Accolade biografia ACCOLADE é uma banda de Seattle, WA formada em 2006 com a cantora Stefanie Reneé e o músico Aaron Goldstein. Eles conscientemente tentam tocar uma música antiga, que é assustadora e sombria, e muito do personagem vem da voz de Stefanie e da produção brilhante. Seu primeiro álbum completo festivalia foi lançado em 2012, seguido pelo LP de vinil Legends, disponibilizado para download também, em 2013, e o EP Catharsis of Rhetoric em 2014. Sua ênfase em texturas progressivas com base folk e sua aparente a influência do RENAISSANCE e de outras bandas de sua época os torna totalmente qualificados para serem admitidos nesses arquivos como um grupo de folk progressivo.
Accion Rock Band biografia Uma das obscuridades do rock espanhol ACCIÓN ROCK BAND foi fundado como um projeto meio misto de disco / dance music e rock em meados dos anos 1970 por Diego GONZÁLEZ (guitarras), Ricardo BARTOLOMÉ (baixo) e Luis Manuel MANGAS (teclados). Em 1978 convidaram Enrique FERNÁNDEZ como vocalista e renasceram como um combo de rock ao vivo.
Em 1981, ACCIÓN ROCK BAND gravou material para sua criação em estúdio totalmente apoiado pelo dono de uma livraria José María CASADO e finalmente lançou seu álbum homônimo. Em meados dos anos 1980, eles foram dissolvidos com apenas um opus restante.
, o artista japonês ACCEPT é basicamente o projeto solo do multi-instrumentista e compositor Hisa, que criou música inspirada por um fascínio de longa data pelo rock progressivo britânico da variedade sinfônica.
Apresentando letras inspiradas nas teorias do psicólogo CG Jung, o primeiro álbum do Accept, Silver Moon, foi lançado em 2007. Um segundo álbum foi planejado para lançamento em outubro de 2009.
Uma homenagem ao passado é o que temos em "Universal". Um disco com produção moderna, mas com a tão amada sonoridade do hard rock setentista, aquela que traz o peso, pegada, guitarras e sintetizadores Moog, tudo funcionando muito bem. Feita a introdução, vamos falar um pouco do que temos aqui, no novo disco do The Michael Schenker Group.
Preciso começar pela melhor faixa do disco: "A King Has Gone", que é introduzida pela vinheta "Calling Baal". A homenagem a Ronnie James Dio é magnífica, com referências claras ao seu período no Rainbow. E o deleite maior é que Michael Kiske foi escolhido para segurar o microfone. Para variar, mais uma grande performance. Isso sem falar que Schenker recrutou também Bobby Rondinelli, Bob Daisley e o tecladista Tony Carey, todos músicos que já participaram da banda de Ritchie Blackmore. É seguro dizer que temos aqui um dos grandes momentos da carreira de Schenker, pois o tiro foi certeiro.
O restante do tracklist também não faz feio. O acerto da escolha de Ronnie Romero como principal vocalista merece ser destacado. E o que esse cara trabalha não é brincadeira. Acho que ouvi uns quatro discos lançados por/com ele só em 2022. Isso sem falar que é um dos grandes vocalistas da atualidade. Adoro seu timbre cheio de drives e sem gritos exagerados. Ronnie contribui inclusive para elevar algumas canções não tão fortes quanto aquelas que se destacam. As melhores cantadas por Romero são: "Emergency", "Under Atack", "Long Long Road" e "Au Revoir".
Temos também a participação de Ralph Scheepers na ótima "Wrecking Ball", que ficou bem Judas Priest. Além dele, temos também um dueto de Ronnie Romero e Gary Barden em "The Universe" e um menu de grandes nomes que figuram por todo o disco, veja só: o tecladista Steve Mann (Lionheart), os bateristas Simon Phillips (Toto, The Who), Brian Tichy (Whitesnake, Foreigner), o já mencionado Bobby Rondinelli (Rainbow) e Bodo Schopf (Eloy), e os baixistas Bob Daisley (Black Sabbath), Barry Sparks (Malmsteen, Dokken) e Barend Courbois (Blind Guardian, Zakk Wylde), e Tony Carey (ex tecladista do Rainbow), também já citado.
Me foge a memória agora, mas acho que esse é o terceiro ou quarto disco de Michael Schenker que foi produzido por ele ao lado de Michael Voss (Lessmann/Voss) no Voss’s Kidroom Studio. Em time que está ganhando não se mexe e o local parece que vem rendendo bons trabalhos para o guitarrista alemão. Em suma, o que temos em "Universal" é um disco honesto, executado com maestria, recheado de grandes participações e que irá agradar o fã de hard rock em cheio.
Faixas:
1. Emergency
2. Under Attack
3. Calling Baal
4. A King Has Gone
5. The Universe
6. Long Long Road
7. Wrecking Ball
8. Yesterday Is Dead
9. London Calling
10. Sad Is The Song
11. Au Revoir
12. Turn Off The World (Bonustrack)
13. Fighter (Bonustrack)
O reggae aportou em terras brasileiras nos anos 1970 e foi muito bem assimilado. Vários artistas da MPB, do rock e do pop como Gilberto Gil, Paralamas do Sucesso, A Cor do Som, Baby Consuelo e até mesmo Chico Buarque, gravaram músicas inspiradas no ritmo jamaicano. Porém, o reggae brasileiro, até os anos 1990, ainda não tinha revelado um grande astro totalmente seu. As bandas e cantores genuinamente do reggae nacional, ainda estavam relegados ao “gueto” da cena musical brasileira. Os artistas de outros gêneros emplacavam um hit de reggae, mas um “regueiro” propriamente dito, não conseguia. Irônico não?
A coisa só mudou em 1990, quando em meio à ressaca da “geração 80” do rock brasileiro, a ascensão sertaneja e o modismo da lambada, a banda carioca Cidade Negra lançava o seu primeiro álbum, oLute Para Viver. Pela primeira vez, uma banda de reggae brasileira ganhava popularidade no mainstream do pop nacional, tocando no rádio e na TV. O álbum de estreia do Cidade Negra foi puxado pelo hit "Falar A Verdade" que teve um boa execução radiofônica e o clipe bem veiculado na TV. No álbum, a banda carioca ainda contou com a participação especial de Jimmy Cliff na faixa “Mensagem”. Nesse primeiro trabalho, o Cidade Negra já mostrava o seu posicionamento politizado nas letras e que seria o fio condutor de toda a sua discografia.
Em 1992, o Cidade Negra lançou o segundo trabalho, Negro No Poder. Mas ao contrário do primeiro álbum, o bom êxito não se repetiu no segundo trabalho. O disco foi um tremendo fracasso comercial. Houve um certo clima hostil entre a banda e as rádios e gente da imprensa musical, a tal ponto do álbum ter sofrido boicote de algumas emissoras. Com o péssimo desempenho comercial de Negro No Poder, a permanência do Cidade Negra na Sony Music ficou por um fio. Nessa situação complicada, o vocalista Rás Bernardo acabou deixando a banda e foi substituído por Toni Garrido, cantor que atuava na Banda Bel e com a qual havia gravado um disco, o Rei do Rio (1992), de onde saiu o único hit do grupo, “Romário”, uma homenagem ao “baixinho”, então craque da seleção brasileira de futebol.
Toni Garrido quando era vocal da Banda Bel
Antes de entrar no Cidade Negra, eu já o tinha visto antes disso no comando da Bel no “Programa Livre”, do Serginho Groisman, no SBT, lá por volta de 1993. Fiquei impressionado com o mix de soul, funk e pop da banda tendo um negro nos vocais, coisa que no Brasil na época, pouco se via na TV bandas pop assim. Com a saída de Rás Bernardo dos vocais, Toni levou pro Cidade a levada pop e soul que fazia na Bel. Quem saiu ganhando foi o Cidade que além de ter “temperado” mais o seu reggae ao agregar algumas doses de pop e soul, ainda ganhou um vocalista carismático com postura de “sex symbol, atraindo a atenção do público feminino.
Com o novo vocalista, o Cidade Negra lançou em meados de 1994, o seu terceiro álbum, Sobre Todas As Forças, agora sob a produção de Liminha. A banda buscava reverter o desempenho ruim do álbum anterior e salvar o seu futuro na gravadora. A primeira música de trabalho do álbum foi "Onde Você Mora?", um verdadeiro presente dado por Marisa Monte e Nando Reis. O reggae romântico se tornou um grande sucesso, foi uma das músicas mais executadas no país em 1994. A sorte voltava a sorrir para o Cidade Negra, a canção tirou a “corda” do pescoço do quarteto de Belford Roxo.
E a coisa não parou por aí. No rastro de "Onde Você Mora?" outras faixas de Sobre Todas As Forças viraram hits. "Pensamento", “A Sombra da Maldade" e "Querem Meu Sangue" (uma versão em português de Jimmy Cliff e que já havia sido gravada pelos Titãs nos anos 1980) ganharam as rádios e as TV’s. O álbum trouxe surpresas como as participações especiais do rapper Gabriel, O Pensador em “Mucama” e de Shabba Ranks em "Downtown". Rapidamente, o álbum alcançou a marca de 150 mil cópias com poucos meses de lançamento. Em um ano já havia vendido mais de 800 mil cópias, algo jamais imaginado para um artista de reggae nacional até então.
Cidade Negra com Toni Garrido
Com Sobre Todas As Forças, o Cidade Negra conquistou o estrelato e alcançou uma popularidade que jamais outro artista de reggae brasileiro conseguiu. O sucesso do disco fez a banda carioca se apresentar no começo de 1995 no Sumfest, importante festival de reggae da Jamaica, ao lado de artistas consagrados como Inner Circle, Steel Pulse e Toots & Maytals.
Acho Sobre Todas As Forças um discaço. Nele, o Cidade conseguiu manter o reggae de raiz, mas ao mesmo tempo, sintonizou-se com a reggae contemporâneo produzido lá fora na época e imprimiu nele um apelo pop, muito por conta da bagagem musical trazida por Toni Garrido da sua antiga banda, mas sem abrir mão dos temas sociais, presentes desde o primeiro álbum. Com Sobre Todas As Forças, o Cidade Negra ajudou a popularizar ainda mais o reggae no Brasil e passou a figurar como um dos principais nomes da música pop brasileira.
Por volta de 2000, numa enquete entre os leitores e jornalistas da revista “Bizz” para um balanço dos melhores da década que findava, Sobre Todas As Forças foi considerado o melhor disco de reggae brasileiro dos anos 1990.
Faixas:
Lado A
"Mucama" (Bino Farias - Da Gama – Lazão - Toni Garrido)