sexta-feira, 11 de novembro de 2022

The Stooges – The Stooges (1969)


 

The Stooges é um marco desse longíquo ano em que Armstrong pisou o solo lunar. Nada foi igual desde então.

Se 1969 foi um ano de viragem na História, também a música teve o seu papel importante nessa mudança. Os Stooges, com este seu álbum homónimo, foram uma das lanças aque esventraram o coração dos hippies e a sua paz e amor, com performances avassaladoras em concerto, trazendo o caos para os holofotes. Os dois primeiros álbuns dos Stooges são mesmo um caso de estudo perfeito de como uma banda consegue marcar o seu território com uma estreia ao destruir o que havia sido feito até então, e depois destruir sistematicamente esse seu mesmo território no segundo (Fun House)

Uma música típica dos Stooges deste início de carreira envolvia dois minutos de música composta, seguidos por vários minutos de improvisação, dando ao caos espaço e tempo para progredir livremente pela guitarra de Ron Asheton e pelas cordas vocais de Iggy, urros, gritos, grunhidos, tudo e mais alguma coisa podia acontecer. Tudo na banda era desorganizado, quando chegou altura de gravar nem músicas suficientes tinham, e ainda para mais com um lunático John Cale a produzir dá para imaginar o que terão sido aquelas sessões. Disso se ressentiu o álbum, que tem claros altos e baixos, falhando Cale em conseguir transportar para a gravação a grande força motriz da banda – a energia do palco. Mas é o pior que podemos dizer de um disco que tem três clássicos rock imbatíveis, “1969”, “No Fun” e “I Wanna Be Your Dog” só por si valem carreiras inteiras de bandecas que aí andam.

O que é facto é que, na altura, ninguém viu nos Stooges mais do que uns lunáticos drogados, tendo a banda terminado em 1971 sem dinheiro, viciados e prontos a serem esquecidos. Não fosse um tal de David Bowie pegar neles uns anos depois para os reactivar e se calhar nem estaria aqui a escrever este texto. Tudo seria diferente sem os Stooges.


BIOGRAFIA DE Peter Banks

Peter Banks

Peter William Brockbanks mais conhecido como Peter Banks (Barnet,15 de julho de 1947 — Londres7 de março de 2013)[1] foi um guitarrista, participou da formação original da banda de rock progressivo Yes.[2] Ainda jovem seu pai o comprou um violão barato, e Pete demonstrou devoção e habilidade com instrumento nunca antes suspeitados. Ainda adolescente também aprendeu a tocar banjo.

Início da carreira

Peter Banks e Chris Squire encontraram-se pela primeira vez quando Banks juntou-se ao The Syn, que também incluía Andrew Jackman (tecladista), que anos mais tarde tornou-se compositor de arranjos de orquestra tanto para o Yes quanto para gravações de Squire. A banda durou até 1967, com o grupo lançando dois singles. Em 1968 Peter participou brevemente da banda Neat Change, gravando um single.

Squire tocou com o amigo Clive Bailey (guitarrista) no conjunto Mabel Greer's Toy Shop, no qual Banks também participou por um tempo, saindo posteriormente. À banda logo após foi adicionado o vocalista Jon Anderson e posteriormente o baterista Bill Bruford. Com a perda de Bailey, adição do tecladista Tony Kaye e a volta de Banks, a banda mudou seu nome para Yes.

Peter Banks faleceu em 7 de março de 2013, aos 65 anos de idade. Ele foi encontrado morto em sua casa após faltar a uma sessão de gravação.

Carreira no Yes

Os membros procuravam por um nome apropriado, quando Peter sugeriu o nome Yes, uma palavra curta e bastante positiva. Todos concordaram que o nome não seria permanente, mas acabou se tornando por todos os anos. A Atlantic Records tomou notícia do grupo e, em 1969, assinou contrato com os integrantes e então gravaram o primeiro álbum, auto intitulado. A obra continha a canção Beyond and Before, de Mabel Greer co-escrita por Bailey. No ano seguinte outro álbum estava em progresso, Time and a Word, mas Jon e Chris decidiram que gostariam de uma orquestra juntamente com os cinco músicos. A idéia não foi bem aceita por Banks, e as coisas pioraram quando a orquestra deixou de lado o guitarrista e o tecladista, com pouco a fazer. Após o álbum ser lançado, Pete deixou o grupo após algumas apresentações. Algumas fontes citam que Anderson, cansado das reservas de Banks quanto à orquestra, o acusou de indulgente nos últimos concertos. Outro motivo para a saída de Banks da banda foi que Squire, Anderson e Bruford não estavam contentes o suficiente com Roy Flynn, gerente da banda, que já havia ajudado o grupo e os ajudaram a conseguir o contrato. Kaye manteve-se tímido na defesa a Flynn, mas Banks sentiu que deixar o gerente seria uma ato de traição, e anunciou que ele também estaria de saída da banda. Flynn e Banks mantiveram relações de amizade desde então.

Trabalho com outras bandas

Após deixar o Yes, e enquanto procurava por outros projetos musicais, Banks auxiliou a banda Blodwyn Pig por um curto período de tempo no final da década de 1970 e participou como convidado em um álbum de Chris Harwood. Em 1971 formou o Flash, com a presença de Tony Kaye no teclado do primeiro álbum como convidado. A gravação apareceu no ano seguinte, um álbum auto intitulado, recebendo calorosa resposta. A banda ainda lançou seu segundo álbum In the Can em novembro do mesmo ano, e o terceiro Out of Our Hands em 1973.

Paralelamente Banks e o guitarrista Jan Akkerman (da banda Focus) tornaram-se amigos e começaram a tocar juntos desde 1972, para a gravação de um álbum em conjunto. Banks também participou do álbum de Roger Ruskin Spear na mesma época. Em 1973, na mesma época do terceiro álbum do Flash, Banks editou Two Sides of Peter Banks (uma inteligente referência a duas personalidades e dois lados de um disco), com um grande conjunto de músicos convidados, incluindo Akkerman, o baixista John Wetton, o baterista Phil Collins, o guitarrista Steve Hackett e os ex-integrantes do Flash Ray Bennett e Mike Hough.

Tentando formar uma nova versão de seu último grupo (como Flash Mark II como disse uma vez), Banks recrutou músicos e apaixonou-se pela vocalista Sydney Foxx, que logo tornou-se sua esposa. Como Empire, Banks, Foxx e outros músicos gravaram três álbuns até 1980. Banks e Foxx divorciaram-se, apesar do Empire ter permanecido junto como banda após algum tempo após a separação do casal.

Novos trabalhos

O único trabalho de Banks na segunda metade da década de 1970 foi um número de sessões em álbuns como o de Lonnie Donnegan em 1977 e Jakob Magnusson em 1979.

Em 1993 lançou Instinct, um álbum solo com faixas instrumentais com sua participação em todos os instrumentos; somente um tecladista o acompanhou em seu próximo álbum, Self Contained (1995), o que o confirmou como um verdadeiro artista solo. Em 1997 Peter foi responsável pelo lançamento de um álbum duplo e ao vivo do Yes chamado Something's Coming (no Reino Unido, tendo sido renomeado para Beyond and Before nos Estados Unidos), uma coleção de aparições da banda na BBC durante 1969 e 1970, contando com a formação original em todas as trilhas e com um livreto contendo descrições da época nas palavras de Banks.

Outro lançamento de arquivo foi Psychosync, uma apresentação do Flash realizada em 1973 para o King Biscuit Flower Hour e lançado em 1998. Também, entre 1995 e 1997 os três álbuns da banda foram re-lançados, um por ano. Banks também colaborou com Tales From Yesterday (1995) um tributo ao Yes com versões de Astral Traveller com Robert Berry, aparecido no álbum Big Beats em 1997 e o tocado em 1999 Encores, Legends and Paradox, em tributo a Emerson, Lake & Palmer.

Tais colaborações preencheram um espaço de sua carreira solo, até que em 1999 foi lançado Reduction, um álbum com o mesmo estilo dos anteriores. No ano seguinte ele apresentou uma compilação de suas gravações mais antigas chamado Can I Play You Something?. A capa do álbum mostra Peter com oito anos de idade com sua primeira guitarra. As trilhas incluem gravações do The Syn, Mabel's Greer Toyshop e Yes. O álbum também conta com a faixa Lima Loop. A história da canção envolve Lima, capital do Peru, que se tornou um lugar especial para Peter. Uma garota local fã do Yes moveu-se para os Estados Unidos. Conversando pela Internet ela contactou Banks, e ambos tornaram-se amigos até casarem, em Lima, onde moram os pais da moça. Peter permaneceu na terra por algum tempo em 1999, estando presente quando o Yes tocou no país na mesma época. Atualmente moram na Inglaterra

Junto com a aparição de Banks e Geoff Downes juntos na edição de 1998 do Yestival, o par tocou em algumas sessões e a possibilidade da união de Banks com o Asia foi cogitada, o que acabou não se tornando realidade. Banks ainda apareceu em pequenos concertos de pequenas bandas no seu estilo, incluindo o tributo ao Yes Fragile. Gravações de Banks também incluem Jabberwocky (2000) e Hound of the Baskervilles (2002), ambos de Oliver Wakeman (filho de Rick Wakeman) e Clive Nolan.

Banks estava envolvido na reunião do The Syn em 2004, mas deixou a banda. Também recusou posteriormente uma oferta para a reunião do Flash. Formou então a banda de improvisação, Harmony in Diversity, com Andrew Booker e Nick Cottam (que já estavam trabalhando juntos como Pulse Engine). Tocaram juntos em alguns concertor pelo Reino Unido em março de 2006, mas Booker acabou deixando a banda desde então.





DISCO PERDIDO

AFFINITY - "Affinity" - (uk 1970)

Grupo baseado em três músicos de jazz estudantes da Universidade de Sussex em Brighton; Grant Serpell na bateria, Mo Foster no baixo e o magnífico Lynton Naiff nos teclados. Quando terminam os estudos, decidem recrutar mais dois componentes: Mike Jopp na guitarra e a cantora Linda Hoyle , que seria a peça principal do grupo.terminando assim a formação do Affinity em 1968. O movimento começou com pequenas apresentações em clubes de jazz de Londres, mas eles tiveram sorte duas vezes; uma era que o tipo de música que eles estavam fazendo, combinando jazz com pop e psicodelia, estava se tornando moda como algo diferente ao mesmo tempo; a outra sorte foi ter o músico e promotor Ronnie Scott como padrinho, chegando a gravar com uma gravadora bastante importante como a Vertigo, mas o grupo se desfez em 1971; Linda lançaria um álbum solo: "Pieces Of Me" e Lynton Naiff seria um novo membro do Toe Fat.





                                                                                      
                                                                                         
                                                                          Voo noturno      
                                              Sr. Alegria                     














                                                
                                                                              

                     

 A fotografia da capa é outro trabalho de Marcus Keef como foi a capa do primeiro álbum do Black Sabbath ou a capa do Nirvana "Local Anaesthetic", entre muitos outros como Cressida, Warhorse, Coloseum, etc.
                                                                     
                                                       



quinta-feira, 10 de novembro de 2022

DISCOS DE ÊXITOS

 

Flash back Vol - 02



Faixas

01 - Reality
02 - Classic
03 - Lady Lady Lady
04 - Without Your Love
05 - The End
06 - Forever
07 - Don´t Let Me Down
08 - Castles in The Air
09 - Just When i Needed You Most
10 - Who Where You With In The Moonlight
11 - The Guitar Man
12 - Everything I Own
13 - James Taylor - Handyman
14 - Take Me Now
15 - Sharing The Night Together
16 - everybodys got to learn sometime
17 - Year Of The Cat
18 - Don't Let It Die
19 - Our love dream
20 - You Werent In Love


Flash back Vol - 01







Faixas:

01 - Emotion In Emotion - Rick Ocasek
02 - Drive - The Cars
03 - Africa - Toto
04 - It's My Life - Talk Talk
05 - Like A fool - Robin Gibb
06 - Cose Della Vita - Eros Ramazzotti
07 - What's A Woman - Vaya Com Dios
08 - Sailing - Chrispher Cross
09 - It Started With A Kiss - Hot Chocolate
10 - No Conservation - View From The Hill
11 - I believe in love - Nikka Costa
12 - Hight - Lighthouse Family
13 - Mirrors - Sally Oldfield
14 - Is this the end - New Edition
15 - Wicked Game - Chris Isaak
16 - No More Bolero - Gerald Joling
17 - The Logical Song - Supertramp
18 - I need your love - Dollar
19 - Hazard - Richard Marx
20 - On My Own - Nikka Costa




Peso - Em Busca Do Tempo Perdido (1975)

Peso - Em Busca Do Tempo Perdido (1975)


Conheci essa banda através de um amigo que me mostrou o vinil e quando a agulha passava pelos sulcos do disco me deixava completamente pasmo e apaixonado pelo PESO e me fazia recordar da música "Não Fique Triste" balada que tocava nas rádios que eu escutava quando adolescente.
Banda brasileira dos anos 70, que gravou apenas um LP e entrou para a história do Rock Brasil, em 1975 participaram do festival Hollywood Rock e gravaram esse disco, simplesmente fantástico, um blues rock de primeira grandeza.
Em Busca do Tempo Perdido foi lançado em 1975, com uma qualidade comparável as grandes bandas de rock internacionais, como o Led ou o Sabbath, aliás a banda bebia na mesma fonte do Led, rocks furiosos e baladas apaixonantes. Embora seja um disco dos anos 70 é muito bem gravado, produzido e principalmente bem tocado.
"Sou Louco Por Você" abre o disco num rock n' roll de primeira, com toda banda mostrando seu cartão de visita e um solo de guitarra dos bons; "Não Fique Triste" é uma balada com violões e piano/orgão, mais sem nenhum solo, grande hit; "Me Chama De Amor" outra baladona, com um coro no refrão e teclados, essa sim com um solo de guitarra magnífico.
"Só Agora (Estou Amando)" volta ao rock com o piano e a guitarra dando o tom da canção e de novo vocais no refrão e um solo de harmônica; "Eu Não Sei De Nada" começa como um blues, mais parte para um instrumental bem psicodélico, e o Luiz Carlos Porto cantando demais; "Blues" como o nome diz é um blues cadenciado, bem zeppeliano, com piano e gaita e um solo arrasador de guitarra.
"Lucifer" rock pesado com destaque novamente para os riffs e solos de guitarra, mais o baixo marcando o ritmo e o vocal; "Boca Louca" outra pedrada, rockão, guitarreiro, riffs e solos, mais um show do Porto nos vocais; "Cabeça Feita" é ao vivo e a banda toda mostrando seu poder.
"Em Busca Do Tempo Perdido" dá nome ao disco e o encerra de forma brilhante, com violões e Porto arrasando no vocal.
Como bônus tem duas músicas, "Pente" gravada por Luiz Carlos Porto e tem como tema a maconha; e "Suzi" balada romântica, confesso que acho as duas fracas



DE RECORTES & RETALHOS

 

Musica&Som Nº 74 - Discos em Análise / José Ângelo Guerreiro, Carlos Marinho Falcão, Célia Pedroso 1982







Disco Imortal: Danzig II – Lucifuge (1990)



Def American, 1990

O debut auto-intitulado de Danzig foi um grande álbum, e para muitos é o melhor da banda e continuará sendo uma obra-prima, mas a evolução durante os anos 90, neste caso indo para este enorme Danzig II, Lucifuge, foi um avanço gigantesco na termos de composição. A produção não é tão crua como o álbum de estreia e podemos aproveitar ao máximo os instrumentos e arranjos, mas também permite que os momentos mais tranquilos como "I'm the One" e "Blood and Tears" sejam realmente sutis e cativantes, tornando-se verdadeiros clássicos do rock e onde Glenn está em um de seus melhores níveis interpretativos.

Há apenas uma música, "Snakes of Christ", que meio que acena para o riff de guitarra de "Twist of Cain" em substância e forma, mas no geral as músicas aqui são mais comoventes e tendem a não ser repetitivas. Cada tema mantém a essência sombria, quase oculta, e claro, se "Lucifuge" é a forma imperativa do verbo composto latino lucifugere, "fugir da luz", e musicalmente é um verdadeiro deleite, pois é construído em busca de escuridão total. .

O género blues metal obedece a esta banda de forma emblemática, talvez uma das melhores invenções que os ex-Misfits nos deram juntamente com uma formação luxuosa com John Christ na guitarra, Eerie Von no baixo e Chuck Biscuits na bateria, que sabia muito bem como seguir as ordens do chefe ao pé da letra, mas também se esforçando muito. Lucifuge tem uma influência pronunciada de blues de Howlin' Wolf ou Robert Johnson, que foram acusados ​​de tocar a "música do diabo". Tematicamente, várias músicas ao longo do álbum fazem perguntas sobre o conceito de bem e mal. O conceito é claro, e o blues e o diabo atuam como co-pilotos.

A energia do hard rock de "Long Way Back from Hell" é o que imediatamente faz você entrar com algumas curvas de guitarra e vibratos simples que estão basicamente lá para lhe dar um momento para absorver tudo antes que sua cabeça seja explodida. alguns dos materiais mais contundentes de Danzig em sua totalidade.

"Tired of Being Alive" é uma melodia monstruosa que exala blues pelos poros. Bateria e guitarra se encaixam perfeitamente. "Blood and Tears" é como uma peça pop melodramática de Roy Orbison ou Elvis Presley, mas cara, isso te atinge. Embora este álbum seja principalmente de blues metal, há muita variedade aqui. "I'm the One" se torna acústica e é baseada em uma chamada e resposta entre Glenn e John. Um estilo muito honky de tocar guitarra, mas feito com muito bom gosto. "Killer Wolf", seu avanço, com onda e decadência é uma das coisas mais mágicas que emanaram da banda. "É a minha versão de uma velha canção de blues sobre um menino que ronda a porta de todas as meninas da cidade", disse Danzig, que no já mítico Home VHS do álbum se torna um verdadeiro lobo e acaricia uma delas.

A coisa não aplaca, "Devils Plaything" e aquela memorável entrada de cordas com os versos de Danzig ("Love is a flame/A devil's thing/A violenta storm/About to be born") precedem um momento bombástico, coros enormes, um impulso quase frenético. É uma doce obra-prima, e enquanto cerca de metade do álbum é bem descontraído e fácil de digerir, onde as melodias são incríveis, a outra metade é mais caótica, especialmente no tom blues de '777'. John e Eerie tinham esse jeito de fazer alguns riffs que soavam muito doom e uma parte muito sexy ao mesmo tempo. "Her Black Wings" é um ótimo exemplo que tem um riff de guitarra estilo doom metal que se parece muito com "Zero the Hero" do Black Sabbath, mas implementa esses harmônicos que dão aquele fator "perverso".

Era um grande álbum, mas também uma fotografia do grande momento que o rock começava a viver. As mudanças estruturais de toda uma era de glória para Danzig e o rock/metal norte-americano. São músicas que não cansam, talvez pela nostalgia ou porque são simplesmente muito boas, feitas com ótimas letras, um ambiente de poesia cativante e escuridão e acima de tudo, muita paixão.

Destaque

Wings - Back To The Egg (1979)

  01. Reception 02. Getting Closer 03. We’re Opening Up 04. Spin It On 05. Again and Again and Again 06. Old Siam, Sir 07. Arrow Through Me ...