quarta-feira, 11 de janeiro de 2023

Bandas com mais trocas de vocalistas


Nesse post, coloquei algumas das bandas que mais trocaram de vocalistas em sua existência. Todo mundo sabe que esse é um dos músicos mais difíceis de se trocar  numa banda, pois é o que dá voz a ela e quando se tem uma voz muita característica e marcante, a troca dele pode não ser muito bem aceita por críticos e fãs e o trabalho pode não emplacar. Alguns dos citados nem sequer gravaram álbuns com a banda, porém tiveram presentes em ensaios ou apresentações, Veja abaixo algumas das bandas que mais se aventuraram em trocas .  



Black Sabbath - 10 vocalistas (Não considerei apenas Rob Halford, pois de fato ele não entrou na banda, só apenas cobriu alguns shows nos anos 90)


Ozzy Osbourne










Dave Walker











Ronnie James Dio











Ian Gillan












Ron Keel











David Donato












Jeff Fenholt











Glenn Hughes











Ray Gillen











Tony Martin











Uriah Heep - 6 vocalistas


David Byron





 





John Lawton













John Sloman 











Peter Goalby 











Steff Fontaine




 







Bernie Shaw













Skid Row - 5 vocalistas


Matt Fallon










Sebastian Bach




 







Johnny Solinger











 Tony Harnell 











ZP Theart












Xandria - 5 vocalistas


Nicole Tobien










Lisa Middelhauve











Kerstin Bischof










Manuela Kralier











Dianne van Giersbergen











Deep Purple - 5 vocalistas - 4 trocas


Rod Evans











Ian Gillan











Glenn Hughes e David Coverdale 










Joe Lynn Turner











INXS - 4 vocalistas


Michael Hutchence




 







Jon Stevens




 







JD Fortune











Ciaran Gribbin











Iron Maiden - 3 vocalistas


Paul Di'Anno











Bruce Dickinson











Blaze Bailey











Judas Priest - 3 vocalistas


Al Atkins











Rob Halford










Tim "Ripper" Owens











AC/DC - 3 vocalistas


Dave Evans











Bon Scott











Brian Johnson











Nightwish - 3 vocalistas 


Tarja Turunen











Anette Olzon












Floor Jansen












Angra - 3 vocalistas


André Matos











Edu Falashi












Fábio Lione












Stone Temple Pilots - 3 vocalistas


Scott Weiland











Chester Bennington











Jeff Gutt












Van Halen - 3 vocalistas 


Dave Lee Roth











Sammy Hagar












Gary Cherone












Faith No More -  3 vocalistas


Mike Morris












Chuck Mosley











Mike Patton




















Barão Vermelho - 3 Vocalistas

Cazuza
















Roberto Frejat
















Rodrigo Suricato













Review: Daniel Fonseca – Alienize (2022)

 


O que você estava fazendo com 16 anos? Com essa idade, Daniel Fonseca gravou um senhor CD de heavy metal com seus ídolos. Alienize traz o jovem guitarrista ao lado de uma banda formada por Leandro Caçoilo (vocal, Viper), Felipe Andreoli (baixo, Angra) e Alexandre Aposan (bateria, Oficina G3). E não para por aí: Kiko Loureiro (Angra, Megadeth) e Derek Sherinian (Dream Theater, Sons of Apollo, Black Country Communion) fazem participações especiais.

Alienize é um EP com cinco músicas, e conta com produção de Felipe Andreoli. O som é pesado e com grande apuro técnico, mas passa longe do prog metal. As canções são diretas, trazem ganchos, boas melodias e refrãos fortes. E claro, por se tratar de um álbum de um guitarrista, os solos se destacam e são vitrines para Daniel mostrar o quão precoce é e o quão longe pode chegar. E aqui vai um elogio ao músico, já que ele vai na escola de Eddie Van Halen, não no modo de tocar mas sim em algo muito mais representativo: na escolha de usar a inegável técnica que possui para a criação de canções e não apenas exercícios "guitarrísticos" tocados à velocidade da luz. Nesse aspecto, mostra uma maturidade muito bem-vinda para um talento tão precoce.

“Not Forsaken” abre o EP e causa a melhor das impressões. Música forte e que deve funcionar muito bem ao vivo, e com uma interpretação precisa de Leandro Caçoilo. Os solos são divididos entre Daniel Fonseca e Kiko Loureiro. “Fade Away” conta com uma bonita introdução e mais uma vez os vocais se destacam, assim como o solo de Daniel, que aposta muito mais no feeling do que na velocidade. A participação de Derek Sherinian acontece em “Revelation”, que alia boas linhas vocais e andamentos quebrados em uma aula prática de Felipe Andreoli e Alexandre Aposan. A música que batiza o EP tem um riff com abordagem mais clássica e deságua em um arranjo muito bom, onde todos os músicos tem momentos de destaque. O encerramento acontece com “New Reality”, que mantém o padrão mostrado nas faixas anteriores.

O CD, lançado pela gravadora MCK, vem em um belo digipack de três faces e traz um encarte de oito páginas com todas as letras. A capa foi criada pelo Chiaroscuro, estúdio brasileiro que desenvolve um excelente trabalho no universo dos quadrinhos.

Alienize é uma belíssima surpresa. Daniel Fonseca entrega um trabalho com nível muito alto, e que deixa claras as enormes alturas que pode alcançar nos próximos anos.



CRONICA - - KRAFTWERK | Kraftwerk 2 (1972)

A segunda obra da potência alemã é lançada dois anos após o lançamento do álbum homônimo. É preciso dizer que muita coisa aconteceu em dois anos. O baterista Andreas Hohmann deixou o navio. Nesse ínterim, chegam o guitarrista Michael Rother e o baixista Eberhardt Krahnemann. No entanto, Ralf Hütter quer fazer uma pausa. Quando ele retorna, Eberhardt Krahnemann decola. Quanto a Michael Rother e o baterista Klaus Dinger, eles vão tentar a sorte com o Neu!.

Ralf Hütter e Florian Scnheider-Esleben encontram-se sozinhos nos controles para colocar Kraftewek 2 em 1972 no selo Phillips com Conny Plank, o apóstolo do krautrock, nos consoles.

Este segundo teste é como seu antecessor, experimental. Começa com os 17 minutos de “Klingklang” em três partes e que acabará por ser a atracção deste disco. Começa com ruídos metálicos incomuns que lembram um relógio quebrado. Seguem-se ritmos motorizados no xilofone que vestem bem a flauta de Florian Scnheider-Esleben até esta degenerar.A suite dá lugar a um metrónomo metalóide que acompanha uma flauta sonhadora. Para finalizar, o ambiente é mais ritmado com uma pitada de exotismo onde ruidosos solos de guitarra cinzelam.

O restante do LP é composto por faixas mais curtas. A dupla tenta ocupar espaços sonoros explorando as possibilidades do violão. Mas essas peças oferecem pouco interesse, com exceção talvez de "Spule 4" e "Wellenlänge", com passagens muito flutuantes que oscilam entre 5 e 9 minutos.

Note-se que este disco está na origem do nome que a dupla vai escolher para batizar o seu estúdio de gravação localizado em Düsseldorf: Kling Klang!

Títulos:
1. Klingklang
2. Atem
3. Strom
4. Spule 4
5. Wellenlänge
6. Harmonika

Músicos:
Ralf Hütter: Órgão, Eletrônica, Baixo, Rhythm Box, Glockenspiel, Gaita.
Florian Schneider-Esleben: Flautas, Violino, Guitarra, Efeitos Sonoros, Glockenspiel

Produção: Ralf Hütter, Florian Schneider-Esleben, Conrad Plank

Adam & the Ants - Young Parisians , 1978



Mais um "cromo" dificil da caderneta "Punk em Portugal", single de estreia dos Adam & The Ants.
Um single em que as duas faces da rodela, de siamêses não tem nada, lado A musica entediante a puxar para o popularucho. Lado B, "Lady", é o que se pode dizer "a cereja em cima do vinil", punk-rock com certificado.
O single foi editado em Portugal em 1979, com uma capa diferente da inglesa.




Sham 69 , concerto Moita 12-06-2009


Dave Parsons


 A Moita , recebeu uma das bandas mais carismática do Punk Inglês.
Os Sham 69 que tocaram em Portugal vinham amputados do seu líder fundador , Jimmy Pursey , o que não impediu dos Sham 69 de terem tido uma muito boa prestação em palco.
Perante cerca de 150 pessoas , os Sham 69 descarregaram todos os clássicos , houve uma boa comunicação do vocalista com o público , sem conversas de chacha e directo ao assunto , não sendo necessário assinar o livro de reclamações (ahahah).
Os Sham 69 abriram o livro com a música "Angels with Dirty faces" , não dando "descanso" ao público até ao final , músicas que agitaram as hostes foram bastantes , "That's Life" , "Hersham Boys" , "Hey Little Rich Boy". Houve tempo para uma cover de uma música dos Alternative TV "Action Time Vision". Sham 69 acabam o concerto , com a música mais pedida da noite , o inevitavel "If the Kids are United".



Antes da actuação dos Sham 69 actuaram duas bandas , os Decreto 77 e os Albert Fish.
Destaque para a actuação dos Albert Fish que para além dos temas já conhecidos de muitos , tocaram o "Puto da Rua" (cover dos Opinião Pública) e no final tocaram uma cover dos The Adicts , o clássico "Viva la Revolution".



Review: Pentral – What Lies Ahead of Us (2021)

 


What Lies Ahead of Us
 é o álbum do estreia do Pentral, trio paraense formado por Victor Lima (vocal e guitarra), Joe Ferry (baixo) e Vagner Lima (bateria). O CD traz dez canções mais as versões editadas de duas das faixas presentes no disco. A produção foi assinada pela própria banda e por Tim Palmer (Pearl Jam, U2, Ozzy Osbourne). Já a bela capa, que deixa clara a mensagem pró-natureza dos músicos, foi criada pela artista Heidi Taillefer. O encarte é de oito páginas e vem com todas as letras, e o CD foi lançado pela Voice Music.

Musicalmente, o Pentral traz referências de nomes contemporâneos como Opeth e The Ocean caminhando lado a lado com influências clássicas do metal e do prog. No geral, os reviews classificaram a banda como rock progressivo, mas ouvindo o álbum fica evidente que definir o som do trio dessa maneira é reduzir o que o Pentral faz. A originalidade é forte, com uma solidez e uma densidade sonoras que impressionam ao falarmos de uma banda formada por apenas três instrumentistas.

O álbum é longo, com mais de setenta minutos, porém passa longe de ser cansativo. A abertura, com a ótima “Silent Trees”, deixa uma excelente primeira impressão.”All My Wounds” apresenta andamentos quebrados e linhas vocais fortes. “Disconnected” é uma das melhores do álbum, pesada e redonda. Em “Letters From Nowhere” podemos sentir a influência do Opeth, enquanto a bonita “A Gift From God” é um dos momentos mais emocionantes. “No Real Colour in Souls” talvez seja a mais prog do trabalho, e ao lado da cadenciada e pesada “Are You Satisfied?” é um dos muitos pontos altos do disco. Um sólido álbum de estreia, que mostra o imenso potencial que o Pentral possui. 

Há muito mais no metal brasileiro do que as mesmas bandas de sempre. E aqui temos mais um exemplo disso.


DISCOGRAFIA DOS ABSURDCUS Eclectic Prog • Romania


ABSURDCUS

Eclectic Prog • Romania

biografia
do absurdcus ABSURDCUS é um projeto solo do baixista/multi-instrumentista da Transilvânia Laszlo Demeter.

Ele lançou seu primeiro álbum solo, ''theÖutlet'' (na verdade, uma compilação de músicas que vão de 2003 a 2011.) em novembro de 2011.

Sua música tem ênfase em bass runs (claro!) e é uma combinação de rock alternativo, funk, metal, explosões rítmicas eletrônicas e vocais/palavras faladas ocasionais.

Se você é fã do CRIMSON e do Sr. Claypool pós-70, vá em frente. Muito técnico, mas não sem alma!

NOTA: O nome da banda é na verdade 'absurdcus'; 'a' não é capitalizado por razões estéticas.


ABSURDCUS discografia

ABSURDCUS top albums (CD, LP, )

3.86 | 7 ratings
theÖutlet
2011
2.00 | 1 ratings
A Drop of Calm
2015
3.00 | 1 ratings
T
2017

Padovani’S Death Lança Single The Breaking Point

 

Padovani’S Death Lança Single The Breaking Point

É o primeiro single do novo álbum que deve sair no começo de 2023 com 9 músicas.

A ideia da música veio de uma experiência próxima de Padovani com lideranças tóxicas no ambiente de trabalho. E o nome diz isto: The Braking Point, um ponto de ruptura, onde a pessoa alcança seu limite. 

A música conta com a participação especial da Issui e foi gravada toda remotamente, pois ela mora no Japão. Ouvindo os primeiros acordes, já dá para perceber a inspiração no grunge e a voz dela contrasta com o peso do som.

Sub-Rock Lança 1º Álbum Ao Vivo

 

Sub-Rock Lança 1º Álbum Ao Vivo

Em março de 2022 a Sub-Rock fez uns dos primeiros shows da Turnê Esperança no Espaço Som (atual Red Star) em São Paulo. Na noite tocaram: Abrahones e os Incuráveis (Niterói – RJ ) e Fud’s Gang . O registro deste show sai agora em áudio e vídeo nas plataformas de streaming e youtube. 
O Show tem todas as músicas dos 2 EP’s da banda, mais até então inédita Quem(Sabe)? Além disso, conta com a participação especial de Renato Limonge em Nada Com Nada e Pat Rod Mal (Suite Luxo) em Dorlores. 
A Gravação, Pré Mixagem e Pré Masterização de Áudio foram feitas por Vini Dooart, Assistente de Estúdio: Rodolpho Sartini , gravação de vídeo 77 Produções e a mixagem e masterização final foi feita por Lau Andrade – Conspiração Records. E o álbum sai pela 1ª vez pelo Selo SE Records.
 

Tommarock Lança Novo Single Político

 

Tommarock Lança Novo Single Político

A música Em Nossas Mãos é a segunda do álbum que a banda planeja lançar em 2023. Vem após “Brasil, o país sem futuro”e segue falando sobre política que é o tema deste trabalho.
Composta por Jaime Reis e JC Vasco mostra a insatisfação da banda com o cenário político atual. A banda segue seu apartidarismo metendo dedo na ferida do momento atual do Brasil.
O single foi gravado no Conspiração Records em Osasco e foi produzido pelo conhecido Sérgio Almada e já tem vídeo no Youtube.

Destaque

JACKSON BROWNE - TRANSMISSION IMPOSSIBLE: LEGENDARY RADIO BROADCASTS FROM THE 1970S, DISC TWO (2015)

  JACKSON BROWNE ''TRANSMISSION IMPOSSIBLE, DISC TWO'' 2015 223:37 ********** DISC ONE 01 - Come All Ye Fair & Tender La...