sábado, 18 de fevereiro de 2023

Love Ghost lança EP de 4 músicas “Tales of a Sad Boy” feat rapper nova-iorquino Big Boss Mulaa

 

Love Ghost lança EP de 4 músicas “Tales of a Sad Boy” feat rapper nova-iorquino Big Boss Mulaa

“Tales of a Sad Boy” é um EP de 4 músicas. Uma colaboração com o rapper emo de Nova York, Big Boss Mulaa. O EP é o terceiro lançamento de Love Ghost pela Cleopatra Records e foi produzido por Mike Summers [Kendrick Lamar, Lil Wayne, Tech N9ne].

1- Heartless:  uma pintura sonora de solidão. Uma névoa emo, rock alternativo e hip-hop liberando os medos e dúvidas que surgem do trauma de relacionamento. Assista o vídeo: 

2- Lethargic:  Esta música captura como é estar preso neste estágio atual da vida. Assista o vídeo:

3- Samurai: A música contém um tom de traição. Trata-se de se tornar um guerreiro para travar as batalhas em sua mente. Assista o vídeo:

4- Train Tracks: Esta é uma música é uma história pessoal de intenso trauma e profunda empatia. Assista o vídeo:


“Tales of a Sad Boy” segue uma série de lançamentos de singles para Love Ghost elogiados pela Rolling Stone, American Songwriter, FLAUNT, Alternative Press e outros. Love Ghost recentemente fez uma turnê pela Europa, onde tocaram Rockpalast na Alemanha. Em agosto, eles fizeram uma turnê pela Cidade do México fazendo shows com Adan Cruz no Auditorio BB e no Gamergy Festival da Amazon, que foi transmitido para toda a América Latina.

 Eles fizeram músicas com artistas de todo o mundo, incluindo Rico Nasty, Adan Cruz, Teeam Revolver, Geassassin, Mabiland e Tankurt Manas. Love Ghost é composto por Finnegan Bell (vocal, letrista, guitarra), Daniel Alcala (guitarra, engenheiro de backing vocals), Cory Batchler (teclas, baixo, backing vocals) e Daniel Gallardo (bateria, vocais).

Resenha Morningrise Álbum de Opeth 1996

 

Resenha

Morningrise

Álbum de Opeth

1996

CD/LP

Quando escuto os primeiros álbuns do Opeth, a única coisa que consigo diferir entre ele e os seus discos mais contemporâneos, digamos assim, é a produção, pois em termos de qualidade musical, a banda é alto nível desde sempre. Morningrise apresenta o estilo característico do Opeth, explorando a dinâmica entre a combinação de vocais de black metal e death metal e partes de guitarra com elementos acústicos e progressivos mais leves. Talvez a sensação de “black metal” seja um pouco demais, tanto que é o que chega incomodar algumas pessoas. Particularmente, não as vejo tanto assim.  

Como o lançamento do primeiro álbum foi adiado, eles já haviam escrito a maior parte de Morningrise quando Orchild foi lançado. Embora algumas partes do material gravado remontem a 1991, Mikael disse, "o material que estávamos escrevendo parecia realmente fresco e novo." De acordo com Mikael, gravar Morningrise foi "muito chato" por causa das "tomadas de bateria sem fim, faixa de clique e coisas assim". A banda passava a maior parte do tempo no estúdio dormindo e fumando. Apesar do tempo de inatividade, Mikael e Lindgren – guitarrista da banda - escreveram uma peça instrumental que deveria aparecer no álbum, mas não tiveram tempo de finalizá-la. 

Mikael certa vez afirmou que após o sucesso de Morningrise, ele se cansou de seu estilo e do número de bandas "imitadoras" usando as melodias de contraponto encontradas neste álbum e em seu antecessor. Ele também diz que acha certas seções de Morningrise "inaudíveis" e foi compelido a mudar o som do Opeth em seu próximo disco – mas esse é um outro assunto para uma outra resenha.  

“Advent” já começa o disco de maneira destruidora, riffs imponentes de guitarra, linhas de baixo pulsantes e bateria com bumbo duplo, mas que, logo em seguida é tomada por uma construção musical de marcação elegante e suave, mas que não dura muito e a banda regressa com o seu peso habitual e Mikael por meio dos seus rosnados canta os primeiros versos da faixa. A variação entre vocais ásperos e guturais está presente, assim como as mudanças de andamentos que variam entre tempestuosos e bonanças. A parte acústica que inicia por volta dos 6 minutos é uma das mais belas já criadas pela banda. Mesmo Mikael ainda não estando na sua melhor fase como vocalista de passagens mais suaves, aqui ele conseguiu entregar um vocal lindo e cheio de sentimento. A banda então regressa para o tema que estavam tocando antes da parte acústica entrar. Apesar da agressividade dos vocais, não considero essa base instrumental tão pesada, parece algo feito por uma banda de heavy metal comum. Mas então ela se transforma em death metal puro e aí sim eu vejo os vocais ser acolhido por algo realmente pesado. A parte final da música é bastante triste, um arpejo direciona uma seção rítmica tocada em ritmo lento, quase uma marcha fúnebre.  

“The Night And The Silent Water”, Mikael escreveu essa música sobre a morte do seu avô. Uma atmosfera incrível é lançada junto de algumas harmonias limpas e umas linhas secas de baixo, além de uma bateria de toques firmes e ao mesmo tempo relaxante. Impressionante como é facilmente perceptível a dor de Mikael refletida nas belas e tristes melodias distorcidas da guitarra da introdução e nos versos que vem em seguida. Por volta dos 3 minutos, a melodia acústica que entra na peça é linda, seguindo assim até por volta dos 5 minutos, quando os violões dão lugares para as guitarras gêmeas que “duelam” em uma sonoridade barroca, com as seções rítmicas mantendo o mesmo ritmo e Mikael trocando as vocais suaves pelos guturais. A peça então silencia, com apenas uns violões espaçados a mantendo “viva”, mas aos poucos alguns acordes vão surgindo e com isso o volume se elevando, fazendo a música entrar em uma crescente, a bateria também começa a emergir, então que a música explode em uma sonoridade pesada, até que por último, Mikael canta os seus últimos versos impregnados de dor. 

“Nectar”, não é uma faixa necessariamente fraca, mas dentro do disco é a minha música menos preferida. Quando falamos de Opeth e ouvimos o começo dessa música, certamente estranhamos um pouco o quão ela soa animada inicialmente, onde nem mesmo os vocais rosnados de Mikael é o suficiente para lhe tirar essa aura. A peça então fica sustentada apenas por alguns arpejos de violão antes de regressar novamente agora em um ritmo mais lento, com guitarras gêmeas bem ao estilo Iron Maiden. A bateria então fica mais rápida, com direito a bumbo duplo, as guitarras continuam melódicas tanto na base quanto no solo. Gosto muito do baixo dessa música, extremamente perceptível em vários pontos por meio de linhas muito criativas, principalmente a partir da parte acústica que inicia por volta dos 7:00 e que depois se intensifica para uma sonoridade mais pesada, permanecendo assim até encerrar a música.  

“Black Rose Immortal” é uma peça que possui pouco mais de 20 minutos, mas mesmo assim não consegue me dar a sensação de que estou ouvindo um épico. Não entendeu? Explico, simplesmente não existe temas dentro da música, nenhuma das melodias são repetidas uma vez que seja, com isso, em momento algum o ouvinte se sente dentro de uma jornada, porém, continua sendo uma faixa fantástica que em meio aos seus grandes momentos tem até mesmo Mikael cantando à capela durante um interlúdio centrado nos vocais, um dos melhores solos de guitarra já produzido pela banda, passagem acústica extremamente assustadora e alguns riffs de guitarra influenciado pelo folk. Mesmo que, como já dito, não possua as características de um épico, não deixa de ser uma realização e tanto, uma excelente e ambiciosa peça de death metal progressivo. 

“To Bid You Farewell” é a música de encerramento do álbum. Mesmo com os seus quase 11 minutos, não possui nenhum rosnado sequer. A suavidade com que a peça é desenvolvida chega a ser inacreditável se pararmos para pensar em tudo que ouvimos no álbum até o momento. Os violões são de tirar o fôlego, as harmonias são muito bem trabalhadas e a maneira com que Mikael desempenha os vocais parece que cada palavra vem diretamente da alma. “To Bid You Farewell” é um tipo de música que poderia ser lançado tranquilamente em Damnation. Por volta dos 5:00, a música entra em um ritmo constante, mas que vai se tornando mais pomposo conforme vai se desenvolvendo, até explodir em uma atmosfera pesada. O uso de guitarras gêmeas nesse disco é algo mais constante do que o normal da banda. Um final de disco que não poderia ser melhor.  

Se eu fosse oferecer três discos para alguém começar a ouvir Opeth, Morningrise não seria nenhum deles, mas não por eu ter algum problema com ele, longe disso, mas sim, por talvez sua música apesar de ótima, ser menos palatável a primeira ouvida do que as de discos mais maduros da banda. Assim como Orchild, o considero um disco subestimado. Acho muito válido e até mesmo obrigatório os primeiros álbuns do Opeth, pois considero conhecer a história de uma banda que gostamos algo essencial, ver onde seus grandes trabalhos começaram a tomar forma. Por isso, coloque Morningrise pra tocar, pegue alguns bons fones de ouvido, relaxe e deixe a escuridão te abraçar. 


BIOGRAFIA DE Tó Leal

Tó Leal

António Miguel Louro Leal (Amadora8 de março 1960), também conhecido por Tó Leal, é um músico e encenador português, fez os seus estudos na Academia de Música, na UAB e na Musik Universitea de Gotenborg - Suécia.

Biografia

Em 1975 começa como vocalista dos Beatnicks. Sai do grupo em 1982. Em 1987 grava o single "Ama-me Com Feeling" em colaboração com Luís Pedro Fonseca, compositor e produtor ligado ao início da carreira de Lena d'Água.

Em 1988 foi um dos concorrentes ao Prémio Nacional de Música com "Por Te Querer Assim". Participa no Festival RTP da Canção com "Encontro Imediato", uma das cinco composições encomendadas pela RTP. Foi cantor residente do programa "Regresso ao passado" de Júlio Isidro. Exerce nesse período intensa actividade na área da publicidade. Foi director musical das peças "Festa na Floresta", "Loja de Brinquedos" e do programa de televisão "Sábado à noite".

Em 1991 concorre com o duo T+Gus ao Festival RTP da Canção. Participa nas eliminatórias do Festival RTP da Canção de 1993 com "Momentos".

O álbum "Aqui Já Não Dá" é lançado pela editora Ovação. Em Fevereiro de 1994 participou no XXXV Festival Internacional da Canção de Viña del Mar (Chile) com o tema "Sabor de Mar" (letra de Viriato Teles e música de Eduardo Paes Mamede).

Recebeu o prémio de homenagem da SPA aos músicos pioneiros de pop-rock português pela banda Beatnicks.

Em 1995 inicia a colaboração com Filipe La Feria sendo compositor e director vocal de "Marlowe" (1996), "Pierrot e Arlequim", "A Menina do Mar" e "Alice no País das Maravilhas" e director vocal e assistente de encenação de outros espectáculos de La Feria.

Os álbuns "O Mundo É Todo Aqui" e "Segredos" são lançados pela Movieplay. Participa nas finais do Festival RTP da Canção de 1996, com "Eu, Mesmo", e de 1999, com "Sete Anos, Sete Dias" (letra de José Fanha e música de Eduardo Paes Mamede).

Desenvolveu ainda atividade profissional como produtor musical para as editoras Movieplay e Vidisco, onde acompanhou a produção discográfica e o lançamento de várias bandas, como os Mercuriocromos.

Forma o grupo Veludo conjuntamente com o actor Carlos Paulo e com o guitarrista Carlos Pires. Lançam o álbum "Caos da Estalagem da Borboleta" em 2000.

Foi Assistente de encenação e tradutor de "Jesus Cristo Superstar" e Assistente de encenação de "Um violino no Telhado", "Piaf" etc...

Em 2001 foi Director Musical da peça "A Loja dos Brinquedos". Em 2007 foi mentor e compositor do projecto "AR"

Desde 2009 trabalha como encenador no Conservatório de Música e Artes do Dão dos espectáculos "Um sonho Musical" (2009), "A História Completa do Mundo" (2010), "Bugsy Malone (2011) e "Oliver Twist" (2013).

Com Sandra Leal foi Co-Autor, Director artístico e Encenador de "Contracanto" para a Fundação Lapa do Lobo e de "As músicas que os vinhos Dão" 2014, 2015 e 2016, 2017 e 2018 para a Câmara Municipal de Nelas.

Em 2014 encenou "Grease" funda a Contracanto Associação Cultural (escola de artes) na aldeia da Lapa do Lobo e encena o Musical "Jesus Cristo Superstar" .

Encenou para a Contracanto Associação Cultural: "FAME"; "Um conto de Natal"; "Frankenstein Junior" de Mel Brooks e "Contracanto - Do outro lado do mar".

"Aristides - O Musical" um original de Sandra Leal com musica de António Leal e de Simon Wadsworth , "Les Miserables - School edition", "Nem tudo o tempo levou" um original de Sandra Leal com musica de António Leal e Simon Wadsworth e "Um violinista no telhado".

Em 2016 vence o prémio de melhor stand publico na BTL (bolsa de turismo de Lisboa) com a apresentação de um quadro cénico dedicado a Aristides de Sousa Mendes no espaço da Câmara Municipal de Carregal do Sal.

Presidente e diretor artístico da CONTRACANTO Associação Cultural, Escola de artes da Lapa do Lobo - Nelas - Viseu. desde a sua fundação.

Discografia

  • Somos o mar/Jardim Terra (Single- Beatnicks)
  • Blue Jeans/Magia (Single- Beatnicks)
  • Aspectos humanos (LP- Beatnicks)
  • Ama-me Com Feeling/Minha Loucura (Single, CBS, 1987)
  • Por Te Querer Assim/Outro Lugar (Single, MBP, 1988)
  • Céu Claro/Noite e Dia (Single, MBP, 1988)
  • Aqui Já Não Dá (CD, Ovação, 1992)
  • O Mundo É Todo Aqui (CD, Movieplay, 1994)
  • Segredos (CD, Movieplay, 1994)
  • AR (2009)
  • 2017 Aristides - O musical (parceria com Simon Wadsworth.)

 

Críticas de Música Krautrock

 Sacrae Symphonia No. 1

Weserbergland Krautrock


A Apollon Records me enviou uma cópia promocional deste álbum no início deste ano pensando que eu poderia lidar com isso, eu acho. Eles estavam errados. Eu sabia desde aquele primeiro giro que essa peça de 40 minutos de música de paisagem sonora praticamente não estruturada levaria muito tempo para ser ouvida para que eu "entendesse". Não gostei depois da primeira audição e muitas, muitas audições depois, ainda não entendi, mas estou além de gastar mais tempo com isso. Um desafio porque é barulhento com muitos sons gerados por computador que na maioria das vezes não gosto. É parcialmente composto, parcialmente improvisado com nove músicos envolvidos.

Não tem dois saxofonistas como mostra aqui no site, o outro toca piano. O Sr. Einersen é o homem aqui que compõe a música e adiciona FX ao vivo, programação de computador e sintetizadores. Esta é a visão dele. A melhor coisa que saiu disso para mim foi descobrir que Einersen tocou no último álbum de estúdio do FRUITCAKE adicionando flauta e fazendo parte da banda. O que?! Isso foi em 2004. Estamos muito longe desse tipo de música, meus amigos. Este álbum foi mixado por John McEntire do TORTOISE e masterizado por Jacob Holm-Lupo que fez parte do álbum de estreia de WESERBERGLAND que eu gosto muito mais do que este. Até os convidados daquele eram tão impressionantes.

A banda descreveu a estreia como Prog encontra Krautrock, enquanto o segundo álbum que eles descreveram como clássico contemporâneo encontra eletrônica experimental encontra alguma forma de Krautrock. Este que eles chamam de clássico contemporâneo encontra Krautrock e microcomputadores com ataques de noise rock. Eu não gosto de barulho. Isso é ouvido desde o início e termina de maneira semelhante com aqueles sons industriais raspados a ponto de querer cobrir meus ouvidos, mas depois um pouco de calor. Permanece experimental, quase assombroso antes de algumas trombetas de free jazz soarem.

A bateria maníaca vem e vai ao longo deste álbum e, novamente, não é minha praia, mas parabéns por todo o trabalho, cara. Após 17 minutos, estou ouvindo sons gerados por computador que acredito serem diferentes de tudo que já ouvi. Isso é uma linha de baixo? Uma mudança abrupta de 21 minutos e meio para uma bateria louca e uma atmosfera arrebatadora. Alguma profundidade de 28 minutos é uma boa mudança. Seguem-se mais sons de free jazz.

Peço desculpas ao meu amigo Drew, que considera este um candidato ao álbum do ano e ele não é o único. Este passou por cima da minha cabeça, mas não há como ser um disco de 4 estrelas no meu mundo. Finalmente, eu me considero uma pessoa espiritual, mas não religiosa, mas honestamente não ouço nem um sussurro de nenhum dos dois neste disco.


Críticas de Música Krautrock

 Krokodil

Krokodil Krautrock

 É incrível como essa banda tão boa é desconhecida! Por outro lado, assim foi nos anos sessenta e setenta, a maioria das bandas fora do Reino Unido, Estados Unidos e Alemanha eram desconhecidas e pareciam permanecer assim. A maior exceção foi o Dutch Focus. De qualquer forma, havia o mesmo tipo de movimento de rock na Suíça nos anos 60 e 70 como em todos os lugares, embora o número de bandas não fosse muito grande. Nos sites da wikipedia, apenas as bandas ainda mais desconhecidas Flame Dream e The Shiver foram mencionadas junto com Krokodil. Esta banda foi fundada pelo pianista Hardy Hepp e pelo baterista Dude Durst em 1968. Logo eles fizeram gravações demo em Zurique e conseguiram um contrato com a gravadora German Liberty. Acredito que seja por isso que essa banda está inserida no Krautrock mesmo sendo uma banda suíça. Eles também foram influenciados por bandas Kraut de 1969 como Amon Düül II.

Krokodil inicia seu primeiro álbum com uma versão bem pesada de "Morning Dew" de Tim Roses. Era uma música muito popular naquela época e, por exemplo, The Grateful Dead também a gravou em seu primeiro álbum. Mas a seguir, "You´re Still Part Of Me" é o material deles. Começa com um sentimento muito indiano em cítara e bongôs, mas logo muda para um boogie muito groovy. "All Alone" é uma balada triste e melódica com palavras um pouco cafonas. Isso me lembra um pouco as canções das bandas finlandesas Wigwam e Tasavallan Presidentti da mesma época. Em "Mis Blues" voltamos ao estilo boogie. Há realmente uma ótima gaita tocando! O álbum vai mais para a direção psicológica no lado b. "Prayer" é uma bela canção acústica com cítara e flauta. "Corrente de Observação" é uma peça de jazz jammy de sete minutos com letras da tradição do blues. No meio surge algum tema de música clássica que não reconheço. Talvez seja de Bach. O melhor vem por último: "Dabble In Om" é uma sensação muito psicodélica e ótima ao longo de uma viagem musical de nove minutos! Isso mostra em que direção a banda irá para seus próximos álbuns.

Este álbum foi muito promissor, tinha uma pegada e sentimento muito bons, mas as ideias musicais não foram tão desenvolvidas quanto nos próximos dois álbuns da banda. Portanto, não era de admirar que o primeiro Krokodil não tivesse recebido a mesma atenção que, por exemplo, Amon Düül II e Can receberam em seus grandes álbuns no mesmo ano. Mas é triste que seu próximo "Swamp" e obra-prima "An Invisible World Revealed" não tenha despertado muito interesse nos amantes da música prog/psych. Este último é recomendado para ouvir como álbum inicial do Krokodil, este álbum é mais apenas para fãs de bandas.


DISCOGRAFIA - ACOLYTE Progressive Metal • Australia

 

ACOLYTE

Progressive Metal • Australia

Biografia do Acolyte
ACOLYTE é uma banda de metal progressivo sediada em Melbourne, Austrália. Este metal melancólico apresenta melodias crescentes, riffs pesados ​​e passagens técnicas e o ACOLYTE se tornou uma banda muito procurada em toda a Austrália, especialmente após o lançamento de seu álbum de estreia em 2016, "Shades of Black". Posteriormente, eles encabeçaram sua própria turnê nacional e apoiaram o 12 FOOT NINJA em sua turnê "Outlier". Eles também participaram do palco principal do Progfest de Melbourne ao lado de VOYAGER e LEPROUS, entre outros. Eles lançaram seu segundo álbum "Entropy" em 2021.

A formação atual da banda consiste em Morgan-Leigh BROWN (vocal), Brandon VALENTINE (guitarra), David VAN PELT (teclados, sintetizadores), Jason GRONDMAN (baixo) e Chris CAMERON (bateria). Sua música deve agradar aos fãs de ILLUMINAE, TERAMAZE, CHAOS DIVINE, SCARDUST, VOYAGER e COSMOGRAF.

ACOLYTE discografia



ACOLYTE top albums (CD, LP, MC, SACD, DVD-A,)

3.67 | 3 ratings
Shades of Black
2016
3.95 | 13 ratings
Entropy
2021

ACOLYTE Live Albums (CD, LP, MC, SACD, )

ACOLYTE Boxset & Compilations (CD, LP, MC, SACD, )

ACOLYTE Official Singles, EPs, Fan Club & Promo (CD, EP/LP,)

4.00 | 1 ratings
Recovery (Unplugged)
2022

DISCOGRAFIA - ACINTYA Eclectic Prog • France

 

ACINTYA

Eclectic Prog • France

Biografia do Acintya

Muito pouco se sabe sobre esta obscura banda francesa. Seu pai e filho é Philippe De Canck, que toca teclados e sintetizadores. Outros membros são Bernard Petite na bateria, Jean-Louis Tauvel no baixo, Philippe Clesse na guitarra e violino. Eles lançaram seu único álbum, La cité des Dieux oubliés, em 1978. O álbum foi relançado em CD pela Musea Records. De acordo com o site do Musea, sua música lembra a banda francesa de avant prog WAPPASOU.











ACINTYA discografia



ACINTYA top albums (CD, LP, MC, SACD, )

3.44 | 30 ratings
La cité des Dieux oubliés
1978

ACINTYA Live Albums (CD, LP, MC, )

3.40 | 10 ratings
In Live
2012

PEROLAS DO ROCK N´ROLL

 

ROCK - WILD BUTTER - Same - 1970




Mais uma banda americana de Ohio, formada em Akron no fim de 69 pelo vocalista e tecladista Jerry Buckner que junto com outros membros de bandas locais lançaram apenas um álbum no ano de 1970 e logo depois a banda acabou.
O disco Wild Butter traz um bom rock'n'roll com algumas pitadas psicodélicas e outras passagens mais pesadas. Destaque principalmente para o lado "A" do disco, com a faixa mais psych do álbum Oh Martha e as "hards" Terribly Blind e Come Fly With Me. O lado B perde força com covers sem originalidade de The Moody Blues, Bee Gees e Neil Young. No geral, uma pérola razoável, mas recomendada!

Rick Garen (vocals, drums)
Jon Senne (guitar, backing vocals)
Steve Price (keyboards, backing vocals)
Jerry Buckner (keyboards, autoharp, backing vocals)

Roxanna (Thank You for Getting Me High) 2:40
Terribly Blind 3:30
From One Who Sang the Song 2:32
Come Fly With Me 3:20
Oh Martha! 4:42
Never Comes the Day 4:40
And We, Loved It 3:33
I've Been Waiting for You 3:06
Tommy the Cat 1:52
New York Mining Disaster 1941 5:20



                        


MARGARIDA CAMPELO EDITA “MAPA ASTRAL”

 

“STONED COLD COUNTRY”… UMA HOMENAGEM AOS 60 ANOS DE CARREIRA DOS ROLLING STONES

 

Destaque

We All Together - We All Together 2 (1974)

  Continuamos com o rock peruano e todas as suas joias escondidas, agora em um estilo à la Beatles, algo que você já pode perceber pela capa...