quinta-feira, 13 de abril de 2023

CANTO NONO REVELAM SINGLE “UM CANTO A JOSÉ MÁRIO BRANCO”

 


Canto Nono acaba de disponibilizar esta quinta feira, 13 de abril, nas plataformas digitais, o single “Um canto a José Mário Branco” que inclui os temas “Ronda do soldadinho” e “Do que um homem é capaz”.

 

Em jeito de antecipação dos espectáculos recentemente anunciados, o grupo vocal a capella gravou duas canções emblemáticas do repertório de José Mário Branco e que, dalguma forma, são demonstrativas da actualidade e contemporaneidade da sua criatividade – “Ronda do soldadinho”, originalmente incluída no seu primeiro single, publicada em 1969; e “Do que um homem é capaz”, fixada em “Resistir é vencer”, o seu último trabalho discográfico de longa duração.

Este single, agora publicado em formato digital, é para o Canto Nono a expressão do que mais nobre a convivência com José Mário Branco proporcionou: com um registo técnico ao nível vocal irrepreensível, a tradução através do canto a capella de sentimentos e emoções que a palavra do mestre exponenciava, não esquecendo nunca a sua mensagem.

 

O espectáculo “A força (o poder) da palavra – Um canto a José Mário Branco” concebido pelo Canto Nono, vai ter a sua estreia no Coliseu do Porto no próximo dia 28 de Abril, a que se seguirão apresentações em Lisboa, a 1 de Maio, no Teatro Maria Matos, e em Loulé, no Cineteatro Louletano, no dia 13.

DO ÁLBUM “A TEMPESTADE E A CALMA” DE ALVES DOS SANTOS E OS FAZEDORES DE SONHOS CHEGA O NOVO SINGLE “CLÔ


Depois dos singles “A Tempestade e a Calma” que dá nome ao álbum de Alves dos Santos e os Fazedores de Sonhos e “Losing Control“, chega o novo single “Clã” na voz de Mariana de Figueiredo.

 

Este poema incentiva a criação de um novo paradigma, onde se busca quebrar as ideias feitas e revelar o desconhecido. Através da construção metafórica de uma ponte para o futuro, a criação de algo novo, erguendo novos domínios e criando novas fronteiras. O objetivo é desafiar os conhecimentos ancestrais e fazer tremer o status-quo, soprando ventos de mudança para construir um outro mundo. O poema é uma verdadeira ode à liberdade e ao rompimento dos padrões pré-estabelecidos em busca de uma vida mais autêntica. 

CANALHA COM ÁLBUM HOMÓNIMO… “CANALHA”


Os braços da cruz são o nome do projeto; a trave vertical, o nome do álbum de estreia. Assim como canalhas são os seus integrantes, os seus cúmplices, os seus ouvintes, mas também os seus detratores – um universo inteiro rebatizado, pois ninguém pertence em exclusivo às forças do bem.

 

Nove faixas no total, cujos alicerces são quatro temas inqualificáveis, onde a guitarra e a bateria exploram estéticas e referências várias, absorvidas e processadas de modo pessoal, envoltas em melancolia.

Intercalando as fundações do projeto, pontuam cinco peças. Um prelúdio, três interlúdios, e a coda. Peças experimentais, improvisadas em estúdio, sem qualquer roteiro prévio, a reforçar o imaginário cinematográfico e libertário que inspira e alimenta o processo criativo vivenciado por Hélder Dias e Paulo Urbano de Carvalho.


 

A estética, consubstanciada num desenho de font evocativo de cenários desérticos do oeste americano, bem como na capa deste álbum – onde se veem as sepulturas (reais?!) dos músicos que, na realidade, estão integradas no agora recuperado falso cemitério de Sad Hill, em Burgos (Espanha), mítico cenário da cena final da película The Good, The Bad and The Ugly de Sergio Leone (1966) – é complementar a alguma da sonoridade da banda, mas não é vinculativa. Há referências a essa época, a compositores e autores que edificaram um estilo agora clássico de cinema e composição – todavia, disruptivos no seu tempo – contudo, também se descobre neste cartão de visita abordagens que apontam para outros trilhos. Alguns talvez necessitem ainda da devida cartografia. Ainda assim, saltam à vista as influências de rock progressivo, psicadélico, stoner rock, post-rock e das bandas sonoras de Ennio Morricone.

O futuro poderá ser como o presente, mas também poderá ser algo totalmente distinto. O principal fundamento é a liberdade. A única regra é o prazer que se retira a cada jornada. 

O NOVO TEMA DOS THE NATIONAL COM PARTICIPAÇÃO DE PHOEBE BRIDGERS

 


O 4º e single final para o disco “First Two Pages of Frankenstein” dos The National conta com a participação de Phoebe Bridgers.

Your Mind Is Not Your Friend” conta com um vídeo realizado por Jackson Bridgers (irmão de Phoebe) e tem como protagonista Tom Berninger e cameos de Matt e Phoebe

“EYE OF THE FIGHTER” É O ÁLBUM DE ESTREIA DOS FIGHTER

 


EYE OF THE FIGHTER” é o álbum de estreia da banda de Lisboa, Fighter, com lançamento previsto para 26 de Maio de 2023.

O disco, gravado com o produtor Vasco Ramos aka Xande, nos Poison Apple Studios com a captação a cargo de Tiago Canadas tem edição Amazing Records.

“September” nas palavras da banda: “fala sobre envelhecer e ainda poder se divertir e aproveitar ao máximo esse tempo juntos como banda, com o privilégio de ter pessoas nos apoiando e alimentando a inspiração do que pensamos como grandes canções de punk-rock com um toque leve!”

Já “Struggle”, o primeiro single, dá o mote… “O primeiro single ‘Struggle’ fala genericamente sobre o nosso percurso na música, mais precisamente no punk rock, que já vem de longe, quer como fãs incondicionais do estilo, quer como intérpretes de diversos projectos. Apesar de anos afastados, a paixão pelo gênero e o magnetismo do mesmo, remetem-nos sempre de volta às raízes.”

POEMAS CANTADOS DE CAETANO VELOSO


Asa Branca

Caetano Veloso

Quando olhei a terra ardendo
Qua fogueira de São João
Eu preguntei a Deus do céu, uai
Por que tamanha judiação

Que braseiro, que fornaia
Nem um pé de prantação
Por farta d'água perdi meu gado
Moreu de sede meu alazão

Inté mesmo a asa branca
Bateu asas do sertão
"Intonce" eu disse a deus Rosinha
Guarda contigo meu coração

Hoje longe muitas léguas
Numa triste solidão
Espero a chuva cair de novo
Para eu voltar pro meu sertão

Quando o verde dos teus oio
Se espalhar na prantação
Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu voltarei, viu
Meu coração


Atiraste Uma Pedra

Caetano Veloso

Atiraste uma pedra
No peito de quem
Só lhe fez tanto bem
E quebraste um telhado
Perdeste um abrigo
Feriste um amigo
Conseguste magoar
Quem das mágoas te livrou
E atiraste uma pedra
Com as mãos que esta boca
Tantas vezes beijou

Quebraste um telhado
Que nas noites de frio
Te servia de abrigo
Perdeste um amigo
Que os teus erros não viu
E o teu pranto enxugou
Mas acima de tudo
Atiraste uma pedra
Turvando esta água
Esta água que um dia
Por estranha ironia
Tua sede matou


PIRUKA - ANJOS NÃO FALAM (𝗟𝗘𝗧𝗥𝗔 da música)

 

DISCO PERDIDO


MASON - "Harbour" (EUA 1971)

Este trio da Virgínia não teve uma longa carreira musical, pois se formou em 1969 e se separou em meados dos anos setenta, embora tenha seguido carreira solo, e em particular Galion, que alcançou grande sucesso com um álbum estupendo. Grandes vozes e excelente instrumentação.

STEVE ARCSE teclados, vocais
JIM GALYON guitarra, baixo, saxofone, vocais
MORGAN HAMPTON bateria, percussão

                                                                                   
                                      
                                                                                      



DISCO PERDIDO

 


DISCOS DE ÊXITOS

 

                                              The Carpenters – Singles 1969-1981


Tracklist:

01. For All We Know (from Carpenters)
02. I Believe You (from Made in America)
03. It's Going to Take Some Time (from A Song for You)
04. We've Only Just Begun (from Close to You)
05. Those Good Old Dreams (from Made in America)
06. Superstar (from Carpenters)
07. Rainy Days and Mondays (from Carpenters)
08. Goodbye to Love (from A Song for You)
09. All You Get from Love Is a Love Song (from Passage)
10. Top of the World (from A Song for You)
11. Only Yesterday (from Horizon)
12. Ticket to Ride (from Ticket to Ride)
13. Hurting Each Other (from A Song for You)
14. Yesterday Once More (from Now & Then)
15. Sing (from Now & Then)
16. Touch Me When We're Dancing (from Made in America)
17. Please Mr. Postman (from Horizon)
18. I Need to Be in Love (from A Kind of Hush)
19. I Won't Last a Day Without You (from A Song for You)
20. Close to You (from Close to You)
21. For All We Know (Reprise) (from the TV special Tom Jones London Bridge Special)


Them: The Story Of Them Featuring Van Morrison (The Decca Anthology 1964-1966) (EU version) 1997






Tracks:

Disc 1

01. The Story of Them, Pts. 1 & 2  7:21
02. Don't Start Crying Now  2:06
03. Gloria  2:38
04. Philosophy  2:38
05. One Two Brown Eyes  2:35
06. Baby Please Don't Go  2:42
07. Here Comes the Night  2:48
08. All for Myself  2:49
09. One More Time (single version - mono)  2:49
10. Little Girl  2:49
11. I Gave My Love a Diamond  3:04
12. Go on Home Baby  2:34
13. My Little Baby  2:03
14. Mystic Eyes  2:44
15. Don't Look Back  3:23
16. You And I Could be As One 2:51
17. I Like It Like That  3:19
18. I'm Gonna Dress in Black (version 1)  3:31
19. (Get Your Kicks On) Route 66  2:25
20. Just a Little Bit  2:22
21. You Just Can't Win  2:22
22. Bright Lights, Big City  2:32
23. Baby What You Want Me to Do  3:30
24. I'm Gonna Dress in Black (version 2)  3:36
25. One More Time  (stereo)  2:47

Disc 2

01. How Long Baby [Single Version]  3:40
02. (It Won't Hurt) Half As Much  3:03
03. Something You Got  2:32
04. Call My Name  2:21
05. Turn On Your Lovelight  2:21
06. I Put A Spell On You  2:38
07. I Got A Woman  3:14
08. Out Of Sight  2:23
09. It's All Over Now Baby Blue  3:50
10. Bad Or Good  2:10
11. Hello Josephine  2:06
12. Don't You Know  2:25
13. Hey Girl  3:04
14. Bring 'Em On In (UK Album Version)  3:16
15. Times Gettin' Tougher Than Tough  2:16
16. Stormy Monday  2:43
17. Friday's Child  3:29
18. Richard Cory (Version 1)  2:45
19. My Lonely Sad Eyes  2:31
20. I Can Only Give You Everything  2:42
21. Could You, Would You  3:10
22. Bring 'Em On In (Mono Version)  3:44
23. Richard Cory (Version 2)  3:50
24. Call My Name (Single Version)  2:20





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