quinta-feira, 13 de março de 2025

Ary Lobo – Ary Lobo

 

Colaboração do DJ Joa, de Paris, França.

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Essa coletânea renuniu e remasterizou músicas de alguns dos mais raros álbuns do Ary Lobo.

Curiosamente o nome dos compositores não saiu na impressão das capas e selos.

Muito interessante observar o interesse e a valorização das nossas músicas e da nossa cultura pelos estrangeiros.

 Ary Lobo – Ary Lobo
2023 – Analog África

01 Movimento Da Cidade (Luiz Boquinha – Ari Monteiro)
02 Meus Guardados (J. Cavalcanti – Assis Barros)
03 Batuque de Índio (Buco do Pandeiro – José Santana)
04 Adão Pecou (Luis Boquinha – Ari Custódio)
05 Mensagem Ao Divino (J. Cavalcanti)
06 Pedido A Padre Cicero (Gordurinha)
07 Pedida A São Jorge (Ari Monteiro)
08 Sinhá Olímpia (Germano Jr. – J. C. Souza)
09 Baião Macumba (Julinho do Acordeon – Evaldo Gouveia)
10 O Criador (Edgar Ferreira)
11 Evolução (J. Cavalcanti – Lino Reis – Aguiar Filho)
12 Garganta De Cera (Assunção Correia – Avelar Júnior)
13 Visite O Terreiro (Edgar Ferreira)
14 Bate Malva (Ary Monteiro – Osvaldo Oliveira)
15 Nêgo São (Lisboa – Tranquilo)

MUSICA&SOM



Recordando a Banda Actvs Tragicvs

Recordando a Banda Actvs Tragicvs.
Discografia
Actvs Tragicvs (Cass, Album) 1991


Jeune Fille (Cass, Album) 1992


Comboio Solitário Cassette 1993


Actvs Tragicvs (CD, EP) 1994


35 anos - 1985/2020 K7 1991 & Demos 1988/1990 - CD 2020


"30 years about Jeune Fille 1992-2022" - CD 2022
Comboio Solitário + Ribeirinha Do Sado CD - 2024
Retirando o nome de uma cantata de Johan Sebastian Bach (escrita como réquiem fúnebre), os Actvs Tragicvs vão surgir, durante o ano de 1985, em Almada. Formados por Carlos Vara (voz e guitarra), Pedro Temporão (baixo) e Fernado Melancia (bateria), começam a compor, apostados em seguir uma linha muito própria e intemporal. Entretanto, sentem a necessidade de enriquecer o seu som, convidando para isso, em 1987, Luís Wire para segunda guitarra. Contudo, o grupo não permanecerá impermeável a inevitáveis mudanças de formação, tão comuns em agrupamentos que se prolongam no tempo.
Pela banda passaram:
Carlos Vara, Pedro Temporão, Fernando Melancia, Luís "Wire" Saldanha, Carlos António Santos, Jorge Fernandes, José Nave, Roland Popp, Fred Cunha, Paulo Romão, Alberto Dondinho e Cristina Martins.

Recordando o single A - So Do I / B - So Do I (Instrumental) do Paulo Gonzo de 1985

Recordando o single A - So Do I / B - So Do I (Instrumental) do Paulo Gonzo de 1985.

So Do I (versão 45rpm)


O musico Flávio Torres lançou em 02/2025 o álbum ''Cosmo Pop''.

O musico Flávio Torres lançou em 02/2025 o álbum ''Cosmo Pop''.

''GRITO'' Single de avanço com José Cid e Cabrita.

Com produção meticulosa e uma abordagem artística ousada, este álbum promete ser uma obra memorável para quem busca mais do que música: um convite à conexão dentro e fora de si.
A venda do álbum em cd ou vinil está em curso, na compra de cada exemplar estão a contribuir com 1 euro para a Appacdm da Covilhã.
Colaborações em Cosmo Pop
Uma das grandes riquezas de Cosmo Pop reside nas colaborações musicais, que trazem camadas adicionais de personalidade e sofisticação às faixas. O lendário José Cid empresta sua voz poderosa ao tema "Grito", acompanhado pelo saxofone marcante de João Cabrita. A alma portuguesa é evidenciada em "Samfado", com a guitarra portuguesa de Edgar Petejo e a envolvente voz de Alex Liberalli. Em "Sem me Entender", João Clemente deixa sua marca na guitarra elétrica, enquanto Pedro Galhoz se junta em "Sinais do Universo"para criar texturas melódicas. O baixo pulsante e os coros de Bernardo Barata dão vida ao tema "Na Mesma Mão", reforçando a diversidade instrumental e emocional do álbum.


Recordando o álbum ''Olhos Meus'' do TIM de 1999

Recordando o álbum ''Olhos Meus'' do TIM de 1999.

Voar (Vídeoclipe Oficial)


Voar | Eléctrico | Antena 3


Milhares De Palavras 5:01
Olhos Teus (Op1) 3:25
Querer É Poder (Op2) 3:29
Caminho Ao Sol (Op3) 3:37
Cantador Namoreiro 5:11
A Prenda (Op4) 4:23
Amar (Op5) 2:18
Fora De Pé 3:32
Resistir É Vencer 4:39
Turbilhão (Op7) 4:00
Voar (Op6) 4:41

Recordando o álbum ''Canções Subterrâneas'' dos A Naifa de 2004.

Recordando o álbum ''Canções Subterrâneas'' dos A Naifa de 2004.

Canções Subterrâneas (Álbum completo)
1. Intro
2. Skipping
3. Queixas De Um Utente / Deus É A Nossa Mulher A Dias
4. Música
5. Meteorológica
6. Perigo De Explosão
7. Hécuba
8. Bairro Velho
9. Rapaz A Arder
10. Os Milagres Acontecem
11. Poema Com Domicílio / Questão Da Noite
A Naifa é um grupo de música portuguesa. Nasceu em 2004 pela mão de João Aguardela e Luis Varatojo, aos quais se juntou Maria Antónia Mendes. Gravou 4 discos de originais; "Canções Subterrâneas" (2004), "3 minutos antes de a maré encher" (2006), "Uma inocente inclinação para o mal" (2008) e "Não se deitam comigo corações obedientes" (2012).
As canções d'A Naifa são compostas a partir de poemas de poetas portugueses contemporâneos como José Luis Peixoto, Adília Lopes, Rui Lage, Margarida Vale de Gato, Maria Rodrigues Teixeira, Renata Correia Botelho, Tiago Gomes, entre outros.
Em 2010, e após a morte de João Aguardela, foi editado um livro/DVD, "Esta depressão que me anima", e realizada uma digressão nacional, de homenagem. A banda foi então reformulada com a entrada de Sandra Baptista para o baixo e de Samuel Palitos para a bateria.

 

Recordando a musica Easy Come And Go incluída no álbum Ecstasy dos JOKER de 1992

Recordando a musica Easy Come And Go incluída no álbum Ecstasy dos JOKER de 1992.

Easy Come And Go (Vídeoclipe)

Foi no verão de 1990 que o vocalista Tiago Gardner e o teclista José Tavares juntaram-se com Hugo Pereira na bateria, Hugo Granger no baixo e Paulo Pereira na guitarra para formar o grupo que iria ficar conhecido como os Joker. Começaram a dar alguns espectáculos em Cascais, de onde eram oriundos, e gravaram a sua primeiro Demo com 5 músicas. Em dois anos começaram a existir as primeiras mudanças na banda, com Luís Páscoa a substituir Bruno Granger que tinha substituído Hugo Pereira na bateria.
em 1992, e já com contrato com a Polygram, gravam o seu primeiro álbum Ecstasy que entre as várias músicas trazia aquela que viria a ser o seu mega hit, Easy come and go. Em Novembro de 1992 abriram espectáculos para os Extreme e os Thunder no Dramático de Cascais e começaram a ficar um dos grupos preferidos do público.
Editaram o álbum "Egg Nightmare" em 1994.


 

ROCK ART




Dory Previn - Mythical Kings and Iguanas 1971

 

Um ano após a estreia,  o armário de Previn ainda estava cheio de demônios. Desta vez, porém, ela colocou suas ansiedades de infância de lado e lidou com preocupações mais imediatas — a busca pela realização espiritual e a simples necessidade de encontrar um relacionamento saudável e amoroso — em uma série de baladas folk experimentais, em sua maioria obscuras. O disco tinha um som mais abafado do que seu antecessor, mas liricamente era tão incisivo como sempre. Com franqueza sedutora,  Previn  definiu nitidamente as inevitáveis ​​desigualdades de um caso com um homem mais jovem ("Whatever you give me/I'll ​​take as it comes/Discarding self-pity/I'll ​​manage with crumbs") em "Lemon Haired Ladies". "Angels and Devils the Following Day" continua sendo uma grande fábula moderna sobre abuso psicológico versus abuso físico — concluindo sabiamente que alguns socos não são nada comparados à tortura mental crônica.  Mythical Kings and Iguanas  também continha "Lady with the Braid", o mais próximo  que Previn  chegou de um sucesso de rádio adulto.











John B. Sebastian - John B. Sebastian 1970

 

Quando liderou o Lovin' Spoonful de 1965 a 1967, John Sebastian experimentou uma variedade de estilos, expandindo do folk, jug band e rock & roll que eram a mistura básica da banda para incluir tudo, desde country ("Nashville Cats") até trilhas sonoras orquestradas de filmes ("Darling, Be Home Soon"). Livre dos limites de uma banda de quatro integrantes, ele se estendeu ainda mais em seu álbum solo de estreia, incluindo o sabor samba "Magical Connection" e o estilo R&B "Baby, Don't Ya Get Crazy" (completo com os Ikettes nos vocais de apoio), além do country tradicional em "Rainbows All Over Your Blues", que destacou Buddy Emmons na guitarra pedal steel. Mas também havia baladas delicadas como a cheia de cordas "She's a Lady", um remake simplificado de "You're a Big Boy Now" e "The Room Nobody Lives In", a última tocada apenas com harmônio e baixo. E havia músicas pop/rock como "Red-Eye Express", "What She Thinks About" e a utópica "I Had a Dream" que você poderia imaginar que se encaixavam facilmente no repertório do Spoonful. As músicas continuaram a tendência de Sebastian em direção a um estilo de escrita mais pessoal, muitas delas contendo imagens de viagens que correspondiam ao seu estilo de vida itinerante. Como McCartney de Paul McCartney, que o seguiu no mercado por alguns meses, o álbum foi uma introdução eclética, mas discreta, à carreira solo de um ex-membro do grupo cuja banda era conhecida por produções mais elaboradas, e ainda mais eficaz por isso. (John B. Sebastian foi alvo de uma disputa legal entre a MGM Records e a Reprise Records, com a Reprise vencendo, embora a MGM tenha lançado brevemente sua própria versão do LP, aparentemente tirada de um master de segunda geração. A versão da MGM é sonoramente inferior à da Reprise e tem arte diferente, mas o conteúdo dos dois LPs é idêntico.)





Destaque

Bad Company – Bad Co (1974)

Em seu primeiro álbum, o Bad Company — liderado pelo ex-vocalista do Free, Paul Rodgers, e pelo guitarrista original do Mott, Mick Ralphs — ...