terça-feira, 13 de maio de 2025

Review: Romero Ferro - Arsênico (2016)

 




A artificialidade como arte suprema, esta é a essência do pop. Décadas de pop. Enciclopédias sobre o assunto comumente divergem sobre sua origem, sendo porém que o mais aceito entre os especialistas no assunto é que, estritamente enquanto gênero musical, o pop tenha surgido como uma construção da indústria em reação ao sucesso que artistas como Elvis Presley e Jerry Lee Lewis estavam fazendo interpretando a música negra. Ao passo que tais músicos gozavam de altas vendagens, o mercado não via com bons olhos todo o sangue, suor e rebeldia que exalava da música praticada, assim como da atitude adotada pelos astros, o que basicamente era o bastante para catalogá-los como ameaças; que vendiam em quantidades convenientemente grandes, mas que ainda assim eram ameaças, ou na melhor das hipóteses, inconfiáveis e imprevisíveis.

O mercado passou então a oferecer versões limpinhas, comportadas e inofensivas destes, inaugurando assim este segmento sonoro, que viria a se tornar tanto objeto do mais passional amor, quanto do mais virulento ódio e escárnio desdenhoso.

Fato é que o uso do artifício sedutor para a cooptação do potencial consumidor já não era novidade então. Tal pérfida e deliciosa estratégia já estava presente nos comerciais, nos filmes e na literatura, por exemplo.

O jornalista cultural José Augusto Lemos, por sua vez, apontou, certa feita, para o fato interessantíssimo de que mesmo antes do boom dos caipiras branquelos, todos os elementos que caracterizavam o pop enquanto expressão musical, como o bom-humor, a sugestão erótica, o balanço irresistível, as melodias grudentas e fáceis, assim como as artimanhas estéticas, já se encontravam sintetizados no que artistas brasileiros como Luiz Gonzaga e Carmen Miranda tinham desenvolvido.

Faz todo o sentido. De qualquer maneira, nos anos posteriores o improvável aconteceu, com a encantadora descartabilidade do pop indo de encontro a uma essência verdadeiramente substancial. Primeiro com os Beatles, e no ápice, com a banda inglesa Roxy Music, que construiu a obra que melhor lidou com as contradições e tensões artísticas inerentes à perigosa tarefa de buscar uma interface entre consumo e arte.


É por esse caminho de paradoxos que Romero Ferro, artista natural de Garanhuns (PE), que já havia se aventurado por incursões no frevo, resolveu trilhar em Arsênio, seu primeiro álbum independente, onde apresenta um pop que, ciente de sua descartabilidade, almeja ser algo mais. Um pop que quer ser mais que simplesmente pop, mas que não parece carecer de muito pra isso, atingindo seu intento no simples exercício do ser e, com isso, conseguindo preservar toda aprazibilidade característica do gênero em uma música pra lá de despojada.

Tudo isso transparece não apenas no som apresentado, mas também no discurso adotado. "Se permita ser / Qualquer coisa menos superficial", os versos iniciais de "Hoje", dançante manifesto e primeiro dos dez temas do trabalho autoral do cantor e compositor, escancaram a pretensão de usar a artificialidade como suporte para buscar um algo além das meras aparências.

As referências que alimentam a obra são diversas e difusas, tanto a nível musical quanto estético. A produção oitentista é o fetiche principal, e junto ao soul compõe a base do que permeia a maior parte do disco, cuja musicalidade versátil comporta ainda escapulidas para o funk, disco, flertes com o urban e intervenções regionais de apelo universal. Mas não se engane. Este trabalho não é um exercício de revisitação do passado. É, antes disso, um empreendimento de resgate de um rico legado de volta ao futuro.

A ponte entre atitude e sofisticação é traçada no groove arrasador de "O Medo em Movimento", a faixa seguinte, cuja musicalidade resgata a sonoridade do perfeito ponto de transição entre o gospel e o soul, hospedando-a num contexto urbano pré-hip hop. O trio de metais composto pelos soberbos Nilsinho Amarantes (trombone), Fabinho Costa (trompete) e Liudinho Souza (saxofone), brilha.

A chique "Dropsatã" dá prosseguimento explorando nuances eletro e o que vem a seguir aposta numa mudança de rumos, saindo do clima essencialmente dance para abrir caminho por toadas sentimentais de rico valor. "Cidadão Perdido" e "Só" fazem parte do seleto grupo de canções de amor que realmente importam.

Neste ponto surge mais uma surpresa. O lirismo sensível dá lugar à crônica amorosa escrachada sendo embalada por latente pulsação tecno brega na ótima "No Mesmo Teto". Logo após, "Solidão é Nada" traz a frequência rítmica do reggae para a praia do pop, enquanto a climática "Até Onde Se Vai" explora contrastes desconcertantes em meio a uma ambientação essencialmente obscura, noutra das melhores canções do disco.

"Veneno" vem a seguir trazendo mais uma vez a essência do discurso amoroso sem papas na língua do brega, ao passo que o dance das primeiras canções do álbum retorna. "Dois", um tema essencialmente pianístico, encerra o disco, sendo provavelmente, o mais ambicioso momento do trabalho.

A capa de sensível bom gosto estético foi criada por Caramurú Baumgartner com foto de Lana Pinho. A produção ficou a cargo do multi-instrumentista carioca Diogo Strausze, tendo em sua formatação o auxílio do grandíssimo Amaro Freitas, incrível pianista pernambucano autor de Sangue Negro, outro dos grandes discos do ano, e que pelos serviços prestados recebeu os créditos de co-produção no álbum, um trabalho que logra na dura arte de ser pop sem, em momento algum, desligar o cérebro.






Review: Bon Jovi - This House is Not for Sale (2016)

 




Nem a crítica nem os fãs se entendem quando o assunto é o Bon Jovi. O quinteto já deu à luz treze álbuns de estúdio (incluindo este) e você encontrará diferentes grupos defendendo que cada um deles foi o último grande lançamento do quinteto. Alguns diriam até que a banda nunca fez nada que preste!

O que é uma tremenda injustiça, claro. Não reconhecer a importância e a qualidade que eles já tiveram é de uma desonestidade intelectual quase criminosa. Mais desonesto do que isso, só a recusa em reconhecer o quão ruim anda o grupo.

This House is Not for Sale, décimo terceiro álbum de estúdio dos cinquentões/sessentões, infelizmente confirma o que eu digo. Sem sombra de dúvidas, é um trabalho melhor que os fraquinhos What About Now (2013) e Burning Bridges (2015). Mas ainda deve muito para o último bom disco da banda, The Circle (2009) - pronto, já descobrimos a qual facção de fãs do Bon Jovi eu pertenço.

Das pouquíssimas músicas que valem a pena nesta obra, destaco a faixa-título, inspirada pela fotografia que acabou virando a capa do disco; "Labor of Love", onde Jon Bon Jovi parece estar incorporado pelo conterrâneo Bruce Springsteen; "The Devil's in the Temple", uma continuação dos recados à indústria musical que já eram dados em "Burning Bridges"; e "God Bless This Mess", talvez a letra mais relacionável do álbum.

Aliás, o único legado do Bon Jovi que foi respeitado em This House is Not for Sale é a diversidade de letras, com as quais todos podem se identificar. Mas confesso envergonhado que este parágrafo é na verdade uma tentativa desesperada de achar alguma coisa boa no álbum, apenas por ser fã da banda.

Quem tiver estômago pode correr atrás de diversas edições especiais, o que pode render até sete faixas bônus - todas igualmente ruins, com exceção da marcante "We Don't Run", que já havia sido lançada anteriormente.

Há duas mudanças importantes na formação do grupo neste álbum: pela primeira vez em mais de duas décadas de parceria, o baixista Hugh McDonald é citado como membro oficial. Além disso, e mais notoriamente, temos a entrada definitiva de Phil X no lugar de Richie Sambora. Que diferença isso fez com relação a What About Now? Quase nenhuma. Explico a seguir.

Em primeiro lugar, o verdadeiro guitarrista aqui, segundo declaração do baterista Tico Torres ao Omelete, é o produtor John Shanks, que criou e executou a maior parte dos trabalhos nas seis cordas. Phil X, por incrível que pareça, ficou relegado a um papel de coadjuvante. O outro motivo pelo qual fica difícil comparar ambos os guitarristas é, talvez, culpa de John também. O som do Bon Jovi foi tão pasteurizado nos últimos anos que qualquer guitarrista que posta vídeos no YouTube tocando por cima da música dos outros em seu quarto poderia trabalhar nestes últimos discos. Em outras palavras, a produção e os arranjos não deixam muito espaço para alguém mostrar sua cara.

Por essas e outras, não foi com This House is Not for Sale que a banda fez jus ao seu passado. E nem adianta vir com os números mágicos de vendas de cópias e entradas para shows para tentar me contradizer. A não ser que seu parâmetro de avaliação artística seja a histeria adolescente demonstrada pelo público nos shows dos caras.

Quando eu analisei Burning Bridges, disse que o álbum nos deixava receosos sobre o futuro do Bon Jovi. Infelizmente, o medo se tornou realidade e eles continuam apenas uma sombra criativa do que um dia já foram. Mas eu sou brasileiro e não desisto nunca: um dia, o Bon Jovi há de voltar.






Review: Sioux 66 - Caos (2016)

 



Para ser convidado a abrir um show do Aerosmith e outro do Guns N’ Roses (com a formação clássica, ainda por cima), tem que ter um mínimo de poder de fogo. E isso, os paulistanos do Sioux 66 sempre tiveram de sobra. Acabaram substituídos pela Plebe Rude no caso do show do septeto californiano, mas só o fato de terem sido escolhidos inicialmente já diz muito sobre eles.

A capa de Caos, segundo álbum de estúdio do quinteto, é um recorte do quadro Custer’s Last Stand, de Edgar Samuel Paxson. O cenário ilustra adequadamente o direcionamento de seu som. Não porque se trata dum caos no sentido pejorativo da palavra, como se fosse um disco de ruídos desconexos. E sim porque se trata de um trabalho enérgico, forte, quase sem momentos de calmaria para respirar.

O que eu tenho a dizer sobre Caos é que ele é um dos melhores lançamentos do rock nacional em 2016. É uma música de atitude e qualidade verdadeira. Tem menos frescura e mais maturidade que a maioria das bandas que se auto-intitulam “bandas de rock sem frescuras”. E uma certa diversidade no som que concede um ar de sofisticação a eles.

O álbum abre e fecha muito bem: “Caos” dá a largada com temperatura máxima e letras diretas. Após várias porradas, algumas até que nem tão pesadas assim, chegamos ao encerramento “O Calibre”, cover de uma das mais agressivas faixas já lançadas pelos Paralamas do Sucesso e que se encaixa perfeitamente na temática do disco.

Em faixas pesadas como a abertura “Minerva” e “Seu Destino” o espírito de Lemmy parece incorporar os rapazes. Já em outras, eles ficam mais próximos do hard rock classicão, como “Libertad” e “O Homem Que Nunca Mudou”. E não se atreva a desprezar a melódica “Pra Sempre” como um balada genérica qualquer…

Sem fazer alarde sobre o fato do guitarrista Bento Mello ser filho de Branco Mello, baixista e vocalista dos Titãs – que são “apenas” uma lenda do rock nacional – o Sioux 66 reafirma ser digno de constar na lista de novos nomes do gênero para ficar de olho.

Repito: é um dos melhores lançamentos de rock nacional que você ouvirá este ano. Aproveite sua disponibilidade em várias plataformas digitais e ouça sem medo. E pelo amor de Dio, pare de dizer que o rock morreu no Brasil – ou no mundo todo.




Alan Parsons Live Project SOUNDBOARD Vol.1 (1990 - 1999)

 



MUSICA&SOM ☝

1.  Sirius - 1995-08-24 - Riverbend Music Center, Cincinnati, Ohio, USA
2.  Eye in the Sky -  1995-08-24 - Riverbend Music Center, Cincinnati, Ohio, USA
3.  Standing on higher ground - Live in Germany 1994
4.  Brother up in heaven - NotP 1997 Antwerp
5.  Blue Blue Sky II - International Forum Tokyo, Japan 4 Oct 1997
6.  Breakaway - World Liberty Concert 8/5/1995
7.  Games People Play - (Live Munich 1999) With Tony Hadley (Spandau Ballet)
8.  Limelight - OCT 25-27, 1990 Antwerp, BELGIUM Night of the Proms
9.  The Gold Bug - World Liberty Concert 8/5/1995
10. Tell tale heart - Santiago de Chile 21/10/1995
11. The raven - Riverbend Music Theatre, 1996-08-24
12. Turn it up - Santiago de Chile 21/10/1995 
13. You're The Voice - World Liberty Concert 8/5/1995





Brighter Death Now – Necrose Evangelicum (1995)

 



Country: Sweden

Tracklist
1. Wilful 07:04
2. Soul In Flames 07:41
3. Impasse 09:46
4. Rain, Red Rain 08:56
5. Deathgrant 09:16
6. Necrose Evangelicum 06:01

Brighter Death Now é o projeto pessoal de Roger Karmanik (nascido em 1965 como Roger Karlsson ) 
Também conhecido como o fundador da lendária gravadora sueca Cold Meat Industry .
Karmanik começou a experimentar sons no início dos anos 80, lançando fitas com diversos projetos.
Em 1988, ele fundou a Brighter Death Now , tocando death industrial.
e combinando paredes de ruído branco com sons repetitivos e agitados, atmosferas sombrias e temas obscuros.
Karmanik manteve os elementos temáticos de sua música focados em tópicos como morte, obsessão, sadismo e psicose.
No entanto, ele nunca perde a oportunidade de mostrar o lado sombrio e humorístico de sua personalidade.
Necrose Evangelicum " foi lançado em 1995 em um CD de edição limitada de 4.000 cópias.
e conta com Mortiis como convidado na faixa homônima.







Charles Bernstein – The Entity (1981)

 



Composer: Charles Bernstein

Tracklist
1. Intro And Main Title 01:49
2. Bath/Attack 01:31
3. Beach Scene 01:05
4. Iceberg 01:29
5. Carla & Jerry 01:30
6. Carla's Room Wrecked 01:55
7. It Appears/The Entity 02:45
8. Carla 02:40
9. The Power 02:34
10. Relentless Attack 01:27
11. The Entity Lurks 01:29
12. Helium Attack 01:25
13. Mozart Source 02:23
14. Glimmer Of Hope 02:36
15. Finale: Carla Leaves House 01:25
16. End Credits 02:28
17. Attack Music Deconstructed 01:09
18. Attack Music Reject 00:56
19. Main Title Synth Version 01:39

The Entity é um filme americano de terror sobrenatural de 1982 dirigido por Sidney J. Furie ,
e escrito por Frank De Felitta , que adaptou seu romance homônimo de 1978.
O filme é estrelado por Barbara Hershey como uma mãe solteira em Los Angeles atormentada por um agressor invisível.
Assim como o romance, o filme é baseado no caso real de fenômeno paranormal de Doris Bither , ocorrido em 1974.
uma mulher que alegou ter sido abusada sexualmente repetidamente por uma entidade invisível,
e que foi observado por estudantes de doutorado na Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
Apesar de ter sido filmado e planejado para ser lançado em 1981,
O filme só foi lançado nos cinemas do mundo todo em setembro de 1982 e fevereiro de 1983 nos Estados Unidos.
O filme é interpretado como uma parábola sobre a vitimização sexual feminina.
e a personagem principal como uma mulher que "enfrenta um bando de homens (incluindo a própria "entidade").
Compositor americano de trilhas sonoras para cinema e televisão, Charles Harold Bernstein (nascido em 28 de fevereiro de 1943)
compôs a trilha sonora do filme.
Bernstein é vencedor do Daytime Emmy Award e duas vezes indicado ao Primetime Emmy Award.
Durante a década de 1980, Bernstein compôs a música para os filmes de terror Cujo (1983),
A Hora do Pesadelo (1984), Dia da Mentira (1986) e Amigo Mortal (1986).
Quentin Tarantino incluiu a música de Bernstein de Raio Branco e A Entidade .
nas trilhas sonoras de seus filmes Kill Bill : Volume 1 (2003) e Bastardos Inglórios (2009).
A trilha sonora completa, orquestrada e sintetizada, do filme foi lançada pela primeira vez em 2009 pela Intrada.
como um CD de edição limitada de 1200 cópias, enquanto em 2019 Wyrd War lançou 666 cópias em vinil de edição limitada.
Gravado nos estúdios Village Recorders em West Los Angeles e no estúdio Bernstein 's Santa Monica em 1981,
obtido dos arquivos de Bernstein e apresentando três outtakes bônus que oferecem um vislumbre de seu processo de composição.









Anaboth – Nie Czas Pomiotów (Demo 1996)

 


Country: Poland

Tracklist
1. Wśród Ohydnych 03:48
2. Ciemność 03:55
3. W Imię Szatana 02:41
4. Cthulhu 04:03
5. Nieśmiertelni 04:05
6. Piekielna Diatryba I. 03:50
7. Piekielna Diatryba II. 02:24
8. Nie Czas Pomiotów 06:14






Caterina Valente – Fantastica (1998)


Caterina Valente é uma cantora, guitarrista e dançarina nascida na França em 14 de janeiro de 1931, de pais italianos. Dona de um timbre excepcional, capaz de expressar as melodias mais sentidas do repertório musical, patrimônio da humanidade, ela atua profissionalmente e permanece ligada à memória de diversas gerações de admiradores que cresceram e se formaram sob a égide de sua voz graciosa.

Este vocalista inigualável está qualificado para interpretar obras dos compositores mais destacados nas línguas mais faladas. Ele é fluente em mais de 12 idiomas, incluindo francês, espanhol, italiano, inglês, português, alemão, dinamarquês, grego e russo, entre outros.
Caterina é o exemplo claro de uma artista cosmopolita: nascida em Paris, filha de pais italianos, passaporte alemão, prêmios internacionais, mais de 1.500 músicas gravadas em doze idiomas diferentes (por isso está no Guinness Book), das quais domina seis com perfeição, e mais de 18 milhões de discos vendidos no mundo todo!

Ele se apresentou na meca do entretenimento: Hollywood, ao lado de estrelas consagradas como Danny Kaye, Perry Como, Doris Day, Maurice Chevalier, Edith Pias, Bing Crosby, Louis Armstrong, Benny Goodman, Nat King Cole e Ella Fitzgerald, para citar algumas estrelas de todos os tempos. Eleita pela televisão americana como a melhor vocalista feminina dos Estados Unidos na década de 1950, ela dividiu shows de estrelas com Carol Burnett, Dom DeLuise e Bob Newhart.
Sua voz e estilo foram apresentados na televisão na Suíça, Áustria, Alemanha e Itália, através da série de televisão “Valente-Shows”.

Neste álbum, que saiu em LP em 1996 e foi relançado em CD em 1998, temos a ótima Caterina cantando em italiano e português e ela realmente é “fantástica”.

***

Lista de faixas:

01. E La Chiamano Estate
02. Corcovado
03. Forse
04. Estate (Maybe To This Summer)
05. Sempre, Sempre, Sempre
06. ‘Na Voce, ‘na Chitarra E ‘o Poco ‘e Luna
07. Meditacao (Lei Non E’ Cosi’)
08. Amorevole
09. Samba De Uma Nota So
10. Il Tuo Amore
11. Baciami Per Domani
12. Melancolia
13. Se Tu Sapessi
14. Arrivederci




Caterina Valente – Olè Caterina (1956)


Um dos primeiros LPs gravados por Caterina Valente, ainda muito jovem, mas já uma grande profissional. Vemo-la em dueto com seu irmão Silvio Francesco, que foi seu diretor musical até sua morte em 2000.
Com apenas seus violões e suas vozes, os dois interpretam brilhantemente números musicais como “Aquarela Do Brasil” e “El Negro Zumbon” (também famoso, e sobretudo, na versão da atriz italiana Silvana Mangano).

Tracklist:

01. Maria Christina (Saquito)
02. El Cumbanchero (Hernandez)
03. Babalu (Lecuona)
04. Quien Sera (Beltran Ruiz)
05. No Te Importa Saber (Touzet)
06. Mucho Mucho Mucho (Graver)
07. El Negro Zumbon (Varro-Giordano)
08. Por Un Capricho (Ventras)
09. Ah Sì Ah Sì (Gomez)
10. Aquarelo Do Brasil (Barroso)
11. Quireme Mucho (Roig-Rodriguez)
12. Tres Claveles (Alguero)





Cat Stevens – Majicat (2004)


Hoje é o aniversário de Cat Stevens, e nosso "cúmplice" Luca II quer comemorar o aniversário com este post.

Um dos melhores exemplos de uma cantora e compositora “gentil” da década de 1970 é Cat Stevens. Essa apresentação ao vivo aconteceu em 1976, mas só foi lançada em CD e DVD em 2004. Pouco depois, uma mudança de religião em favor do islamismo o afastaria da cena, embora não permanentemente. Ele gravou outros álbuns, sob o novo nome de Iusuf Islam, que testemunham um talento composicional sempre muito pessoal e longe de se esgotar. Este concerto nos EUA ("Earth Tour") oferece uma ampla retrospectiva de seu repertório pré-conversão, bem como uma ótima desculpa para comemorar o aniversário do artista, que cai bem perto desses dias, de uma forma apropriada. Por outro lado, peças como “Moonshadow”, “Sad Lisa”, “Lady D'Arbanville”, e não apenas estas, alegrariam qualquer aniversário.

Lucas II


***

Lista de faixas:

01. Wild World
02. The Wind
03. Moonshadow
04. Where Do the Children Play
05. Another Saturday Night
06. Hard Headed Woman
07. King of Trees
08. C79
09. Lady d’Arbanville
10. Banapple Gas
11. Majik of Majiks
12. Tuesday’s Dead
13. Oh Very Young
14. How Can I Tell You
15. The Hurt
16. Sad Lisa
17. Two Fine People
18. Fill My Eyes
19. Father & Son
20. Peace Train





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