segunda-feira, 19 de maio de 2025

Review: Quarup - Quarup (2016)



Os últimos anos tem sido marcados pela crescente redescoberta, por parte das novíssimas gerações de ouvintes e artistas brasileiros, do vasto e precioso legado musical, poético e estético das efervescentes décadas de 1960 e 1970. Nomes como Arnaldo Baptista, por exemplo, tem voltado às rodas do culto - com muita justiça, diga-se de passagem. Cresce, impressionantemente, a curiosidade e o fascínio pelas transformações que foram impostas nestes dois importantes decênios.

Só que, com as devidas exceções, o resultado da exploração de referências tão ricas, por parte dos artistas, tem sido aquém do que se poderia esperar, com o bom-humor se perdendo em meio a uma irritante vontade de soar engraçadinho, a candura tendo seu lugar ocupado por uma docilidade afetada e a leveza da fluidez e da espontaneidade, sendo destituída em prol de uma cansativa pretensão ao artístico.

Num panorama tão desanimador, discos que se alimentam dessa matéria-prima, mas que rompem com a toada da presunção, como este auto-intitulado primeiro álbum de estúdio da banda paulistana Quarup, proporcionam uma lupada de frescor em meio à tórrida estufa da grandiloquência oca.

Honesto, o grupo formado por Guta Batalha (vocais), Ione Aguiar (guitarras, violões e vocais), Beni Teixeira (piano, teclados e vocais), Marcelo Maia (baixo e vocais) e Lucas Cassoli (bateria, percussão e vocais), apresenta neste trabalho, lançado no mês de outubro e produzido por eles mesmos, um cardápio sonoro muito mais que interessante, que logra na dura arte de buscar a coesão artística sem incorrer no pedantismo de se levar a sério demais.

Jogam aberto: "Quarup são cinco amigos que tocam juntos há oito anos", deixam claro. E o que transparece é justamente isso, cinco músicos fazendo música, pela pura vontade de fazer. A pretenciosidade dá vez à naturalidade, e o resultado é apaixonante.

A faixa de abertura, "O Mensageiro", é um empoeirado tema psicodélico. Competente, surge mesclando o vertiginoso colorido sonoro claramente inspirado na cena hippie da São Francisco de 1967 (especialmente Jefferson Airplane) à releitura mais "cinzenta" proposta deste mesmo som por gente como o Caetano Veloso e a Gal Costa nos fins da década de 1960 e início dos anos 1970, num todo espantosamente compacto.

Ione Aguiar, a guitarrista, faz os vocais principais aqui, e sua voz é algo realmente especial. Com timbre doce, transmite uma sensível, curiosa e até impressionante amálgama entre a cândida fragilidade e a imponência, explorando sem medo nuances retrô numa performance tão peculiar quanto encantadora.


O trabalho instrumental, com timbragem bem escolhida, demonstra unidade e maturidade. Os músicos apostam mais no feeling que na técnica, usando o bom gosto como tática para transcender as limitações. Como legítimos herdeiros do espírito pós-punk, buscam na simplicidade uma delicada confecção esmerada da manufatura de minúcias sonoras.

Se a faixa anterior recriou o passado, por entre o folk, o rock, sutis flertes com o jazz e sob atmosfera psicodélica, "Foi Isto Um Homem" traça uma aproximação gradativa com o presente em mais uma ótima canção. "O Pântano do Céu", a faixa subsequente, promove um refrescante, e até ousado, intercâmbio entre o indie rock de guitarras pujantes (sustentadas por límpida e suave seda guitarrística, de fato, uma construção tão tênue e de elevada beleza da maneira que você só vai conseguir ouvir nas gravações de Steve Cropper, o gênio guitarrista das sutilezas) e o axé (!!) de sua época de ouro, quando ainda não havia aberto mão de suas nobres raízes afro e de seu envolvente acento latino para assimilar o que de mais insosso existe no pop norte-americano. Além do belíssimo trabalho de guitarras, há de se destacar a bonita letra, a grande desenvoltura do baterista Lucas Cassoli no andamento percussivo certeiro (não sei tanto sobre seu currículo, mas já vi músico experiente queimando a mão ao tentar reproduzir tal levada), e a excelente performance vocal de Guta, que encontra seu ponto na singeleza. A Guta, inclusive, tem um precioso e raro senso melódico, guiado sempre pelo sentido da beleza, conduzindo o ouvinte por memoráveis harmonias vocais.

"Pedra Rara" vai por caminhos pop à brasileira, sendo seguida pela fugaz e contemplativa "Nino", um curto tema instrumental. "Uma Amizade Que Veio do Mar" e "Baleiro" são dois lindos e aprazíveis temas que convergem o indie pop ao pop autenticamente brasileiro - aquele que na primeira metade dos anos 2000 se fazia aos montes, e cuja fórmula foi se perdendo no tempo, para a infelicidade dos ouvintes. São duas canções, de fato, aprazíveis demais, com destaque para as belíssimas harmonias vocais em dueto entre a Guta Batalha e o Beni Texeira.

A beleza prossegue na encantadoramente amena "Lila" e no flerte com o climático da desconcertante "Estrela da Manhã" (parceria da banda com a cantora Ná Ozzetti). A influência do axé ressurge na deliciosa "Quero Ir Pra Bahia Com Você", e na faixa seguinte, "No Dia Em Que a Terra Parou", o samba de contrapontos sofisticados pela bossa nova dá as caras numa agradável canção, cujos vocais principais ficam a cargo do Beni. Com seu pop atmosférico, "Três da Tarde" é uma das melhores músicas do registro, que remata, por fim, com "Homem-Rã", que esboça uma ligação com climas bucólicos, em outro dos mais inspirados momentos do trabalho.

Importantíssimo frisar a intensa e desconcertante carga de carisma de todas as letras, claramente alinhadas à escola Luiz Galvão de poesia, passando longe do óbvio ao passo que mantêm uma impressionante proximidade do universo cotidiano.

Este é um trabalho de procura, por meio do qual a banda notavelmente buscou explorar ao máximo o seu leque de possibilidades. O resultado é um álbum rico, diverso mesmo. E este é um grupo com um raro senso do belo. É nítido o esforço individual de cada um dos membros no trabalhar de cada sutil pormenor em prol de um coletivo muitíssimo bem-acabado.

Não se pode saber quanta exposição este disco conseguirá, afinal. Mas, o fato é que ele eleva o nível do jogo na música pop brasileira atual. Será interessante assistir o desenrolar do que virá pela frente. E eu estou ansioso.






Eric Woolfson Live Seul 1999



Apresentação do musical em 1999 em Seul, Coreia, no Literature Center Grand Theater, inaugurado em maio de 1995.

Eric Woolfson

MUSICA&SOM ☝

Act I

Fanfare 

Green Light Means Danger 

Love in the Third Degree 

Vespers 

Games People Play 

The World is Far Way 

Golden Key

Limelight


Act II

Nine by Nine by Nine

Halfway

Eye in the Sky

Snake Eyes + (You'll be) Far Way

Time





Death Ambient – Death Ambient (1995)

 




Country: Japan / England

Tracklist
1. Prophecy 07:23
2. Imperial Thorn 07:49
3. Hedgetrimmer 02:31
4. Alchemy 02:41
5. Heart Set 00:49
6. Rain 01:57
7. Broken Blue 02:17
8. Loquat Tree 02:51
9. White Eye 02:37
10. Coyote Got Away 04:43
11. A Dead Staphylococcus Looks Like A Skull 01:46
12. Heart Set 00:31
13. Loading And Running 01:14
14. Flash 05:33
15. Ways Out 03:54


Trio de música experimental/ambiente composto por Kato Hideki (baixo), Ikue Mori (bateria eletrônica) e Fred Frith (guitarra).
O Death Ambient foi formado por Hideki e Mori em 1995 e lançou três álbuns,
Death Ambient " (1995), " Synaesthesia " (1999) e " Drunken Forest " (2007).
Kato Hideki , um baixista japonês e membro fundador do Ground Zero , mudou-se para Nova York em 1992.
Ele começou a trabalhar com Christian Marclay , Marc Ribot , John Zorn e também colaborou com Dying Ground .
Em 1995, ele começou a colaborar com Ikue Mori , que havia sido o baterista do DNA .
Após a dissolução do DNA , Mori experimentou baterias eletrônicas modificadas para tocar samples de música, 
antes de mudar inteiramente para a criação musical baseada em laptops.
O guitarrista Fred Frith (do Henry Cow), que morou na cidade de Nova York por quatorze anos
e colaborou com muitos músicos de música experimental, foi convidado por Mori e Hideki para se juntar ao grupo.
Segundo Mori , o objetivo do Death Ambient era "criar sons e texturas extravagantes".
O Death Ambient gravou seu primeiro álbum homônimo no Green Point Studio, no Brooklyn, em 1995. 
apresentando uma coleção de peças improvisadas que incluíam amostras de som geradas pela bateria eletrônica de Mori .
O álbum foi lançado no mesmo ano na série New Japan , pela gravadora Tzadik , de John Zorn . Em 1997, o guitarrista James Plotkin substituiu Frith temporariamente em uma turnê pelo Reino Unido que incluiu shows em Londres e Stirling.
O show em Londres foi transmitido no programa Mixing It , da BBC Radio 3. Frith retornou ao Death Ambient em 1998 e o trio se apresentou em Halle, Alemanha. Foi a primeira vez que o trio original se apresentou junto como um grupo fora do estúdio de gravação. Em junho de 1999, eles retornaram a Nova York para gravar seu segundo álbum, " Synaethesia ".


usando material do show na Alemanha.
Em maio de 2007, após seis anos de produção, " Drunken Forest " foi lançado,
também na série New Japan de Tzadik , com Jim Pugliese como percussionista convidado.
O trio (sem Pugliese ) apresentou o álbum ao vivo
no espaço de performance musical experimental sem fins lucrativos de John Zorn , The Stone , em 4 e 5 de maio de 2007.





Moon Lore – The Spheres Beneath The Heavens (1997)




Country: Norway

Tracklist
1. There Again... 04:00
2. Lady Grief' Silver Mirror 03:07
3. Mephesti (A Perfect Picture Of Her Beauty) 03:55
4. Murder 01:22
5. The Spheres Beneath The Heavens 03:52
6. Vampire 04:43
7. The Silkenmasked Highpriest Of Dreamland 05:10
8. I? 04:09
9. Bitterness Engraved In A Heart Of Stone 02:18
10. Thou I Laugh, I Weep In My Heart 03:30
11. Outro 03:15

O Moon Lore foi formado em 1992 por Peter Pendragon . Ele gravou a primeira demo de duas faixas usando um Fostex
4-track novinho em folha , uma guitarra,
Uma bateria eletrônica Boss
, um microfone barato e um pedal de delay emprestado. A demo foi lançada no mercado underground de fitas cassete em 1993.
Após o lançamento da demo, ele começou a elaborar a faixa com influência mais gótica da fita cassete, " There Again... ".
Isso resultou em uma fita de ensaio e uma demo criadas em 1994.
Após receber muitas críticas positivas sobre seus lançamentos, ele assinou um contrato com a Avantgarde em 1995.
e foi ao estúdio para gravar seu primeiro álbum, intitulado " The Spheres Beneath The Heavens ".
Ele encontrou o estúdio de gravação, Frogner Lydstudio , através das páginas amarelas e começou a gravar no verão de 1995.
Quando " The Spheres Beneath The Heavens " foi concluído,
A Avantgarde licenciou os direitos do álbum para a gravadora alemã Malicious Records .
Isso fez com que o álbum permanecesse inédito até 1997.
e também foi o último lançamento da Malicious Records antes de sua extinção.
Após a gravação do álbum, Pendragon começou a trabalhar com material novo,
Inspirando-se ainda mais na influência gótica, com bandas como Christian Death e The Sisters Of Mercy .
Isso levou à demo de 1996, " Sleeping With The Dead ".
A partir de 1997, o Moon Lore tornou-se uma banda predominantemente eletrônica.
utilizando uma variedade de sintetizadores, baterias eletrônicas e samplers.
Em 2000, ele usou um PC pela primeira vez para gravar e lançou a " Demo 2000 ", limitada a 20 cópias.
No período entre 2000 e 2003, já com um software de gravação adequado em mãos,
Pendragon começou a revitalizar a parte metal do Moon Lore .
Em 2002, ele também compôs a música para a peça " Meir ", de Maria Vennerød , apresentada no Det Norske Teatret . Em 2003, após um período de seis meses de gravação,
Ele lançou a demo de duas faixas " Two Evil Eyes ", em CD-R com capa impressa profissionalmente.
Após este lançamento, Pendragon se concentrou em outros projetos de banda ( Råte , Mök ).
mas ele continuou trabalhando em Moon Lore de tempos em tempos.
Em 2007, ele lançou a faixa " Her Essence " para o CD de compilação Norsk Urskog .
Neste período ele também tentou revitalizar o Moon Lore como uma banda ao vivo com formação completa,
mas a banda já havia tomado seu próprio curso e se transformado em algo bem diferente.








CTI – Core (A Conspiracy International Project) (1988)

 



Country: England

Tracklist
1. Feeder (With Coil) 08:41
2. Trapezoid (With John Duncan, Joe Potts) 05:14
3. Future Shock (With Monte Cazazza) 07:23
4. Unmasked (With Robert Wyatt) 04:15
5. Over Abyss (With Lustmord) 06:40
6. Guest + Host = Ghost (With Boyd Rice) 04:38
7. Core 07:33

CTI ( Creative Technology Institute ) era um pseudônimo usado pela dupla Chris Carter e Cosey Fanni Tutti , 
mais comumente conhecido como Chris & Cosey e mais tarde como Carter Tutti .
Core ( A Conspiracy International Project )" foi lançado em 1998 e cada faixa do álbum
foi um projeto conjunto entre Chris Carter , Cosey Fanni Tutti e as pessoas/grupos creditados.
Contando com a participação de Coil , John Duncan , Joe Potts , Monte Cazazza , Robert Wyatt , Lustmord e Boyd Rice .
Os sons foram enviados pelo correio ou levados ao Studio 47 , onde foram manipulados, processados ​​e gravados.
Composto e mixado com a colaboração total dos envolvidos.
Inclui um encarte com ilustrações, notas e fotos dos artistas colaboradores.
enquanto algumas cópias incluem um segundo encarte ilustrado com informações sobre os lançamentos do Play It Again Sam







RAMSEY LEWIS (USA) : A Life In Musıc : 2022


 

Artist       : RAMSEY LEWIS (USA)

Album     : A Life In Musıc

Year         : 2022

Genre      : Soul-Jazz

Tracklist  :

01 – The In Crowd (Live At The Bohemian Caverns, Washington, D.C., 1965)

02 – Summer Samba

03 – Wade In The Water

04 – Hey Mrs. Jones

05 – Cry Baby Cry

06 – Rocky Raccoon

07 – Exactly Like You

08 – Black Eye Peas

09 – Dear Prudence

10 – Since I Fell For You (Live At Bohemian Caverns, D.C.1965)

11 – Dancing In The Street (Live At Basin Street West 1967)

12 – Up Tight

13 – Mother Nature’s Son

14 – Something You Got (Live At Bohemian Caverns, D.C., 1964)

15 – Do What You Wanna

16 – A Hard Day’s Night (Live At The Lighthouse, Hermosa Beach, CA.,1965)

17 – Julia

18 – Quiet Nights (Corcovado) (Live At Basin Street West 1967)

19 – Hang On Sloopy (Live At The Lighthouse, Hermosa Beach, CA., 1965)

20 – Soul Man

21 – Little Liza Jane

22 – The More I See You (Live At The Lighthouse 1965)

23 – Sexy Sadie

24 – Bold And Black

25 – The Tennessee Waltz (Live At The Bohemian Caverns, Washington D.C 1965)

MUSICA&SOM ☝



RONNIE EARL AND THE BROADCASTERS (USA) : Good News : 2014


 

Artist       : RONNIE EARL AND THE BROADCASTERS (USA)

Album     :  Good News

Year         : 2014

Genre      : Electrıc Blues 

Tracklist  :

1.I Met Her On That Train

2.Change Is Gonna Come

3.Time To Remember

4.In The Wee Hours

5.Good News

6.Six String Blessing

7.Marje's Melody

8.Blues For Henry

9.Puddin' Pie

10.Runnin' In Peace

MUSICA&SOM ☝


THE FLOWER KINGS (Sweden ): Love : 2025


 

Artist       : THE FLOWER KINGS (Sweden )

Album     :  Love

Year         : 2025

Genre      : Progressıve Rock

Tracklist  :

01 – We Claim The Moon

02 – The Elder

03 – How Can You Leave Us Now!?

04 – World Spinning

05 – Burning Both Edges

06 – The Rubble

07 – Kaiser Razor

08 – The Phoenix

09 – The Promise

10 – Love Is

11 – Walls Of Shame

12 – Considerations

MUSICA&SOM ☝


COLDPLAY (UK) : Essentials: 2023


 

Artist       : COLDPLAY (UK)

Album     :  Essentials

Year         : 2023

Genre      : Alternative Rock

Tracklist  :

01 – Yellow

02 – A Sky Full of Stars

03 – My Universe (feat. BTS)

04 – Viva La Vida

05 – Clocks

06 – Something Just Like This (feat. The Chainsmokers)

07 – The Scientist

08 – Higher Power

09 – Adventure of a Lifetime

10 – Paradise

11 – Champion Of The World

12 – Fix You

13 – Hymn for the Weekend

14 – Speed of Sound

15 – Everglow

16 – In My Place

17 – Every Teardrop Is a Waterfall

18 – Let Somebody Go (feat. Selena Gomez)

19 – Orphans

20 – Trouble

21 – People of The Pride

22 – Hurts Like Heaven

23 – Magic

24 – Talk

25 – Princess of China (feat. Rihanna)

26 – Violet Hill

MUSICA&SOM ☝


THE CLIMAX BLUES BAND (USA ) : 25 Years 1968-1993: 1994


 

Artist       : THE CLIMAX BLUES BAND (USA )

Album     :  25 Years 1968-1993 

Year         : 1994

Genre      : Rock & Roll / Blues Rock / Classic Rock

Tracklist  :

1-1.Don't Start Me Talking

1-2.Wee Baby Blues

1-3.Flight

1-4.Hey Baby Everything's Gonna Be Alright

1-5.Louisiana Blues

1-6.Briefcase

1-7.That's All

1-8.Shoot Her If She Runs

1-9.Rich Man

1-10.Hole On The Dole

1-11.Standing By A River

1-12.Let's Work Together

1-13.Losing The Humbles

1-14.Shopping Bag People

1-15.Running Out Of Time

1-16.Mighty Fire

2-1.Together And Free

2-2.Couldn't Get It Right

2-3.Watcha Feel

2-4.Like A Movie

2-5.Children Of The Nighttime

2-6.Gotta Have More Love

2-7.I Love You

2-8.Cutting Up Rough

2-9.The Last Chance Saloon

2-10.Friends In High Places

2-11.Listen To The Night

2-12.The Movie Queen

2-13.California Sunshine

2-14.Ordinary People

2-15.Fool For The Bright Lights

2-16.Don't Start Me Talking (Live)

MUSICA&SOM


Destaque

Grandes canções: Van Morrison - "The Way Young Lovers Do" (1968)

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