terça-feira, 24 de janeiro de 2023

ALBUNS DE ROCK PROGRESSIVO

 

La Revolución de Emiliano Zapata - La Revolución de Emiliano Zapata (1971)


 A psicodelia mexicana dos anos 70 reaparece no blog graças a Carlos M., e aparece duas vezes, já que estão incluídas duas músicas extras de um EP do mesmo ano: "Ciudad perdida" e "No pé da montanha". Acid rock, hippies levados para a América Latina, busca sons, modelos, ideias. Um dos comentários que trago diz: "Este é um clássico do nosso rock, gravado em 1971, no auge do rock psicodélico mexicano, no ano de Avándaro, por um quinteto de Guadalajara, quando os grupos de Guanatos, (há também foi "Toncho Pilatos" e os "Aranhas"), eles começaram a quebrar o monopólio de Tijuana, deve-se lembrar que a maioria dos grupos destacados eram de Tijuana e da Revolução junto com Toncho,

Artista: La Revolución de Emiliano Zapata
Álbum: 1988 - Alive
Ano: 1971
Gênero: Rock psicodélico
Nacionalidade: México

La Revolución de Emiliano Zapata foi um grupo musical mexicano, que foi o carro-chefe do rock mexicano nos anos 70 ao quebrar recordes de vendas na Europa com sua canção "Nasty Sex" ("Dirty Sex"). 
 
La Revo, como é conhecida a banda de Guadalajara, mais uma história, casos reais, de uma banda que em algum momento foi mais famosa que o V8 (alguém lembra do… Guuuuauau isso não tem gosto de suco de tomate). No início, como qualquer grupo que ama música, eles formam uma banda e querem que todos ouçam suas músicas e sejam famosos. Um executivo de uma gravadora descobre que eles poderiam fazer bons negócios com o grupo, e eles os trouxeram para a Cidade do México, assinaram um contrato e a loucura e a fama começaram, eles até participaram com a música e a performance (tomando um rumo ruim) por Martín del Campo no filme "A verdadeira vocação de Magdalena", estrelado por Angélica María.
Tudo isto leva-os a serem convidados a tocar naquela que estava prevista para ser uma noite mexicana, antes de uma corrida automobilística, onde dividiriam o palco com Javier Bátiz. No entanto, ambos os artistas recusaram o convite, o Revolution para uma digressão que estava marcada para o baixio, sem saber que tal espectáculo viria a ser o antecedente do mítico Festival de Avandaro. Além disso, algo que aparentemente só acontece com alguns seres humanos, seus egos cresceram e acabaram brigando e desfazendo o grupo, para depois refazê-lo e se dedicar a baladas (pelo resto da vida). Apesar de seu primeiro LP ter sido ouvido e premiado na Europa, eles foram um dos primeiros grupos mexicanos a fazer "sucesso" em países tão distantes, na época como a Alemanha.
Mas felizmente deixaram alguns discos que valem a pena ouvir e recordar como um momento importante do rock mexicano, e este é um deles.
 
 

E esta outra coisa nos diz o Sr. Wikipedia, que está sempre envolvido em tudo:

Em plena era do rock psicodélico e sob a influência hippie americana do final dos anos 60, segundo: Javier Martin del Campo —um de seus fundadores— um grupo de jovens da cidade de Guadalajara decidiu se reunir para interpretar canções em seu estilo peculiar, moda naqueles anos. Inicialmente, seu hobby os levou a se apresentar em festas locais, mas sua fama incipiente logo se espalhou para uma área mais ampla da cidade. É como resultado de um concurso organizado por uma estação de rádio local chamada: Radio ondas de la alegría (do qual são vencedores por maioria esmagadora de votos por telefone) que eles conseguem fazer um teste para uma importante gravadora. Inicialmente relutantes em fazê-lo, eles assinaram um contrato com a gravadora Polydor, iniciando assim sua breve mas bem-sucedida carreira no mundo do rock. Com um conceito musical original no sentido criativo, eles emigraram para a Cidade do México onde nunca pararam de se adaptar ao ritmo urbano e onde estabeleceram a plataforma para seus novos lançamentos musicais. Em 1970, seu primeiro single foi lançado contendo as canções "Nasty Sex " e " Still don`t (Not yet)" que escalam os níveis de popularidade rapidamente na parada de sucessos local, mas surpreendentemente globalmente. Assim, a controladora da Polydor Records envia a eles (de Hamburgo) 5 medalhas em reconhecimento ao seu alto índice de vendas (na União Americana, no Reino Unido e na Europa), de seu único grande sucesso "Nasty Sex". Inicialmente, a origem da banda era desconhecida, mas isso não diminuiu o grande impacto alcançado naquelas regiões distantes. Mais tarde gravam aquele que seria o seu segundo hit" Ele era guitarrista (harmonia) e posteriormente substituído por Carlos Valle, o baterista no início era Antonio Cruz. (Correção feita por Oscar Rojas, vocalista e co-fundador).
Wikipedia

Considerados na época verdadeiros totens da cena acid mexicana, e posteriormente traidores de seu próprio estilo e de sua primeira música. Eles gravaram este segundo álbum influenciados pelo acid rock e cantando em inglês para dar projeção internacional às suas canções.



Formato de música com muitos bons desenvolvimentos instrumentais e boas vozes, um bom exemplo da busca que se fazia no México naquela época.

Pergunta: O cantor, com aqueles bigodes, não era Alberto Fernandez quando jovem?

Vamos aos comentários de terceiros, por isso escrevem tanto.

Apesar do que você possa pensar, o clássico indiscutível da psicodelia mexicana é "Nasty Sex". Duvido que haja outra música que tenha o mesmo impacto e aproveite a popularidade do referido tema. Odiado por muitos (Parmênides García Saldaña, entre eles) e amado por muitos outros (talvez menos) "sexo de porco", ele toca violão onde quer que você o encontre, cortesia de Javier Martin del Campo e Carlos Valle e Oscar Rojas ' péssimo inglês . O inglês dolorido é um dos argumentos que são dados contra a banda, também a falta de coordenação entre os instrumentos e a má produção; Como se isso não bastasse, "Nasty Sex" tem uma pegada semelhante a "Born on the Bayou" dos Creedences. Em defesa deles direi que... que tudo o que eles falam é verdade, tem tudo isso, porém, Se fosse sobre música clássica, seriam argumentos sólidos, mas quando se trata da parte mais safada da psicodelia, pouco importa, ou pelo menos não em todos os casos: se se trata de jovens genuínos, idealistas, que compensar a falta de recursos com honestidade. Eu não saberia explicar como funciona o que mencionei, porém de uma forma ou de outra funciona.
"Nasty Sex" é uma bronca, um tapa na cara. Uma garota que se sente muito aliviada e exausta pregando o evangelho do sexo livre e da "mente aberta", é aconselhada por seu amigo? em coisas mais espirituais. Parece-me um ótimo tema, apesar de ser muito simples.
Outro clássico com letras maiúsculas é "Shit City" quase 5 minutos de vórtice monumental de guitarras psicodélicas e ácidas. Essa música é daquelas que tira o fôlego quando você a ouve pela primeira vez.
"If You Want It" é fabulosa, com uma atmosfera muito melodramática e a monstruosidade novamente, da guitarra de Javier Martin del Campo e Carlos Valle, o outro guitarrista.
Essas são as boas, porque há algumas músicas pouco inspiradas e muito chatas. Isso torna o saldo pior do que se adivinhou no início, sim, sem deixar de lhes dar o mérito que merecem.
Explorando em sua mente
 
E temos mais... agora com uma nota que apareceu no maph49.galeon.com, que poderia se chamar "O bigodudo ficou bravo"...
O início da Revolução de Emiliano Zapata foi quando um grupo de amigos de longa data do Jardines del Bosque se reuniu para jogar. Aqueles eram os dias de longas costeletas e calças largas. Guadalajara viveu a corrente do rock da Inglaterra e dos Estados Unidos e aproveitou através de grupos locais como Los Spiders, La Fachada de Piedra, Blue Jeans, 39.4 e outros.
Não havia discotecas e muito menos clubes, mas havia shows. No Casino Francês, no Lions Clube, em muitos lugares. A princípio tocavam em festas no bairro Jardines del Bosque, depois a fama se espalhou por toda Guadalajara.
O começo:
Os Spiders tiveram um papel importante na trajetória do grupo já que os indicaram e assim foram contratados. Mas o grande passo para La Revo foi um concurso convocado pelas Cinco Ondas da Alegria. Grupos de Guadalajara puderam participar com músicas próprias e inéditas. O prêmio era associá-los a uma gravadora.
Todos trouxeram suas canções e, na hora dos telefonemas, a Revolução tinha grande maioria e venceu. Pessoas da Cidade do México imediatamente vieram contratá-los e o grupo não quis. O que contratar ou o que gravar. Não, isso não, eles disseram. Até que chegou um representante que falou muito bem com eles e os fez assinar o contrato.
A partir daí tudo foi vertiginoso. Os discos foram vendidos, o grupo apareceu na televisão o tempo todo, turnês lá, turnês aqui; entardecer em Monterrey, amanhecer em Oaxaca e com ele fama, barulho, cansaço. Mais tarde, o grupo foi morar na Cidade do México "e foi o fim", lembra Oscar Rojas. Eles moravam e ensaiavam em um apartamento, mas a vida não era mais agradável. Eles começaram a brigar entre si, para parar de ensaiar. foi fácil, mas depois seus egos inflaram.
O vocalista, o portador do bigode que identificava o grupo, estava farto. "Eu deixaria a Cidade do México assim que pudesse e os outros começaram a ficar irritados. E um belo dia eu peguei minhas coisas e vim para Guadalajara. E acabou."
Avandaro
 
E seguimos...
Este é o primeiro álbum desta tremenda banda mexicana, aqui entram os conhecidos Nasty Sex e Ciudad Perdida. Este álbum marcou fortemente as bandas mexicanas e impôs um estilo que durante anos se ouviu na zona fronteiriça com os Estados Unidos. Depois do segundo álbum vieram outras gravações, mas não com a qualidade das duas primeiras. Acabaram transformados em uma banda de balada de qualidade duvidosa e fortemente criticada por seus seguidores. Este álbum não tem pontos baixos, aproveite. A versão recarregada corresponde à remasterização de suas primeiras músicas e inclui 14 músicas
Em Busca do Tempo Perdido
 
Ufff, não terminamos mais.
Este é um clássico do nosso rock, gravado em 1971, no auge do rock psicodélico mexicano, no ano de Avándaro, por um quinteto de Guadalajara, quando os grupos de Guanatos, (havia também "Toncho Pilatos" e os "Spiders " ), começaram a quebrar o monopólio de Tijuana, é preciso lembrar que a maioria dos grupos destacados eram de Tijuana e o Revolution junto com Toncho, iniciou uma onda de bandas de Guadalajara que colocaram Guadalajara no mapa do rock nacional.
O grupo era formado por: Javier Martín del Campo, multi-instrumentista da banda, tocava violão, piano e flauta; Francisco Martínez no baixo; Oscar Rojas, cantando; Antonio Cruz, na bateria e Carlos Valle no violão acompanhante. e por alguma estranha combinação de circunstâncias, imediatamente causou alvoroço, eles foram promovidos no rádio, seu single "Nasty Sex" foi um sucesso, um caso raríssimo em um grupo de rock, eles estavam na TV e sem mais delongas, de um dia para o outro foram o grupo de rock mais popular do país e até fizeram "A verdadeira vocação de Magdalena", um filme de Jaime Humberto Hermosillo, com Ángelica María e os cinco músicos como protagonistas.
Mas isso não quer dizer que a aceitação tenha sido total, de jeito nenhum, e eles não conseguiram escapar do clima geral de rejeição ao rock que naquela época era visto na mentalidade coletiva de uma sociedade muito atrasada, manipulada e tratada como criança que o estado que eu dizia para ele aceitar e rejeitar, como a música dos maconheiros, cabeludos e malinchistas que adotavam uma manifestação cultural que não era nossa, o que quer que um discurso desse, que era muito comum, eu lembro das vozes indignadas de pessoas que falaram com a estação de televisão para protestar contra o fato de aqueles garotos inconscientes usarem o nome do General Zapata para fazer sua música irreverente.
Este, que foi o seu primeiro álbum, foi gravado pela Polydor, fruto do facto de terem sido vencedores de um concurso de bandas de rock local e do single "Nasty Sex" se ter tornado internacional, alcançando grandes vendas na Europa e nos Estados Unidos, tudo isso augurava uma carreira longa e de sucesso, algo como a do Maná também de Guadalajara hoje, mas tudo se resumia a dois LPs, este com grande sucesso mundial e um segundo que me parece melhor, mas que já não tinha a difusão de o primeiro.
Então veio o Festival Avándaro, o pretexto perfeito para que o rock fosse demonizado ao ridículo e expulso da cultura mexicana. Os roqueiros mais ferrenhos se refugiaram nos buracos e nas gravadoras independentes, enquanto a tempestade passava e alguns como Alex Lora e companhia acabou sendo a estratégia perfeita, mas a maioria desapareceu e voltou a se reunir uma década depois, La Revolución mudou de gênero, começaram a compor canções "românticas" como "How I miss you", e como eram bons músicos , fizeram bons discos para o público conservador e venderam muito bem seus produtos, sem comer não ficaram e viveram muito bem com seus royalties, embora talvez, com a sensação de terem deixado o rock, sua paixão juvenil.
E para que você veja a mudança drástica, leitor, ouça esses dois vídeos, o primeiro com "Nasty Sex" seu grande sucesso de quando eram roqueiros e o segundo, seu grande sucesso como um grupo de baladas "românticas" que foi "Como te estranho" e cuidado, não é uma música ruim, não estou dizendo isso porque não é rock é ruim, isso seria fazer o mesmo que meus pais e avós demonizando a música que os jovens ouviam no início dos anos setenta .
Os sonhos
 
Bué... parece que várias pessoas gostam desse álbum.
Se você é fã de psicodelia e se interessa pela cena mexicana que existiu entre os anos 60 e 70, este é um dos álbuns imperdíveis junto com o primeiro de Dug Dug's e as estreias de Ritual, Kaleidoscope e Bodo Molitor.
Formado em Guadalajara, Jalisco em 1969 sob a influência de bandas como Quicksilver Messenger Service, the Creedence, the Who, the Rolling Stones, etc. "A Revolução de Emiliano Zapata" como se autodenominavam, ganharam um concurso de talentos que estava na televisão GDL onde também participaram bandas como Los Papos e La Fachada de Piedra.
Em 1970, após vencerem este concurso, assinaram contrato com a gravadora Polydor onde gravaram seus maiores sucessos "Nasty Sex" que teve uma influência muito forte em "Born on the Bayou" dos Cridens (como são chamados os Creedence Clearwater Revival ). o outro Toncho Pilatos de Guadalajara (isso é outra história).
Em 1971 conseguiram gravar e lançar seu primeiro full-lenght que saiu sob o título "La Revolución de Emiliano Zapata", que continha 9 canções originais cantadas em inglês (como era costume naqueles anos).
"Nasty Sex" no mais puro estilo de Creedence and Rolling, com letras que falavam sobre o que os adultos pensavam quando uma garota saía com um tocador de rock and roll, é uma música muito boa que é bem trabalhada e com alguns solos psicodélicos excelentes de Javier Martín del Campo que às vezes me lembra John Cipollina.
“Melynda” é uma música bem no estilo do Who dos anos 60, com uma boa overdose de fuzz de lira e muita energia.
“I Wanna Know” é uma excelente balada folk semi-acústica com gaita.
“If you want It”, “Shit City” (com início meio surf), “A King's Talk” e “Still Don't (Not Yet)” são canções de acid rock no mais puro estilo da costa oeste dos estados United, então eles poderiam ser comparados em uma opinião muito pessoal com bandas como Quicksilver Messenger Service, Grateful Dead, Jefferson Airplane etc.
"At the foot of the Mountain" e "Under Heavens" são canções acid folk também com estilo de São Francisco e todas aquelas regiões localizadas na costa oeste dos Estados Unidos
Fora Dentro Música
 
E estamos encerrando o post.
Resumindo, com uma produção horrível mas mesmo assim o álbum soa muito bem, no mínimo aceitável, segue alguns vídeos para vocês ouvirem da banda:
 
Lista de faixas:
1. Nasty Sex
2. Melynda
3. I Wanna Know
4. If You Wanna Know
5. Lost City
6. A King's Talks
7. Still Don't (ainda não)
8. At The Foot Of The Mountain
9 Under céus
10. Cidade perdida (cidade de merda)
11. No sopé da montanha (No sopé da montanha)

Formação:
- Antonio Cruz Carbajal / Bateria
- Javier Martín del Campo / Piano, flauta, guitarra
- Oscar Rojas Gutiérrez / voz
- Francisco Martínez Ornelas / baixo
- Carlos Valle Ramos / guitarra




ALBUNS DE ROCK PROGRESSIVO

 

Mission Pilots And The Dropkick Apollo - Mission Pilots And The Dropkick Apollo (2021)


Seguimos com nossa cruzada brazuca e vamos de puro psycho-stoner rock com um power trio de nome impossível e música muito gostosa, que se divide entre atmosferas cósmicas e a explosão de guitarras distorcidas, arranjos delicados e ritmos selvagens, numa imersão instrumental que proporciona a experiência de meia hora de viagem intergaláctica. Antes do final do dia deixamos esta explosão de cabeça para o gozo de todos os teimosos dispostos a arquivar as suas células cerebrais ao som de pura música instrumental. Mais um excelente álbum submerso nessa pandemia de 2021 que vai explodir sua cabeça! Eu sugiro que você ouça com atenção e depois me diga...

Artista: Mission Pilots And The Dropkick Apollo
Álbum: Mission Pilots And The Dropkick Apollo
Ano: 2021
Gênero: Rock Psicodélico / Prog Instrumental / Rock Espacial
Duração: 32:02
Referência: Bandcamp
Nacionalidade: Brasil


Hoje vamos com toda uma surpresa brasileira de Florianópolis formada em 2012, onde os 3 integrantes começaram sua história tocando em festas e fazendo suas primeiras turnês. Não sei mais nada sobre essa fumaça sonora então copio algum comentário encontrado lá...

A Abraxas Records lança nas plataformas de streaming o álbum de estreia dos Mission Pilots e Dropkick Apollo, power trio instrumental de Florianópolis. São cinco músicas que carregam o peso do stoner em meio a viagens psicodélicas e camadas de fuzz.
O álbum foi concebido em torno de um universo narrativo repleto de referências à ficção científica, viagens espaciais, o etéreo e o apaixonado. Esses elementos são estabelecidos, criando subjetivamente - e intimamente ligados ao interpretativo - o início de uma saga.
Mission Pilots e Dropkick Apollo foram gravados em 2019 de forma independente, no estúdio da banda, e todas as faixas foram produzidas por Bruno Bastos Nogueira.
Para a estreia, Sleepy Sun, Truckfighters, Dead Meadow, Causa Sui e Pink Floyd são referências de material consistente e emocionante, uma viagem lisérgica com altas doses de adrenalina.
A BANDA
Formada em 2012, Mission Pilots e Dropkick Apollo começaram sua jornada tocando em pequenas festas na região.
Instrumental, procurando uma sonoridade que una o peso do stoner com momentos introspectivos, sempre instigados por uma camada psicodélica.
Já com repertório autoral, a banda logo é convocada para se apresentar ao lado de nomes internacionais do stoned rock, incluindo três executados pela Abraxas: Radio Moscow, The Shrine e Earthless.
PRÓXIMO LANÇAMENTO
Uma graphic novel que aprofunda a narrativa do álbum de estreia já está em produção. A intenção da banda é estender a experiência de audição para outras plataformas.

Roadie Crew

Mas o melhor de tudo é que estão aqui para os ouvir, como sempre dizemos, como mostra apenas um botão, ou melhor, um vídeo...

 
 
Track List:
01. Carbon
02. Volcano
03. Graphite
04. Nova Bright
05. Void

Formação:
- Rodrigo Nascimento / Guitarra
- Felipe Parucci / Baixo
​ - Gustavo Brazzalle / Bateria
Convidados:
Thales Muniz / Teclado
Lucas Lorenzo / Guitarra Adicional

Bruno Bastos / Guitarra Adicional

Nitin Sawhney – Immigrants (2021)

Nitin Sawhney dá-nos em Immigrants um poderoso e bonito documento sobre o mundo que temos e o que queremos

Foi em 1999 que, apanhando a boleia da popularidade do trip-hop e da world music, Nitin Sawhney esteve mais perto de se tornar uma figura mundial. A sua obra-prima, Beyond Skin, era já o seu quarto disco, mas foi aquele que melhor conseguiu captar não apenas a sua essência como a essência dos tempos que se viviam.

Depois disso, Sawhney nunca deixou de fazer álbuns e excelente música, mas voltou para abaixo do radar, seguido apenas pelos fiéis e pela crítica, que o tem enchido de elogios e de prémios. Agora, em 2021, o músico britânico de origem indiana volta a conseguir fazer coincidir um belo disco com a urgência cultural do mundo, neste momento.

Esse disco é Immigrants, e é sobre exactamente isso. O que é isso de ser emigrante, estrangeiro, diferente, mesmo que nascido no mesmo país e com a mesma nacionalidade? No fundo, Beyond Skin era já sobre isso, o tema central da sua obra, ainda que mais preso à questão dos indianos de primeira e segunda geração. Em Immigrants, a lente afasta-se e vai atrás desta questão nas suas várias vertentes. A prova da grande capacidade de Sawhney é tratar de um problema universal mas conseguir, ainda assim, torná-lo pessoal, pelas histórias que a música vai retratando.

A narrativa vai sendo contada pelas músicas, mas também conduzida pelos vários breves interlúdios (a que Sawhney já nos habituou): excertos de notícias radiofónicas de outros tempos, começando por uma em tom positivo acerca da chegada a Londres de 500 jamaicanos “com boas intenções” até outros com “ingleses de bem” a dizerem que estão contra a chegada de ciganos à localidade. Temos até a voz da mãe de Nitin, contando que foi procurar emprego quando o músico nasceu, porque o salário do pai não chegava para sustentar toda a família.

Tudo isto faz de Immigrants um documento poderoso, quando o Brexit mostrou com todo o esplendor o que o agitar do medo e da demagogia pode fazer. Mas isso seria vão não fosse a música que Nitin Sawhney, mais uma vez, nos oferece. É world music (no bom sentido) com electrónica onde cabem muitas paisagens diferentes, suportada por excelentes músicos que nos dão desde o omnipresente piano às cordas, ao baixo, às guitarras ou às indianas tablas. Tal como o mundo pode ser um bonito melting pot, também aqui há uma Babel nos vocalistas convidados. Aqui ouve-se do inglês ao indiano, passando pelo japonês, pelo árabe e pelo português, cortesia da sempre recomendável brasileira Nina Miranda.

Musicalmente, sendo um elegante deleite para quaisquer headphones, Immigrants não representa qualquer partida face ao que Sawhney já fez, e não vai “mudar o mundo”. Podemos também dizer que beneficiaria de ser mais curto e mais centrado. Mas é um poderoso e muito bonito documento sobre o mundo, o que temos e o que queremos (há lá esperança, mas não eufórica).


BIOGRAFIA DOS Casa das Maquinas.

 

                                    Casa das Maquinas


Casa das Máquinas é uma da banda brasileira de rock, fundada na década de 1970.

História.

Os Primórdios da Banda.

A banda começou quando José Aroldo Binda (Aroldo) e Luiz Franco Thomaz (Netinho), dois ex-integrantes da banda Os Incríveis, juntaram-se a Carlos Roberto Piazzoli conhecido como Pisca , Carlos Geraldo Carge, ex-integrante da banda Som Beat, que tocava baixo e guitarra, e Pique, ex-integrante da banda de Roberto Carlos que tocava órgão, piano, saxofone e flauta. No começo ficaram conhecidos como "os novos Incríveis", fazendo shows por todo o Brasil. Seu repertório incluía músicas de Elvis Presley, Paul Anka, Chubby Checker, Neil Sedaka, entre outros. Nas apresentações vestiam figurinos, se maquiavam e davam grandes performances teatrais no palco. Em 1974 entraram em estúdio e gravaram seu primeiro LP, intitulado Casa das Máquinas.

Neste primeiro disco a banda seguiu um padrão mais hard rock, que lembrava muito o estilo dos Incríveis. Com a saída de Pique, logo depois da gravação desse disco, a vaga se abriu para um virtuoso tecladista da época, Mario Testoni Jr., que trouxe Marinho Thomaz (bateria), irmão de Netinho.

Ambos deram um grande vigor para a banda na época (foram uma das primeiras bandas de rock a usar dois bateristas. Entraram em estúdio e gravaram Lar de Maravilhas em 1975, onde foi adotado um estilo mais progressivo. Nessa época Netinho conheceu um grande compositor, ainda menor de idade, chamado Catalau, que havia sido descoberto em 1976 por Pisca e Netinho.

A primeira letra que fez foi "Rock que se cria". Compôs com a banda dois discos, Lar de Maravilhas (1975) e Casa de Rock (1976). No disco seguinte ocorreram algumas modificações na formação: Carlos Geraldo e Aroldo saíram e o grupo passou a procurar por um vocalista e um baixista. Foi a vez de Simbas assumir os vocais principais; ex-vocalista do Mountry, banda de bailes e shows da época, Simbas trouxe para o grupo sua voz e seu estilo andrógino no palco.

Netinho ofereceu o convite para Simbas logo que chegou de uma viagem a Londres, indicado por Caramês (jornalista da revista POP); Simbas ainda teria tido outra oferta de ser vocalista da banda Tutti Frutti, de Rita Lee, porém optou pela proposta de Netinho e ingressou no Casa das Máquinas. Entraram em estúdio e gravaram Casa de Rock, sem baixista; Pisca fez as linhas de baixo e só depois foi convidado João Alberto para assumir o posto de baixista. Nessa mesma época o Casa conseguiu uma apresentação na TV Tupi, que não foi ao ar por causa da censura; Simbas teria vestido roupas chamativas e feito movimentos exóticos, e este teria sido o principal motivo. Mais tarde o vídeo estaria disponibilizado na internet.

Agora seria a vez de Marinho Testoni deixar a banda; seu contrato acabou na época e ele recebeu uma boa proposta para integrar o grupo Pholhas.

Seguindo o caminho a banda continuou sem tecladista fixo; Pisca, que era o gênio instrumental, tocava teclado em algumas musicas que não precisavam de guitarra, como "Vale verde" e "Mania de ser". Entraram em estúdio e gravaram o videoclipe da música "Casa de Rock" que continha um cenário com máquinas e andaimes, lembrando mesmo o nome da banda, e publicado mais tarde no Fantástico, da TV Globo.Quase no fim da carreira fizeram um show em Santos em 1978 que foi gravado em uma fita cassete e depois pirateado para CD, uma das últimas apresentações do grupo, que depois ficaria parado até dezembro de 2003.

O Fim.

Casa das Máquinas, enquanto grupo, acabou em 1978, não por um motivo específico, mas por uma conjunção de fatores. Alguns motivos que podem ter causado o fim da banda foram os seguintes: 

* O mercado fonográfico iniciava o processo de "profissionalização", fechando as portas para aqueles artistas que na época tinham propostas com qualidade, porém que tinham retorno a longo prazo. 

* A disco music estava crescendo no Brasil, ocupando assim o espaço que antes eram terreno de bandas como o Casa das Máquinas. 

* A ditadura militar, já em fase de agonia, fazia questão de incomodar ao máximo, bandas como o Casa das Máquinas eram taxados como maconheiros, bichas, arruaceiros e marginais. Utilizavam diversos pretextos para impedir a banda de se apresentarem na TV. 

* Finalmente, houve o episódio da morte de um cinegrafista da TV Record, depois de uma briga que envolveu alguns membros do grupo.

Segundo uma das versões do ocorrido, Simbas, que chegara aos estúdios da Record para se apresentar no programa de Raul Gil em um veículo dirigido por seu irmão, preferiu utilizar-se do portão dos fundos, em vez de entrar pela frente, onde estariam fãs. Enquanto Simbas descarregava seus equipamentos, um motorista de ônibus que encontrou o caminho da saída bloqueado teria começado uma briga, e ao retornar e tentar apartar foi impedido por um câmera da Record, com quem acabou trocando chutes e socos; posteriormente o câmera teria sido internado em um hospital e acabaria falecendo devido a uma perfuração causada por uma fratura de costela. Simbas teve de responder judicialmente, e, apesar de absolvido por homicídio, foi condenado por agressão.

Quando a banda acabou os integrantes tomaram os seguintes rumos: Simbas e Marinho Thomaz receberam o convite de Luiz Carlini para fazerem parte do Tutti Frutti, João Alberto seguiu Marinho Testoni para participar do Pholhas, Pisca permaneceu trabalhando como compositor e arranjador para outros nomes da música brasileira e Netinho retomou em sua antiga banda, Os Incríveis.

A Volta.

A possibilidade do retorno da banda havia sido estudada há tempos, em dezembro de 2003. Netinho remontou a banda para uma apresentação única em Matão, interior de São Paulo, e a resposta do publico foi melhor que a banda esperava. Nessa formação contaram com Netinho, Marinho Testoni e Marinho Thomaz, e foram chamados Nando Fernandes vocais, Andria Busic (Dr. Sin)no baixo e Sandro Haick na guitarra.

O retorno concretizou-se no final de 2007. A banda prepara um novo álbum para 2008, trinta anos após seu antecessor. Além de canções inéditas dando sequência à carreira, contará com algumas regravações em novos arranjos.

Em janeiro de 2008 foram convidados para tocarem no Festival Psicodália de Carnaval, na Serra do Tabuleiro, em Santa Catarina, com um público de 3000 pessoas e um repertório totalmente inédito. A formação que se apresentou festival em 3 de fevereiro de 2008 contou com Netinho seu irmão Marinho Thomaz, Marinho Testoni, Andria Busic e Faíska. 

Integrantes.

Formação Atual.

Luiz Franco Thomaz (Netinho) (Bateria e Percussão, desde 1972)
Mário Franco Thomaz (Marinho) (
Bateria e Vocal, desde 1975)
João Luiz (
Vocal, desde 2010)
Leonardo Testoni (
Guitarra, desde 2010)
Mário Testoni Jr. (
Órgão, Teclados e Piano, desde 1975)
Fábio Cesar (
Baixo, desde 2010)

Ex - Integrantes.

José Aroldo Binda (Violão, Guitarra e Vocal, 1972-1976)
Carlos Roberto Piazzoli (Pisca) (
Guitarra, Órgão, Baixo e Violão, 1972-1978)
Carlos Geraldo Carge (
Baixo e Vocal, 1972-1976)
Maria José (Simbas) (
Vocal, 1977-1978)
João Alberto (
Baixo, 1977-1978)
Pique ( Piano, Saxofone, Flauta e Órgão, 1972-1975)
Faiska (
Guitarra, 2007-2009)
Andria Busic (
Baixo, 2007-2009)
Sandro Haick (
Guitarra, 2009)

Casa de Rock (1976)

01. Casa de Rock
02. Pra Cabeça
03. Certo sim seu Errado
04. Stress
05. Londres
06. Dr Medo
07. Mania de Ser
08. Lei do sonho de um Vagabundo
09. Essa é a Vida
10. Eu Sueria Ser 

Ensaios (2007)

01. Vale Verde
02. Dr medo
03. Lar de Maravilhas
04. Casa de Rock
05. Pra cabeça
06. Vou Morar no Ar 



GRAVETOS & BERLOQUES ( GYPSY DREAM-BAD WINDS (1999) )



Sou um apaixonado por bancadas de saldão de CDs/DVDs. Acho que já o afirmei muitas vezes por aqui...mas é a mais pura verdade; a ponto de, passando em frente a um, ter de virar o rosto para o lado oposto para resistir à tentação. E foi justamente no ano de lançamento deste 'Bad Winds' que, batendo perna pelas ruas do Centro de minha Cidade Maravilhosa, dei de cara com uma destas banquinhas com o convidativo cartaz "1 por R$ 5,003 por R$ 10,00" e resolvi  conferir, mesmo que só para relaxar. E não é que no meio de títulos como 'Ivanildo e o Sax de Ouro Vol. 25', 'Love Songs With Richard Clayderman', discografia completa de Enya e Kenny G, dentre outros tantos ainda menos notáveis, saquei um 'The Best Of Spirit', o primeirão da Eagles e...putz!...precisava de um terceiro para ter direito ao desconto. E agora, o que fazer? Uns 15 minutos depois, optei por levar aquele disco de capa pretensiosa e com uma mandala em destaque, até porque pensei: "Essa bagaça tem toda pinta de ser heavy metalEntonces, se for du bão, ótimo pra mim; caso contrário, não vai faltar amigo headbanger pra passar adiante e até descolar um lucro em cima". E assim tomei contato com esse disco e, já na faixa-título, fui surpreendido com a sonoridade e competência desta banda...curitibana!!! Claro que sei do potencial da cena metal de Curitiba, só não fazia ideia sequer da nacionalidade da banda até deslacrar o CD. Acho que não preciso dizer que estou com a bolachinha até hoje e, em uma rápida pesquisa na rede, não encontrei postagem com esse material; portanto, até prova em contrário, esta é uma exclusividade .
Gypsy Dream de Rodrigo Vivaz (vocais), Edson Borth (guitarras/violões), Marcos Dittert (baixo), Marcelo Wanderley (teclados/guitarra) e Mário Oliveira (bateria/percussão) surpreende de várias formas, da competência de seus integrantes às excelentes composições registradas de maneira consistente, apesar da sonoridade meio chapada da bateria mas sem comprometimento da excelente performance de Oliveira. A lamentar, apenas a insistência de Rodrigo -um dos melhores vocalistas do gênero no país com seu timbre emulando um sarapatéu (huuummmm...bateu a larica!) de Dio/Wylde/Cornell/Hughes/Coverdale e em um inglês irrepreensível- em soltar aqueles arrotos típicos do thrash metal, muito em evidência à época (apesar de lançado apenas em '99, todo o disco foi gravado em '97) e, por conta disso, costumo pular as faixas 'In The Mud' e 'Zoopain'. Mas todas as demais compensam com muitas sobras os deslizes cometidos nestas e com destaque absoluto para 'Tired' (uma das baladas heavy mais fantásticas que conheço!), 'I Remember Now' (que bela pancada rainbowiana nas orêia!), 'Underworld', 'Truth In Papyrus', 'Gypsy Dream' (um belo tema para violão) e a chiclete 'Bad Winds' (só a fórceps se consegue estirpá-la da cachola). Atrevo-me até em afirmar que quaisquer destes títulos fariam muito bonito se incluídos no repertório de quaisquer dos grandes nomes gringos do gênero.
Gypsy Dream deixou um belo legado -não sou um expert em heavy metal mas conheço poucas bandas brazucas do gênero com um trabalho tão forte- registrado neste 'Bad Winds' e, infelizmente, não tenho notícias de nenhum outro álbum ou se mesmo continua em atividade.



RARIDADES

 

Ola & the Janglers - Lime Light (1966)

Beat de garagem sueco Avalie o link

da sua música













Elephant's Memory

Embora lembrado principalmente nos dias de hoje por seu papel como a banda de apoio solta e irregular de John Lennon em seu álbum Some Time in New York City de 1972, o Elephant's Memory tem um pouco mais de história do que isso. Formado em 1967 pelo baterista Rick Frank e o saxofonista e clarinetista Stan Bronstein, que supostamente se conheceram no circuito de strip-tease da cidade de Nova York, o grupo se especializou em uma mistura eclética de Frank Zappa de psicodelia, jazz e rock ácido, e entregou um show de palco verdadeiramente bizarro completo com cenários infláveis. Seu primeiro álbum, chamado simplesmente de Elephant's Memory, foi lançado em 1969 pela Buddah Records, uma gravadora mais famosa por grupos de pop chiclete do que por bandas de sopro malucas.

Duas faixas do LP, "Jungle Gym at the Zoo" e "Old Man Willow", entraram na trilha sonora do filme Midnight Cowboy no final daquele ano, o que deu ao grupo alguma visibilidade, mas não se traduziu exatamente em vendas para o álbum de estreia. Um segundo LP, Take It to the Streets, de 1970, teve ainda menos impacto comercial. Depois vieram John Lennon e Some Time in New York City, e Elephant's Memory teve seu momento ao sol. Eles lançaram um terceiro álbum, também chamado Elephant's Memory e apresentando David Peel, pela Apple Records no final daquele ano, e depois fizeram o backup de Yoko Ono em Aproximadamente Infinito Universo de 1973 . Angels Forever, que acabou sendo o canto do cisne do grupo, apareceu em 1974.

Elephant's Memory deixou para trás o que provavelmente é melhor descrito como um legado de nota de rodapé, uma vez que, sem dúvida, sempre estarão ligados principalmente a Lennon e Ono. Um número impressionante de músicos passou pela banda em seus sete anos de carreira, incluindo Frank e Bornstein, além de Carly Simon (sim, aquela Carly Simon, que foi integrante do grupo por cerca de seis meses), Jon Sachs, Gary VanScyoc, Michal Shapiro, Chris Robinson, Martha Velez, John Ward, Chester Ayres, Myron Yules, Richard Sussman, Wayne "Tex" Gabriel, Daria Price e John Labosca. Nota de rodapé eles podem ser, mas Memória do Elefante causou mais impacto do que qualquer um jamais poderia ter suspeitado de uma banda de rua de Nova York. ~ Steve Leggett, All Music Guide

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Elephant's Memory - S/T (1968)




















Elephant's Memory - Take It To The Streets (1974)



















Elephant's Memory - S/T (1972)





















UFO – No Heavy Petting [Deluxe Edition] (2023)

 

Heavy PettingO quinto álbum de estúdio da banda de rock inglesa UFO, No Heavy Petting , foi remasterizado e expandido para reedição.
Lançado originalmente em 1975, No Heavy Petting é o quinto álbum de estúdio do UFO e o último a ser produzido por Leo Lyons, do Ten Years After. Intensificando o som mais cru de “Force It”, o álbum foi o primeiro a apresentar um tecladista permanente na banda e deu um aceno para o que estava por vir. O álbum inclui uma série de faixas que se tornariam grampos de seu set ao vivo por muitos anos, incluindo "Natural Thing" e "I'm A Loser"
. inédito), um livreto de pôsteres e apresenta o set ao vivo Roundhouse 1976.

MUSICA&SOM

CD1
1. Natural Thing
2. I’m A Loser
3. Can You Roll Her
4. Belladonna
5. Reasons Love
6. Highway Lady
7. On With The Action
8. A Fool In Love
9. Martian Landscape
10. All Or Nothing (Bonus Track)
11. French Kisses (Bonus Track)
12. Have You Seen Me Lately Joan? (Bonus Track)
13. Tonight Tonight (Bonus Track)
14. All The Strings (Bonus Track)
15. Have You Seen Me Lately Joan? (Acoustic) – (Bonus Track) previously unreleased

CD2
1. Can You Roll Her – Live At The Roundhouse, London 1976
2. Doctor Doctor – Live At The Roundhouse, London 1976
3. Oh My – Live At The Roundhouse, London 1976
4. Out In The Street – Live At The Roundhouse, London 1976
5. Highway Lady – Live At The Roundhouse, London 1976
6. I’m A Loser – Live At The Roundhouse, London 1976
7. Let It Roll – Live At The Roundhouse, London 1976
8. This Kid’s – Live At The Roundhouse, London 1976
9. Shoot Shoot – Live At The Roundhouse, London 1976
10. Rock Bottom – Live At The Roundhouse, London 1976
11. C’mon Everybody – Live At The Roundhouse, London 1976
12. Boogie For George – Live At The Roundhouse, London 1976


Echo and the Bunnymen – Evergreen (25th Anniversary SDE exclusive) (2022)

 

Caixa Bluray em branco isolada…edição expandida e remasterizada, com lados B de estúdio, faixas inéditas ao vivo, sessões acústicas de estúdio e versões ao vivo de clássicos como 'The Killing Moon', 'Bedbugs and Ballyhoo' e 'Lips Like Sugar'.
… Evergreen marcou um renascimento crítico e comercial para a banda após um hiato de mais de meia década. Em janeiro de 1997, Will Sergeant, Les Pattinson e Ian McCulloch voltaram a se reunir em um estúdio de gravação pela primeira vez em dez anos. A banda entrou nos estúdios Doghouse em Henley-on-Thames em Oxfordshire, como quis o destino, ao mesmo tempo que o Oasis, levando a 'Nothing Lasts Forever' apresentando um Liam Gallagher de 24 anos no apoio “yeah, yeah, yeah !”s e batidas de pandeiro.

MUSICA&SOM

A capa por si só é uma revelação inoperante, ecoando como faz a capa de Crocodilos, com o que parece ser um conjunto de árvores e um carro no lugar de De Freitas. Mas essa ausência inevitável e reveladora por si só coloca a promessa e o problema do álbum de retorno de Echo em perspectiva - McCulloch e Sergeant trabalharam juntos novamente e Pattinson voltou ao redil, mas sem De Freitas algo permaneceu inevitavelmente ausente. O baterista substituto Michael Lee preenche adequadamente, mas não completamente, tornando o que era um grupo especial algo menos. Os três principais restantes cumprem bem suas funções, mas o foco está inevitavelmente em McCulloch desta vez, tornando Sargento e Pattinson no status de talentosos jogadores de apoio e fazendo Evergreen parecer uma extensão da carreira solo de McCulloch mais do que qualquer coisa.Desliza .

Como um álbum, Evergreen está mais próximo de Ocean Rain devido à aparência liberal da Orquestra Sinfônica de Londres, às vezes com resultados impressionantes, embora sem atingir o ápice artístico daquela coleção anterior. Não há nada como “The Killing Moon” ou “Ocean Rain” desta vez. Por tudo isso, quando Evergreen brilha no seu melhor, ainda é um trabalho atraente. A música de maior sucesso do álbum, a gentilmente épica “Nothing Lasts Forever”, recebe um impulso extra de um backing vocal sem créditos, Liam Gallagher, do Oasis, enquanto “I Want to Be There (When You Come)”, a faixa-título e o temperamental “Just a Touch Away” levanta um pouco de fumaça.

CD1
1. Don’t Let It Get You Down
2. In My Time
3. I Want to Be There (When You Come)
4. Evergreen
5. I’ll Fly Tonight
6. Nothing Lasts Forever
7. Baseball Bill
8. Altamont
9. Just a Touch Away
10. Empire State Halo
11. Too Young to Kneel
12. Forgiven
13. Watchtower
14. Polly
15. Hurracaine
16. Colour Me In
17. Antelope
18. Jonny

CD2
1. I Want to Be There (When You Come) (Live at The Improv Theatre, 1999)
2. Rescue (Live at The Improv Theatre, 1999)
3. Lips Like Sugar (Live at The Improv Theatre, 1999)
4. Bedbugs and Ballyhoo (Live at The Improv Theatre, 1999)
5. Nothing Lasts Forever (Radio One Jo Whiley Session, 1997)
6. The Killing Moon (Radio One Jo Whiley Session, 1997)
7. Baseball Bill (Live at The Kilburn National, 1997) – previously unreleased
8. Just A Touch Away (Live at The Kilburn National, 1997) – previously unreleased
9. I’ll Fly Tonight (Live at The Kilburn National, 1997) – previously unreleased
10. Altamont (Live at The Kilburn National, 1997) – previously unreleased
11. Lips Like Sugar (Whyt Radio Acoustic Version, 1997)
12. I Want to Be There (When You Come) (Whyt Radio Acoustic Version, 1997)
13. The Killing Moon (Whyt Radio Acoustic Version, 1997)
14. Forgiven (GLR Robert Elms Acoustic Session, 1997)
15. Nothing Lasts Forever (Radio One Live Lounge Session, 1999)

CD3: The Peel Sessions
1. Don’t Let It Get You Down
2. Villiers Terrace
3. Altamont
4. Rescue


Destaque

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