vários artistas da cena underground de NY da época, considerada por muitos o registro definitivo do movimento No Wave.

Eno também foi produtor de diversos álbuns do U2, seu primeiro trabalho com o grupo foi The Unforgettable Fire de 1984, em seguida participou da produção dos álbuns: The Joshua Tree (1987), Achtung Baby (1991), Zooropa (1993), All That You Can't Leave Behind (2000), e No Line on the Horizon (2009).

Em 1981, produziu, com David Byrne (ex-Talking Heads) um álbum experimental de art rock chamado My Life in the Bush of Ghosts.[7]

Também trabalhou como produtor musical com Laurie AndersonColdplayPaul SimonGrace JonesTalking HeadsSlowdiveThe GIft entre outros.[7]

Brian Eno também é o criador das chamadas estratégias oblíquas, um conjunto de cartas que guiam o criador em momentos de impasse ou bloqueio criativo.[10]

Trilhas sonoras

Brian Eno participou como compositor ou produtor da trilha sonora dos filmes: DuneShutter IslandBrothersControlMoulin Rouge!TrafficThe Million Dollar HotelThe BeachVelvet GoldmineGodzillaBasquiatTrainspotting da série de TV Miami Vice entre outros.[11] Ele também foi compositor da trilha sonora do jogo Spore da E. A. Games.








 

Biografia dos Blind Zero

Blind Zero

Os Blind Zero são uma banda portuense de rock. Formados em 1994 no Porto, os Blind Zero rapidamente atingem o estatuto de "Next Big Thing" e desde então, tornam-se numa das mais importantes referências da música Portuguesa.

Carreira

1994-2000: Inícios da carreira,Trigger, Redcoast e One Silent Accident

Os Blind Zero nasceram em 1994. O seu primeiro EP Recognize (1995) esgotou em apenas nove dias e tornou-se uma peça de colecção. O álbum Trigger (1995), primeiro trabalho de originais, produzido por Ronnie S. Champagne, um produtor de Los Angeles que havia trabalhado com bandas como Jane´s Addiction, Alice in Chains, Remy Zero e Deconstruction. O disco teve o condão de agitar o panorama musical português de uma forma que poucos poderiam prever: foi dos primeiros discos de Rock de uma banda portuguesa a atingir o galardão de disco de ouro (???). O ano de 1996 revelaria uns novos Blind Zero: Flexogravity (EP), um disco com muito de experimental e de fusão, partilhado com a banda de Hip-Hop Mind da GapRockHip-HopIndustrialTrip-HopCabaret. Esta junção, surpreendente e inovadora para muitos, foi reconhecida como o EP do ano.

Era altura para um formato mais acústico. Transradio, um dos primeiros Enhanced CD (CD Extra) europeus, traz-nos o lado mais introspectivo dos Blind Zero, conjuntamente com muito material interactivo. Gravado ao vivo na Antena 3, transporta-nos para o lado de dentro das canções, mutuando-as de encontro à sensibilidade de quem as criou e recriou. Meses mais tarde, foram convidados para participarem no SCYPE ("Song Contest for Youth Programs in Europe"), festival que reúne bandas de todo o continente europeu. Gravando propositadamente um novo original (My House), ganharam o concurso.

Dois anos após a edição do seu primeiro álbum, os Blind Zero começam as sessões que resultariam em Redcoast (1997). Redcoast é mais do que Rock; é uma mistura de ambientes, sons e emoções. Este novo disco foi produzido por Michael Vail Blum (produtor norte americano que já havia deixado a sua marca em bandas e artistas como os Suicidal TendenciesMadonnaRoxy Music3T, Tura Satana, Goo Goo DollsJewel). "Redcoast" foi masterizado nos estúdios da Sony Music/New York por Mark Wilder, recentemente galardoado com um Grammy Award.

Em 1998 gravaram com Mário Caldato o tema The Wire para o projecto Tejo Beat (98), disco que reuniu algumas das mais relevantes bandas do meio musical português num único e irrepetível trabalho de originais. Vencem o Scype (concurso realizado pelas várias rádios europeias) com o tema "My House".

Em 1999, os Blind Zero passam grande do tempo a escrever novas canções para o seu terceiro trabalho de longa duração. Em 2000, resolvem entrar em estúdio para gravar One Silent Accident. Neste disco, trabalharam com o produtor Don Fleming (Sonic YouthHole, Posies, Screaming TreesTeenage Fan Club, Gumball, Alice Cooper...). One Silent Accident contém a subtileza e encantamento de Another One e Lately, a contemporaneidade de Daily Matters, a corrente lenta e espessa de "Seeds", a emoção forte de Then You Wait, a urbanidade psicadélica de Lowstreetsidewalksequence e a raiva incontida de Hell Around.[1]

2000-2004: Expansão na carreira, A Way to Bleed your Lover e tournée

Em 2002, gravam uma versão de um dos mais emblemáticos temas de David BowieHeroes, para o disco "Mundial 2002".

Os Blind Zero escolheram o mês de Janeiro de 2003 para o início das sessões de gravação do seu novo disco de originais. A Way to Bleed your Lover, com produção de Mário Barreiros (ClãOrnatos VioletaPedro Abrunhosa, entre outros), marca a entrada de um novo elemento para a banda, Miguel Ferreira. Com participações de Jorge Palma e Dana Colley (Twinmen/ex-Morphine), este disco é o reflexo de um novo momento. Um novo imaginário, atitude e um enorme passo em frente na direcção do que de mais profundo se pode resgatar da melhor tradição de escrita de canções. Simultaneamente, um outro mapa sonoro, que substitui a aridez do anterior registo por ambientes mais planantes e trilhos sonoros mais densos e complexos, onde as emoções e as personagens estão, mais do que nunca, no limite, no reflexo da pele, entre o negro e as estrelas.

Em Maio, os Blind Zero são convidados pela MTV para realizar, em Milão, um “MTV Live”. A transmissão deste concerto teve honras de abertura no lançamento da MTV Portugal. Depois de muitos concertos em grandes espaços (onde se destaca o memorável concerto do Festival Sudoeste, com a presença em palco de Jorge Palma), os Blind Zero encetam a Tour de Force, uma Tour em pequenos espaços pelas dezoito capitais de distrito do País, reinventando todo um circuito que se encontrava aparentemente adormecido. Tocando olhos nos olhos, em concertos íntimos e absolutamente únicos.

Quase no fim do ano, na cerimónia de entrega de prémios do MTV Europe Music Awards 2003, realizada em Edimburgo, os Blind Zero vencem a categoria “Best Portuguese Act”. Foi a primeira vez que a MTV atribuiu um prémio a uma banda portuguesa.

Em Dezembro, A Way to Bleed your Lover foi considerado um dos melhores discos do ano por parte da imprensa especializada. Os Blind Zero foram, também, eleitos a melhor banda ao vivo do ano.

Em 2004, os Blind Zero comemoraram os seus 10 anos de percurso, celebrando o acontecimento no Porto, no mês de Março, com um “Concerto especial 10 anos”, onde para além de uma envolvência única e de diversos convidados especiais, puderam ser ouvidos temas nunca ou raramente tocados pela Banda, num espectáculo irrepetível.

2005-2009: The Night Before And A New Day e álbum ao vivo

O álbum The Night Before And A New Day (2005) trás a mudança do guitarrista dos últimos 10 anos Marco Nunes pelo Pedro Vidal e carrega em si mesmo um brilho indisfarçável. Conserva resquícios da intensidade relacional e do precipício psicológico de outras eras, mas aponta o caminho da redenção, da liberdade, da luz.

O grupo faz uma versão de "Drive" dos The Cars e realiza uma digressão por vários anfiteatros nacionais. Em 2007 é editado Time Machine (memories undone) - Live Best of unplugged.[1]

2009-2010: Luna Park

Ver artigo principal: Luna Park

Em 2009 é disponibilizado o single Slow Time Love.[2]

Já em Março de 2010, os Blind Zero editam um novo single do álbum Luna Park, intitulado Snow Girl. O disco Luna Park foi lançado em Maio de 2010.

Kill Drama foi lançado em Abril de 2013.

Membros

Discografia

EPs

Capa do álbum "Luna Park" (CD 2010) de Blind Zero.

Álbuns de estúdio

Ao vivo

Compilações

  • Ritual Rock I(1995, CD, Numérica) Tema: "Woman"
  • República das Bananas (1995, CD, Numérica) Tema: "Simple Man"[12]
  • 100 % Antena 3 (1996, CD, Musica Alternativa) Tema: "Keeping In Wonder"[13]
  • Ao vivo na Antena 3 (1998, CD, NorteSul) Temas: "No Soul" e "Maniac Inland"[14]
  • Tejo Beat (1998, CD, NorteSul) Tema: "The Wire"[15]
  • Morangos com Açúcar: Os Temas da Série 3 (2006, CD, Farol Música) Tema: "Shine on"[16]
  • Sons de Todas as Cores (?) Tema: "Weeping Song"
  • Rital Video Clips '97 (?) Tema: "Trace" (video)
  • Mundial 2002 (?) Tema: "Heroes"

 

Músicos escritores: 8 artistas que também são autores de livros

 

Músicos escritores: 8 artistas que também são autores de livros

Bob Dylan, Patti Smith, Chico Buarque, Caetano Veloso e Leonard Cohen estão na lista.

Artistas costumam ser multifacetados: ora se aventuram na música, ora no teatro, em outros momentos no cinema ou no universo da literatura. Chico Buarque, por exemplo, é um grande e consagrado músico, mas também possui uma carreira literária notável. Bob Dylan, por sua vez, possui até um Nobel de literatura.

Chico Buarque

Chico Buarque

O gigante da música brasileira Chico Buarque possui uma longa carreira musical, mas suas aventuras na literatura não são novidade. O artista possui diversos livros, como “Benjamim", "Estorvo" e os ganhadores do prêmio Jabuti "Budapeste" e "Leite Derramado". Muitos dos seus livros discutem problemas sociais, mas também existenciais, com uma prosa bem elaborada, digna das poesias de Buarque.




Dee Dee Ramone

O ex-baixista da banda Ramones, Dee Dee Ramone, também teve sua passagem na literatura. Ele escreveu sua própria biografia antes de falecer em 2002. Em “Coração Envenenado – Minha Vida com os Ramones”, ele conta tudo sobre sua adolescência, o envolvimento com mulheres, brigas e drogas. Assim, conseguimos entender quem foi esta figura que foi a personificação do punk.



Patti Smith

Patti Smith é uma artista multifacetada: poetisa, cantora, compositora e também escritora. Além de uma longa discografia, ela possui uma lista de livros consagrados pela indústria literária. A começar com “Só Garotos”, seu livro sobre o envolvimento com o fotógrafo Robert Mapplethorpe. Os mais recentes foram publicados em 2019: “O Ano do Macaco”, em que conta sobre o seu ano de 2016, com a perda de dois amigos queridos e a eleição de Donald Trump, e “Devoção”, em que ela compartilha seu processo criativo.






Bob Dylan

Bob Dylan é um dos músicos mais consagrados do mundo, e talvez você não saiba, mas ele possui uma carreira literária incrível. Em 2004, ele lançou sua autobiografia dividida em três partes, "Chronicles: Volume One". Já em 1996, ele escreveu a obra “Tarântula”, publicada apenas em 1971, com textos poéticos experimentais. Foi laureado com o Nobel da Literatura de 2016 por "ter criado novos modos de expressão poética no quadro da tradição da música americana". E, assim, tornou-se o primeiro e único artista na história a ganhar, além do 

Prêmio Nobel, o Pulitzer, o Oscar, o Grammy e o Globo de Ouro





Vinícius de Moraes

Vinícius de Moraes foi um grande artista brasileiro. Sua obra é vasta, passando pela literatura, teatro, cinema e música, entretanto, a poesia foi sua primeira vocação. Dentre suas obras estão os romances “Para Viver um Grande Amor” e “Para uma menina com uma flor”, e os de poesia como “Cinco Elegias”, “Livro de Sonetos”, “Antologia Poética” e mais.


Leonard Cohen

Leonard Cohen é cantor, compositor e escritor canadense, muito conhecido pela música “Hallellujah”. Seu romance de estreia foi "A Brincadeira Favorita", de 1963. O livro conta a história de Lawrence Breavman, desde sua adolescência, em 1940, em Montreal, até às aventuras que passa na Nova York dos anos 1950. A obra é narrada em terceira pessoa e é marcada pelo bom-humor. Antes disso, Cohen já havia publicado um livro de poesia chamado “Vamos comparar as mitologias”, e depois lançou mais livros de poesias e romances de ficção.



Caetano Veloso

Outro incrível artista da música brasileira que também possui obras. Sua obra mais importante é “Verdade Tropical”, em que aborda a história da música popular, sobretudo o tropicalismo, do qual fez parte. Justamente por isso, a obra é em parte uma autobiografia.




Fernanda Takai

A cantora da banda brasileira Pato Fu também possui uma carreira literária. Sua estreia foi em 2007 com o livro “Nunca Subestime Uma Mulherzinha", que reúne crônicas. Seu sucessor foi outra coleção de crônicas chamada "A Mulher que não Queria Acreditar". Mais recentemente, Takai lançou um livro de literatura infantil, chamado "A Gueixa e o Panda-Vermelho".



Biografia dos Beach House

Beach House

Beach House é uma dupla americana[1] de dream pop e indie rock formada em 2004 em BaltimoreMaryland, pela francesa Victoria Legrand (vocalteclados) e o americano nascido em Baltimore, Alex Scally[2] (guitarra, teclados).

Seu auto-intitulado álbum de estréia, Beach House, de 2006, ficou na 16º colocação nas listas dos melhores álbuns do site Pitchfork Media [3]. Em seguida, vieram Devotion (2008), Teen Dream (2010), Bloom (2012), e Depression Cherry e Thank Your Lucky Stars, ambos de 2015.

História

A vocalista e organista Victoria Legrand - graduada na Vassar College em 2003 - e o guitarrista Alex Scally - graduado na Oberlin College em 2004 - formaram a banda em 2004 após se conhecerem na cena Indie de Baltimore, desenvolvendo uma música composta em grande parte de órgãos, baterias programadas e Slide Guitar, ou, como disse Scally à Spin: "Nós queríamos Rock desesperadamente" [4].

Sobre a origem do nome da banda, Scally disse:

Nós tínhamos escrito músicas, e tínhamos todos esses sons, e então chegou aquele momento em que você diz 'Como nos chamamos?’. Tentamos intelectualizar, mas não funcionou. Tinha diferentes nomes, Wisteria, e esse tipo de coisa. Coisas estúpidas. Mas, uma vez que paramos de tentar, apenas saiu, apenas aconteceu. E pareceu perfeito. (...) Um ponto que Victoria e eu concordamos é que nossa música tem seu próprio mundo. E eu acho que é justamente a sensação de uma 'casa na praia': ir para um mundo diferente. Não é realmente um período de férias; férias, para mim, é quando você viaja, mas ainda está pensando sobre todas as coisas que você deixou para trás. Entende o que quero dizer?” [1].

Já em uma entrevista para a Pitchfork, Legrand abordou o cargo duplo deles addressed their two member status; "[I]t's a way to challenge ourselves: What do you do when it's just the two of you... [O]ne of the reasons this has been such a fulfilling experience for me is that with two people, it's so much easier to achieve things that feel exciting and new."[1]

Estilo e influências

O estilo da banda é freqüentemente identificado como dream pop somado a notável influência do estilo shoegaze. Apresenta músicas de ritmo lento e letras atmosféricas, caracterizado pela guitarra droning de Alex Scally, e o vocal de Victoria Legrand, muitas vezes comparados com a voz de Nico, do Velvet Undeground[5].

As influências declaradas do grupo incluem The ZombiesBrian WilsonNeil YoungBig Star e Chris Bell, enquanto Beach House é, em si citado como uma banda favorita por artistas notáveis como o MGMTEd Droste do Grizzly bear, e Julian Casablancas do The Strokes[5].

Discografia

Álbuns de estúdio

Singles

  • "Apple Orchard" (2006)
  • "Master of None" (2006)
  • "Heart of Chambers" (2008)
  • "Gila" (2008)
  • "You Came to Me" (2008)
  • "Used to Be" (2008), Carpark, #27 UK Indie Chart
  • "Norway" (2010), Bella Union
  • "Zebra EP" (Sub Pop Records, 2010)
  • iTunes Session (Sub Pop Records, 2010)
  • "I Do Not Care for the Winter Sun" (2010)
  • "Myth" (2012)
  • "Lazuli" (Sub Pop Records, 2012)
  • "Wild" (2012)
  • "Wishes" (2013)
  • "Sparks" (2015)
  • "Lemon Glow" (Sub Pop Records, 2018)




 

As melhores trilhas sonoras de novelas

 

As melhores trilhas sonoras de novelas

As trilhas sonoras, apesar de nem sempre receberem tanto destaque, são fundamentais em qualquer obra audiovisual. Nas novelas, que usam de todas as artimanhas para fidelizar o público, as boas músicas não podem faltar. É por isso que algumas trilhas ficaram tão famosas que marcaram gerações.

Por Amor

Vamos começar por uma bem antiga. A novela Por Amor foi ao ar entre 13 de outubro de 1997 a 22 de maio de 1998. A novela trouxe a história da quarta Helena de Manoel Carlos — e a segunda vivida por Regina Duarte. 

A trama trouxe músicas que ficaram famosas, como Só Você, do cantor Fábio Júnior e Falando de Amor, que era o tema de abertura, mas o destaque vai para Palpite, da cantora Vanessa Rangel, que foi lançada naquele mesmo ano e nunca mais saiu da memória dos fãs.


Sete Pecados

Dez anos depois, entre 2007 e 2008, foi ao ar a novela Sete Pecados. A trilha sonora nacional conseguiu o feito de ter uma música representando cada um dos pecados capitais, e o esforço não passou batido. 

Além de Carne e Osso, da Zélia Duncan, que foi tema de abertura, também tiveram destaque músicas como Não Faz Mal a Ninguém, tema da vilã Beatriz, eDeixa Isso Pra Látema do casal Régis e Elvira.  


O Clone

Nem todo mundo sabe, mas as músicas de dança do ventre da novela O Clone são composições nacionais.

Elas são de autoria do músico mineiro Marcus Viana, integrante do grupo Sagrado Coração da Terra e também compositor do sucesso A Miragem, que foi tema do casal Jade e Lucas, e do tema de abertura da novela, Sob o Sol. 



Império

A versão de Lucy In The Sky With Diamonds como tema de abertura de império foi marcante, mas a trilha sonora nacional também não deixou nada a desejar. Tivemos clássicos como Aonde Quer Que Eu Vá, tema de Zé Alfredo com Eliane, mãe de Cristina, na primeira fase da novela. 

Vale destacar, ainda, a versão de Zeca Baleiro para Ai Que Saudade D’Ocê, que foi tema de um dos casais mais amados da novela, Cristina e Vicente.

Confira a playlist completa de Império!



Destaque

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